Gilberto Leite/Secom-ALMT
Eduardo Botelho (União) já foi presidente da CJJ, considerada a mais poderosa da Assembleia Legislativa
Depois de ser excluído da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o deputado estadual Eduardo Botelho (União) deixou o bloco governista.
No mesmo momento em que tomou a decisão, o parlamentar migrou para o Bloco Movimento Democrático Brasileiro, de oposição, liderado pela deputada Janaina Riva (MDB).
A CCJ é considerada a mais poderosa comissão permanente da Assembleia Legislativa e é disputada pelos deputados.
Botelho não foi escolhido nem para a vaga de suplente. Ele já foi presidente dessa comissão.
Ele acusou diretamente o colega Dilmar Dal’Bosco (União), líder do Governo Mauro Mendes na ALMT. de não indicá-lo para a comissão.
A alteração já foi comunicada formalmente, nesta sexta-feira (27) ao presidente do Legislativo, Max Russi (PSB).
Além de Botelho, a CCJ era composta por Dilmar Dal Bosco (União), Diego Guimarães (Republicanos), Júlio Campos (União Brasil) e Chico Guarnieri (PRD).
BLOCOS – Com a mudança de bloco, Botelho se junta à Janaina, Thiago, Juca do Guaraná e Doutor João.
Antes, ele integrava o Bloco Assembleia Forte e Democrática, liderado por Dilmar.
Fazem parte desse blco os deputados Paulo Araújo (PP), Sebastião Rezende (União), Gilberto Cattani (PL), Elizeu Nascimento (Novo) e Faissal Calil (PL).
Outros blocos são:
– Experiência e Trabalho, liderado pelo deputado Lúdio Cabral (PT) e composto por Valdir Barranco (PT), Wilson Santos (PSD) e Júlio Campos (União Brasil);
– Parlamentares Unidos, liderado pelo deputado Dr. Eugênio (PSB), e composto por Max Russi (PSB), Fábio Tardin (PSB), Valmir Moretto (Republicanos) e Chico Guarnieri (PRD);
– Avante Mato Grosso, comandado pelo deputado Beto Dois a Um (PSB) e composto por Nininho (Republicanos), Diego Guimarães (Republicanos) e Carlos Avallone (PSDB).
CCJ – A Comissão de Constituição e Justiça é considerada estratégica e uma das mais cobiçadas do Legislativo
É nela onde são analisados e feitos os pareceres de todos os projetos, antes de serem votados pelos deputados em plenário.
Não há projeto que seja votado que não passe por lá.
O presidente da comissão tem o poder de pautar os relatores das propostas de lei e indicar quais são os projetos prioritários a serem apreciados pelos deputados.
Os outros membros também podem interferir no que é votado na comissão e em plenário





