Todo mundo sabe: a dificuldade para o investidor navegar por águas tranquilas está grande nesses tempos de guerra no Oriente Médio. A rota do Ibovespa nesta quarta-feira é exemplar dessa dificuldade: o índice começou em queda, depois disparou mais de 1%, e acabou fechando com uma alta de 0,28%, aos 183.969,35 pontos, um ganho de 522,35 pontos. Nessas águas, só tubarão, porque peixe pequeno não se faz.
Até porque são águas minadas. Naquela fina faixa marítima que é o Estreito de Ormuz, com apenas 34 quilômetros de largura, se resume toda a problemática militar e econômica global no momento. A produção de gás e petróleo simplesmente parou ali e se trata de dois quintos de toda a produção mundial – as exceções são navios do próprio Irã e da China.
Irã e EUA seguem se atacando
Se o investidor for mergulhar no problema, poderá encontrar águas turvas, sujas por narrativas de parte a parte.
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que há segurança naquelas águas, mas se contradisse ao afirmar que os ataques ao Irã ainda não terminaram, após se regozijar de que a guerra irá acabar em breve porque “quase não há mais nada para atacar“.
Israel, por sua vez, molhou o discurso otimista de Trump, se antecipou em dizer que não vê fim próximo do conflito e não tem certeza de que governo do Irã cairá.
Do lado iraniano, o banho prometido é de sangue contra os EUA e aliados, alertando que poderia, inclusive, atacar a Califórnia, que seus mísseis têm esse alcance.
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Petróleo novamente em alta
No meio disso tudo, o investidor, que se vê encharcado de incertezas, ao se deparar com nova alta do petróleo, após a profunda queda da véspera. Há apenas uma certeza: de que nada é certo.
Nem mesmo o resultado da resposta global ao problema de abastecimento. A Agência Internacional de Energia (AIE) informou que seus 32 países-membros concordaram de forma unânime em liberar 400 milhões de barris de petróleo de reservas emergenciais para o mercado. O preço vai cair, vai se estabilizar, vai continuar subindo? Ninguém sabe.
Mergulhados até o nariz em incertezas, os países se viram como podem, tentando respirar um pouco. O presidente da França, Emmanuel Macron, em reunião virtual hoje do G7, deu o puxão de orelhas que o mundo queria ter dado nos EUA e Israel: “é óbvio que é necessário definir objetivos militares e políticos nesta guerra ao Irã”.
Trump segue afirmando que a guerra só acaba quando ele achar que deve acabar e mais ninguém. Nem precisa combinar com os russos, porque os russos estão sorrindo com tudo isso.
Inflação dentro do esperado
Os EUA, aliás, têm outra preocupação líquida: a inflação. O índice de preços ao consumidor (CPI) de fevereiro veio dentro do esperado, mas a inflação ainda segue bem acima da meta do Federal Reserve.
Os analistas entenderam que é um dado que já nasceu ultrapassado, pois não foi um dia sequer impactado pela guerra, que começou no último dia de fevereiro. O caso é que a próxima reunião do Federal Reserve é semana que vem, de modo que vai fazer os formuladores de política monetária navegarem em águas turbulentas e incertas para decidir sobre a taxa de juros.
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Com o petróleo em disparada e a crise afogando o mundo, os principais índices em Nova York terminaram o dia de forma mista. As Bolsas na Europa igualmente ficaram em sua maioria no negativo. E o ouro, boia clássica de segurança, terminou também em baixa.
Cenário doméstico tem varejo e pesquisas
Aqui no Brasil, o mar também está bastante mexido, tanto que a Bolsa mexeu como mexeu. Chegou na máxima do dia a 185.714,27 pontos, para então desidratar e afundar nas incertezas da oscilação.
Foi um dia com ondas revoltas, ninguém questiona. Na seara dos dados, uma surpresa positiva: o varejo nacional fechou janeiro acima do esperado.
Nas estimativas da XP, o grupo de atividades do varejo mais sensíveis à renda cresceu 0,5% em janeiro na comparação mensal, enquanto o grupo de atividades sensíveis ao crédito avançou 2,1%, na mesma comparação. Na opinião de Rodolfo Margato, economista da XP, a atividade doméstica deve ganhar fôlego no primeiro semestre de 2026 após o desempenho fraco observado no segundo semestre de 2025.
Rafael Perez, economista da Suno Research, disse que “a aprovação da reforma do Imposto de Renda, a expansão do crédito consignado privado, o avanço das transferências sociais e o aumento do salário mínimo acima da inflação devem reforçar o poder de compra ao longo do ano”.
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É uma notícia boa para o governo Lula? Depende. Segundo as pesquisas eleitorais divulgadas hoje, tanto o governo Lula quanto o candidato Lula parecem ter atingido um patamar difícil de alterar. A Quaest disse que a maioria dos brasileiros vê país no rumo errado e rejeita novo mandato de Lula. Eis, então, que a avaliação negativa de Lula subiu. Já outra pesquisa, da Meio/Ideia, diz que desaprovação melhorou, mas segue acima de 50%. Em um eventual segundo turno com Flavio Bolsonaro, ambos estariam empatados.
O Brasil, ao menos, não está afundado nas águas lamacentas do conflito do Oriente Médio. Governo diz que não há risco de faltar combustível, mas há especulação criminosa de preços.
No final do dia, em meio a essa tempestade toda, o dólar comercial acabou subindo 0,04%, a R$ 5,159, um avanço tímido. Mas os DIs (juros futuros) acabaram subindo por toda a curva, revertendo a baixa da véspera.
Petrobras dispara
O que salvou o Ibovespa foi mesmo a Petrobras (PETR4), a ação do setor mais impactado pela guerra, por conta do petróleo. Hoje, o ativo disparou 4,36% e molhou a mão do investidor de alegria. As petro juniores foram na mesma onda: PRIO (PRIO3) subiu 0,76%, mesmo com prejuízo no 4T25, e Brava (BRAV3) ganhou 0,67%, antes do balanço que sai hoje, após o fechamento.
Os grandes bancos terminaram a travessia de forma mista, com BB (BBAS3) em alta de 0,80% e o Bradesco em queda de 0,45%. A B3 (B3SA3) oscilou muito durante o dia e terminou afundada em 0,66%.
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A Vale (VALE3) também fez borbulhas, mas não foram de amor: menos 0,88%.
Vivo (VIVT3) fez água com queda de 1,88%, após rebaixamento duplo indicado por analistas. Mas Smartfit (SMFT3) nadou de braçada com mais 2,22%, após balanço aliviar parte das preocupações com a TotalPass.
Quem afundou foi a Raízen (RAIZ4), com menos 5,77%, após pedir recuperação extrajudicial, tal como fez na véspera do GPA (PCAR3) – que hoje recuperou com mais 1,89%.
Se as águas estão turbulentas, amanhã podem piorar, afinal sai nesta quinta-feira o IPCA de fevereiro. Ou pode ser só uma marolinha, como foi o CPI hoje, já que o radar deve seguir mesmo no Oriente Médio. De qualquer forma, o mar definitivamente não está para peixe, nem no Estreito de Ormuz, nem nos mercados globais. (Fernando Augusto Lopes)
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Volume de negócios ultrapassou a marca de 7,19 milhões.
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Dólar Futuro (DOLFUT), na reta final, tem baixa de 0,17%, aos 5.181,50
Ibovespa Futuro (INDFUT), nos minutos finais, apresenta baixa de 0,02%, aos 185.905 pontos
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,710 | 0,150 |
| DI1F28 | 13,175 | 0,145 |
| DI1F29 | 13,200 | 0,115 |
| DI1F31 | 13,495 | 0,080 |
| DI1F32 | 13,585 | 0,070 |
| DI1F33 | 13,640 | 0,065 |
| DI1F34 | 13,665 | 0,070 |
| DI1F35 | 13,660 | 0,050 |
- Máxima: 185.714,27
- Mínima: 182.021,14
- Diferença para a abertura: +522,35 pontos
- Volume: R$ 25,90 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (9): +0,86%
- Terça-feira (10): +1,40%
- Quarta-feira (11): +0,28%
- Semana: +2,57%
- Março: -2,55%
- 1T26: +14,18%
- 2026: +14,18%
Ibovespa: PETR4 é novamente a ação mais negociada do dia; confira
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 82.191 | 4,36 |
| PRIO3 | 47.738 | 0,76 |
| VALE3 | 43.751 | -0,88 |
| B3SA3 | 38.778 | -0,66 |
| SMFT3 | 33.806 | 2,24 |
Ibovespa: ações da Petrobras dominam as maiores altas do dia; veja
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| PETR3 | 4,89 | 48,94 |
| PETR4 | 4,36 | 44,80 |
| CURY3 | 4,13 | 37,30 |
| LREN3 | 3,02 | 15,68 |
| BRKM5 | 2,38 | 12,04 |
Ibovespa: RAIZ4 é a maior baixa do dia; veja as demais
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| RAIZ4 | -5,77 | 0,49 |
| MBRF3 | -4,24 | 16,47 |
| CSAN3 | -2,29 | 5,97 |
| ALOS3 | -2,14 | 30,23 |
| AURE3 | -2,06 | 11,91 |
- Máxima: 185.714,27
- Mínima: 182.021,14
- Diferença para a abertura: +522,35 pontos
- Volume: R$ 25,90 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (9): +0,86%
- Terça-feira (10): +1,40%
- Quarta-feira (11): +0,28%
- Semana: +2,57%
- Março: -2,55%
- 1T26: +14,18%
- 2026: +14,18%
O dólar comercial volta a subir diante do real, após três baixas seguidas. O movimento vai na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,39%, aos 99,22 pontos.
- Venda: R$ 5,158
- Compra: R$ 5,158
- Mínima: R$ 5,147
- Máxima: R$ 5,183
Principais índices em Nova York fecham mais um dia de forma mista
Investidores em Wall Street não se empolgaram com a decisão da Agência Internacional de Energia, de liberar reservas estratégicas de petróleo, em torno de 400 milhões de barrir. A decisão tomada pela AIE “não resolve as outras questões que afetarão a economia global”, disse à CNBC Ron Albahary, diretor de investimentos da Laird Norton Wetherby. Ele citou produtos refinados que passam pelo Estreito de Ormuz, como o combustível de aviação, como um dos problemas apresentados. “Acho que os mercados estão tentando entender qual é a saída neste momento. Ambos os lados estão irredutíveis, e é difícil imaginar como isso terá um desfecho positivo para o outro lado no curto prazo”. Além disso, receberam com indiferença o novo dado de inflação de fevereiro, que veio dentro do esperado, mas já nasceu antiquado, afinal não pega os impactos da guerra no Irã.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -0,61 | 47.417,21 |
| S&P 500 | -0,08 | 6.775,78 |
| Nasdaq | 0,08 | 22.716,13 |
Conselho de Segurança da ONU adota resolução exigindo que o Irã cesse os ataques contra os países do Golfo
MRVE3 vai na contramão do setor e mantém baixa a -0,92%
Vale (VALE3) amplia perdas e cai 2,04%
Petro juniores em alta: BRAV3, +1,85%; PRIO3, +1,78%; RECV3, +0,85%
Raízen (RAIZ4, -1,92%) tem a ação mais negociada do dia
MGLU3 mantém recuperação suave e avança 0,10%
CSN Mineração (CMIN3) está estável, valendo R$ 5,21, antes do balanço do 4T25, que sai após fechamento do mercado de hoje
CSN (CSNA3) tem baixa de 1,65%, a R$ 7,15; siderúrgica solta balanço do 4T25 após fechamento do mercado de hoje
Cogna (COGN3) em queda de 1,56%, a R$ 3,16; educacional solta balanço trimestral após fechamento do mercado
Brava (BRAV3) sobe 1,79%, a R$ 19,86; petroleira divulga balanço do 4T25 hoje, após fechamento do mercado
Azza 2154 (AZZA3) sobe 1,05%, a R$ 27,81, antes do balanço do 4T25, que sai hoje, após fechamento do mercado
Frigoríficos em baixa: BEEF3 desce 0,22% e MBRF3 cai 4,30%
Ibovespa: como tem acontecido desde o começo da guerra no Irã, PETR4 é novamente a ação mais negociada do dia até aqui; confira a lista
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 65.437 | 3,66 |
| PRIO3 | 37.332 | 1,92 |
| VALE3 | 30.404 | -1,99 |
| SMFT3 | 28.862 | 1,97 |
| B3SA3 | 28.442 | -1,27 |
Brasil tem saída de US$ 3,897 bilhões na 1ª semana da guerra no Oriente Médio
O Brasil registrou fluxo cambial total negativo de US$ 3,897 bilhões em março até o dia 6, segundo o Banco Central. O período corresponde à primeira semana do mês e também à primeira semana após o início da guerra de EUA e Israel contra o Irã, que causou forte impacto nos fluxos globais de recursos. Pelo canal financeiro, houve saídas líquidas de US$ 6,812 bilhões em março até o dia 6. Por este canal são realizados os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, as remessas de lucro e o pagamento de juros, entre outras operações. Pelo canal comercial, que contabiliza exportações e importações, o saldo de março até o dia 6 foi positivo em US$ 2,915 bilhões. Em alguns dias da semana passada, profissionais do mercado de câmbio pontuaram que, com a disparada do dólar em função da guerra no Oriente Médio, exportadores estavam de fato aproveitando as cotações mais elevadas para internalizar recursos no Brasil. Os dados mais recentes do BC são preliminares e fazem parte das estatísticas referentes ao câmbio contratado. No acumulado do ano até 6 de março, o Brasil registra fluxo cambial total positivo de US$ 6,599 bilhões. (Reuters)
Ibovespa Futuro (INDFUT) agora recua 0,23%, aos 185.520 pontos
O governo da Índia pediu aos consumidores que não entrem em pânico com o fornecimento de gás e que economizem energia. O segundo maior importador mundial de gás liquefeito de petróleo enfrenta dificuldades para atender à demanda interna. Na Coreia do Sul, Seul anunciou que irá limitar os preços dos combustíveis no mercado interno para conter a alta dos preços e desencorajar compras por pânico. Em Bangladesh, o governo informou que fechará as universidades a partir de segunda-feira e antecipará o feriado de Eid al-Fitr para economizar energia elétrica. Enquanto isso, o Vietnã anunciou que planeja suspender as tarifas de importação de combustíveis até o final de abril para garantir o abastecimento suficiente. Na Europa, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que o bloco está considerando a possibilidade de limitar os preços do gás para ajudar os consumidores. (Reuters)
Irã afirma que seus podem atingir “qualquer local” que Teerã escolher
O Irã é capaz de atingir “qualquer local que escolher”, insistiu o presidente do parlamento iraniano, rejeitando as alegações dos EUA de que as capacidades de mísseis do país foram destruídas. Em publicação em uma rede social, Mohammad Bagher Ghalibaf afirmou que os lançamentos de mísseis realizados pelo Irã desde o início da guerra tinham como objetivo “cegar os radares e sistemas de defesa inimigos” e que, como resultado, o Irã agora poderia “atingir qualquer local que escolher com menos mísseis”. A publicação surge após o presidente dos EUA, Donald Trump, ter declarado à ABC no fim de semana que “a maioria” dos mísseis e outras armas do Irã foram destruídos. (as informações são da CNN Internacional)
FBI alertou Califórnia que Irã poderia lançar drones na Costa Oeste
O FBI alertou os departamentos de polícia da Califórnia que o Irã poderia retaliar os ataques dos EUA lançando drones na Costa Oeste, informou a ABC News nesta quarta-feira, citando um alerta que analisou. O FBI não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. (Reuters)
Ouro fecha em queda pressionado por dólar forte e incerteza sobre juros nos EUA
Metal recua para US$ 5.179 após ganhos recentes; inflação em linha com o esperado nos EUA e novos ataques no Estreito de Ormuz mantêm investidores em alerta.
Dólar comercial avança 0,26%, a R$ 5,171 na venda
Na máxima do dia, bateu em R$ 5,183, enquanto a mínima foi a R$ 5,147.
Futuros de gás natural disparam 5,66% na NYMEX; contratos são para abril
CEAB3 contraria setor e recua 0,83%
Petrobras mantém ganhos fortes: PETR3, +4,39%; PETR4, +3,89%
Ibovespa amplia perdas e recua 0,28%, caindo aos 182.762 pontos
Supermercadistas em baixa: PCAR3, -2,26%; ASAI3, -1,08%; GMAT3, -0,75%
KLBN11 sobe tímidos 0,15% enquanto SUZB3 recua 1,47% e RANI3 cai 2,24%
Cosan (CSNA3) recua 1,65%
| COMPRA | VENDA | |
| Ontem | 5,1616 | 5,1622 |
| 1ª parcial | 5,1701 | 5,1707 |
| 2ª parcial | 5,1526 | 5,1532 |
| 3ª parcial | 5,1542 | 5,1548 |
| 4ª parcial | 5,1592 | 5,1598 |
Grandes bancos no vermelho: ITUB4, -0,43%; BBDC4, -0,70%; SABN11, -0,99%
Banco do Brasil (BBAS3) nada contra a maré e registra alta: +0,68%
Axia Energia desacelera e mantém baixa: AXIA3, -0,31%; AXIA6, -0,23%
Vale (VALE3) recua 1,71%, negociada a R$ 79,19
Petrobras em alta: PETR3, +4,44%; PETR4, +3,87%
Principais índices em Nova York avançam no campo negativo; veja a situação atual
- Dow Jones: -0,98%
- S&P 500: -0,41%
- Nasdaq: -0,22%
Ibovespa agora sobe apenas 0,06%, aos 183.558,00 pontos; índice chegou a subir mais de 1% pela manhã
Macron no G7: governo francês vai pensar em outras medidas para diminuir os impactos da guerra no povo francês
Macron no G7: França liberou 14,5 milhões de barris das reservas estratégicas
Macron no G7: é consenso no G7 que é preciso manter os esforços para apoiar a Ucrânia
Macron no G7: é óbvio que é necessário definir objetivos militares e políticos nesta guerra ao Irã
Macron no G7: concordamos que situação atual não justifica afrouxar as sanções contra a Rússia
Vale (VALE3) despenca 1,44%, a R$ 79,40
Ibovespa perde ainda mais a tração e sobe apenas 0,11%, aos 183.647,07 pontos
Máxima do dia bateu em 185.714,27 pontos.
Erdogan afirma que a guerra deve parar antes que toda a região seja arrastada para o conflito
O presidente turco, Tayyip Erdogan, afirmou mais cedo que a guerra no Irã deve ser interrompida antes que toda a região do Oriente Médio seja “lançada no fogo”. As defesas aéreas da OTAN interceptaram, na última semana, dois mísseis iranianos que se dirigiam para a Turquia, um Estado-membro da aliança militar. O sudeste da Turquia abriga bases aéreas e de radar utilizadas pela OTAN e pelos EUA, e a aliança reforçou suas defesas na região desde então. “Esta guerra deve ser interrompida antes que se agrave e toda a região seja lançada no fogo. Se a diplomacia tiver uma chance, é perfeitamente possível alcançar esse objetivo”, disse Erdogan a parlamentares. (Reuters)
Conselho de Segurança da ONU discute agora guerra no Irã
Confiança do consumidor no Brasil em março desce a 52,24, de 52,68 em fevereiro
O estudo é da Reuters/Ipsos.
Ibovespa reduz bastante ritmo de alta, agora para mais 0,40%, aos 184.182,04 pontos
Rússia prepara a possibilidade cortar 10% dos gastos “não essenciais”, mas decisão depende dos preços do petróleo, segundo fonte da Reuters
Ibovespa: CURY3 é a maior alta do dia até aqui; veja as demais
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| CURY3 | 4,38 | 37,39 |
| PETR3 | 4,22 | 48,63 |
| BRKM5 | 3,91 | 12,22 |
| PETR4 | 3,84 | 44,58 |
| PRIO3 | 3,50 | 60,96 |
Ibovespa: PCAR3 é a maior baixa do dia até aqui; veja a lista
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| PCAR3 | -3,02 | 2,57 |
| VIVA3 | -2,26 | 28,11 |
| MBRF3 | -1,80 | 16,89 |
| VIVT3 | -1,59 | 41,42 |
| AURE3 | -1,56 | 11,97 |
B3 (B3SA3): oscilando, ações sobem agora 0,11%, a R$ 18,13
Smartfit (SMFT3) sobe 3,31%, a R$ 19,36, após balanço do 4T25
Opep reafirma projeções para produção de combustíveis líquidos e PIB do Brasil
Organização mantém estimativa de crescimento de produção chegando a 160 mil barris por dia.
Por segurança, HSBC fecha agências no Catar
Todas as agências do HSBC no Catar permanecerão fechadas até novo aviso para garantir a segurança de clientes e funcionários, informou o banco em mensagem de texto aos clientes. O Irã ameaçou anteriormente atacar interesses econômicos e bancários ligados aos EUA e a Israel na região, após um ataque a um banco iraniano. (Reuters)
Macron preside agora reunião dos líderes do G7
O presidente francês, Emmanuel Macron, preside uma videoconferência dos líderes do G7 para discutir o impacto da guerra com o Irã na economia mundial. A França detém atualmente a presidência rotativa do G7. Os outros países membros são Reino Unido, Alemanha, Itália, Japão, Canadá e Estados Unidos. (informações são preliminares trazidas pela Reuters)
Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) agora recua 0,10%, aos 3.872,72 pontos, em nova mínima do dia
Trump diz que a guerra terminará “em breve” e que “praticamente não há mais nada para atacar”
O presidente Donald Trump afirmou na quarta-feira que a guerra com o Irã terminará “em breve”, alegando que restam poucos alvos para atacar e reiterando que a decisão de encerrar o conflito será dele. “Poucos alvos… Quando eu quiser que termine, terminará”, disse ele ao Axios em uma breve entrevista por telefone. “A guerra está indo muito bem. Estamos muito à frente do cronograma. Causamos mais danos do que pensávamos ser possível, mesmo no período inicial programado para seis semanas”, disse Trump. (as informações são da CNN Internacional)
Futuros do petróleo apresentam altas confortáveis: WTI ganha 3,76%, a US$ 86,59; e Brent sobe 3,87%, a US$ 91,20
Ibovespa reduz ritmo de alta para mais 0,63%, aos 184.601,90 pontos
Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) agora recua 0,08%, aos 3.873,52 pontos, em nova mínima do dia
Varejo em janeiro: surpresa é, em parte, uma devolução do resultado negativo observado em dezembro, diz banco
“A expansão das vendas no varejo em janeiro mostraram um começo de ano ligeiramente mais forte do que esperávamos”, diz o Bradesco. “No entanto, o desempenho do varejo em janeiro também é, em parte, uma devolução do resultado negativo observado em dezembro. Não alteramos nossas estimativas para o primeiro trimestre: o PIB deve acelerar e registrar alta de 0,9%”.
EUA: estoques de gasolina caem 3,654 milhões esta semana
Há uma semana, os estoques ficaram em menos 1,704 milhão. A produção de gasolina, que subiu 119 mil semana passada, agora sobe 554 mil. Os estoques de óleo para aquecimento subiram 228 mil, ante alta de 355 mil semana passada.
EUA: estoques de petróleo bruto subiram 3,824 milhões esta semana
A expectativa era por uma leitura de alta de 2,800 milhões de barris. Há uma semana, subiram 3,475 milhões. Os estoques de petróleo em Cushing subiram 117 mil, ante mais 1,564 milhão há uma semana. As importações de petróleo bruto subiram 661 mil, enquanto caíram 19 mil na semana passada.
Irã não vai jogar a Copa do Mundo: “Não há condições de participarmos”, diz ministro
“Duas guerras nos foram impostas em oito ou nove meses, e milhares de nossos cidadãos foram mortos. Portanto, não temos possibilidade de participar desta forma”, disse o ministro dos Esportes iraniano.
Vivo (VIVT3) perde a linha e cai 1,95%, a R$ 41,27; ação teve duplo rebaixamento por analistas
O UBS BB promoveu um duplo rebaixamento para as ações da Vivo (VIVT3), de compra para venda, com preço-alvo passando de R$ 37,50 para R$ 36.
Varejo em janeiro: comércio surpreende e varejo restrito atinge nível recorde, destaca economista
“O comércio varejista surpreendeu em janeiro, com alta de 0,9% nas vendas no varejo ampliado e de 0,4% no varejo restrito, que atingiu o maior nível da série histórica”, destaca Heliezer Jacob, economista do C6 Bank. “Apesar do dado positivo de janeiro, a perspectiva é de que o varejo perca um pouco de tração ao longo do ano, o que naturalmente impacta a economia. Ainda assim, não vemos uma desaceleração mais forte do PIB. Nossa projeção é de crescimento de 1,7% em 2026 e 2027, sustentado, em parte, pelas medidas de estímulo implementadas pelo governo (como a ampliação da faixa de isenção do IR), que devem ajudar a manter a economia em expansão” No caso da Selic, “a leitura não altera visão para a política monetária. Seguimos esperando um início gradual do ciclo de cortes nos juros, com o Copom reduzindo a Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,75%, na reunião da próxima semana. Nossa projeção é de que a taxa chegue a 12,5% ao fim do ano”.
Varejo em janeiro: mais um dado duro para o Copom, segundo economista
Sara Paixão, analista de Macroeconomia da InvestSmart XP, diz que “esse é mais um indicador com perspectiva hawkish para o Copom, que toma sua decisão sobre a Selic durante a próxima semana. Após o dado, a expectativa de um corte de 50 p.p. nos juros reduziu. Agora, a possibilidade é de que o Copom inicie o ciclo de flexibilização monetária a um ritmo menor, de 0,25 p.p”.
CPI de fevereiro: dado não altera perspectiva para o Fed, diz economista
Andressa Durão, economista do ASA, diz que o dado de fevereiro “não altera nossa visão para a política monetária do Fed. O núcleo da inflação continua elevado com preços de serviços pressionados e há riscos altistas diante da atividade forte e com a guerra em curso ameaçando manter os preços de energia elevados”.
NOVA MÁXIMA DO DIA! Ibovespa agora sobe 0,84%, aos 184.873,85 pontos
VIX: índice de volatilidade nos EUA desce 0,84%, aos 24,73 pontos
Ibovespa acelera e sobe 0,70%, aos 184.730,15 pontos, nova máxima do dia
NOVA MÁXIMA! Ibovespa agora sobe 0,55%, aos 184.451,41 pontos, nova máxima da sessão
Grandes bancos todos viram para altas: BBAS3, +0,72%; BBDC4, +0,05%; ITUB4, +0,09%; SANB11, +0,06%
Principais índices em Nova York abrem de forma mista e sem força
Investidores em Wall Street seguem preocupados com a nova alta do petróleo, após os conflitos no Estreito de Ormuz seguirem tensos e se ampliando. O petróleo vem de uma baixa robusta na véspera. Além disso, se debruçam sobre dados de inflação divulgados há pouco, em linha com o esperado, mas os números de fevereiro nascem atrasados, pois não pegam nada da guerra, que já mexe com as expectativas. “A sugestão de Trump de que a guerra pode estar chegando ao fim em breve, após um aumento extraordinário na volatilidade do petróleo, pode indicar que seu ‘limite de tolerância ao sofrimento’ foi atingido. Isso reforçou as expectativas do mercado de uma rápida desescalada”, escreveu Emmanuel Cau, chefe de estratégia de ações europeias do Barclays, em uma nota republicada pela CNBC. “Quanto mais tempo persistir a alta do petróleo, maior será o risco de queda nos lucros e nas avaliações”, acrescentou.
- Dow Jones: -0,10%
- S&P 500: +0,18%
- Nasdaq: +0,37%
Varejo em janeiro: surpresa positiva pode ser atribuída à fatores sazonais, diz economista
Matheus Pizzani, economista do PicPay, diz que a “eventual surpresa com o resultado divulgado hoje pode ser atribuída à fatores sazonais, com destaque para a alta de 1,8% apresentada pelo grupo de tecidos, vestuário e calçados, cuja demanda no início de ano de fato costuma ganhar tração em função da introdução de novas coleções e do crescimento da renda”. Ele entende “existir espaço para manutenção do crescimento do volume de vendas do varejo, embora com uma composição específica para a conjuntura em questão”. Por outro lado, ele segue, “a expectativa segue essencialmente negativa para componentes com maior exposição ao ciclo econômico, em especial os móveis e eletrodomésticos, dado o nível ainda relativamente elevado de endividamento”. Sua projeção é crescimento de 1,6% para o comércio em 2026, mantendo perspectiva de 1,7% para o PIB.
Varejistas mistos nesta abertura: AMER3, -0,38%; AZZA3, -1,20%; AUAU3, +0,62%; BHIA3, -1,57%; CEAB3, estável; LREN3, +2,37%; MGLU3, +0,39%; RIAA3, +0,22%; VIVA3, -0,94%
Aéreas iniciam dia de forma mista: AZUL53 tem mais 0,93% e GOLL54 cai 0,26%
Frigoríficos começam de forma mista: BEEF3 sobe 0,45% e MBRF3 cai 1,45%
Siderúrgicas recuam nesta abertura: CSNA3, -1,24%; GGBR4, -0,43%; GOAU4, -1,06%; USIM5, -0,59%
Irã determina que a seleção iraniana de futebol não vai disputar a Copa do Mundo de 2026 nos EUA
Varejo em janeiro: alta reflete mais a recomposição de perdas anteriores do que mudança de tendência do setor, diz economista
André Valério, economista-sênior do Inter, reforça que o setor acumula alta de 1,6% nos últimos 12 meses, mesmo valor de dezembro. “Mesmo com o resultado melhor que o esperado, o setor continua bastante dependente de atividades ligadas ao consumo essencial, como supermercados e farmácias, que, juntos, explicam mais da metade do crescimento acumulado nos últimos 12 meses. No varejo ampliado, por sua vez, vemos ainda as atividades mais sensíveis ao crédito tendo desempenho bem negativo no acumulado em 12 meses, o que se reflete no desempenho do varejo sensível ao crédito, que acumula queda de 0,4% nos últimos 12 meses, enquanto o varejo mais sensível à renda acumula alta de 1,6%, refletindo o bom desempenho do mercado de trabalho”, diz. “Portanto, a alta de janeiro reflete mais uma recomposição de perdas dos meses anteriores do que uma mudança de tendência no desempenho do setor”.
Irã avisa: “preparem-se para o barril de petróleo a US$ 200”
O comando militar do Irã afirmou na quarta-feira que o mundo deve se preparar para o preço do petróleo atingir US$ 200 por barril, após mais três navios serem atacados no Golfo Pérsico, que está bloqueado. O Irã disparou contra Israel e alvos em todo o Oriente Médio, demonstrando que ainda pode revidar e interromper o fornecimento de energia, apesar do que o Pentágono descreveu como os ataques mais intensos já realizados entre EUA e Israel. (Reuters)
Israel não vê certeza de que governo do Irã cairá apesar da guerra
Autoridades israelenses, em conversas reservadas, reconheceram que não há certeza de que a guerra contra o Irã levará ao colapso do governo clerical do país, disse uma autoridade de alto escalão israelense à Reuters, sem nenhum sinal de um levante iraniano em meio ao bombardeio. No entanto, apesar dos comentários do presidente dos EUA, Donald Trump, de que a guerra pode terminar em breve, a avaliação de Israel é que Washington não está perto de instruir o fim do conflito. A intensa campanha de bombardeio dos EUA e de Israel matou o líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, bem como uma série de comandantes militares de alto escalão, mas também matou civis e destruiu casas e prédios públicos, enfurecendo muitos iranianos. Com mísseis atingindo Teerã e outras cidades, e com as autoridades iranianas ameaçando com força letal qualquer pessoa que se atreva a protestar, os iranianos que, de outra forma, poderiam ir às ruas também podem temer fazê-lo até que a guerra termine. Ainda assim, os desafios de longo prazo do Irã parecem piores do que nunca, com sanções cada vez mais severas estrangulando a economia e pouca perspectiva de tempos melhores para uma população cujos protestos em janeiro foram esmagados com milhares de mortos. (Reuters)
Smartfit (SMFT3) registra lucro recorrente de R$ 235 mi no 4º trimestre, alta anual de 19%
A receita líquida da Smartfit (SMFT3) cresceu 26% no quarto trimestre ante o mesmo período do ano anterior, para R$ 1,948 bilhão
EUA: núcleo do CPI em fevereiro sobe 2,5% em relação a fevereiro de 2025, dentro do esperado
Em janeiro, em comparação com janeiro de 2025, a alta também foi de 2,5%.
EUA: núcleo do CPI em fevereiro sobe 0,2% em relação a janeiro, como projetado
Em janeiro, na relação com dezembro, a alta foi de 0,3%.
EUA: CPI em fevereiro sobe 2,4% em relação a fevereiro de 2025, como esperado
Em janeiro, na relação com janeiro de 2025, a alta também foi de 2,4%.
Em janeiro, na relação com dezembro, a alta foi de 0,2%.
Dólar comercial sobe 0,14%, a R$ 5,164 na venda e 5,163 na venda
Ibovespa Futuro (INDFUT) aprofunda perdas para menos 0,53%, aos 184.970 pontos
Irã afirma que mais de 1,3 mil civis foram mortos na guerra
O embaixador do Irã nas Nações Unidas afirmou na terça-feira (10) que mais de 1.300 civis morreram em ataques conjuntos entre EUA e Israel contra o país desde o início do conflito. Uma atualização recente da agência de notícias americana Human Rights Activists News Agency (HRANA) indicou que 1.262 civis e 190 militares foram mortos no mesmo período.
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,630 | 0,070 |
| DI1F28 | 13,125 | 0,095 |
| DI1F29 | 13,180 | 0,095 |
| DI1F31 | 13,510 | 0,095 |
| DI1F32 | 13,615 | 0,100 |
| DI1F33 | 13,670 | 0,095 |
| DI1F34 | 13,695 | 0,100 |
| DI1F35 | 13,690 | 0,080 |
Israel pressiona os EUA para que não encerrem a guerra contra o Irã “prematuramente”.
Segundo estimativas israelenses, 20 mísseis foram disparados do Irã contra Israel ontem e hoje. Nas últimas nove a dez horas, não houve nenhum alerta ou sirene de Israel. Mas o Irã afirmou recentemente ter lançado outra onda de ataques contra Israel. Israel está particularmente preocupado com a possibilidade de enfrentar ogivas de bombas de fragmentação. Essas ogivas são extremamente difíceis de interceptar porque se espalham em diferentes direções. Devido aos contínuos ataques do Irã e do Hezbollah, Israel sente a necessidade de pressionar o governo dos EUA para que a guerra continue. Israel teme que o Trump encerre a guerra “prematuramente”, por isso está tentando atingir o maior número possível de alvos no Irã antes disso, além de também mirar a frente libanesa. (as informações são da Al Jazeera)
Ibovespa futuro (INDFUT) abre em alta de 0,01%, cotado aos 185.960 pontos
Dólar futuro (DOLFUT) abre em baixa de 0,05%, cotado aos 5.188,00 pontos
Em dezembro, na relação com dezembro de 2024, houve alta de 2,3%.
Em dezembro, na relação com novembro, houve queda de 0,4%.
Preços dos combustíveis no Brasil diminuem ainda mais diferença abaixo da paridade internacional, diz Abicom
Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 44 dias diminuição dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 310 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta, exceto em feriados.
- Diesel A S10 (média nacional): -48%, ou -R$ 1,55 (ontem: -60%, ou -R$ 1,94)
- Gasolina A (média nacional): -25%, ou -R$ 0,62 (ontem: -35%, ou -R$ 0,88)
A nova certificação de reservas da PRIO (PRIO3) ficou amplamente em linha com as expectativas do Itaú BBA, reforçando a capacidade da empresa de estender a vida útil do campo. Isso inclui uma redução nas despesas operacionais (opex) do campo de Peregrino para US$ 250 milhões (contra US$ 340 milhões na certificação anterior) e uma extensão do platô de produção de Peregrino por meio da adição de reservas da porção do campo conhecida como área “isolada”, diz o banco. Para Albacora Leste, a certificação reflete o adiamento das campanhas de desenvolvimento que a empresa já havia indicado que seriam postergadas para 2027. Esse atraso é o principal fator por trás da estimativa de despesas de capital (capex) mais alta para 2027, de US$ 640 milhões, acima da faixa de US$ 550 milhões prevista pelo banco. Sobre o 4T25, a PRIO reportou um Ebitda ajustado de US$ 360 milhões (contra estimativa de US$ 335 milhões) e um custo de extração no trimestre de US$ 12,5/barril, abaixo dos US$ 17,4/barril do 3T25 e em linha com a estimativa. “Ao longo de 2026, com o início da produção de Wahoo e a otimização contínua de custos em Peregrino, a empresa espera retornar a níveis semelhantes aos observados em 2023 (um dígito)”, diz. A classificação é outperform, com preço-alvo de R$ 51.
Tailândia informou que três tripulantes estão desaparecidos após um navio ter encalhado perto do Estreito de Ormuz; imagens mostram navio em chamas
Vinte tripulantes foram resgatados, mas três permanecem desaparecidos após um navio tailandês ser atingido por um projétil desconhecido próximo ao Estreito de Ormuz hoje, informou o Ministério dos Transportes da Tailândia. O navio graneleiro tailandês “Mayuree Naree” havia partido dos Emirados Árabes Unidos com 23 tripulantes a bordo, segundo o vice-primeiro-ministro e ministro dos Transportes, Pipat Ratchakitprakarn. Ao atravessar o estreito, ocorreu uma explosão na popa, causando um incêndio na casa de máquinas, onde se acredita que os três marinheiros desaparecidos estivessem trabalhando. Por ordem do capitão, a tripulação abandonou o navio e evacuou para botes salva-vidas. Eles foram posteriormente resgatados pela Marinha de Omã e levados para a cidade de Khasab, de acordo com o Ministério dos Transportes. A Marinha Real Tailandesa está monitorando a situação de perto. O navio “Mayuree Naree” é uma das três embarcações atingidas por projéteis perto da importante rota marítima nesta manhã. (as informações são da CNN Internacional)
Funcionários de usina nuclear russa são evacuados do Irã
Funcionários da usina nuclear de Bushehr, no Irã, começaram a deixar o país devido à escalada do conflito e aos ataques conjuntos entre EUA e Israel, que aumentam os temores sobre a segurança das instalações nucleares. A Rosatom, corporação estatal russa de energia nuclear, informou que evacuou mais funcionários do local nos últimos dias, embora centenas de trabalhadores ainda permaneçam na usina. O presidente da Rosatom, Alexei Likhachev, disse que outros 150 funcionários deixaram Bushehr durante a noite, cruzaram a fronteira para a Armênia e estão retornando à Rússia. Cerca de 450 funcionários ainda estão na usina, que continua sendo a única usina nuclear em operação no Irã. A Rússia construiu a usina de Bushehr e está construindo dois reatores adicionais no local, embora Likhachev tenha afirmado que as obras desses projetos foram interrompidas desde a escalada do conflito. (as informações são da Al Jazeera)
Áustria participará da liberação de petróleo das reservas da AIE
Os países da Agência Internacional de Energia (AIE) devem aprovar ainda hoje essa liberação, declarou o Ministro da Economia austríaco, Wolfgang Hattmannsdorfer. “Estamos em contato muito próximo com todos os Estados-membros da AIE desde ontem e apoiaremos, em princípio, a decisão de liberar essas reservas de petróleo bruto”, afirmou, na busca por diminuir o impacto da escassez de energia causada pela guerra no Oriente Médio.
Mercados da Europa apresentam quedas em sua maioria
As ações europeias caem com os investidores avaliando as consequências econômicas da guerra de 12 dias no Oriente Médio e digerindo uma série de balanços corporativos. Os EUA e Israel trocaram ataques aéreos com o Irã após pesados bombardeios no dia anterior, contrastando com os comentários do presidente dos EUA, Donald Trump, que geraram esperanças de uma redução da escalada e ajudaram o STOXX 600 a registrar seu melhor dia desde abril de 2025 na terça-feira. A guerra interrompeu as principais rotas de navegação através do Estreito de Ormuz, que transporta um quinto do comércio global de petróleo, elevando os preços do petróleo e aumentando o risco de um choque de preços. Os formuladores de políticas monetárias do Banco Central Europeu também estão enfrentando um crescimento lento na região, enquanto os temores renovados em relação à inflação aumentaram as apostas para um aumento da taxa de juros este ano, de acordo com os dados da LSEG. Esse é um forte contraste com a expectativa anterior de um leve corte antes do início do conflito. (Reuters)
- STOXX 600: -0,74%
- DAX (Alemanha): -1,13%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,79%
- CAC 40 (França): -0,66%
- FTSE MIB (Itália): -0,74%
- IBEX 35 (Espanha): -0,28%
Day Trade hoje: Ibovespa tenta retomar força e guia operações no intraday
Confira os pontos de suporte e resistência do mini-índice e minidólar.
Mercados da Ásia fecham dia de forma mista
As ações da China fecharam em alta nesta quarta-feira, com os setores defensivo e de novas energias liderando os avanços, juntando-se a uma recuperação instável na região, apesar das incertezas no Oriente Médio. “O conflito com o Irã parece estar diminuindo sua intensidade e os ativos de risco continuaram a se recuperar de forma generalizada. Os índices de ações chineses estão aproveitando essa onda”, escreveram os analistas da Huatai Futures em uma nota. (Reuters)
- Shanghai SE (China), +0,25%
- Nikkei (Japão): +1,51%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -0,24%
- Nifty 50 (Índia): -1,63%
- ASX 200 (Austrália): +0,59%
Futuros do petróleo voltam a subir
Os preços do petróleo voltam a subir, após a forte queda da véspera, apesar de um relatório indicar que houve uma liberação histórica de reservas de emergência da Agência Internacional de Energia (AIE). O G7 vem se reunindo para discutir alternativas para a distribuição de energia, já que o Estreito de Ormuz, por onde passa grande parte da produção mundial, segue fechado e com conflitos cada vez mais intensos. O The Wall Street Journal noticiou, na noite de ontem, que a AIE propôs a maior liberação de petróleo de suas reservas estratégicas, superando os 182 milhões de barris que seus países membros disponibilizaram no mercado após a invasão russa da Ucrânia em 2022. Os países devem decidir na quarta-feira hoje se irão liberar seus estoques emergenciais de petróleo.
- WTI (para abril): +2,55%, a US$ 85,58
- Brent (para maio): +2,44%, a US$ 89,94
EUA: índices futuros apresentam altas curtas
Os índices futuros dos EUA pouco se mexem com a expectativa da divulgação logo mais, às 9h30 (Horário de Brasília), do índice de preços ao consumidor (CPI) de fevereiro. A cautela dá o tom. Mas os investidores também estão de olho nos desenvolvimentos da guerra no Oriente Médio que, apesar das falas de Donald Trump, presidente dos EUA, entra no seu 11º dia. “Acreditamos que o fator crítico continua sendo a duração da guerra, então a divulgação dos estoques da AIE nos dá alguns dias de vantagem, mas, na realidade, tudo depende da abertura do Estreito de Ormuz”, disse à CNBC Sasha Foss, analista do mercado de energia da Marex.
- Dow Jones Futuro: +0,25%
- S&P 500 Futuro: +0,23%
- Nasdaq Futuro: +0,21%
Portugal: índice de preços ao consumidor em fevereiro sobe 2,1% em relação a fevereiro de 2025, como esperado
Em janeiro, na relação com janeiro de 2025, houve deflação de 1,9%.
Portugal: índice de preços ao consumidor em fevereiro sobe 0,1% em relação a janeiro, como esperado
Em janeiro, na relação com dezembro, houve deflação de 0,7%.
Guerra no Irã já tem impacto em fertilizantes e preço dos alimentos pode subir
Ureia já registrou aumento de 33% no custo. Analistas avaliam que alta pode começar a ter efeitos na próxima safra, caso conflitos prossigam.
Varejo no Brasil, inflação nos EUA, pesquisa eleitoral e mais destaques desta quarta
InfoMoney reúne as principais informações que devem movimentar os mercados nesta quarta-feira (11).
Abertura de mercados
A quarta-feira começa como terminou a terça: o mundo olha para o Oriente Médio, procurando entender os desenvolvimentos da guerra iniciada por EUA e Israel contra o Irã e as consequências na economia global, que é afetada diretamente pela alta dos barris de petróleo e escassez do produto. Hoje, os futuros do petróleo voltaram a subir, após a forte baixa da véspera, com os conflitos no Estreito de Ormuz se intensificando. Os investidores também aguardam o índice de preços ao consumidor (CPI) de fevereiro, nos EUA, que ainda não foi impactado pela disfunção da guerra, mas que é o último indicador de inflação antes da reunião do Federal Reserve que acontece semana que vem. No Brasil, os olhos ainda estão sobre a temporada de balanços do 4T25, com Raízen (RAIZ4) pedindo recuperação extrajudicial, como feito pelo GPA (PCAR3) no dia anterior; além dos desenvolvimentos sobre o escândalo do Banco Master.
Principais índices em Nova York fecharam sessão ontem de forma mista
Investidores em Wall Street passaram o dia sentados na cautela, após o presidente dos EUA, Donald Trump, dizer que a guerra com o Irã está mais próxima do fim do que o previsto anteriormente, que era um prazo estimado de quatro a cinco semanas. A fala do mandatário fez os futuros do petróleo desabarem. Trump também disse que está pensando em “assumir o controle” do Estreito de Ormuz, por onde passa grande parte do petróleo e gás natural consumido pelo mundo, mas ele não disse como isso seria feito, nem quando. Mike Sanders, da Madison Investments, prevê que, se os preços caírem para a faixa de US$ 70 a US$ 60, isso não terá um grande impacto na economia. “Se os preços permanecerem elevados – o que provavelmente resultará em um prêmio um pouco maior no mercado, dada toda a incerteza que temos -, acredito que isso terá sim um impacto. Levará um tempo para que isso se resolva”.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -0,07 | 47.706,51 |
| S&P 500 | -0,21 | 6.781,50 |
| Nasdaq | 0,01 | 22.697,10 |
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,560 | 0,005 |
| DI1F28 | 13,030 | -0,030 |
| DI1F29 | 13,085 | -0,045 |
| DI1F31 | 13,415 | -0,045 |
| DI1F32 | 13,515 | -0,065 |
| DI1F33 | 13,575 | -0,060 |
| DI1F34 | 13,595 | -0,065 |
| DI1F35 | 13,610 | -0,050 |
Dólar comercial fechou ontem em baixa de 0,15%
O dólar comercial tem a terceira baixa seguida diante do real. O movimento vai na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,27%, aos 98,91 pontos.
- Venda: R$ 5,157
- Compra: R$ 5,157
- Mínima: R$ 5,132
- Máxima: R$ 5,187
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| RAIZ4 | -5,45 | 0,52 |
| BRKM5 | -4,47 | 11,76 |
| DIRR3 | -3,84 | 14,52 |
| PCAR3 | -2,93 | 2,65 |
| MBRF3 | -2,60 | 17,20 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| RAIL3 | 6,96 | 17,05 |
| MGLU3 | 6,51 | 10,14 |
| CSAN3 | 6,45 | 6,11 |
| AZZA3 | 6,42 | 27,52 |
| CEAB3 | 5,90 | 12,02 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 75.673 | -0,53 |
| ITUB4 | 64.332 | 1,48 |
| PRIO3 | 57.645 | -1,34 |
| RAIL3 | 38.320 | 6,96 |
| B3SA3 | 37.722 | 4,56 |
- Máxima: 185.323,62
- Mínima: 180.692,83
- Diferença para a abertura: +2.531,64 pontos
- Volume: R$ 31,30 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (9): +0,86%
- Terça-feira (10): +1,40%
- Semana: +2,28%
- Março: -2,83%
- 1T26: +13,85%
- 2026: +13,85%
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