O Ibovespa terminou o dia com uma baixa consistente de 0,72%, aos 161.973,05 pontos, uma queda de 1.177,30 pontos. Dia para esquecer e que novamente foi influenciado por dinâmica externa, com Donald Trump, o presidente dos EUA, como protagonista.
O dólar comercial também avançou mais um pouquinho, a exemplo da véspera, com mais 0,06%, a R$ 5,375. Os DIs (juros futuros) terminaram a sessão sem direção definida.
Trump e o Irã
“A bolsa brasileira reflete um movimento mais amplo de aversão ao risco, que combina questões geopolíticas, especificamente o escalonamento das manifestações anti regime no Irã, com sinalização de que os EUA poderiam intervir, e pela inédita pressão política exercida por Trump sobre o Federal Reserve, que, sem dúvidas, coloca em xeque a independência do banco central mais importante do mundo”, disse Bruno Perri, economista-chefe da Forum Investimentos.
Trump, inclusive, estimulou a continuidade dos protestos no Irã e afirmou que “a ajuda está a caminho”, sem detalhar que tipo de apoio seria oferecido. “Patriotas iranianos, continuem protestando – ocupem suas instituições. A ajuda está a caminho”, escreveu Trump em uma rede social. Em outra publicação, o presidente norte-americano afirmou ter cancelado todas as reuniões previstas com autoridades iranianas enquanto não cessar o que classificou como “assassinato sem sentido” de manifestantes.
Irã: mais tarifas
Ele quer ver o circo pegar fogo, não importa se na Venezuela, no Irã ou dentro de casa. Em todos os casos, está fazendo um bom trabalho. Com isso, o petróleo, o ativo físico que Trump mais ambiciona, subiu mais de 2% nesta terça, o que impactou ativos por todo o mundo. Na Venezuela, as exportações voltam a ganhar tração, e o dinheiro a fluir, só agora para Washington e não Caracas.
A preocupação global, além de uma nova intervenção unilateral em território soberano por parte dos EUA, reside na resposta dada pelo governo Trump; tarifas para quem fizer negócios com o Irã.
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O Brasil está incluído nessa. Mas o governo Lula aguarda decreto oficial dos EUA para saber exatamente do que se trata esta sanção. Até agora, é só Trump falando e o ainda ministro da Fazenda, Fernando Haddad, prega “cautela”.
Pressão sobre o Fed continua
O que Trump falou hoje ainda não apagou o que ele fez ontem. Suas ameaças ao Federal Reserve seguem repercutindo. E assustando. O CEO do JPMorgan criticou Trump e alertou que “corrosão” do Fed “não é boa ideia”.
Mas a coisa parece ter piorado depois que o índice de preços ao consumidor (CPI) de dezembro foi divulgado. O dado veio dentro do esperado na métrica mensal e abaixo do esperado na anual. Isso bastou para Trump subir o tom novamente contra o Fed, pedindo que Jerome Powell, presidente da instituição, reduza as taxas de juros significativamente.
No jogo do trumpismo, os mercados tenderam para a mesma casinha que Haddad pediu abrigo: cautela. E se retiraram de suas posições. Seguro morreu de velho, é o que dizem. Os principais índices em Nova York se seguraram como puderam, mas no meio da tarde desandaram a cair – até porque vinham de uma sessão bem positiva na véspera.
“Os dados de hoje (do CPI) provavelmente não terão muita influência na política do Fed, dada a próxima mudança na liderança. Mas mantêm as expectativas de taxas de juros mais baixas e provavelmente sustentam o apetite por risco”, dizia à CNBC David Russell, chefe global de estratégia de mercado da TradeStation, na abertura. Mas Trump seguiu pressionando domesticamente e geopoliticamente.
Tem um outro fator em questão: começa esta semana a temporada de balanços do 4T25 e cautela assume seu protagonismo antes dos números serem divulgados. Hank Smith, chefe de estratégia de investimentos da Haverford Trust, previu que os resultados dos bancos serão sólidos, e os bancos sempre abrem a temporada. Eles devem se beneficiar de fatores favoráveis, como o crescimento econômico acelerado, a desregulamentação e o crédito robusto, com uma curva de juros mais acentuada, o que contribuirá para a lucratividade. A ver.
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Na Europa, as Bolsas terminaram mistas, também aguardando que gato sai desse balaio. Apesar de tudo, o Banco Mundial enxerga resiliência do crescimento global econômico em 2026, apesar de tarifas de Trump.
Cenário doméstico
No cenário doméstico, há mais coisas no radar. Eleições: Flávio Bolsonaro pediu que Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo e preferido de 10 em 10 integrantes do mercado para o Palácio do Planalto, não seja pressionado por apoio. Mas no primeiro turno Lula ainda supera todos seus concorrentes. No primeiro turno, vale reforçar.
De saída do governo, Haddad ainda vai discutir seu futuro político, mas estimou que o déficit primário de 2025 do governo central será de 0,1% do PIB, ou seja, cumprindo a meta de déficit zero para o ano, que tem 0,25% do PIB de margem de tolerância. “Nós estamos em uma trajetória de melhoria dos resultados primários a cada ano, como está sendo demonstrado”, disse.
No campo dos dados, finalmente o setor de serviços teve um mês negativo em novembro, depois de nove positivos em 2025. A queda foi, entretanto, de apenas 0,1%, mostrando desaceleração da atividade, mas, segundo analistas, sem dar segurança para o Banco Central de que já pode cortar juros. O setor permanece robusto.
Vale e Petrobras sobem
A Bolsa brasileira caiu, mas as blue chips trataram de diminuir o prejuízo. Com a alta do petróleo internacional, Petrobras (PETR4) disparou 2,57%. Vale (VALE3) ganhou 0,82%. O Ibovespa poderia estar numa pior ainda pior.
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O que fez o índice cair foram os bancos: BB (BBAS3) desceu amplos 3,06%, passando a tarde toda renovando mínimas do dia; Bradesco (BBDC4) caiu 1,14%, Itaú Unibanco (ITUB4) cedeu 0,81%, na mínima do dia, e Santander (SANB11) recuou 1,38%. Apesar do cenário ruim de hoje, analistas projetam um 2026 sólido para os bancos brasileiros.
Os varejistas também puxaram o Ibovespa para a lama. Lojas Renner (LREN3), por exemplo, caiu 1,27%, mas Magazine Luiza (MGLU3) desceu mais, com 4,43%, e Assaí (ASAI3) desvalorizou 1,49%.
A petroleiras juniores não conseguiram apoio do petróleo internacional e caíram, mas ao menos Brava (BRAV3) conseguiu uma alta de 1,09%, com nova administração reiterando compromisso com desalavancagem.
Mas a maior queda do dia ficou mesmo com Hapvida (HAPV3), com menos 8,39%, diante de um vai-e-vem na gestão.
Por fim, fora do índice, Azul, que eliminou as ações preferenciais AZUL54 e virou tudo AZUL53, despencou 69,51%. É o processo de reestruturação em curso.
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A quarta-feira tem novos indicadores importantes nos EUA, como índice de preços ao produtor (PPI) e vendas ao varejo. Mas depois que um CPI comportado não empolgou os investidores, com Trump jogando contra, o que esperar dos resultados de amanhã? Melhor ficar de olho na Casa Branca. (Fernando Augusto Lopes)
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Ibovespa: ABEV termina como ação mais negociada do dia; confira
| Negócios | Dia (%) | |
| ABEV3 | 62.955 | 0,07 |
| PETR4 | 59.459 | 2,57 |
| VALE3 | 42.969 | 0,82 |
| BBAS3 | 37.418 | -3,06 |
| HAPV3 | 34.205 | -8,39 |
Ibovespa: ações da Petrobras terminam como as maiores altas do dia; veja a lista
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| PETR3 | 3,41 | 33,04 |
| PETR4 | 2,57 | 31,14 |
| GGBR4 | 1,93 | 21,66 |
| GOAU4 | 1,83 | 9,47 |
| CSNA3 | 1,31 | 10,05 |
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| HAPV3 | -8,39 | 13,98 |
| YDUQ3 | -4,75 | 12,42 |
| VIVA3 | -4,59 | 29,50 |
| MGLU3 | -4,43 | 8,20 |
| RAIL3 | -3,90 | 14,31 |
- Máxima: 163.146,26
- Mínima: 161.765,08
- Diferença para a abertura: -1.177,30 pontos
- Volume: R$ 24,90 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (12): -0,13%
- Terça-feira (13); -0,72%
- Semana: -0,86%
- Janeiro: +0,53%
- 1T26: +0,53%
- 2026: +0,53%
Principais índices em Nova York terminam dia em queda
Investidores em Wall Street se debruçaram sobre os dados do CPI, a inflação ao consumidor dos EUA, que vieram mais suaves em dezembro, enquanto se preparam para o começo da temporada de balanços do 4T25, com os bancos usualmente abrindo as divulgações. “Os dados de hoje provavelmente não terão muita influência na política do Fed, dada a próxima mudança na liderança. Mas mantêm as expectativas de taxas de juros mais baixas e provavelmente sustentam o apetite por risco”, disse à CNBC David Russell, chefe global de estratégia de mercado da TradeStation. Já Hank Smith, chefe de estratégia de investimentos da Haverford Trust, prevê que os resultados dos bancos serão sólidos. Os principais bancos devem se beneficiar de fatores favoráveis, como o crescimento econômico acelerado, a desregulamentação e o crédito robusto, com uma curva de juros mais acentuada, o que contribuirá para a lucratividade. Mas o que pesou mesmo sobre os ativos foi a pressão do governo Trump sobre o Irã e sobre o Federal Reserve.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -0,80 | 49.191,99 |
| S&P 500 | -0,19 | 6.963,70 |
| Nasdaq | -0,10 | 23.709,87 |
DIs: juros futuros terminam dia de forma mista
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,695 | -0,035 |
| DI1F28 | 12,970 | -0,035 |
| DI1F29 | 12,990 | -0,005 |
| DI1F31 | 13,300 | 0,015 |
| DI1F32 | 13,435 | 0,040 |
| DI1F33 | 13,490 | 0,040 |
| DI1F35 | 13,535 | 0,050 |
Principais índices em Nova York despencam ao final do dia
- Dow Jones: -1,00%
- S&P 500: -0,43%
- Nasdaq: -0,36%
VIVA3 tem queda e vai a -4,79%
Setor de papel e celulose no vermelho: KLBN11 cai 1,43%; SUZB3 recua 1,40%
Siderúrgicas no azul: GGBR4, 2,40%; GOAU4, 1,72%; CSNA3, 1,11%; e USIM5, 0,30%
Hapvida (HAPV3) aprofunda queda a -7,40%
Ações de Petrobras decolam: PETR3 sobe 3,63% e PETR4 avança 2,77%
CVCB3 tem queda de 3,47%, a R$ 2,50
AURA33 desacelera, mas mantém alta de 1,76% hoje
O dólar comercial tem a segunda alta diante do real. O movimento vai na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,27%, aos 99,13 pontos.
- Venda: R$ 5,375
- Compra: R$ 5,375
- Mínima: R$ 5,364
- Máxima: R$ 5,394
Embraer (EMBJ3) tem piora e recua 1,03%, a menos de R$ 97,00
VALE3 sobe 1,55% e vai a R$ 75,88
RAIZ4 acentua queda e vai a -2,35%
MGLU3 tem dia difícil e despenca 4,43% nesta tarde
GMAT3 vai na contramão e tem alta de 1,34% enquanto supermercadistas caem
Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) agora sobe 0,18%, aos 3.794,50, nova máxima do dia
Russell 2000: índice de small caps nos EU sobe parcos 0,09%, na contramão dos demais índices amplos, que apresentam quedas consistentes
Azul (AZUL53): fora de leilão, ações recuam 61,57%, a R$ 51,98
Ibovespa: ABEV é a ação mais negociada do dia até aqui; veja a lista
| Negócios | Dia (%) | |
| ABEV3 | 51.204 | -0,22 |
| PETR4 | 45.128 | 2,96 |
| VALE3 | 33.063 | 1,54 |
| HAPV3 | 28.669 | -8,26 |
| PRIO3 | 28.301 | -0,09 |
Argentina: índice de preços ao consumidor em dezembro sobe 2,8% em relação a novembro, acima dos 2,5% esperados e acima dos mesmo 2,5% do mês anterior
Dólar comercial diminui ritmo de alta para mais 0,12%, a R$ 5,379 na venda
Ações da Axia Energia em quedas amplas: -2,25% (AXIA3) e -2,09% (AXIA6)
Frigoríficos em queda: BEEF3 desce 0,37% e MBRF3 recua 3,59%
Trump: você vão saber em breve o que quer dizer “a ajuda está a caminho”, sobre o Irã
Trump afirma que vai escolher novo presidente do Fed “nas próximas semanas”
Petro juniores mistas nesta tarde: PRIO3, -0,28%; RECV3, estável; BRAV3, +0,40%
Ibovespa recua 0,61%, aos 162.156,41 pontos; na mínima, chegou a 161.765,08 pontos
OMS diz que impostos baixos estão tornando bebidas açucaradas e álcool mais acessíveis
As bebidas açucaradas e o álcool não estão sendo suficientemente tributados e continuam acessíveis, dificultando o combate aos problemas crônicos de saúde causados por essas bebidas, de acordo com dois relatórios da OMS. Nos últimos anos, a Organização solicitou várias vezes o aumento dos impostos sobre o álcool e as bebidas adoçadas com açúcar, argumentando que isso ajudaria a reduzir o consumo desses produtos que contribuem para doenças como o diabetes, além de arrecadar dinheiro em um momento em que a ajuda ao desenvolvimento está diminuindo e a dívida pública está aumentando. As bebidas açucaradas se tornaram mais acessíveis em 62 países em 2024, em comparação com 2022. Em um relatório separado, a agência de saúde disse que a cerveja se tornou mais acessível em 56 países durante o mesmo período. “Os impostos para a saúde não são uma solução milagrosa e não são simples. Eles podem ser politicamente impopulares e atraem a oposição de setores poderosos com bolsos fundos e muito a perder, mas muitos países mostraram que, quando bem feitos, eles são uma ferramenta poderosa para a saúde”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus. A OMS espera que a iniciativa tributária arrecade US$ 1 trilhão até 2035, com base em evidências de impostos para a saúde em países como a Colômbia e a África do Sul. (Reuters)
Futuros do petróleo disparam nesta tarde: WTI tem mais 2,76%, a US$ 61,14; e Brent avança 2,58%, a US$ 65,52
Embraer (EMBJ3) recua 0,74%, a R$ 97,21
Trump incentiva protestos no Irã e fala em “ajuda a caminho” após repressão violenta
Presidente dos EUA suspende contatos com Teerã e se manifesta enquanto mortes em manifestações se aproximam de 2 mil.
CPI de dezembro: apesar da inflação mais baixa, um novo corte de juros no final de janeiro parece pouco provável, diz economista
Claudia Moreno, economista do C6 Bank, diz que a divulgação de dados econômicos nos EUA está sendo normalizada, mas ainda pode haver algumas distorções nos números. ”De qualquer maneira, a inflação segue elevada, especialmente no setor de serviços, e fechou 2025 acima da meta de 2%. Ao longo dos próximos meses, o aumento de tarifas comerciais imposto no ano passado pode continuar pressionando os preços de bens, o que limita o alívio da inflação no curto prazo”, diz. “Depois dos três cortes anunciados desde setembro, os juros agora estão próximos das estimativas para o nível neutro, o que deixa o Fed em uma posição mais confortável para esperar, analisar os dados e só então decidir os próximos passos. Nesse contexto, apesar do dado de inflação mais baixo em dezembro, um novo corte de juros no final de janeiro ainda nos parece pouco provável”.
Ibovespa Futuro (INDFUT) recua 0,83%, aos 163.98 pontos
A máxima do dia chegou a R$ 5,390, enquanto a mínima foi a R$ 5,364.
Futuros de gás natural recuam 0,82% na NYMEX; contratos são para fevereiro
Ifix, índice de fundos imobiliários, sobe 0,09%, aos 3.791,38 pontos
Ações de Petrobras mantêm fortes ganhos; PETR3 sobe 2,44% e PETR4 avança 1,78%
Krugman: Trump está ‘venezuelando’ os EUA e ataque ao Fed pode ‘sair pela culatra’
“Tudo isso é sobre intimidação, não apenas de Powell, mas de todos no Fed”, disse o vencedor do prêmio Nobel de 2008.
Ações de Azul (AZUL53) recuam 50%, a R$ 67,64
O Ibovespa abriu a tarde em baixa, em sintonia com o recuo dos principais índices de ações em Wall Street, após a divulgação de dados dentro do esperado da inflação nos Estados Unidos, enquanto o dólar sustentava ganhos leves ante o real. O Departamento do Trabalho dos EUA informou que o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) subiu 0,3% em dezembro, em linha com o projetado por economistas ouvidos pela Reuters. Após a divulgação, os ativos precificavam 97,2% de probabilidade de manutenção da taxa de juros pelo Federal Reserve em janeiro — um percentual levemente acima dos 95% vistos no início do dia. Neste contexto, os rendimentos dos Treasuries cediam neste início de tarde, enquanto no Brasil as taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros) recuavam no trecho mais curto da curva a termo. O movimento no Brasil era em grande parte conduzido pelo desempenho do setor de serviços em novembro, abaixo do esperado. (Reuters)
Redução de risco traz boas expectativas para Sabesp e Copasa em momentos diferentes
Empresa paulista é melhor escolha a longo prazo; mineira, tem melhor momentum à curto prazo.
Ibovespa recua 0,77%, aos 161.894,26 pontos; na mínima, chegou aos 161.765,08 pontos
Inflação pode manter Fed em espera até o fim do mandato de Powell
A inflação pode não diminuir com rapidez suficiente para que o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, promova outro corte na taxa de juros antes do fim de seu mandato em maio, com o Escritório de Estatísticas do Trabalho informando que os preços ao consumidor subiram 2,7% em dezembro em relação ao ano anterior, em linha com as expectativas dos economistas e bem acima da meta do Fed. Os operadores veem junho, depois que Powell não estiver mais na presidência, como o momento mais provável para um corte, e continuam a esperar um total de dois cortes nas taxas de juros este ano. Ainda assim, os contratos de juros futuros agora refletem uma chance de cerca de 40% de um corte em abril, acima dos 38% antes. “Uma tendência desinflacionária está gradualmente tomando forma”, disse Seema Shah, estrategista-chefe global da Principal Asset Management. “À medida que os efeitos do repasse tarifário se tornam mais claros e as preocupações com a inflação diminuem, é provável que o Fed mude para uma postura em que mais um ou dois cortes possam ser justificados.”
Moraes rejeita recurso de Bolsonaro para levar condenação ao plenário
Defesa do ex-presidente solicitou que caso fosse reavaliado no plenário da Corte, mas pedido foi negado.
Ibovespa recua 0,83%, aos 161.796,52 pontos
| COMPRA | VENDA | |
| Ontem | 5,3754 | 5,3760 |
| 1ª parcial | 5,3801 | 5,3807 |
| 2ª parcial | 5,3685 | 5,3691 |
| 3ª parcial | 5,3758 | 5,3764 |
| 4ª parcial | 5,3786 | 5,3792 |
Brava (BRAV3): nova gestão detalha prioridades e caminhos para destravar valor
A administração também reiterou o compromisso com a desalavancagem e, no médio prazo, com a possível retomada da remuneração aos acionistas.
Groenlândia escolhe Dinamarca em vez dos EUA, diz primeiro-ministro da ilha
A Groenlândia escolhe a Dinamarca em vez dos Estados Unidos, disse o primeiro-ministro da ilha ártica, Jens-Frederik Nielsen, em uma coletiva de imprensa em Copenhague nesta terça-feira.
Acordo comercial UE-Mercosul sinaliza limites de diplomacia dura de Trump na América Latina
Um mega acordo comercial firmado entre a União Europeia e as maiores economias da América do Sul após um quarto de século de negociações pode sinalizar os limites das táticas de pressão do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na região, disseram autoridades e analistas. A aliança comercial entre a UE e o Mercosul, composto por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, impulsionará substancialmente os laços comerciais em uma região que viu o comércio com a China disparar nas últimas décadas, enquanto a influência dos EUA despencava. Porém, mesmo que o governo Trump busque uma lealdade regional mais ampla, é improvável que os governos sul-americanos, do Brasil ao Peru, abram mão de fortalecer os laços com a China ou com a Europa em um momento em que eles ofuscaram os EUA no comércio na maior parte da região. Vários analistas afirmaram que os esforços de Trump para mostrar o poder dos EUA na região podem ter ajudado a ultrapassar a linha de chegada de um acordo comercial que sofreu vários atrasos ao longo de duas décadas de negociações. “Se o crédito por esse acordo for para alguém, será para o contexto internacional”, disse Ignacio Bartesaghi, consultor de política externa que trabalhou com vários governos uruguaios ao longo dos anos. “Isso se deve à guerra tarifária de Trump, ao conflito na Ucrânia e ao que aconteceu na Venezuela recentemente.” (Reuters)
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta terça-feira que o governo central fechou 2025 com um déficit primário estimado em 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB), cumprindo a meta de déficit zero para o ano, que tem 0,25% do PIB de margem de tolerância. O resultado desconsidera despesas que ficam fora da contabilidade fiscal após autorização judicial, disse o ministro em entrevista a jornalistas. Segundo ele, se considerados gastos com precatórios e com indenização de aposentados, o déficit deve ficar em 0,48% do PIB. “Nós estamos em uma trajetória de melhoria dos resultados primários a cada ano, como está sendo demonstrado”, disse. Os dados oficiais do resultado fiscal de 2025 serão apresentados pelo Tesouro Nacional e pelo Banco Central apenas no final de janeiro. Após o Tesouro Nacional prever nesta semana uma piora significativa na trajetória da dívida pública, o ministro afirmou na entrevista que o que tem mais afetado o indicador é o nível dos juros no país, não os resultados primários. Na primeira entrevista a jornalistas após retornar das férias, Haddad disse que conversará com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva “quando ele quiser” sobre sua saída do comando da Fazenda. No fim do ano passado, ele estimou que deixaria a pasta até fevereiro. (Reuters)
Ações de Petrobras ampliam ganhos; PETR3 sobe 2,44% e PETR4 avança 1,88%
Ibovespa amplia perdas e recua 0,80%, aos 161.841,04 pontos
Fenabrave prevê alta de 3% na venda de carros e comerciais leves novos em 2026
A associação que representa concessionários de veículos do Brasil, Fenabrave, anunciou nesta terça-feira projeção de crescimento de 3% nos licenciamentos de carros e comerciais leves este ano, para 2,63 milhões de unidades. A expectativa para os emplacamentos de caminhões é de expansão de 3,5%, para 114,75 mil veículos, e a projeção da entidade para ônibus é de avanço de 3% este ano, para 29,7 mil unidades.
Varejistas ampliam perdas; MGLU3 cai 3,50%, BHIA3 perde 3,77%, LREN3 recua 2,54% e AZZA3 cai 2,07%
Setor de serviços permanece robusto e pressionando a inflação, dizem economistas
Mesmo com desaceleração nos últimos meses de 2025, setor de serviços ainda recebe estímulos à concessão de crédito.
Ibovespa: ações da Petrobras lideram as altas do dia até aqui; confira
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| PETR3 | 1,91 | 32,56 |
| PETR4 | 1,52 | 30,82 |
| RAIZ4 | 1,18 | 0,86 |
| GGBR4 | 0,99 | 21,46 |
| VAMO3 | 0,84 | 3,60 |
Ibovespa: HAPV3 é a maior queda do dia até aqui; veja
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| HAPV3 | -7,47 | 14,12 |
| VIVA3 | -3,49 | 29,84 |
| YDUQ3 | -3,45 | 12,59 |
| MGLU3 | -2,56 | 8,36 |
| CPLE3 | -2,48 | 12,56 |
Ibovespa volta a acelerar perdas; agora cai 0,68%, aos 162.040,01 pontos
Ações de Axia ampliam perdas; AXIA3 cai 1,30% e AXIA6 recua 1,35%
Em agosto, na comparação com julho, houve alta de 11,3%. Os dados estavam represados por conta da paralisação do governo federal dos EUA ocorrido no meio do semestre passado.
Ações de Azul (AZUL53) entram em leilão, após queda de 36,72%, a R$ 85,60
Ações de grandes bancos caem juntas; ITUB4 cai 0,30%, BBAS3 perde 0,59%, SANB11 recua 1,30% e BBDC4 cai 1,09%
Trump diz que dados de inflação nos EUA significam que Fed deve reduzir juros
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, saudou os dados sobre a inflação do país divulgados nesta terça-feira, usando os números dos preços ao consumidor nos EUA para reiterar sua pressão sobre o chair do Federal Reserve, Jerome Powell, para que reduza as taxas de juros “significativamente”. Os dados mostraram que os preços ao consumidor nos EUA em dezembro aumentaram, à medida que as distorções relacionadas com a paralisação do governo norte-americano, que tinham reduzido artificialmente a inflação em novembro, se dissiparam, consolidando as expectativas de que o Fed manterá as taxas de juros inalteradas neste mês.
Ações de Petrobras renovam máximas; PETR3 sobe 2,32% e PETR4 avança 1,81%
Azul (AZUL53) ação cai 30% após conversão de papéis preferenciais em ordinários
A mudança ocorre após a realização de uma oferta de ações de R$ 7,4 bilhões, dentro do plano de recuperação judicial em andamento nos Estados Unidos.
VIX: índice de volatilidade nos EUA recua 0,13%, aos 15,10 pontos
Ações de Petrobras ampliam ganhos; PETR3 sobe 1,50% e PETR4 ganha 1,22%
Principais índices em Nova York abrem dia oscilando, sem forças
Investidores em Wall Street se debruçam sobre os dados do CPI, a inflação ao consumidor dos EUA, que vieram mais suaves em dezembro, enquanto se preparam para o começo da temporada de balanços do 4T25, com os bancos usualmente abrindo as divulgações. “Os dados de hoje provavelmente não terão muita influência na política do Fed, dada a próxima mudança na liderança. Mas mantêm as expectativas de taxas de juros mais baixas e provavelmente sustentam o apetite por risco”, disse à CNBC David Russell, chefe global de estratégia de mercado da TradeStation. Já Hank Smith, chefe de estratégia de investimentos da Haverford Trust, prevê que os resultados dos bancos serão sólidos. Os principais bancos devem se beneficiar de fatores favoráveis, como o crescimento econômico acelerado, a desregulamentação e o crédito robusto, com uma curva de juros mais acentuada, o que contribuirá para a lucratividade.
- Dow Jones: -0,07%
- S&P 500: +0,08%
- Nasdaq: +0,08%
O Brasil teve um superávit comercial de US$2,9 bilhões com o Irã no ano passado, segundo dados do governo, o que torna o país um candidato em potencial para novas tarifas dos Estados Unidos. O presidente dos EUA, Donald Trump, disse na segunda-feira que qualquer país que fizer negócios com o Irã enfrentará uma taxa tarifária de 25% sobre qualquer comércio com os EUA, conforme Washington responde à turbulência política no Irã, que está passando por seus maiores protestos contra o governo em anos. Em meados de 2025, o Brasil enfrentou tarifas adicionais dos EUA sobre produtos como carne bovina, café e suco de laranja. Posteriormente, Washington mudou de rumo, removendo parcialmente as tarifas extras para evitar a pressão inflacionária no país. No entanto, alguns produtos ainda estão sujeitos a tarifas, incluindo calçados, peixes e madeira. As exportações brasileiras para o Irã consistem principalmente de milho e soja, que representaram 67,9% e 19,3% do total das exportações do país para a nação persa em 2025. O Irã foi o principal destino do milho brasileiro no ano passado, importando 9,1 milhões de toneladas métricas, de acordo com dados comerciais. O Egito e a China, o principal parceiro comercial do Brasil em geral, importaram juntos 9,5 milhões de toneladas de milho, segundo os mesmos dados. (Reuters)
Hapvida (HAPV3) tem “vai e vem” na gestão; ação tem sessão de forte queda
Benvenuti havia renunciado ao cargo de COO há três semanas.
Vietnã habilita quatro novos frigoríficos do Brasil para exportação de carne bovina
O Vietnã habilitou quatro novos frigoríficos do Brasil para exportar carne bovina com osso e desossada ao país asiático, informou o Ministério da Agricultura nesta terça-feira. As novas unidades autorizadas ficam localizadas em Rondônia (2), Mato Grosso do Sul (1) e Tocantins (1), e se somam a outras quatro já habilitadas em Goiás (3) e Mato Grosso (1), disse a pasta. “Com as novas autorizações, o Brasil passa a contar com oito plantas habilitadas, dobrando a capacidade atual de oferta e fortalecendo a presença da carne bovina brasileira em um dos países que mais têm expandido o consumo de proteína animal nos últimos anos”, afirmou o ministério em nota.
CEO do JPMorgan critica Trump e alerta que “corrosão” do Fed “não é boa ideia”
Sem citar o presidente, Jamie Dimon disse que ameaças à independência do banco central podem ter efeito inverso e encarecer o crédito.
Ações de Petrobras renovam máximas: PETR3 sobe 1,44%, a R$ 32,41, e PETR4 avança 1,28%, a R$ 30,75
Ibovespa reduz queda para 0,16%, aos 162.893,68 pontos
Setor de Serviços em novembro: resultado reforça visão de desaceleração da atividade, diz banco
A receita do setor de serviços em novembro ficou em linha com as expectativas do Itaú BBA. “Dentro da segmentação, as surpresas foram em direções opostas: os ‘Serviços Profissionais, Administrativos e Complementares’ apresentaram resultados melhores do que o esperado, enquanto os ‘Serviços Prestados a Domicílios’ tiveram um desempenho inferior. O relatório divulgado hoje indica que o setor de serviços permaneceu amplamente estável no segundo mês do 4º trimestre, reforçando nossa visão de uma desaceleração na atividade econômica”, diz.
Ações de Petrobras ampliam ganhos; PETR3 sobe 1,10% e PETR4 avança 1,02%
CPI de dezembro nos EUA: leitura mais benigna impulsiona um sentimento melhor nos mercados
Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, reforça que o CPI dos EUA veio em linha com as projeções, com alta de 0,3% no mês e 2,7% em 12 meses, enquanto o núcleo mostrou leitura mais benigna, avançando 0,2% na margem e 2,6% na comparação anual, abaixo do esperado. “A divulgação sustentou a recuperação dos índices futuros de Nova York, refletindo melhora do apetite a risco. Em paralelo, os juros dos Treasuries recuaram ao longo da curva, com queda nos rendimentos dos papéis de 2, 10 e 30 anos, em reação à confirmação de um quadro inflacionário mais controlado. No câmbio, a leitura do CPI contribuiu para melhorar o sentimento de mercado, e o dólar passou a ser negociado próximo às mínimas do dia, acompanhando o movimento de alívio nas taxas de juros americanas”.
Fluxo de veículos em rodovias da Motiva cresce em dezembro
A Motiva divulgou na noite de segunda-feira que o fluxo de veículos em rodovias administradas pela companhia em dezembro cresceu 5,4% em dezembro ante o mesmo mês de 2024, sem considerar concessões recentes obtidas pela empresa. Incluindo os números das novas concessões ViaOeste, Sorocabana e PRVias, o fluxo em dezembro cresceu 3,4%, segundo os dados da empresa. A companhia afirmou que o crescimento do fluxo na concessão RioSP, que reúne as rodovias Dutra e Rio-Santos, foi de 15,3% em dezembro na comparação anual. Mas se for desconsiderado nessa concessão o início da operação dos chamados pedágios “free flow” na região metropolitana de São Paulo a partir de 6 de dezembro, a expansão registrada na RioSP teria sido de 9,5%. A maior concessão de rodovia da empresa, a AutoBan, que reúne as estradas Anhanguera e Bandeirantes, teve expansão de 4,5% no tráfego em dezembro sobre um ano antes.
Futuros dos principais índices em Nova York diminuem perdas, mas seguem sem forças, após CPI de dezembro; veja o cenário
- Dow Jones Futuro: -0,18% (antes CPI: -0,21%)
- S&P 500 Futuro: -0,03% (antes CPI: -0,14%)
- Nasdaq Futuro: -0,01% (antes CPI: -0,24%)
Treasuries nos EUA passam a recuar após CPI mais leve; veja os principais vencimentos observados
- Título de 2 anos: -0,010 pp, a 3,537% (antes CPI: +0,002 pp, a 3,549%)
- Título de 10 anos: -0,006 pp, a 4,181% (antes CPI: +0,006 pp, a 4,193%)
Goldman Sachs projeta 2026 sólido para bancos brasileiros e destaca ações preferidas
A expectativa é de uma expansão moderada a sólida da carteira de crédito, apoiada por um mercado de trabalho resiliente, estímulos fiscais e novas modalidades de crédito.
Mercosul-UE: cota e barreira não tarifária limitam ganhos para agronegócio
Analistas avaliam que condições devem favorecer apenas grandes empresas exportadoras, em detrimento de produtores de menor escala.
Setor de Serviços em novembro: apesar da queda no mês, atividade continuará impulsionando a economia doméstica, diz XP
A receita real do setor de serviços apresentou uma leve queda de 0,1% em novembro em comparação com outubro, ligeiramente abaixo das expectativas de mais 0,1%. Esse resultado interrompeu uma longa sequência de nove ganhos consecutivos. O indicador subiu 1,2% em relação ao trimestre anterior no trimestre encerrado em novembro (2,9% em relação ao ano anterior), enquanto o efeito residual estatístico para o quarto trimestre foi de 0,9% em relação ao trimestre anterior. A XP entende que o setor terciário manterá a tendência de alta, apesar dos sinais mistos entre seus componentes e continuará impulsionando a economia doméstica. O aumento da renda real do trabalho e as medidas de estímulo econômico provavelmente manterão o setor em ascensão. A XP prevê que a receita total do setor de serviços aumentará 2,5% em 2026, após um avanço de 2,7% em 2025.
Dólar comercial oscila e agora sobe 0,01%, a R$ 5,372
Setor de Serviços em novembro: dado corrobora a avaliação de desaceleração gradual da atividade, resume economista
Natalie Victal, economista-chefe da SulAmérica Investimentos, diz que a Pesquisa Mensal de Serviços já apresenta alguns sinais de enfraquecimento em um segmento que tem sido um dos principais motores da economia.
“Para o Banco Central, o dado corrobora a avaliação de desaceleração gradual da atividade, conforme vem sendo comunicada. No entanto, isoladamente, não parece suficiente para neutralizar a mensagem de um mercado de trabalho ainda mais forte. Em relação à nossa projeção para o PIB, não há grandes novidades”, diz. “Para a política monetária, o número reforça o ‘plano de voo’ atual – com o cenário do Focus indicando início dos cortes apenas em março. De todo modo, a confirmação de uma desaceleração da atividade contribui para reduzir a cauda mais hawkish, que apontava para uma possível postergação dos cortes para além desse período”.
As elites empresariais e políticas vão participar na próxima semana da reunião anual do Fórum Econômico Mundial em Davos, em um momento em que sua visão de uma ordem econômica global baseada em regras está sendo levada ao limite. A esperada presença do presidente dos EUA, Donald Trump, no resort de montanha suíço destaca a discrepância entre a agenda e a abordagem consensual do Fórum Econômico Mundial, que enfrenta críticas constantes por ser um mero evento de debates para os ricos. A política de Trump baseada no conceito de “America First” (América Primeiro) levou ao uso de tarifas comerciais como punição aos países, à intervenção militar na Venezuela, à ameaça de anexação da Groenlândia pela força e ao afastamento dos EUA da cooperação internacional em questões climáticas e de saúde, entre outros desafios globais. O governo Trump também ameaçou o chair do Federal Reserve, Jerome Powell, com uma acusação criminal, o que levou muitos dos principais banqueiros centrais a emitirem uma declaração em defesa do colega norte-americano e da independência do banco central. (Reuters)
Produção de açúcar do centro-sul cai 28,7% na 1ª quinzena de dezembro, aponta Unica
A produção de açúcar da região centro-sul do Brasil somou 254.240 toneladas na 1ª quinzena de dezembro, uma queda de 28,7% na comparação com o volume de igual período na safra 2024/25, segundo dados divulgados nesta terça-feira pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica). Mesmo assim, no acumulado desde o início da safra, a fabricação do adoçante registra pequeno avanço de 0,86% no comparativo com a temporada passada, totalizando 40,16 milhões de toneladas. Já em relação ao etanol, a produção pelas unidades do centro-sul atingiu 740,61 milhões de litros na primeira metade de dezembro, retração de 2,98%. No acumulado da safra, a fabricação soma 30,27 bilhões de litros, recuo de 5,37%. O processamento de cana pelas unidades produtoras alcançou 5,92 milhões de toneladas no início de dezembro, 32,8% abaixo do registrado em igual etapa da safra 2024/25, acumulando 598,19 milhões de toneladas desde o início do ciclo (-2,36%).
Dólar comercial vira para queda de 0,04%, a R$ 5,369
Em novembro, na relação com novembro de 2024, a alta do núcleo também foi de 2,6%.
Em novembro, na relação com outubro, a alta do núcleo ficou também em 0,2%.
Em novembro, na relação com outubro, a alta igualmente foi de 0,3%.
Em novembro, na relação com novembro de 2024, a alta também foi de 2,7%.
Futuros dos principais índices em Nova York recuam antes do CPI de dezembro ser divulgado; veja o cenário
- Dow Jones Futuro: -0,21%
- S&P 500 Futuro: -0,14%
- Nasdaq Futuro: -0,24%
Treasuries nos EUA apresentam leves altas, antes do CPI; veja os principais vencimentos observados
- Título de 2 anos: +0,002 pp, a 3,549%
- Título de 10 anos: +0,006 pp, a 4,193%
Ibovespa recua 0,48%, aos 162.363,16 pontos
VIX: índice de volatilidade nos EUA sobe 0,93%, aos 15,26 pontos, antes do CPI de dezembro
O CPI é o índice de preços ao consumidor dos EUA e será divulgado em instantes, às 10h30, Horário de Brasília.
Ações de Vale (VALE3) viram para alta de 0,09%, a R$ 74,81
Ibovespa tem apenas 9 ativos em alta; maiores ganhos são de BRAV3 (+1,55%) e AUAU3 (+1,44%)
O Ibovespa opera com baixa nos primeiros negócios desta terça-feira (13), aos 162,2 mil pontos, acompanhando Nova York, com as atenções voltadas para divulgação de dados de inflação ao consumidor dos Estados Unidos e balanços de bancos, enquanto as questões geopolíticas continuam pairando sobre os mercados. Caem as ações de grandes bancos, de Vale (VALE3) e varejistas, enquanto as ações de Petrobras (PETR4) avançam. O dólar comercial sobe a R$ 5,38 e os juros futuros operam mistos. A promessa na segunda-feira do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor uma tarifa de 25% a qualquer país que faça negócios com o Irã e seus ataques à independência do Federal Reserve aumentaram a incerteza nos mercados, mantendo os investidores cautelosos. Os dados de inflação dos EUA serão divulgados às 10h30, com expectativa de alta de 0,3% em dezembro em meio a preços mais altos de alimentos e energia, principalmente eletricidade por causa dos data centers, apontou uma pesquisa da Reuters com economistas. Nos 12 meses até dezembro, a previsão é de que o índice tenha subido 2,7%, igualando a leitura de novembro. Já a temporada de balanços começa esta semana com os resultados de bancos, incluindo JPMorgan Chase, Bank of New York Mellon, Citigroup e Bank of America. Na agenda nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, participam do lançamento da plataforma digital da Reforma Tributária, às 15h. Em seguida, ambos têm reunião, segundo a agenda de Lula. Em Wall Street, o Dow Jones Futuro cai 0,02%, Nasdaq Futuro recua 0,25% e o S&P 500 Futuro tem baixa de 0,15%. (Felipe Alves)
Locadoras abrem em baixa: MOVI3, -1,84%; RENT3, -1,52%; VAMO3 sobe 0,28%
Varejistas nesta abertura: AMER3, -1,00%; AZZA3, -0,72%; AUAU3, +0,29%; BHIA3, -0,68%; CEAB3, -1,24%; LREN3, -1,57%; MGLU3, -2,45%; VIVA3, -2,07%
Supermercadistas começam dia no vermelho: ASAI3, -0,95%; GMAT3, -0,67%; PCAR3, -1,32%
Frigoríficos abrem em queda: BEEF3 desce 0,56% e MBRF3 cai 0,30%
Petro juniores começam sessão de forma mista: PRIO3, +0,74%; RECV3, -0,10%; BRAV3, +0,34%
Grandes bancos começam dia no vermelho: BBAS3, -0,55%; BBDC4, -0,60%; ITUB4, -0,25%; SANB11, -0,74%
CME/FedWatch: projeção de manutenção dos juros nos EUA para janeiro está em 95%
| 28/01 | 18/03 | |
| 3,75%-3,50% | 95% | 74,6% |
| 3,50%-3,25% | 5% | 24,3% |
| 3,25%-3,00% | – | 1,1% |
Os ministros das Relações Exteriores da Dinamarca e da Groenlândia se reunirão com o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, e com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, na quarta-feira, disse o ministro das Relações Exteriores dinamarquês, em meio à pressão do presidente dos EUA, Donald Trump, para assumir o controle da ilha ártica. O ministro das Relações Exteriores da Dinamarca, Lars Lokke Rasmussen, e sua colega da Groenlândia, Vivian Motzfeldt, solicitaram uma reunião com Rubio depois que Trump recentemente intensificou as ameaças de assumir o controle da Groenlândia, um território autônomo do Reino da Dinamarca. “O vice-presidente dos EUA, JD Vance, também queria participar da reunião, e ele será o anfitrião da reunião, que, portanto, será realizada na Casa Branca”, disse Rasmussen a repórteres em Copenhague nesta terça-feira. “Nosso motivo para buscar a reunião que nos foi concedida agora foi levar toda essa discussão… para uma sala de reuniões onde possamos nos olhar nos olhos e falar sobre essas coisas”, acrescentou. (Reuters)
Liderança do Irã está em seus “últimos dias e semanas”, diz chanceler da Alemanha
O chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, disse nesta terça-feira que supõe que a liderança do Irã está em seus “últimos dias e semanas”, pois enfrenta protestos generalizados. As manifestações no Irã evoluíram de reclamações sobre terríveis dificuldades econômicas para pedidos de queda do establishment clerical da República Islâmica. “Presumo que agora estejamos testemunhando os últimos dias e semanas desse regime”, disse Merz durante uma viagem à Índia, questionando a legitimidade da liderança iraniana. “Quando um regime só consegue manter o poder por meio da violência, então ele está efetivamente no fim. A população agora está se levantando contra esse regime.” (Reuters)
ADRs PBRA e PBR da Petrobras sobem, respectivamente, 0,53%, a US$ 11,35, e 0,42%, a US$ 11,92 no pré-mercado
O JPMorgan Chase reportou nesta terça-feira queda no lucro no quarto trimestre devido a um efeito extraordinário relacionado ao seu acordo com o Goldman Sachs para assumir uma parceria de cartão de crédito com a Apple. O lucro somou US$13 bilhões, ou US$4,63 por ação, nos três meses encerrados em 31 de dezembro de 2025, ante US$14 bilhões, ou US$4,81 por ação, no mesmo período do ano anterior. Excluindo esse efeito extraordinário, o lucro trimestral do JPMorgan aumentou para US$14,7 bilhões, ou US$5,23 por ação, impulsionado por “trading”. “A economia dos EUA manteve-se resiliente”, disse o presidente-executivo do banco, Jamie Dimon, em comunicado. “Embora o mercado de trabalho tenha apresentado sinais de desaceleração, as condições não parecem estar piorando. Enquanto isso, os consumidores continuam gastando e, de modo geral, as empresas permanecem saudáveis.” (Reuters)
Galípolo se junta a outros presidentes de bancos centrais em defesa de Powell
Comunicado conjunto ressalta a crescente preocupação de que a autonomia monetária do banco central dos EUA esteja sendo ativamente ameaçada.
ADRs da Vale sobem 0,43%, a US$ 13,96, no pré-mercado
Helbor (HBOR3): sólido crescimento de vendas no 4T25, mas abaixo da expectativa
A Helbor (HBOR3) apresentou um sólido crescimento e velocidade de vendas no 4T25, embora não tenha atingido as estimativas de lançamento do Itaú BBA, devido ao adiamento de um projeto no período. As vendas brutas foram de R$ 662 milhões, +16% ano a ano, os cancelamentos foram de R$ 84 milhões, queda de 29% anualmente, resultando em vendas líquidas de R$ 578 milhões no período, ou mais 8% ano a ano, 20% abaixo da estimativa. As vendas líquidas totalizaram R$ 1,75 bilhão no ano fiscal de 2025, estáveis em relação ao ano anterior. “Além disso, a empresa vendeu três terrenos, o que pode impactar positivamente o fluxo de caixa livre”, diz o banco. “Atualmente, a empresa está sendo negociada com um desconto de 0,25x o valor patrimonial por ação. No entanto, dado o cenário macroeconômico desafiador, mantemos nossa recomendação market perform e preferimos outras empresas do segmento”. O preço-alvo sugerido é de R$ 4,20.
A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, transmitiu a um executivo de seu partido governista sua intenção de dissolver a câmara baixa do Parlamento no início de sua sessão regular, informou a agência de notícias Kyodo nesta terça-feira, preparando o terreno para uma eleição antecipada. O jornal Yomiuri Shimbun noticiou na sexta-feira que Takaichi estava considerando a possibilidade de dissolver a câmara baixa no início da sessão ordinária programada para 23 de janeiro para uma eleição antecipada em 8 ou 15 de fevereiro. (Reuters)
Ibovespa futuro recua 0,14%, aos 165.125 pontos
DXY: índice dólar apresenta alta de 0,09%, aos 98,95 pontos
Dólar comercial abre em alta de 0,01%, cotado a R$ 5,372 na compra e a R$ 5,373 na venda
DIs: juros futuros abrem dia de forma mista
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,730 | 0,000 |
| DI1F28 | 13,010 | 0,005 |
| DI1F29 | 12,995 | 0,000 |
| DI1F31 | 13,275 | -0,010 |
| DI1F32 | 13,385 | -0,010 |
| DI1F33 | 13,445 | -0,005 |
| DI1F35 | 13,475 | -0,010 |
Setor de serviços recua 0,1% em novembro
O volume do setor de serviços do Brasil caiu 0,1% em relação a outubro e teve alta de 2,5% na comparação com o mesmo mês do ano anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira.
Dólar futuro abre em queda de 0,09%, cotado aos 5.398,50 pontos
Ibovespa futuro abre em alta de 0,15%, cotado aos 165.600 pontos
Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 85 dias diminuição dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 253 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta.
- Diesel A S10 (média nacional): +1%, ou +R$ 0,04 (ontem: +2% ou +R$ 0,07)
- Gasolina A (média nacional): +10%, ou +R$ 0,26 (ontem: +10% ou +R$ 0,27)
Índice EWZ sobe 0,18% na pré-abertura dos EUA
Preços ao consumidor dos EUA devem ter voltado a subir após distorções por paralisação do governo
A alta dos preços ao consumidor dos Estados Unidos provavelmente acelerou em dezembro uma vez que algumas das distorções relacionadas à paralisação do governo, que reduziram artificialmente a inflação em novembro, foram revertidas, o que consolidaria as expectativas de que o Federal Reserve deixará a taxa de juros inalterada neste mês. A paralisação de 43 dias impediu a coleta de preços para outubro, o que fez com que o Escritório de Estatísticas do Trabalho usasse um método de “carry-forward” para imputar dados, especialmente para aluguéis, para compilar o relatório do IPC de novembro. Embora os preços de novembro tenham sido coletados, isso só ocorreu na segunda metade do mês, quando os varejistas estavam oferecendo descontos para a temporada de festas . As distorções foram predominantes nas medidas de aluguel e nos preços de bens. O aumento esperado na inflação ao consumidor virá na esteira das notícias da semana passada de que a taxa de desemprego caiu em dezembro, mesmo com o crescimento tímido do emprego. “Esperamos que o relatório do índice de preços ao consumidor mostre uma recuperação significativa após os problemas de coleta, devido à paralisação do governo”, disse Oscar Munoz, estrategista-chefe de macroeconomia para os EUA da TD Securities. “No entanto, não veremos a reversão total nos preços ao consumidor, já que a recuperação dos aluguéis terá de esperar até o relatório de abril de 2026.” (Reuters)
CEO do UBS deixará cargo em abril de 2027, diz FT
As ações do credor subiram quase 30% no ano passado e mais do que dobraram de valor desde a véspera da compra do Credit Suisse, que entrou em colapso.
Agricultores franceses entraram com seus tratores em Paris nesta terça-feira pela segunda vez em uma semana para protestar contra um acordo comercial entre a UE e o Mercosul que, segundo eles, ameaça a agricultura local ao criar concorrência desleal com importações sul-americanas mais baratas. Os agricultores da França, o maior produtor agrícola da União Europeia, e de outros países-membros protestam há meses contra o acordo UE-Mercosul e contra inúmeras queixas locais. A manifestação de terça-feira foi organizada pela FNSEA, um dos maiores sindicatos agrícolas da França. Outro sindicato de agricultores, o Coordination Rurale, já havia levado tratores até as proximidades da Torre Eiffel e do Arco do Triunfo na quinta-feira passada em uma manifestação surpresa. A polícia de Paris estimou a presença de cerca de 350 tratores na manifestação de terça-feira. Um comboio de tratores convergiu novamente para o Arco do Triunfo, enquanto outro comboio chegou ao prédio do Parlamento francês.
Pesquisa Meio/Ideia: Lula é desaprovado por 50% e aprovado por 47%, mostra pesquisa
Na avaliação por áreas, 48,7% considera atuação do governo ruim ou péssima na segurança pública.
Williams diz que política monetária do Fed está bem posicionada em meio a perspectiva favorável
O presidente do Federal Reserve Bank de Nova York, John Williams, disse na segunda-feira que espera uma economia saudável em 2026 e indicou que não vê motivos no curto prazo para cortar as taxa de juros. O Comitê Federal de Mercado Aberto, que define a taxa de juros, “aproximou a postura modestamente restritiva da política monetária da neutralidade”, disse Williams em um discurso proferido em uma reunião realizada pelo Council on Foreign Relations em Nova York. “A política monetária está agora bem posicionada para apoiar a estabilização do mercado de trabalho e o retorno da inflação à meta de longo prazo do Fomc de 2%”, disse ele. Williams disse que é fundamental para o Fed levar a inflação de volta à meta de 2% “sem criar riscos indevidos” para o mercado de trabalho. Ele acrescentou: “Nos últimos meses, os riscos negativos para o emprego aumentaram com o esfriamento do mercado de trabalho, enquanto os riscos de alta para a inflação diminuíram.” Os comentários de Williams na segunda-feira foram os primeiros do ano. A visão geral é de que o Fed entrou em um estágio de espera depois de cortar sua meta para a taxa de juros em 0,75 ponto percentual no ano passado, reduzindo-a à faixa entre 3,5% e 3,75%. (Reuters)
Ibovespa inicia 2026 em alta e se aproxima da máxima histórica: até onde pode ir?
Índice acumula cinco meses de alta e opera próximo ao recorde histórico.
Bancos centrais globais defendem Powell após ameaça de Trump
Os chefes de muitos dos principais bancos centrais do mundo emitiram nesta terça-feira uma declaração conjunta em apoio ao chair do Federal Reserve, Jerome Powell, depois que o governo dos Estados Unidos o ameaçou com uma acusação criminal. “Estamos em total solidariedade com o Sistema do Federal Reserve e seu chair Jerome H. Powell”, disseram os chefes do Banco Central Europeu, do Banco da Inglaterra e de outras nove instituições, incluindo do Brasil. “A independência dos bancos centrais é a pedra fundamental da estabilidade econômica, financeira e de preços no interesse dos cidadãos que atendemos”, acrescentaram. A investigação criminal do governo Trump é formalmente sobre a reforma da sede do Fed, mas Powell a chamou de “pretexto” para ganhar influência presidencial sobre a taxa de juros.
Barris de petróleo sobem 1% e minério de ferro recua
Os preços do petróleo sobem após Trump anunciar a imposição de uma tarifa de 25% sobre produtos de países que “fazem negócios” com o Irã, após uma onda de violência violenta no país do Oriente Médio. As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, sustentadas pela demanda de reposição de estoques entre as siderúrgicas chinesas antes do feriado do Ano Novo Lunar em fevereiro.
- Petróleo WTI, +1,41%, a US$ 60,34 o barril
- Petróleo Brent, +1,30%, a US$ 64,70 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,24%, a 819,50 iuanes (US$ 117,52)
As ações europeias reduziam seus ganhos após atingirem uma máxima recorde nesta terça-feira, com os investidores analisando várias atualizações corporativas antes de dados de inflação dos Estados Unidos. A fabricante suíça de produtos químicos para construção Sika informou uma queda de 4,8% nas vendas anuais nesta terça-feira, levando suas ações a recuarem 6,7%, para o menor nível desde novembro. A construtora britânica Persimmon também apresentou uma perspectiva cautelosa para 2026, após informar que vendeu mais casas do que o esperado no ano passado. As atualizações ajudarão a orientar o sentimento enquanto os mercados se preparam para o relatório de inflação nos Estados Unidos, onde as perspectivas para a política monetária foram afetadas por um confronto entre o chair do Federal Reserve, Jerome Powell, e o presidente Donald Trump.
- STOXX 600: -0,21%
- DAX (Alemanha): -0,23%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,01%
- CAC 40 (França): -0,56%
- FTSE MIB (Itália): -0,11%
Bolsas da Ásia fecham dia de forma mista
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam de forma mista, com os investidores ignorando as tensões geopolíticas no Irã e na Venezuela, bem como a investigação criminal contra o presidente do Federal Reserve dos EUA, Jerome Powell . O índice Nikkei, do Japão, subiu mais de 3%, liderando os ganhos na região após a retomada das negociações depois de um feriado. O Partido Liberal Democrático (PLD), que governa o Japão, deve dissolver a Câmara Baixa ainda este mês e optar por eleições antecipadas, provavelmente em fevereiro, segundo a emissora pública NHK .
- Nikkei (Japão): +3,10%
- Shanghai SE (China), -0,64%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,90%
- Nifty 50 (Índia): -0,45%
- ASX 200 (Austrália): +0,56%
EUA: índices futuros recuam antes de dados de inflação
Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta terça-feira (13), com atenções divididas entre a divulgação de dados de inflação ao consumidor (CPI) e dos resultados financeiros do JPMorgan. O CPI de dezembro deve fornecer um panorama mais completo dos preços após as distorções causadas pela prolongada paralisação do governo americano. O consenso LSEG projeta que o relatório mostre um aumento de 2,7% nos preços nos doze meses encerrados em dezembro. O foco sobre a inflação ao consumidor ganhou ainda mais relevância após o relatório de emprego (payroll) de dezembro indicar um mercado de trabalho levemente mais fraco, embora ainda resiliente. Esse cenário tende a reforçar a percepção de que o Federal Reserve (Fed) pode postergar o início do ciclo de cortes de juros. Atualmente, os contratos futuros de Fed Funds precificam dois cortes de 0,25 ponto percentual ao longo deste ano, com início esperado em junho, segundo a ferramenta FedWatch, da CME.
- Dow Jones Futuro: -0,15%
- S&P 500 Futuro: -0,17%
- Nasdaq Futuro: -0,29%
Abertura de mercados
Investidores aguardam nesta terça-feira a divulgação de dados de inflação ao consumidor dos Estados Unidos e balanços de bancos, enquanto as questões geopolíticas continuam pairando sobre os mercados. A promessa na segunda-feira do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor uma tarifa de 25% a qualquer país que faça negócios com o Irã e seus ataques à independência do Federal Reserve aumentaram a incerteza nos mercados, mantendo os investidores cautelosos. Os dados de inflação dos EUA serão divulgados às 10h30, com expectativa de alta de 0,3% em dezembro em meio a preços mais altos de alimentos e energia, principalmente eletricidade por causa dos data centers, apontou uma pesquisa da Reuters com economistas. Nos 12 meses até dezembro, a previsão é de que o índice tenha subido 2,7%, igualando a leitura de novembro. Já a temporada de balanços começa esta semana com os resultados de bancos, incluindo JPMorgan Chase, Bank of New York Mellon, Citigroup e Bank of America. Na agenda nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, participam do lançamento da plataforma digital da Reforma Tributária, às 15h. Em seguida, ambos têm reunião, segundo a agenda de Lula. (Reuters)
Investidores em Wall Street começaram o dia com estresse elevado por conta da pressão que o Departamento de Justiça fez sobre o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, mas foram aliviando a tensão durante o dia e chegou a fazer o S&P 500 bater novo recorde histórico. “De certa forma, isso não importa muito”, disse à CNBC Rob Williams, estrategista-chefe de investimentos da Sage. “Acho que é apenas ruído, e nem está influenciando muito as taxas de juros, o foco estará nos dados”, continuou ele, referindo-se à divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI) de dezembro nesta terça-feira.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | 0,17 | 49.590,20 |
| S&P 500 | 0,16 | 6.977,32 |
| Nasdaq | 0,26 | 23.733,90 |
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,730 | -0,030 |
| DI1F28 | 13,005 | -0,060 |
| DI1F29 | 12,995 | -0,065 |
| DI1F31 | 13,285 | -0,060 |
| DI1F32 | 13,395 | -0,070 |
| DI1F33 | 13,450 | -0,055 |
| DI1F34 | 13,475 | -0,055 |
| DI1F35 | 13,485 | -0,045 |
O dólar comercial voltou a subir diante do real, após a queda de sexta (9). O movimento foi na direção contrária da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,28%, aos 98,86 pontos.
- Venda: R$ 5,372
- Compra: R$ 5,372
- Mínima: R$ 5,351
- Máxima: R$ 5,385
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| CURY3 | -3,97 | 32,41 |
| MGLU3 | -3,38 | 8,58 |
| SBSP3 | -3,22 | 127,26 |
| CEAB3 | -2,59 | 10,51 |
| DIRR3 | -2,44 | 13,58 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| SMTO3 | 10,66 | 16,50 |
| VAMO3 | 8,18 | 3,57 |
| ASAI3 | 4,55 | 7,36 |
| BRAV3 | 4,50 | 17,41 |
| MBRF3 | 4,11 | 19,78 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| VALE3 | 33.004 | 0,03 |
| CPLE3 | 28.917 | 0,47 |
| AXIA3 | 27.977 | -1,27 |
| B3SA3 | 26.953 | 0,21 |
| PETR4 | 26.864 | 0,20 |
- Máxima: 163.493,22
- Mínima: 162.277,01
- Diferença para a abertura: -219,96 pontos
- Volume: R$ 18,20 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (12): -0,13%
- Semana: -0,13%
- Janeiro: +1,26%
- 1T26: +1,26%
- 2026: +1,26%
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