Na última decisão de juros nos Estados Unidos, o Federal Reserve estava dividido, mas o consenso ficou em pausa em cortes por agora, mas retomada caso a inflação coopere o suficiente.
A decisão de manter as taxas de juros estáveis foi compartilhada por “quase todos” os dirigentes do banco central norte-americano como forma de avaliar a situação da economia após os cortes de 75 pontos-base no ano passado, com apenas “alguns” apoiando um corte nas taxas, segundo a ata, divulgada na quarta-feira.
“Ao considerar as perspectivas para a política monetária, vários participantes comentaram que novos ajustes para baixo na faixa-alvo da taxa dos federal funds provavelmente seriam apropriados se a inflação recuasse em linha com suas expectativas”, afirmou a ata.
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Os integrantes do Fed Christopher Waller e Stephen Miran votaram contra cortes na reunião, devido a preocupações de que o mercado de trabalho possa estar em risco de enfraquecimento.
Mas as opiniões se dividiram entre as outras 17 autoridades, com a primeira menção direta a possíveis aumentos nas taxas de juros caso a inflação permaneça acima da meta de 2% do Fed. Atualmente, ela está cerca de um ponto percentual acima desse nível.
A ata da reunião de janeiro apresentou o debate sob uma perspectiva mais rigorosa, com as autoridades votando pela manutenção da taxa básica de juros estável na faixa atual de 3,50% a 3,75%, sinalizando que ela pode permanecer nesse patamar por algum período de tempo. Investidores esperam que o Fed mantenha sua taxa de política atual em vigor até a reunião de 16 e 17 de junho, com cortes de um quarto de ponto percentual na taxa de juros antecipados para essa sessão e para a de setembro.
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(com Reuters)





