Uma liminar ainda foi apresentada para impedir que ele fosse deportado, e foi atendida pela Justiça.
Na escola de Marcelo, os estudantes abandonaram as aulas na segunda-feira, em protesto.
Num vídeo divulgado nesta terça-feira, a governadora insistiu que o brasileiro é um estudante exemplar. “Ele é um jogador de vôlei, membro da banda da escola e vive na cidade desde os cinco anos de idade”, afirmou. “Ele foi levado diante de seus amigos”, disse. “Ele foi colocado numa prisão sem uma notificação e sem explicação”, insistiu a governadora.
“ICE admite que Marcelo não tem um antecedente criminal”, disse. “Ele não era uma ameaça e nem era o alvo”, destacou. “Eles precisam soltá-lo. Ele pertence à escola, não a uma prisão”, afirmou. “Fico ao lado da comunidade de Milford para pedir que ele seja solto”, completou.
O caso do brasileiro ganhou repercussão nacional e passou a ser instrumentalizado pelos democratas, grupos de direitos humanos e ativistas para denunciar os abusos do governo de Donald Trump. A Casa Branca colocou uma meta de 3.000 prisões por dia, com o objetivo de cumprir a promessa de campanha do republicado e deportar 1 milhão de pessoas em um ano.





