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Dólar hoje sobe 1% com Ptax e Warsh no Fed, mas cai 4,4% em janeiro


O dólar à vista fechou com alta ante o real nesta sexta-feira (30) e novamente próximo dos R$5,25, recuperando parte de sua queda na semana, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou Kevin Warsh como presidente do Federal Reserve (Fed), em dia de formação da Ptax de fim de mês no plano doméstico.

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Calculada pelo Banco Central com base nas cotações do mercado à vista, a Ptax serve de referência para a liquidação de contratos futuros. No fim de cada mês, agentes financeiros tentam direcioná-la a níveis mais convenientes às suas posições, sejam elas compradas (no sentido de alta das cotações) ou vendidas em dólar (no sentido de baixa).

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Qual a cotação do dólar hoje?

O dólar à vista fechou o dia com alta de 1,04%, aos R$5,2481, mas ainda assim encerrou o primeiro mês do ano com baixa acumulada de 4,39%. Na semana, a divisa cedeu 0,75%.

Dólar comercial

  • Compra: R$ 5,253
  • Venda: R$ 5,253

Após fechar a quinta-feira em queda ante o real, abaixo dos R$5,20, acompanhando o recuo da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes no exterior, o dólar abriu em alta nesta sexta.

A escolha de Warsh encerra uma disputa interna prolongada dentro do governo Trump e marcaria o retorno de um ex-dirigente que se tornou um crítico contumaz do próprio Fed.

Warsh perdeu a disputa para Powell em 2017 e Trump já declarou publicamente arrependimento por não tê-lo escolhido à época. Mais recentemente, Warsh passou a se alinhar com posições centrais do atual governo, defendendo cortes de juros mais rápidos e falando em “mudança de regime” na condução da política monetária.

“Desde que Trump foi reeleito, e a busca por um substituto para Powell ganhou tração, Warsh tem adotado um discurso alinhado com o presidente americano, mais leniente com a inflação ao defender juros mais baixos. O economista defende uma “mudança de regime” no Fed, sinalizando possíveis mudanças estruturais no banco central”, afirma, em relatório, o economista chefe da XP, Caio Megale.

O dólar também recebia certo apoio depois que legisladores republicanos e democratas chegaram a um acordo para evitar uma iminente paralisação do governo.

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Mais cedo, o Banco Central informou que a dívida bruta — um importante indicador de solvência do país — fechou 2025 em 78,7% do Produto Interno Bruto (PIB). O percentual está abaixo dos 79,0% vistos em novembro, mas acima dos 76,3% do fim de 2024. A expectativa dos economistas ouvidos pela Reuters era de dívida bruta de 79,5% no fim de 2025.

Em dezembro, o setor público consolidado teve superávit primário de R$6,251 bilhões, acima da expectativa de R$3,0 bilhões.

(Com Reuters)

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