Sextou! Mas ninguém está muito empolgado ou animado por esses dias. Não em meio a uma guerra. Não em uma sexta-feira, 13. Para quem não sabe, há até um termo específico e bem sexta-feira-13 para a data: é a parascevedecatriafobia. Se você sofre disso ou de peniafobia, que é o medo de perder dinheiro, hoje não foi um dia propício: a sexta-feira, 13, até começou positiva, com o IBOV subindo, mas terminou com com o Ibovespa em queda de 0,91%, aos 1778.653,31 pontos, uma baixa de 1.631,18 pontos, fazendo a semana terminar com menos 0,95%, a terceira seguida no vermelho.
O pavor se estendeu ao real, que viu o dólar comercial subir estratosféricos 1,37%, a R$ 5,314, nível que assustou a todos e não só quem sofre de acrofobia (ou hipsofobia), o medo de altura. Os DIs (juros futuros) dispararam por toda a curva, que já opera predominantemente acima dos 14%. Um horror.
Diesel sobe no Brasil
O que subiu também foi o preço do diesel no Brasil, mesmo com o governo federal publicando decreto de subvenção ao combustível. O medo de viajar ou de andar por meios de transporte, a hodofobia, pode se ampliar e virar crometofobia, o medo de gastar dinheiro. O Ministério da Fazenda, porém, observou que os impactos econômicos de uma alta do petróleo, em decorrência do conflito no Oriente Médio, podem impulsionar a economia brasileira.
“Os impactos econômicos de uma alta do petróleo – de um ponto de vista do crescimento fiscal, da taxa de câmbio e de várias variáveis macroeconômicas – podem ser até positivos, digamos assim. Podem até ajudar a impulsionar a economia brasileira em 2026. Mas é evidente que nós não queremos, não desejamos que ninguém ganhe dinheiro com a guerra, certo? Não é esse o objetivo”, declarou o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, em coletiva à imprensa.
Por mais bizarra que a declaração possa ter parecido, o governo não quer bobear e decidiu determinar de que postos de combustíveis informem de forma clara aos consumidores a redução de tributos federais sobre o diesel e o impacto esperado no preço final nas bombas. E vai apertar a fiscalização sobre os postos. É a pistantrofobia, o medo excessivo de confiar, no caso aqui de que o corte do PIS e Confins retirados pelo governo federal chegue de fato à bomba de combustíveis.
A Fazenda também fez novas projeções para 2026 e o PIB deve ficar em 2,3% e a inflação, em 3,7%, 0,1 ponto percentual a mais do que a projeção anterior, esperando que o conflito no Irã seja temporário.
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EUA afrouxam sanções sobre petróleo russo
Uma coisa que o governo Lula não pode controlar é o que o presidente dos EUA, Donald Trump, pensa, diz ou fala. Acontece que o que ele pensa, diz e fala afeta o mundo todo. Hoje, mais uma vez, disse que a guerra no Irã só vai terminar quando ele sentir no coração (nos ossos) que deve terminar. É um sentimento, não uma notação técnica ou militar ou política ou de inteligência geopolítica.
As falas inconstantes do mandatário dos EUA têm feito os preços dos barris de petróleo oscilarem e quase sempre para cima. Hoje, não foi diferente. Novamente ficaram acima dos US$ 100 e olha que começaram em queda, após os EUA afrouxarem as sanções sobre o petróleo russo.
Trump também prometeu atacar Irã “com muita força” na próxima semana, enquanto fala que a guerra está “muito próxima de acabar”. Está deixando todo mundo com nictofobia, ou medo do escuro, ou de ficar no escuro, com informações desencontradas. Trump também disse “achar” que os russos estão ajudando “um pouco” o Irã.
Custo da guerra
Os EUA enfrentam outros problemas. O pior deles é o custo da guerra. O custo financeiro. Segundo o Financial Times, consumo acelerado de mísseis como Tomahawk, Patriot e Thaad elevou custo do conflito e deve levar Pentágono a pedir até US$ 50 bilhões extras. A conta é que os EUA já gastaram “anos” de munição nos primeiros dias de guerra com Irã.
Nada disso ainda foi medido nos indicadores, o que pode ser um problema e gerar uma teleofobia, ou o medo do futuro, do que vem pela frente.
Essa parece ser uma fobia que os investidores já sofrem, porque a inflação de consumo pessoal nos EUA, o famoso PCE, até veio em linha com o esperado, mas o dado divulgado hoje refere-se a janeiro. A guerra começou no último dia de fevereiro, não está refletida nesses números, nem estará no de fevereiro. E a reunião de política monetária do Federal Reserve é semana que vem.
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O PIB do 4T25 também mostrou um problema, frustrando expectativas com uma leitura mais fraca. Além disso, as vagas de emprego em aberto nos EUA aumentaram em janeiro, mas contratações foram tímidas.
“Ainda esperamos um crescimento forte da economia americana em 2026, acima do consenso, embora tenhamos adicionado viés de baixa, a depender da duração dos eventos geopolíticos em curso. Vale lembrar que o PIB do quarto trimestre incorpora os efeitos do shutdown de outubro/novembro, que devem ser revertidos no primeiro trimestre deste ano”, ponderou Andressa Durão, economista do ASA.
Wall Street em queda
Esta sexta-feira, 13, foi um prato cheio para o doomscrolling, ou o bombardeio de notícias negativas (ainda não há uma fobia sobre isso), termo que ganhou repercussão durante a pandemia. Tanto que os principais índices em Nova York começaram com ganhos, enquanto os preços do petróleo estavam em alta, e viraram para queda, com o terror vindo do noticiário e nas telas dos investidores. O Dow Jones foi o que sofreu menos, com baixa curta, mas tanto ele quando o S&P 500 e o Nasdaq emendaram a terceira semana seguida de baixas.
O ouro também terminou o dia em queda, como na véspera, graças a um dólar mais forte, com o DXY, índice que mede a força da moeda norte-americana frente a pares de peso, voltando a operar acima dos 100 pontos.
Cenário doméstico
No Brasil, apesar da forte baixa, houve muita oscilação. O Ibovespa por vezes reduziu perdas, fez menção de virar para positivo, mas a aversão ao risco predominou.
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Apesar disso, em relatório com projeções já de olho no 2º trimestre, o Bradesco BBI ressaltou que as ações da América Latina lideram os ganhos globais no acumulado do ano, mesmo após forte volatilidade no 1º trimestre.
Para o período entre abril e junho, a instituição prevê uma mudança de foco: o protagonismo deixa de ser dos fatores globais e passa a se concentrar em catalisadores domésticos, especialmente no Brasil. Para os estrategistas, o Brasil conseguirá aproveitar melhor que os outros países o próximo trimestre.
Petrobras e Vale caem
Mas não nessa sexta-feira, 13. A parascevedecatriafobia deu o tom do horror que as telas dos investidores mostraram. A Petrobras (PETR4) caiu 0,73%, mesmo com a alta do petróleo internacional. A alta do diesel não deve alterar a estratégia de preços da estatal.
O horror se estendeu às petroleiras juniores, que caíram em bloco, com destaque para PRIO3, que perdeu 2,86%. Caráter do aumento da taxação de exportação do petróleo nacional ampliou a incerteza regulatória e pode pressionar valuations no longo prazo, dizem analistas.
“Em relação ao imposto sobre a exportação de diesel, a medida efetivamente forçará as refinarias nacionais a manter o produto no mercado local, uma vez que torna as exportações de diesel economicamente inviáveis”, afirmou Régis Cardoso, head de Oil & Gas do Research da XP.
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A Vale (VALE3), que perdeu amplos 1,19%, foi outra que pressionou o Ibovespa.
Os bancos também. Desceram todos, em um cenário de meter medo: BB (BBAS3), com menos 1,73%; Bradesco (BBDC4), com menos 2,06%; Itaú Unibanco (ITUB4), com queda de 0,68%; e Santander (SANB11), com baixa de 1,18%.
Embraer (EMBJ3) que desabou mais de 11% na véspera, movimento que os analistas chamaram de exagerado, deu mais um susto hoje, com queda de 1,16%.
Magazine Luiza (MGLU3) chegou a subir mais 8% no início da sessão, com os números do 4T25, mas terminou em baixa de 0,64%.
Essa foi uma semana de puro terror para os investidores, no final das contas. Sustos e mais sustos. Mas semana que vem o temor é maior: o que os bancos centrais de Brasil e EUA guardam para suas taxas de juros, agora que a guerra assombra os mercados? A sexta-feira, 13, pode ter sido fichinha perto do horror que vem por aí. (Fernando Augusto Lopes)
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Volume de negócios ultrapassou a marca de 6,95 milhões.
Dólar Futuro (DOLFUT), na reta final, tem alta de 1,23%, aos 5.346,50
Ibovespa Futuro (INDFUT), nos minutos finais, apresenta baixa de 0,85%, aos 179.660 pontos
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 14,315 | 0,320 |
| DI1F28 | 13,915 | 0,420 |
| DI1F29 | 13,930 | 0,405 |
| DI1F31 | 14,165 | 0,360 |
| DI1F32 | 14,205 | 0,320 |
| DI1F33 | 14,230 | 0,310 |
| DI1F34 | 14,290 | 0,375 |
| DI1F35 | 14,210 | 0,290 |
Ibovespa: PETR4 é novamente a ação mais negociada do dia; confira
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 67.035 | -0,73 |
| PRIO3 | 50.775 | -2,86 |
| VIVA3 | 49.782 | -5,20 |
| EMBJ3 | 37.486 | -1,16 |
| VALE3 | 36.091 | -1,19 |
Ibovespa: SLCE3 é a maior alta do dia; veja a lista
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| SLCE3 | 2,51 | 18,00 |
| BBSE3 | 1,98 | 35,05 |
| TIMS3 | 1,49 | 26,60 |
| WEGE3 | 0,85 | 46,21 |
| NATU3 | 0,81 | 8,66 |
Ibovespa: BRKM5 é a maior queda do dia; veja as demais
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| BRKM5 | -6,97 | 11,35 |
| CSNA3 | -6,23 | 5,72 |
| HAPV3 | -6,17 | 8,67 |
| PCAR3 | -6,05 | 2,33 |
| MRVE3 | -5,42 | 7,68 |
Ibovespa: AZZA3 é a maior queda acumulada da semana; veja as outras
| Semana (%) | Dia (%) | |
| AZZA3 | 12,14 | 0,11 |
| SLCE3 | 9,82 | 2,51 |
| PETR3 | 7,86 | -0,54 |
| PETR4 | 6,08 | -0,73 |
| RAIL3 | 5,04 | -1,33 |
Ibovespa: CSNA3 é a maior baixa da semana; veja a lista
| Semana (%) | Dia (%) | |
| CSNA3 | -20,45 | -6,23 |
| PCAR3 | -19,10 | -6,05 |
| RAIZ4 | -18,18 | -2,17 |
| MRVE3 | -17,42 | -5,42 |
| VIVA3 | -16,64 | -5,20 |
- Máxima: 180.995,79
- Mínima: 177.321,97
- Diferença para a abertura: -1.631,18 pontos
- Volume: R$ 30,10 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (9): +0,86%
- Terça-feira (10): +1,40%
- Quarta-feira (11): +0,28%
- Quinta-feira (12): -2,55%
- Sexta-feira (13): -0,91%
- Semana: -0,95%
- Março: -5,90%
- 1T26: +10,26%
- 2026: +10,26%
O dólar comercial tem a terceira alta seguida diante do real. O movimento vai na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,73%, aos 100,47 pontos. Na semana, o câmbio acumulou alta de 1,43%.
- Venda: R$ 5,314
- Compra: R$ 5,314
- Mínima: R$ 5,216
- Máxima: R$ 5,324
Investidores em Wall Street deixaram de lado dados do PIB do 4T256, que veio mais fraco, e da inflação PCE, de consumo pessoal, que veio dentro do esperado, porque são dados de outra realidade, de antes da guerra contra o Irã. O que importa agora é que o petróleo voltou a ficar acima dos US$ 100. “Os resultados da temporada de balanços são bastante bons, mas o sentimento do mercado é difícil”, disse à CNBC David Aspell, co-diretor de investimentos da Mount Lucas Management. “A influência do petróleo no sentimento do mercado e a avaliação das ações refletem uma trajetória de taxas de juros que agora está sendo questionada”. O Federal Reserve se reúne na próxima semana para decidir a taxa de juros. A projeção era de que houvesse manutenção, mas a guerra pode abrir novos debates.
| Dia (%) | Semana (%) | |
| Dow Jones | -0,25 | -1,98 |
| S&P 500 | -0,61 | -1,59 |
| Nasdaq | -0,93 | -1,26 |
Construtoras têm baixa: MRVE3, -6,03%; EZTC3, -4,21%; DIRR3, -3,01%; TEND3, -1,58%; CURY3, -1,33%
Setor de papel e celulose não sai do vermelho: RANI3, -1,73%; KLBN11, -0,73%; SUZB3, -0,11%
Grandes bancos permanecem no vermelho: BBDC4, -2,63%; BBAS3, -2,15%; SANB11, -1,28%; ITUB4, -0,54%
MRVE3 amplia perdas e se aproxima da mínima do dia: -5,79%, a R$ 7,65
Axia Energia permanece no vermelho: AXIA3, 0,70%; AXIA6, -0,88%
GMAT3 reverte queda e volta ao azul: +1,99%
RAIZ4 sustenta alta a 2,17%
B3 (B3SA3) diminui perdas, mas continua no vermelho: -0,58%
Ambev (ABEV3) tem alta a +080%
Petro juniores continuam no vermelho: PRIO3, -1,53%; RECV3, -0,23%; BRAV3, -0,27%
Governo dos EUA oferece recompensa de até US$ 10 milhões por informações sobre líderes iranianos
A recompensa inclui o novo Líder Supremo, Mojtaba Khamenei, e foi anunciada pelo Programa de Recompensas por Justiça do Departamento de Estado. O anúncio afirma que busca especificamente informações sobre Khamenei, seu vice-chefe de gabinete, Ali Asghar Hejazi, seu conselheiro militar, major-general Yahya Rahim Safavi, seu assessor, Ali Larijani, o ministro do Interior, brigadeiro-general Eskandar Momeni, e o ministro da Inteligência e Segurança, Esmail Khatib. (as informações são da CNN Internacional)
Ibovespa diminui um pouco o ritmo de queda para 0,32%, aos 178.716,90 pontos
Medida sobre diesel não engessa nem muda estratégia de preços da Petrobras, diz CEO
A estatal anunciou nesta sexta um reajuste de R$ 0,38 por litro do diesel, mesmo após o anúncio de suspensão de impostos federais e subvenções.
Governo da Turquia entende que as variações dos preços do petróleo vão impactar a inflação, mas efeitos serão limitados
Grandes bancos no negativo: BBAS3, -1,49%; BBDC4, -1,91%; ITUB4, -0,54%; SANB11, -0,88%
Russell 2000: índice de small caps nos EUA recua 0,62%, seguindo os demais índices amplos
VXBR: índice de volatilidade na Bolsa brasileira dispara 4,43%, aos 28,30 pontos
Senador dos EUA apoia o fim do financiamento da guerra contra o Irã
O senador democrata Chris Van Hollen afirma que o Congresso não deve financiar o ataque do governo Trump ao Irã. “Nem mais um centavo para uma guerra ilegal por escolha própria que está nos tornando menos seguros”, escreveu em uma rede social. “A melhor maneira de proteger nossas tropas, acabar com a morte de crianças em idade escolar e civis, reduzir os preços exorbitantes do petróleo e do gás e parar de desperdiçar bilhões de dólares dos contribuintes é cortar o financiamento”. No sistema americano, o Congresso aloca verbas para o governo federal, incluindo o Pentágono. Com o Partido Republicano de Trump no controle do Senado e da Câmara dos Representantes, é improvável que os democratas consigam cortar o financiamento da guerra. Mas a iniciativa destaca a crescente oposição ao conflito, que Trump iniciou sem a aprovação do Congresso. (com informações da Al Jazeera)
Zelensky criticou hoje o governo Trump por aliviar as sanções contra o petróleo russo
Futuros do petróleo agora sobem, depois de passar boa parte do dia no negativo: WTI tem mais 2,44%, a US$ 98,07; e Brent ganha 2,22%, a US$ 102,69
Ibovespa Futuro (INDFUT) recua 0,52%, aos 180.265 pontos
A Petrobras (PETR4) está operando com suas refinarias perto do máximo, em um patamar próximo de 97% da capacidade, à medida que busca elevar a produção para atender o mercado brasileiro em momento de alta dos preços internacionais do petróleo, disse hoje a CEO da empresa, Magda Chambriard. Além disso, a companhia está adiando paradas programadas para manutenção nas refinarias para manter a produção em alta. A parada da Replan, em Paulínia, a maior refinaria da companhia, foi adiada de maio para 2027. Já a parada da Repar, no Paraná, foi adiada de abril para meados do ano. O crescimento do refino de petróleo, numa conjuntura em que os preços dos combustíveis da companhia estão com defasagem em relação aos valores internacionais, potencialmente favorece um mercado que também depende de importações. Chambriard disse ainda que a Petrobras não está pensando em mexer nos preços da sua gasolina nos próximos dias. (Reuters)
Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia até aqui; veja a lista
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 44.657 | -0,62 |
| VIVA3 | 37.175 | -7,89 |
| PRIO3 | 36.582 | -1,16 |
| EMBJ3 | 28.729 | -0,71 |
| VALE3 | 26.961 | -0,82 |
Futuros de gás natural caem 2,91% na NYMEX; contratos são para abril
MGLU3 é a mais negociada do dia
Petrobras em mistas: PETR3, +0,14%; PETR4, -0,56%
MRVE3 amplia perdas e cai +6,28%
MGLU3 recua e perde 0,85%
Siderúrgicas ampliam queda: CSNA3, -6,07%; GOAU4, -1,23%; USIM5, -1,09%; GGBR4, -0,94%
Hapvida (HAPV3) amplia queda e recua 3,35%
DASA3 mantém alta a +0,28%, próximo da mínima do dia
Axia Energia reverte baixa e volta ao azul: AXIA3, +0,15%; AXIA6, +0,05%
Setor de papel e celulose em baixa: RANI3, -1,29%; KLBN11, -0,36%; SUZB3, -0,19%
Petrobras no vermelho: PETR3, -0,60%; PETR4, -0,89%
PCAR3 cai 0,40% enquanto GMAT3 sobe 2,19% e ASAI3 avança 0,26%
BEEF3 recua 0,23% e MBRF3 tem alta de 0,12%
Varejistas de moda em mistas: CEAB3, -0,97%; RIAA3, -1,82%; AZZA3, +2,0%; LREN3, +0,93%
Embraer (EMBJ3) tropeça e cai 0,43%
RAIZ4 registra ganhos e avança +4,35%
Vale (VALE3) recua 0,40%
- Dow Jones: -0,01%
- S&P 500: -0,24%
- Nasdaq: -0,46%
Ibovespa: MGLU3 é a maior alta do dia até aqui, veja as demais
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| MGLU3 | 6,38 | 10,00 |
| RAIZ4 | 4,35 | 0,48 |
| AZZA3 | 3,38 | 28,42 |
| BRAV3 | 3,11 | 18,89 |
| HYPE3 | 2,39 | 21,85 |
Petrobras eleva preço médio do diesel em R$0,38 por litro a partir de sábado
Ibovespa: VIVA3 é a maior baixa do dia até aqui; veja a lista
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| VIVA3 | -5,31 | 24,97 |
| CSNA3 | -3,61 | 5,88 |
| MRVE3 | -3,08 | 7,87 |
| DIRR3 | -2,93 | 13,56 |
| BRKM5 | -2,62 | 11,88 |
Dólar comercial vira para alta e sobe agora 0,24%, a R$ 5,255 na venda
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que saberá que a guerra com o Irã terminou quando sentir isso “nos ossos”, reforçando que é mais uma medida pessoal para quando o conflito poderá chegar ao fim. Questionado durante uma entrevista por telefone para a Fox, sobre quando saberá que a guerra terminou, Trump respondeu: “Quando eu sentir, ok, sentir nos ossos”. Momentos antes, na mesma entrevista, o presidente sugeriu que o conflito pode não durar muito mais tempo. “Não acho que vá demorar muito para terminar”, disse Trump. Desde o início da guerra, Trump tem dado sinais contraditórios sobre a duração do conflito. (com informações da CNN Internacional)
Merz: chanceler alemão insiste que é preciso um plano convincente de como a guerra no Irã pode terminar
PCE de janeiro: dado não deve tirar visão mais dura do Fed para a política monetária, diz economista
O núcleo do PCE de janeiro veio em linha com as expectativas, retirando risco adicional para a inflação no primeiro trimestre, destaca Andressa Durão, economista do ASA. “Ainda assim, o período já conta com expectativa de variação mensal elevada do núcleo em fevereiro, além de efeitos da alta dos preços de energia em março”, diz. “O Fed apresentará uma revisão relevante para cima da inflação na próxima semana, o que deve mais do que compensar uma possível revisão baixista do crescimento, gerando um impacto hawkish para a trajetória de juros neste ano”.
PIB dos EUA: revisão para baixo não tira visão de um crescimento forte para 2026, diz economista
O PIB dos EUA foi significativamente revisado para baixo, passando de 1,4% anualizado para 0,7% na segunda leitura do quarto trimestre do ano passado. “A revisão refletiu dados mais fracos em todos os componentes do lado da demanda, com maiores contribuições baixistas do consumo e das exportações”, ressalta Andressa Durão, economista do ASA. “O indicador de demanda final doméstica passou de 2,4% para 1,9%, ritmo ainda considerado sólido. Ainda esperamos um crescimento forte da economia americana em 2026, acima do consenso, embora tenhamos adicionado viés de baixa, a depender da duração dos eventos geopolíticos em curso. Vale lembrar que o PIB do quarto trimestre incorpora os efeitos do shutdown de outubro/novembro, que devem ser revertidos no primeiro trimestre deste ano”, pondera.
STF forma maioria para manter prisão de Daniel Vorcaro, no escândalo do banco Master
Futuros do petróleo seguem em queda: WTI desce 1,45%, a US$ 94,34; e Brent perde 0,68%, a US$ 99,78
EzTec (EZTC3) sobe 1,93%, a R$ 14,29, após balanço do 4T25
Eztec (EZTC3) apresentou lucro de R$ 117,5 milhões, queda de 7%, mas acima do esperado no 4T25.
EUA propõe que Brasil receba presos estrangeiros em acordo contra facções, diz jornal
Proposta surge em negociação entre Lula e Trump e inclui plano para combater PCC e CV.
Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) avança agora 0,34%, aos 3.879,21 pontos, em nova máxima do dia
Volkswagen recupera 1º lugar em vendas na China, BYD cai para 4º lugar
Toyota também recuperou terreno, ultrapassando a campeã local de veículos elétricos BYD em meio à diminuição de subsídios para carros eletrificados.
Ibovespa diminui ainda mais o ritmo e sobe agora 0,35%, perdendo os 180 mil, aos 179.905,01 pontos
Vale (VALE3) passa a oscilar: agora, menos 0,05%, a R$ 79,20
Pezeshkian e Larijani estão entre os principais oficiais iranianos que participaram da manifestação do Dia de Al-Quds em Teerã
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, e Ali Larijani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, estavam entre os muitos altos funcionários iranianos que estiveram na marcha anual do Dia de Al-Quds. Outros funcionários importantes presentes incluíam o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, e o presidente do Supremo Tribunal, Gholam-Hossein Mohseni-Ejei, de acordo com imagens da mídia estatal. Suas aparições públicas ocorreram enquanto o chefe do Pentágono, Pete Hegseth, afirmava que os líderes iranianos haviam “se escondido”. O Dia de Al-Quds é uma data internacional anual para expressar apoio à Palestina e se opor à ocupação israelense dos territórios palestinos. Al-Quds é o nome árabe para Jerusalém. Uma pessoa morreu após múltiplas explosões serem ouvidas perto do local da marcha. (as informações são da Al Jazeera)
Ibovespa diminui ritmo de alta para mais 0,68%, aos 180.509,96 pontos, quase 500 pontos a menos do que a máxima do dia
Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) sobe agora 0,27%, aos 3.876,55 pontos, nova máxima do dia
EUA: ofertas de empregos JOLTs em janeiro ficam em 6,946 milhões, acima da expectativa de 6,760 milhões
Em dezembro, a leitura foi de 6,550 milhões (revisada de 6,542 milhões).
Governo manda postos exibirem queda de impostos no diesel após zerar PIS/Cofins
Medida provisória zera tarifas do combustível e cria imposto de exportação para compensar perda de arrecadação.
Japão se juntará ao projeto “Domo de Ouro” de Trump e espera pedidos de mísseis
O Japão informará os EUA na próxima semana que pretende aderir à iniciativa de defesa antimísseis chamada de “Domo de Ouro” e espera que Washington possa buscar sua ajuda com a produção de mísseis devido à guerra no Oriente Médio e outros conflitos, segundo duas fontes. A primeira-ministra Sanae Takaichi anunciará o plano mais recente quando se encontrar com o presidente dos EUA, Donald Trump, em Washington, em uma cúpula de líderes em 19 de março, disseram as fontes do governo japonês, solicitando anonimato devido à sensibilidade do assunto. O projeto Domo de Ouro de Trump, anunciado no ano passado com um cronograma ambicioso para 2028, prevê a expansão das defesas terrestres existentes, como mísseis interceptadores, com mais elementos experimentais baseados no espaço, destinados a detectar, rastrear e potencialmente combater ameaças recebidas da órbita. Mas o projeto teve pouco progresso visível até o momento. Os detalhes de como o Japão participará também não estão claros. O jornal Yomiuri, que noticiou pela primeira vez os planos do Japão na sexta-feira, disse que Tóquio espera que a iniciativa possa ser usada para defender o país contra as novas armas de planagem hipersônica que estão sendo desenvolvidas pela China e pela Rússia. Tóquio prevê que Trump possa solicitar que o Japão produza ou codesenvolva mísseis que possam ajudar a substituir os estoques de munições dos EUA esgotados pela guerra dos EUA e de Israel contra o Irã, bem como pelo apoio dos EUA à Ucrânia. O país ainda está considerando como responder a qualquer solicitação desse tipo, acrescentaram. (Reuters)
Índice de Small Caps (SMLL) sobe agora 1,67%, aos 2.391,92 pontos, nova máxima do dia
A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda manteve hoje sua projeção para o crescimento econômico em 2026 e previu uma inflação ligeiramente mais alta do que a projetada no mês passado, sob impacto do conflito no Irã. Relatório da SPE projetou a alta do PIB neste ano em 2,3%, mesmo nível estimado em fevereiro. A secretaria ainda estimou que o IPCA fechará 2026 em 3,7%, contra 3,6% previstos antes. “Destacam-se mudanças tanto na cotação do petróleo como na estimativa de câmbio médio para 2026. Essas mudanças alteraram as estimativas de inflação para 2026”, disse a SPE. (Reuters)
Guerra no Oriente Médio provoca alta de 8% no índice mundial de preços de contêineres
Segundo dados da consultoria internacional de supply chain Drewry o preço médio aumentou 8% na última semana, para US$ 2.123 por contêiner de 40 pés.
VIX: índice de volatilidade nos EUA despenca 6,23%, aos 25,59 pontos
Setor de serviços em janeiro parece ser uma devolução da queda de dezembro, mas não altera perspectivas, diz banco
“Apesar de ter surpreendido para cima, o resultado de hoje parece representar uma devolução da queda de dezembro – o mesmo comportamento foi exibido também pelas pesquisas da indústria (PIM) e do comércio (PMC) em janeiro”, resume o Bradesco. “De qualquer forma, a PMS não altera a nossa perspectiva de crescimento do PIB por volta de 1% neste trimestre”.
Investidores em Wall Street se debruçam sobre os dados do PIB e sobre a inflação PCE, dentro do esperado, mas ainda acima da meta do Federal Reserve. Ambos os dados, porém, não foram impactados pelo atual conflito no Oriente Médio. Os índices futuros dos EUA sobem com o alívio dos preços do petróleo, embora ainda em torno dos US$ 100. O recuo atual vem da liberação dos EUA sobre parceiros poderem comprar petróleo russo, que vinha com sanções desde que eclodiu a guerra na Ucrânia, há quatro anos. Chris Toomey, diretor da Morgan Stanley Private Wealth Management, resumiu o sentimento à CNBC: “a situação energética é o que mais nos preocupa”.
- Dow Jones: +0,67%
- S&P 500: +0,57%
- Nasdaq: +0,50%
Índice de Small Caps (SMLL) sobe agora 1,05%, aos 2.377,38 pontos, nova máxima do dia
Axia Energia (AXIA3 AXIA6): banco reduz preço-alvo para ambas as ações
O Bradesco BBI atualizou as estimativas para Axia Energia (AXIA3;AXIA6), e reitera recomendação de compra, estabelecendo um novo preço-alvo para o final de 2026 de R$ 72,00 para AXIA3, o que implica um potencial de valorização de 19%, de R$ 64,00 anteriormente; e de R$ 79,00 para AXIA6, o que implica um potencial de valorização de 20%, de R$ 70,00 anteriormente. “As ações superaram substancialmente o Ibovespa no ano fiscal de 2025 (+56%) e no acumulado do ano fiscal de 2026 (+9%), razão pela qual, mesmo após a revisão de nossos preços-alvo, o potencial de valorização pode parecer baixo. Contudo, a assimetria ainda é positiva para a história da ‘reprecificação’ da eletricidade de longo prazo”, explica.
Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) agora sobe 0,24%, aos 3.875,08 pontos, nova máxima do dia
Siderúrgicas mistas nesta manhã: CSNA3, -0,98%; GGBR4, +0,67%; GOAU4, +0,37%; USIM5, +0,62%
Petro juniores mistas nesta abertura: PRIO3 cai 0,59%, enquanto RECV3 e BRAV3 sobem 0,31% e 1,20%
Grandes bancos começam no positivo: BBAS3, +1,03%; BBDC4, +0,15%; ITUB4, +0,56%; SANB11, +0,39%
Aéreas começa a sexta-feira no alto: AZUL53 sobe 2,15% e GOLL54 avança 0,61%
Setor de serviços em janeiro: dados sugerem ritmo um pouco mais forte que o esperado, diz economista
Leonardo Costa, economista do ASA, entende que, “de forma geral, os dados de atividade doméstica surpreenderam marginalmente para cima no início de 2026, sugerindo um ritmo um pouco mais forte que o esperado”. Ainda assim, ele segue, “o resultado não altera o diagnóstico de desaceleração bastante gradual da economia, em um ambiente de juros elevados. O setor de serviços continua operando em ritmo moderado, com alguma volatilidade, mas sem mudanças abruptas de tendência”. Para o curto prazo, ele projeta um PIB do 1T26 mais forte, “em grande parte por fatores sazonais, sem alterar a leitura de desaceleração ao longo do ano”.
Setor de serviços em janeiro: alta concentrada em setores menos cíclicos, destaca economista
André Valério, economista-sênior do Inter, diz que o resultado apresenta uma compensação do resultado negativo de dezembro, de 0,2%. “Ainda assim, vemos a alta concentrada em setores menos cíclicos, como Outros Serviços e Serviços de Informação e Comunicação. Esse último, altamente influenciado pelos serviços de TI, que avançaram 3,4% em janeiro e tem sido o principal responsável pela robustez do setor de serviços, representando 44% do crescimento observado no acumulado dos últimos 12 meses. Por outro lado, serviços mais cíclicos recuaram no mês, como foi o caso de Serviços Prestados às Famílias, mais sensível à demanda, e os Serviços Profissionais, mais sensível às condições de oferta”, detalha. “Entretanto, o mês de janeiro é tipicamente negativo para os Serviços Prestados às Famílias, uma vez que é um mês que concentra muitos gastos extraordinários que pesam nos orçamentos domiciliares, diminuindo a demanda por consumo discricionário. De toda forma, o seguimento segue perdendo dinamismo, com o acumulado em 12 meses em 1%, o menor valor desde setembro de 2021”.
Macron: o compromisso por empréstimo de 90 bilhões de euros para Ucrânia será mantido
Macron: é estranho a Rússia pedir por cessar-fogo no Oriente Médio, quando obstinadamente nega um na Ucrânia
EUA: consumo pessoal real em janeiro sobe 0,1% em relação a dezembro, mesmo valor do mês anterior
EUA: renda pessoal em janeiro sobe 0,4% em relação a dezembro, abaixo da expectativa de mais 0,5%, mas acima do 0,3% anotado no mês anterior
Canadá: taxa de desemprego sobe para 6,7% em fevereiro, de 6,5% em janeiro
Janeiro também ficou com variação negativa, mas de menos 24,8 mil.
Em dezembro, na comparação com novembro, houve queda de 0,9% (revisada de menos 1,4%).
EUA: segunda preliminar do 4T25 do índice de preços do PIB sobe 3,8% em relação ao 3T25; de 3,7% do trimestre anterior
Em dezembro, na comparação com novembro, o núcleo teve alta menor, de 3,0%.
Em dezembro, na comparação com novembro, a alta foi de 0,4%.
EUA: PCE em janeiro sobe 2,8% em relação a janeiro de 2025, abaixo da expectativa de mais 2,9%
Em dezembro, na relação com novembro, a alta foi de 2,9%.
EUA: índice de preços de consumo pessoal (PCE) em janeiro sobe 0,3% em relação a dezembro, como esperado
Em dezembro, na relação com novembro, a alta foi de 0,4%.
EUA: segunda preliminar do PIB do 4T25 mostra expansão mais fraca, de 0,7% frente ao 3T25
No 3T25, frente ao 2T25, a expansão foi bem maior, de 4,4%.
Magazine Luiza (MGLU3): 4T25 não altera tendências, mas há novo ciclo pela frente, destaca o Morgan Stanley
Com um GMV (Volume Bruto de Mercadorias) de menos 1% ano a ano, impulsionado por lojas físicas com mais 9%, mas com queda de 5% no online, o Ebitda ajustado da Magazine Luiza (MGLU3) foi de menos 3% ano a ano, excluindo o reconhecimento de crédito tributário – ficando 3% abaixo da estimativa do Morgan Stanley. “Um corte na taxa de juros e um novo ciclo estratégico estão por vir; aguardando evidências de que as iniciativas se traduzam em crescimento lucrativo, mantemos nossa classificação underweight (relativo à venda)”, diz. O preço-alvo é de R$ 8.
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,985 | -0,010 |
| DI1F28 | 13,465 | -0,030 |
| DI1F29 | 13,495 | -0,030 |
| DI1F31 | 13,795 | -0,010 |
| DI1F32 | 13,880 | -0,005 |
| DI1F33 | 13,915 | -0,005 |
| DI1F34 | 13,905 | -0,010 |
| DI1F35 | 13,920 | 0,000 |
Chefe de segurança do Irã afirma que Trump “não entende” a nação iraniana.
Em entrevista à agência de notícias semioficial Fars, Larijani disse que “o problema de Trump é que ele não entende que a nação iraniana é forte, determinada e resiliente. Quanto mais pressão os EUA exercem, mais forte se torna a determinação do povo”. Ele também afirmou que um ataque a um local próximo à grande marcha do Dia de Al Quds em Teerã foi um sinal de “desespero e medo” por parte de Israel. “Alguém que seja verdadeiramente forte não bombardearia o meio de uma marcha. É evidente que eles ficaram sem opções”, disse ele. Israel ainda não se pronunciou sobre os ataques. (as informações são da CNN Internacional)
México: produção industrial em janeiro recua 1,1% em relação a dezembro, bem abaixo da expectativa estabilidade e dos mais 0,1% do mês anterior
México: produção industrial em janeiro recua 1,1% em relação a janeiro de 2025, bem abaixo da expectativa de alta de 1,7% e dos mais 2,4% do mês anterior
Ibovespa futuro (INDFUT) abre em alta de 0,24%, aos 181.640 pontos
Dólar futuro (DOLFUT) abre em queda de 0,46%, cotado aos 5.257,50 pontos
Em dezembro, na comparação com dezembro de 2024, houve alta de 3,4%.
Em dezembro, na comparação com novembro, houve recuo de 0,4%.
Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 46 dias diminuição dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 312 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta, exceto em feriados.
- Diesel A S10 (média nacional): -72%, ou -R$ 2,34 (ontem: -50%, ou -R$ 1,61)
- Gasolina A (média nacional): -43%, ou -R$ 1,10 (ontem: -29%, ou -R$ 0,72)
Kremlin: Rússia e EUA compartilham interesse em estabilizar mercados de energia
A Rússia vê a isenção das sanções ao seu petróleo pelos EUA como uma tentativa de Washington de estabilizar os mercados globais de energia, e os dois países têm um interesse comum nisso, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov. Os EUA emitiram uma isenção de 30 dias para que os países comprem o petróleo e os produtos petrolíferos russos sancionados que estão atualmente no mar, no que o secretário do Tesouro, Scott Bessent, disse ser uma medida para estabilizar os mercados globais agitados pela guerra do Irã. Sem volumes significativos de petróleo russo entrando no mercado, essa estabilização é impossível, afirmou Peskov. “Vemos ações dos EUA com o objetivo de tentar estabilizar os mercados de energia. Nesse aspecto, nossos interesses coincidem”, disse ele. A medida, a segunda reversão significativa das sanções dos EUA relacionadas à guerra da Ucrânia em pouco mais de uma semana, foi a mais recente tentativa do governo Donald Trump de domar os preços da energia depois que os ataques dos EUA e de Israel ao Irã paralisaram a navegação pelo Estreito de Ormuz. Peskov disse que havia um risco de que a crise energética global pudesse se agravar. “É claro que essas ações, até certo ponto, ajudarão a estabilizar esse mercado, porque sem volumes significativos de petróleo russo, a estabilização do mercado é impossível”, declarou. (Reuters)
Pesquisas não mostram um aumento significativo na popularidade de Netanyahu após os ataques israelenses ao Irã
A campanha militar contra o Irã não alterou significativamente o cenário político de Israel nem impulsionou de forma relevante as chances de reeleição do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, segundo uma série de pesquisas publicadas esta semana pela mídia israelense. Uma pesquisa do Canal 12, divulgada na noite de quinta-feira (12) , constatou que, se as eleições fossem realizadas hoje, o partido Likud de Netanyahu conquistaria 26 cadeiras – o mesmo resultado da pesquisa anterior do canal, realizada dois dias antes do início da guerra. O Likud ainda é o maior partido no Knesset, mas o bloco de direita da coalizão liderada por Netanyahu perdeu uma cadeira em comparação com as pesquisas pré-guerra e agora possui 51 cadeiras, ficando aquém da maioria de 61 cadeiras necessária para formar uma coalizão governista. O bloco de oposição ganhou uma cadeira em comparação com as pesquisas pré-guerra, mas ainda não consegue formar uma maioria governista sem o apoio dos partidos árabes. Tendências semelhantes surgiram em pesquisas publicadas pelo Maariv e pelo Canal 13, com a coalizão de Netanyahu alcançando apenas 50 ou 51 cadeiras em ambas. As pesquisas são semelhantes às realizadas após a guerra de 12 dias em junho. Netanyahu experimentou um aumento temporário de popularidade, mas as pesquisas sugerem que não houve mudanças no cenário político geral. Oficialmente, as eleições em Israel estão marcadas para outubro de 2026, embora Netanyahu possa convocá-las antes. (as informações são da CNN Internacional)
Trump diz que os EUA escoltariam petroleiros pelo Estreito de Ormuz se “fosse necessário”
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que seu país forneceria escolta militar para petroleiros que transitassem pelo Estreito de Ormuz, se necessário, embora tenha expressado esperança de que tal ação não fosse necessária. “Faríamos isso se precisássemos”, disse Trump em entrevista por telefone a Brian Kilmeade, da Fox News, quando questionado se as Forças Armadas dos EUA estavam preparadas para escoltar petroleiros pela hidrovia, que foi fechada em meio ao conflito com o Irã. “Mas, espero que tudo corra muito bem”, acrescentou Trump. “Vamos ver o que acontece”. Trump também disse que o Irã enfrentaria uma longa recuperação após as recentes ações militares. Trump afirmou que o país levará “anos para se reconstruir”, argumentando que os EUA já o “prejudicaram muito”. “Vamos atacá-los com muita força na próxima semana”, acrescentou o presidente, dessa vez sem mostrar que pretende encerrar a guerra. (as informações são da CNN Internacional)
Day Trade hoje: queda do Ibovespa reacende alerta e traders monitoram os minis
Confira os pontos de suporte e resistência do mini-índice e minidólar.
Os resultados do 4T25 da Hypera (HYPE3) foram neutros no geral, em linha com o esperado pelo Bradesco BBI em Ebitda e 7% acima em lucro líquido, devido aos resultados financeiros. O crescimento das vendas no varejo desacelerou para 7,4% ano a ano, contra 8,3% vistos no 3T25, 0,5 ponto percentual acima do mercado nas categorias em que a empresa atua, destaca a obanco. “Os principais impulsionadores continuam sendo gripe, dor, gastroenterologia, cardiologia e hidratação da pele, auxiliados por lançamentos recentes e iniciativas de vendas”, resume. “A margem Ebitda permaneceu estável em relação ao trimestre anterior (-0,5 ponto percentual) em 33,5%. A margem bruta melhorou 0,4 ponto percentual, mas foi compensada por despesas de marketing e comerciais. O ciclo de caixa permaneceu estável em relação ao trimestre anterior em 30% da receita. Em termos de dias, o recebível aumentou em três, para 61, mas foi mais do que compensado por estoques/fornecedores”. O BBI mantém classificação outperform com base na avaliação (8x P/L 2026) e na resiliência. O preço-alvo é R$ 28, com possível valorização de 31%.
Mercados da Europa operam sem direção definida e sem forças
As ações europeias ampliam suas quedas e se encaminhavam para uma segunda perda semanal consecutiva, já que a escalada do conflito no Oriente Médio e as preocupações com a inflação diminuem o apetite pelo risco. A guerra entre os EUA e Israel contra o Irã se aproximou da marca de duas semanas, com fortes trocas de ataques de drones e mísseis em toda a região. Os mercados estão se preparando para um conflito prolongado, com Trump intensificando a retórica contra o Irã e Teerã prometendo manter o Estreito de Ormuz fechado, alimentando as preocupações com a inflação impulsionada pela energia e levando os investidores a controlar as apostas de corte de taxas. Os mercados precificaram um aumento de um quarto de ponto na taxa de juros do Banco Central Europeu até o final do ano e veem quase 75% de chance de outro movimento de tamanho semelhante, de acordo com dados da LSEG. No início deste ano, os investidores esperavam taxas mais baixas, já que os formuladores de políticas monetárias europeus estavam preocupados com o fato de a inflação na região estar abaixo da meta do BCE.(Reuters)
- STOXX 600: +0,03%
- DAX (Alemanha): -0,01%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,07%
- CAC 40 (França): -0,12%
- FTSE MIB (Itália): +0,17%
- IBEX 35 (Espanha): +0,19%
Copasa (CSMG3) anuncia R$ 117,6 milhões em proventos; veja quem tem direito
O pagamento será efetuado no dia 11 de maio de 2026.
Conselho da Neoenergia (NEOE3) emite parecer favorável à OPA para fechamento de capital
Operação prevê a aquisição dos 16,2% remanescentes ao preço de R$ 32,50 por ação.
Mercados da Ásia fecham dia no negativo
As ações da China continental e de Hong Kong caíram nesta sexta-feira, acompanhando a queda geral de seus pares regionais, já que a guerra no Oriente Médio se aproximou da marca de duas semanas sem perspectiva de fim. Os investidores estão se preparando para um conflito prolongado e para o aumento dos preços do petróleo, já que o Irã intensificou os ataques em todo o Oriente Médio depois que seu novo líder supremo, Mojtaba Khamenei, prometeu manter fechada a rota de navegação do Estreito de Ormuz. “Essa é mais uma evidência de que as ações chinesas oferecem uma opção viável de diversificação para os investidores globais”, disse James Wang, chefe de estratégia para a China do UBS Investment Bank Research. (Reuters)
- Shanghai SE (China), -0,81%
- Nikkei (Japão): -1,40%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -0,98%
- Nifty 50 (Índia): -2,06%
- ASX 200 (Austrália): -0,14%
Futuros do petróleo voltam a recuar, mas seguem em torno dos US$ 100
Os preços do petróleo recuam com a liberação dos EUA para a compra de petróleo russo por parceiros, flexibilizando as sanções. Mas as preocupações continuam. Emmanuel Cau, do Barclays, afirmou que os investidores estão ficando cada vez mais nervosos após inicialmente precificarem um conflito de curta duração. “Os investidores ainda acreditam na estratégia de Trump, por isso as ações globais não caíram tanto quanto em choques petrolíferos anteriores. Mas o nervosismo aumenta a cada dia e, quanto mais tempo o Estreito de Ormuz permanecer fechado, mais estagflacionários os mercados se tornarão. Fiquem de olho nos bancos centrais na próxima semana, em meio a uma reajuste agressivo das taxas de juros”, ele disse à CNBC.
- WTI (para abril): -1,69%, a US$ 94,11
- Brent (para maio): -0,93%, a US$ 99,53
EUA: índices futuros apresentam altas
Os índices futuros dos EUA sobem com a expectativa dos dados de inflação PCE, o indicador de preços preferido pelo Federal Reserve para fins de política monetária. A divulgação acontece em instantes, às 9h30, Horário de Brasília. Além disso, os preços do petróleo aliviaram um pouco, embora ainda em torno dos US$ 100. O recuo atual vem da liberação dos EUA sobre parceiros poderem comprar petróleo russo, que vinha com sanções desde que eclodiu a guerra na Ucrânia, há quatro anos. Chris Toomey, diretor da Morgan Stanley Private Wealth Management, resumiu o sentimento à CNBC: “a situação energética é o que mais nos preocupa”.
- Dow Jones Futuro: +0,34%
- S&P 500 Futuro: +0,31%
- Nasdaq Futuro: +0,29%
EUA abrem investigação contra 60 países sobre trabalho forçado, incluindo Brasil
Além do Brasil, a lista inclui alguns dos principais parceiros comerciais e aliados dos EUA, como Canadá, União Europeia, Reino Unido e Israel; China e a Rússia também estão.
Abertura dos mercados
A sexta-feira começa com o petróleo novamente rondando os US$ 100, mas apontando para baixo, conforme a guerra no Irã não dá tréguas de amenizar. O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que o seu exército tem “munição e tempo de sobra” para fazer o serviço no Oriente Médio. Os preços moderaram um pouco nesta sexta-feira depois que os EUA emitiram uma licença de 30 dias permitindo que países comprem petróleo e derivados russos sancionados que estavam retidos no mar. O Ministério da Fazenda divulga hoje a grade de parâmetros de março e estimativas preliminares dos impactos na economia brasileira do conflito no Oriente Médio, que alimentou temores de inflação em todo o mundo e afetou a perspectiva para as taxas de juros globais. Participam do anúncio da Fazenda, às 10h30, o secretário de Política Econômica, Guilherme Mello, a subsecretária de Política Fiscal, Débora Freire, e a subsecretária de Política Macroeconômica, Raquel Nadal. Enquanto isso, o dólar se tornou o porto seguro preferido durante a turbulência, pressionando a maior parte das outras moedas. Ainda há no radar a inflação PCE, de consumo pessoal, que os EUA divulgam às 9h30, Horário de Brasília. O indicador é o preferido do Federal Reserve para fins de política monetária. O PIB do 4T25 também tem a segunda estimativa divulgada nos EUA, no mesmo horário. Além disso, os investidores se debruçam sobre mais resultados trimestrais no Brasil, como de Magazine Luiza (MGLU3). (com Reuters)
Investidores em Wall Street se desanimaram com as notícias vindas da guerra com o Irã. O dia começou e terminou com o petróleo acima dos US$ 100 e com o governo dos EUA admitindo que ainda não é possível militarmente tomar o controle do Estreito de Ormuz, enquanto o Irã segue dominando a região. “A estratégia do Irã de semear o caos econômico no Golfo está funcionando, com petroleiros sendo atacados e o Estreito de Ormuz permanecendo fechado, elevando o preço do Brent para US$ 100”, disse Adam Crisafulli, da Vital Knowledge, em um relatório republicado pela CNBC. “Os EUA e Israel têm domínio militar e os programas nucleares e de mísseis do Irã podem estar enfraquecidos, mas o governo linha-dura de Teerã está firmemente entrincheirado, e seu plano agora parece ser usar o petróleo para pressionar Trump ainda mais a tomar medidas drásticas”.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -1,56 | 46.677,85 |
| S&P 500 | -1,52 | 6.676,58 |
| Nasdaq | -1,78 | 22.311,98 |
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,995 | 0,285 |
| DI1F28 | 13,495 | 0,320 |
| DI1F29 | 13,525 | 0,325 |
| DI1F31 | 13,805 | 0,310 |
| DI1F32 | 13,885 | 0,300 |
| DI1F33 | 13,920 | 0,280 |
| DI1F34 | 13,915 | 0,250 |
| DI1F35 | 13,920 | 0,260 |
O dólar comercial teve a segunda alta seguida diante do real. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,49%, aos 99,72 pontos.
- Venda: R$ 5,242
- Compra: R$ 5,242
- Mínima: R$ 5,157
- Máxima: R$ 5,250
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| YDUQ3 | -14,83 | 10,28 |
| CSNA3 | -14,45 | 6,10 |
| EMBJ3 | -11,01 | 74,73 |
| PCAR3 | -8,15 | 2,48 |
| VBBR3 | -7,48 | 29,18 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| SLCE3 | 4,34 | 17,56 |
| MBRF3 | 3,16 | 16,99 |
| PETR3 | 1,45 | 49,65 |
| BRKM5 | 1,33 | 12,20 |
| PETR4 | 0,45 | 45,00 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 111.673 | 0,45 |
| PRIO3 | 98.687 | 0,25 |
| VALE3 | 53.795 | -0,76 |
| BBAS3 | 48.316 | -4,38 |
| CSAN3 | 44.840 | -5,53 |
- Máxima: 183.991,88
- Mínima: 178.494,99
- Diferença para a abertura: +4.684,86 pontos
- Volume: R$ 35,70 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (9): +0,86%
- Terça-feira (10): +1,40%
- Quarta-feira (11): +0,28%
- Quinta-feira (12): -2,55%
- Semana: -0,04%
- Março: -5,03%
- 1T26: +11,27%
- 2026: +12,27%
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