Ele ressalta que a China vai até o limite do possível. Antes dos bombardeios, o país já dava apoio logístico aos iranianos. Um exemplo, é o fornecimento de sais usados em mísseis. “No entanto, não há indicação de envio de tropas ou armas pesadas”.
Moscou entrega apoio de inteligência e cibernético. Também há respaldo diplomático por parte de Moscou, como Vladimir Putin receber o chanceler do Irã. Mas ações mais robustas não estão no horizonte de russos e chineses.
Ambos evitam envolvimento direto para não arriscar suas relações com os Estados Unidos
Fernando Brancoli, professor da UFRJ

Interesses contraditórios da China
Outro fator que reduz o risco de uma guerra mundial é a situação chinesa. Dona de um grande parque industrial e vigorosa nas exportações, a China não tem interesse em afundar o mundo numa crise econômica, avalia o professor da USP Kai Enno Lehmann.





