A denúncia que levou o cabo da Polícia Militar, Frank Willian Ferreira de Souza e uma mulher a serem conduzidos para depor na Polícia Federal, sob suspeita de lavagem de dinheiro, partiu da própria agência bancária do Banco do Brasil localizada na Avenida Fillinto Muller, em Várzea Grande, de onde R$ 200 mil foram sacados na manhã de terça-feira (03).
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Conforme informações obtidas pela reportagem do Olhar Direto, a agência teria desconfiado do valor sacado e informado à Polícia Federal, que conduziu Frank e uma mulher que o acompanhava para prestar depoimento e posteriormente foram liberados.
O dinheiro e os celulares de ambos foram apreendidos e a Polícia Federal investiga se de fato houve a prática de crime por parte de ambos.
Conforme informações preliminares, Frank estaria, na verdade, fazendo a segurança da mulher que foi a responsável pelo saque do dinheiro. Em depoimento, ela contou que trabalha para uma empresa identificada como “WB” e que é do mesmo dono de outro negócio, identificado como DDU Peças. A empresa, sediada em Rondonópolis, seria a dona da conta bancária de onde foi feito o saque da quantia.
A suspeita levantada pela Polícia Federal é que o dinheiro é parte de um esquema de lavagem de capitais ligado a uma empresa de peças para veículos pesados, no caso a DDU Peças.
Em nota, a Associação de Cabos e Soldados do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar (ACS-MT) informou que acompanha a investigação.
Nota à Imprensa
A Associação de Cabos e Soldados do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar (ACS-MT) informa que tomou conhecimento do fato envolvendo um de seus associados nesta terça-feira (3). A entidade acompanhou o militar durante o registro da ocorrência junto à Polícia Federal.
No momento, o departamento jurídico da ACS está à disposição do associado para prestar todo o amparo necessário. A entidade reitera que confia no trabalho das autoridades e na elucidação dos fatos com a maior brevidade possível.
Laudicério Machado – Presidente da ACS-MT
FONTE





