A identidade de mais uma ossada foi revelada através de exame de DNA e a morte de Wermison dos Santos Silva foi atestada pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Wermison estava em Várzea Grande em um grupo de rapazes que vieram do Maranhão e na noite do dia 09 de janeiro, além dele como também Walyson Mendes, Wallison da Silva, Diego de Sales e Mefibozete Pereira sumiram do alojamento onde estavam alocados para um trabalho na construção civil.
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O caso do desaparecimento dos maranhenses, como ficou conhecido o episódio, mobilizou diversos agentes das forças de segurança na procura dos seus respectivos paradeiros. Contudo, aos poucos, somente algumas ossadas foram localizadas em pontos conhecidos por serem cemitérios clandestinos das facções criminosas.
Uma a uma, os restos mortais foram atribuídos aos maranhenses desaparecidos e com a identificação de Wermison, somente Walyson e Wallison permanecem com seus paradeiros um mistério.
A ossada de Wermison havia sido localizada no dia 21 de outubro do ano passado juntamente com outras duas ossadas que até então não foram identificadas, mas podem pertencer aos últimos maranhenses desaparecidos, dado o padrão da localização dos outros restos mortais.
À época, o delegado Rogério Gomes, da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) revelou que tudo indica que o sequestro e morte dos maranhenses foi cometido por membros de uma facção criminosa.
“Ao que tudo indica, até agora, com base nas investigações, o crime foi cometido por integrantes de uma facção criminosa atuante aqui do local, em retaliação ao fato dessas pessoas do Maranhão, supostamente, pertencerem a uma facção rival”, pontuou o delegado à época.
O caso continua a ser investigado.
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