Início GERAL Mauro quer campanha propositiva, mas avisa: ‘Não vou levar desaforo’

Mauro quer campanha propositiva, mas avisa: ‘Não vou levar desaforo’


Secom-MT

Ao defender sua estratégia, o ex-governador voltou a destacar a recuperação fiscal e administrativa promovida ao longo de sua gestão

O ex-governador Mauro Mendes (União) elevou o tom da pré-campanha ao Senado e deixou um recado direto aos adversários: ataques pessoais não ficarão sem resposta.

Embora afirme que pretende conduzir uma campanha baseada em propostas e nos resultados de sua gestão à frente do Palácio Paiaguás, o ex-chefe do Executivo estadual avisou que reagirá a críticas que considerar ofensivas, especialmente quando envolverem sua família.

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A declaração ocorre em meio ao acirramento do debate político e após uma publicação feita por Mauro nas redes sociais ser interpretada nos bastidores como uma resposta indireta ao ex-governador Pedro Taques (PSB), que tem intensificado as críticas à administração do antigo aliado.

Questionado sobre a possibilidade de adotar uma postura de enfrentamento durante a disputa eleitoral, Mauro afirmou que sua prioridade será apresentar realizações e discutir o futuro de Mato Grosso, mas ressaltou que não aceitará ataques fora do campo político.

“Eu vou trabalhar uma campanha em cima daquilo que nós fizemos, mas acima de tudo mostrando aquilo que nós somos capazes de fazer”, declarou.

Ao defender sua estratégia, o ex-governador voltou a destacar a recuperação fiscal e administrativa promovida ao longo de sua gestão.

Segundo ele, o Estado enfrentava um cenário de graves dificuldades financeiras quando assumiu o comando do Palácio Paiaguás, situação que, em sua avaliação, foi revertida ao longo dos anos seguintes.

Mauro afirmou que os resultados alcançados serão a principal vitrine de sua campanha ao Senado.

Para ele, as entregas realizadas ao longo da administração servem como credencial para apresentar novos compromissos ao eleitorado.

Sem citar nomes, o ex-governador também criticou adversários que, segundo sua avaliação, tentam transformar o processo eleitoral em um ambiente marcado por ataques e tentativas de desgaste pessoal.

Ele afirmou que algumas das críticas partem de figuras que já tiveram a oportunidade de governar, mas não apresentaram resultados compatíveis com as cobranças que hoje fazem.

Apesar do discurso voltado para propostas, Mauro estabeleceu uma linha vermelha para a disputa.

“A campanha será propositiva. Agora, eu não vou levar desaforo e não vou aceitar que ninguém faça ofensas pessoais a mim, à minha esposa e nem à minha família”, finalizou.





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