Não bastou passar de 167 mil: o Ibovespa desembestou a subir e ultrapassou barreiras inéditas dos 168 mil, 169 mil, 170 mil e 171 mil! Tudo isso hoje. Tudo isso em uma sessão. Tudo isso por um discurso – o de Donald Trump, presidente dos EUA, em Davos, na Suíça. O Ibovespa terminou com alta de 3,33%, aos 171.816,67 pontos, um ganho arrebatador de 5.339,77 pontos. Inacreditável!
Eis os recordes de hoje: maior patamar de fechamento da história, a primeira vez acima de 171 mil; o maior nível já alcançado pelo índice em todos os tempos, com 171.969,01 pontos na máxima do dia; maior alta em uma única sessão desde os 4,29% de 11 de abril de 2023.
O real também aproveitou o momento e fez o dólar comercial cair 1,13%, a R$ 5,320. Os DIs (juros futuros) desceram por toda a curva – e desceram com amplitude.
Trump fala em Davos
O foco todo estava no discurso de Donald Trump, no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça. Pela reação do mercado, parece que o presidente dos EUA foi um doce e agradou a todos. Não, pelo contrário. É que o mercado é pragmático e, de todos os impropérios mal-educados que o líder norte-americano falou sobre a Europa, seus aliados, imigrantes, energia limpa, de todos os dados distorcidos e não verdadeiros, o que se pinçou foi uma frase que acalmou a todos: o uso militar sobre a Groenlândia não está sobre a mesa; Trump nem pensa nisso – pelo menos é o que ele externou, pelo menos por enquanto.
Um pouco mais adiante, depois de encerrado o discurso, ele disse ter um “desenho” de acordo sobre a Groenlândia com a Otan e acabou recuando nas tarifas que havia anunciado para ameaçar os parceiros europeus por causa da ilha dinamarquesa e que iriam entrar em vigor já em 1º de fevereiro.
Trump venceu novamente. Conseguiu forçar um acordo sobre algo que não era uma questão para ninguém, mas que seu governo tomou como prioridade. A Europa caiu de joelhos. O ministro das Relações Exteriores da Dinamarca, Lars Lokke Rasmussen, afirmou que é “positivo” que Trump tenha declarado que deseja evitar o uso da força militar na Groenlândia, mas que isso não resolve a crise.
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O mandatário norte-americano zombou de todos: falou mal da Suíça, disse que os países ali em Davos, que estavam na plateia, não existiriam se não fossem os EUA, fez troça de Emmanuel Macron, presidente da França, afirmou que os EUA ganharam sozinhos a Segunda Guerra ou “todos ali estariam falando alemão ou talvez japonês” – sendo que uma parte da Suíça de fato fala alemão –, chamou a Suíça, anfitriã do Fórum, de “pequeno país”, entre outras coisas de fazer corar até o menos diplomático dos diplomatas presentes. Ele não liga – e deu certo.
Europa tenta responder e NY sobe
Ou mais ou menos. Enquanto falava, o Parlamento Europeu suspendeu o acordo com os EUA feito há pouco menos de dez meses, por ocasião das primeiras tarifas anunciadas. Os líderes europeus prometem peitar à altura, pelo menos comercialmente, a lábia desenfreada – e pouco educada – de Trump.
O mercado financeiro gostou do recuo na ação militar e nas tarifas de Trump em relação à Europa, e as ações em Nova York, que vinham com altas tímidas, dispararam. Os investidores não querem palavras educadas, querem só previsibilidade e nenhum ruído – algo que Trump não tem entregado exatamente. Já as bolsas europeias, que fecharam antes do recuo das tarifas ser anunciado, encerraram o dia mistas e sem força. O ouro, mais uma vez, fechou em alta.
Ucrânia e China
Trump fez tudo isso em poucas horas e ainda teve mais assunto em sua metralhadora verbal giratória. Disse que o acordo para o fim da guerra na Ucrânia “está próximo” – mas ele já falou isso outras tantas vezes. Falou sobre a economia de seu país, sobre o ex-presidente Joe Biden, seu assunto preferido, sobre Rússia, Gaza, Canadá, China e por aí vai.
A China mantém a liturgia diplomática, pelo menos para a plateia geral, e rejeitou a especulação de que competiria por influência no Ocidente, justamente no momento em que a tentativa dos EUA de assumir o controle da Groenlândia ameaça remodelar a dinâmica de poder de uma aliança de segurança transatlântica de décadas. Os chineses optaram pela distância.
Cenário doméstico
Ainda sobrou espaço para o noticiário doméstico, por incrível que pareça. Em nova rodada da pesquisa AtlasIntel, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apareceu novamente liderando todos os cenários, mas com uma vantagem menor sobre Flávio Bolsonaro, que volta a mostrar competitividade após sondagem da Quaest mostrar retrato similar. Essa diminuição da vantagem de Lula animou os mercados.
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Com isso, e mais o movimento de rotação estrangeira para mercados como o Brasil, o Ibovespa agradeceu e entregou fortes ganhos.
Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, disse que “a alta reflete a continuidade do forte fluxo estrangeiro para a Bolsa brasileira, em meio a uma rotação global para mercados emergentes, favorecida pelo alívio geopolítico após declarações mais moderadas de Donald Trump em Davos. No plano doméstico, pesquisas eleitorais indicando avanço nas pesquisas do candidato da oposição também ajudaram a melhorar a percepção de risco local, consolidando um pregão de bolsa em patamar recorde, dólar em menor nível no ano e forte movimento de queda dos juros futuros”.
Vale, Petrobras e bancos disparam
O especialista resumiu muito bem o que se passou em São Paulo hoje, mas os números são mais contundentes.
A Vale (VALE3) subiu incríveis 3,02%, em dia de forte capitalização. Segundo o analista Einar Rivero, citando levantamento da Elos Ayta, “o desempenho das ações da Vale chama atenção não apenas pela liderança isolada (no volume de negociação), mas também pelo caráter histórico. O volume médio diário parcial de janeiro de 2026 representa o maior nível de negociação do papel desde dezembro de 2022, quando a ação movimentou R$ 2,56 bilhões por dia. O dado reforça a relevância da mineradora como principal vetor de liquidez individual”.
O levantamento, com base no volume financeiro médio diário mensal até o dia 20 de janeiro, mostra que a Vale lidera com ampla vantagem, ao movimentar R$ 2,32 bilhões por dia.
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Mas, como apenas a TIM (TIMS3) recuou nesta sessão, com 1,11%, por rebaixamento da ação por parte de analistas, vale destacar as altas que mais impressionaram: Petrobras (PETR4) ganhou 3,53%, assim como os bancos avançaram todos acima de 2%, com Itaú Unibanco (ITUB4) registrando valorização de 4,38%.
Os varejistas não ficaram atrás: C&A (CEAB3) disparou amplos 7,93%, com Lojas Renner (LREN3) ganhando 6,39%.
O JPMorgan avalia que o Brasil está bem posicionado para se beneficiar do movimento global de alocação em mercados emergentes, em um cenário de retomada de fluxos para a classe de ativos no início de 2026, e listou cinco razões pelas quais enxerga espaço para estar ainda mais otimista com a Bolsa nacional. O fiscal ainda é um problema, segundo a XP, e a questão precisa ser abordada.
A quinta-feira terá um retorno de foco aos indicadores econômicos, já que os EUA divulgam o PIB do 3T25 e a inflação PCE, de consumo pessoal e referente a novembro, o índice preferido do Federal Reserve para fins de política monetária. Se Donald Trump não tomar o protagonismo novamente, as atenções cairão nesses números. Mas, sabe-se, com Trump tudo pode acontecer. (Fernando Augusto Lopes)
Confira as últimas dos mercados
Encerramos nossa cobertura dos Mercados Ao Vivo
Ibovespa: VALE3 é disparada a ação mais negociada do dia; confira
| Negócios | Dia (%) | |
| VALE3 | 117.307 | 3,02 |
| PETR4 | 84.357 | 3,53 |
| B3SA3 | 68.281 | 5,66 |
| BBDC4 | 58.166 | 3,08 |
| ITUB4 | 54.929 | 4,38 |
Ibovespa: COGN3 é a maior alta do dia; veja a lista
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| COGN3 | 10,96 | 4,05 |
| YDUQ3 | 8,91 | 13,08 |
| CEAB3 | 7,93 | 10,89 |
| VAMO3 | 7,49 | 3,73 |
| LREN3 | 6,39 | 14,49 |
- Máxima: 171.969,01 (máxima histórica)
- Mínima: 166.277,91
- Diferença para a abertura: +5.539,77 pontos
- Volume: R$ 43,10 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (19): +0,03%
- Terça-feira (20): +0,87%
- Quarta-feira (21): +3,33%
- Semana: +4,26%
- Janeiro: +6,64%
- 1T26: +6,64%
- 2026: +6,64%
Investidores em Wall Street se animaram após o presidente dos EUA, Donald Trump, falar em Davos, na Suíça, que não pretende usar a força na Groenlândia e que chegou a um acordo com a OTAN para a ilha, o que o fez recuar com relação às tarifas que havia anunciado contra a Europa e que iriam entrar em vigor dia 1º de fevereiro. “Trump é tão imprevisível e muda de direção tão rapidamente. O mercado de ações já não presume que suas declarações serão cumpridas”, disse à CNBC Jed Ellerbroek, gestor de portfólio da Argent Capital Management. “A disputa com a Europa sobre a Groenlândia teria derrubado o mercado de ações muito mais do que os 2% de ontem se os investidores realmente acreditassem que se tratava de uma grande ruptura geopolítica”, seguiu. Mesmo assim, os mercados seguem o fluxo e reagem aos acontecimentos ditados por Trump.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | 1,23 | 49.086,22 |
| S&P 500 | 1,16 | 6.875,62 |
| Nasdaq | 1,18 | 23.224,82 |
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,725 | -0,085 |
| DI1F28 | 13,075 | -0,155 |
| DI1F29 | 13,120 | -0,160 |
| DI1F31 | 13,455 | -0,155 |
| DI1F32 | 13,575 | -0,155 |
| DI1F33 | 13,650 | -0,150 |
| DI1F35 | 13,705 | -0,135 |
Nos minutos finais, Ibovespa bate nova máxima histórica: mais 3,40%, aos 191.928,52 pontos
Escalada histórica! Ibovespa agora sobe 3,39%, renovando recorde aos 171.906 pontos
NOVA MÁXIMA! Ibovespa agora tem mais 3,38%, renovando recorde aos 171.891 pontos
Grandes bancos aproveitam bom momento: ITUB4, 4,53%; BBAS3, +4,32%; BBDC4, 2,82%; SANB11, +2,27%
Vale (VALE3) avança 3,20%, a R$ 82,65
Mais um recorde! Ibovespa renova máxima histórica ao subir 3,33%, aos 171.809 pontos
NOVO RECORDE! Ibovespa agora tem mais 3,29%, aos 171.755 pontos
BHIA3 supera máxima do dia e sobe 4,91%
O dólar comercial volta a cair diante do real, depois da alta da véspera. O movimento vai na direção contrária da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,16%, aos 98,80 pontos.
- Venda: R$ 5,320
- Compra: R$ 5,319
- Mínima: R$ 5,316
- Máxima: R$ 5,373
Hapvida (HAPV3) bate máxima do dia avançando 5,37%
Ibovespa agora ganha 3,25%, aos 171.680 pontos, em novo recorde histórico
NOVO RECORDE! Ibovespa agora tem mais 3,19%, aos 171.574 pontos
NOVA MÁXIMA HISTÓRICA! Ibovespa agora avança 3,02%, aos 171.299,17 pontos, maior nível de todos os tempos
CVC (CVCB3) destoa em dia positivo para bolsa e cai 0,42%
PASSOU DOS 171 MIL! Ibovespa ultrapassa mais uma barreira e vai aos 171.274,77 pontos, maior patamar da história
Principais índices em Nova York aceleram após Trump recuar das tarifas que ameaçou impor à Europa; confira o cenário
- Dow Jones: +1,46% (30 minutos atrás: +0,51%)
- S&P 500: +1,35% (30 minutos atrás: +0,44%)
- Nasdaq: +1,36% (30 minutos atrás: +0,26%)
Trump: por conta desse futuro acordo, não vou mais impor tarifas à Europa que iriam entrar em vigor dia 1º de fevereiro
Ibovespa: VALE3 é a ação mais negociada do dia até aqui; confira a lista
| Negócios | Dia (%) | |
| VALE3 | 91.265 | 2,24 |
| PETR4 | 66.501 | 3,31 |
| B3SA3 | 46.972 | 4,64 |
| BBDC4 | 39.953 | 2,30 |
| ITUB4 | 38.778 | 3,31 |
Trump diz que acordo para fim da guerra na Ucrânia está ‘razoavelmente próximo’
O presidente dos EUA disse que se reunirá com Zelenskiy na Suíça e que o ucraniano e Putin podem chegar a um acordo.
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- Dow Jones: +0,51%
- S&P 500: +0,44%
- Nasdaq: +0,26%
Varejistas aceleram: AMER3, +2,37%; AZZA3, +2,88%; AUAU3, +4,13%; BHIA3, +4,21%; CEAB3, +7,43%; LREN3, +4,85%; MGLU3, +3,69%; VIVA3, +2,37%
NOVA MÁXIMA HISTÓRICA! Ibovespa agora ganha 2,75%, aos 170.855,92 pontos, maior nível de todos os tempos
PARA O ALTO E AVANTE! Ibovespa agora sobe 2,73%, aos 170.808,92 pontos, maior nível de todos os tempos
Índice de Small Caps (SMLL) sobe agora 2,59%, aos 2.379,30 pontos, nova máxima do dia
Ibovespa agora ganha 2,56%, aos 170.536,35 pontos, em novo recorde histórico
NOVO RECORDE! Ibovespa agora tem mais 2,54%, aos 170.474,44 pontos
Ibovespa renova máxima histórica ao subir 2,53%, aos 170.472,53 pontos
Trump para o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte: espero que seja verdade que a OTAN defenderia os EUA se necessário
Trump para o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte: OTAN deve querer segurança para todos
Trump para o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte: Groenlândia poderia ter um preço que fosse razoável
Os dois se encontram nesse momento em Davos, Suíça.
Índice de Small Caps (SMLL) sobe agora 2,47%, aos 2.376,52 pontos, nova máxima do dia
B3 (B3SA3) avança 4,57%, a R$ 15,35, máxima do dia
Brasil tem fluxo positivo de US$ 1,544 bilhão no ano, puxado por entradas financeiras
O Brasil registrou fluxo cambial total positivo de US$ 1,544 bilhão em janeiro até o dia 16, em movimento puxado pela via financeira, que acumula entradas líquidas de quase US$ 3 bilhões este ano, informou o Banco Central. Os dados mais recentes são preliminares e fazem parte das estatísticas referentes ao câmbio contratado. Pelo canal financeiro, houve entradas líquidas de US$ 2,939 bilhões em janeiro até o dia 16. Por este canal são realizados os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, as remessas de lucro e o pagamento de juros, entre outras operações. Pelo canal comercial, que contabiliza exportações e importações, o saldo de janeiro até o dia 16 foi negativo em US$ 1,395 bilhão. Na semana passada, de 12 a 16 de janeiro, o fluxo cambial total foi positivo em US$ 2,215 bilhões, sendo que a via financeira foi o destaque, com entrada líquida de US$ 2,524 bilhões. Somente na última sexta-feira, dia 16, entraram no país pelo canal financeiro US$ 1,674 bilhão. Este movimento ocorre em meio a relatos no mercado, nos últimos dias, de forte fluxo de investimentos para o Brasil, em especial para a Bolsa, que segue sendo considerada atrativa pelos investidores estrangeiros. Na semana passada, a via comercial registrou saída líquida de US$ 309 milhões. (Reuters)
Vale (VALE3) ainda acima de 2%: mais 2,04%, a R$ 81,73
Ações de saneamento no azul: CSMG3, +2,02%; SAPR11, +2,41%; SBSP3, +1,74%
Bitcoin Futuro (BITFUT) recua 2,89%, aos 469.260,00
Ibovespa: apenas três ativos caem: TIMS3, EMBJ3 e IRBR3
Ibovespa desacelera levemente o ainda forte ritmo de alta e perde os 170 mil: mais 2,18%, aos 169.902,32 pontos
Ibovespa passou hoje pela primeira vez na história dos 170 mil, depois de ter ultrapassado pela primeira vez dos 160 mil apenas um mês e meio antes, em 2 de dezembro passado
Ibovespa Futuro (INDFUT) sobe 2,38%, aos 171.695 pontos
Por que a MRV (MRVE3) se tornou referência quando o assunto é casa própria no Brasil
Maior construtora da América Latina conecta moradia, propósito e entretenimento para ampliar o acesso ao lar.
A mínima do dia está em R$ 5,319, enquanto a máxima foi a R$ 5,373.
Futuros de gás natural disparam 20,73% na NYMEX; contratos são para fevereiro
Índice Small Caps avança 2,03%, aos 2.366,11 pontos; maiores ganhos são de ANIM3 (+10,26%) e SIMH3 (+9,18%)
Ibovespa mantém os 170 mil pontos; agora sobe 2,29%, aos 170.083,28 pontos
Executivos da Netflix se viram em uma posição incomum após o último relatório de resultados da empresa: em desvantagem. A decisão da pioneira do streaming de investir quase US$ 83 bilhões nos ativos da Warner Bros. representa um afastamento significativo do mantra de longa data da empresa: construir, não comprar. Os investidores ainda não estão convencidos. As ações já estavam sob pressão mesmo antes da Netflix fazer uma oferta pelos estúdios e ativos de streaming da Warner Bros Discovery. Os papéis, que perderam mais de 15% desde que a Netflix fez sua primeira oferta em 5 de dezembro, caíram quase 4% no início do pregão de quarta-feira, enquanto os co-presidentes Ted Sarandos e Greg Peters se viram obrigados a explicar sua estratégia agressiva que os forçou a suspender a recompra de ações. (Reuters)
Arábia Saudita, Turquia, Egito, Jordânia, Indonésia, Paquistão e Catar anunciam que aceitam o convite de Trump para seu Conselho da Paz
A jornalistas, Trump reafirma que “força militar não está na mesa no caso da Groenlândia, não será necessário”
Mercado de FIIs bate recorde e se aproxima de três milhões de investidores
Mesmo com um ano de aperto monetário, fundos imobiliários mantêm crescimento de investidores e liquidez em 2025.
FGC diz que valor estimado para pagamento após liquidação da Will Financeira é de aproximadamente R$ 6,3 bilhões
NOVO RECORDE: Ibovespa sobe 2,33%, aos 170.149,66 pontos
Fluxo estrangeiro empurra bolsa e Ibovespa atinge os 170 mil pontos; dólar cai 1%
O forte fluxo de investimentos estrangeiros em direção à bolsa brasileira, pelo segundo dia consecutivo, fez o Ibovespa renovar seu recorde histórico nesta quarta-feira passando dos 170 mil pontos, pesando sobre as cotações do dólar ante o real. As blue chips Vale e Petrobras registram altas firmes, assim como as ações de bancos — que estão entre as preferidas dos estrangeiros. Este movimento é corroborado neste início de tarde por Wall Street, onde os índices de ações também sobem após o forte recuo da véspera, na esteira de declarações dadas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, em Davos, na Suíça. Apesar de reforçar a intenção de controlar a Groenlândia, Trump descartou o uso da força para isso. No câmbio, o fluxo de recursos para a bolsa favorecia a queda próxima de 1% do dólar ante o real, assim como o recuo da moeda norte-americana ante outras divisas de emergentes no exterior. Neste contexto, a curva de juros brasileira também cedia. (Reuters)
NOVO RECORDE: Ibovespa avança 2,29%, aos 170.076,69 pontos
Will Bank: liquidação pode fazer pagamento do FGC no caso Master atingir R$ 47 bi
O Will Bank foi poupado em novembro, quando o BC decretou que a liquidação extrajudicial do Banco Master, seu controlador.
NOVO PATAMAR HISTÓRICO! Ibovespa dispara mais de 2% e chega pela primeira vez aos 170 mil pontos
Bolsa brasileira sobe hoje quase 4 mil pontos. Na abertura, estava em 166.277,91 pontos. E agora, na máxima, está aos 170.047,00, com alta de +2,26.
| COMPRA | VENDA | |
| Ontem | 5,3784 | 5,3790 |
| 1ª parcial | 5,3475 | 5,3481 |
| 2ª parcial | 5,3466 | 5,3473 |
| 3ª parcial | 5,3272 | 5,3278 |
| 4ª parcial | 5,3234 | 5,3240 |
Ações de Petrobras continuam a renovar máximas; PETR4 sobe 3,28% e PETR3 avança 4,60%
NOVA MÁXIMA: Ibovespa avança 2,19%, aos 169.912,28 pontos
RECORDE RENOVADO: Ibovespa sobe 2,18%, aos 169.895,08 pontos
Ações de Petrobras disparam; PETR3 avança 4,30% e PETR4 ganha 2,95%
Cogna (COGN3), TIM (TIMS3), Bradespar (BRAP4), Embraer (EMBR3) e Vale (VALE3) figuram entre os principais vetores de alta do Ibovespa
O Ibovespa atingiu um novo recorde histórico de pontuação em janeiro de 2026, impulsionado por um grupo concentrado de ações que lideram os ganhos no início do ano. De acordo com levantamento da Elos Ayta, com base na rentabilidade acumulada até 20 de janeiro, papéis como Cogna (COGN3), TIM (TIMS3), Bradespar (BRAP4), Embraer (EMBR3) e Vale (VALE3) figuram entre os principais vetores de alta do índice, com valorização expressiva no curto período. “O desempenho dessas ações ajuda a explicar o avanço do Ibovespa mesmo em um cenário ainda marcado por seletividade dos investidores”, afirma. Entre as 20 ações com melhor desempenho em 2026, três se destacam por terem atingido máximas históricas nos últimos pregões: Bradespar (BRAP4) e Vale (VALE3), ambas do setor de minerais metálicos, além da Embraer (EMBR3), do segmento de material aeronáutico e de defesa. O movimento sugere uma combinação de fatores estruturais, como expectativas positivas para commodities e exportações, além de reprecificação de empresas com geração de caixa mais resiliente e exposição ao mercado internacional. A análise setorial revela uma presença relevante de empresas ligadas a commodities e infraestrutura, com destaque para minerais metálicos, exploração e refino de petróleo, siderurgia e bancos, que juntos concentram parte significativa das ações líderes de rentabilidade no ano.
Ibovespa mantém alta de 2,04%, aos 169.662,97 pontos
Ações de Petrobras disparam; PETR4 sobe 2,51% e PETR3 ganha 3,69%
Marcio Riauba, head da Mesa de Operações da StoneX Banco de Câmbio, destacou que, durante seu discurso, Trump voltou a defender a aquisição da Groelândia, classificando o território como um ativo estratégico para a segurança ncional americana. “Além disso, reforçou ameaças de impor tarifas adicionais a países europeus que se opõem à iniciativa, sinalizando que as alíquotas podem subir de 10% já a partir de fevereiro e chegar a 25% ao longo do ano caso não haja acordo. A retórica elevou a aversão ao risco e desencadeou um movimento de investidores reduzindo exposições a ativos norte-americano, elevando o preço do Ouro, considerado ativo de fuga e seguro contra os momentos de incertezas. No câmbio, o DXY registrou queda enquanto moedas europeias se beneficiaram do enfraquecimento do dólar. Em síntese, a percepção de que os EUA voltam a adotar uma postura mais arisca contra aliados, aumenta o prêmio de risco dos ativos americanos, pressionando o câmbio no curto prazo”, afirma.
Companhias de educação lideram ganhos do Ibovespa; COGN3 sobe 8,22% e YDUQ3 avança 6,33%
Ibovespa futuro avança 1,97%, aos 171.005 pontos
Brasil se mantém no “fio da navalha” fiscal em 2026, diz economista da XP Asset
Brasil começa ano com mercado de trabalho apertado e salários em aceleração, o que pressiona a inflação e dificulta seu controle do Banco Central (BC).
Ifix, índice de fundos imobiliários, sobe 0,08%, aos 3.813,72 pontos
CEO da Nvidia diz que boom da IA criará mais empregos para encanadores e eletricistas
Segundo Jensen Huang, construção de data centers deve gerar salários altos para profissionais vocacionais, enquanto automação avança sobre programadores juniores e outras funções de entrada.
Ibovespa sobe 2%, aos 169.602,37 pontos; na máxima, chegou aos 169.875,08 pontos
Ibovespa: COGN3 é a maior alta do dia; confira
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| COGN3 | 7,95 | 3,94 |
| CEAB3 | 6,24 | 10,72 |
| YDUQ3 | 6,08 | 12,74 |
| BEEF3 | 4,23 | 5,91 |
| CSAN3 | 4,17 | 5,25 |
Ações de Petrobras renovam máximas; PETR3 sobe 3,25% e PETR4 avança 2,48%
Ibovespa: TIMS3 é a maior baixa do dia até aqui; veja
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| TIMS3 | -1,36 | 23,92 |
| SMTO3 | -0,85 | 16,36 |
| GOAU4 | -0,82 | 9,63 |
| CXSE3 | -0,43 | 16,32 |
| GGBR4 | -0,23 | 22,15 |
Starmer acusa Trump de “pressioná-lo” para mudar sua posição sobre a Groenlândia: “Reino Unido não cederá”
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, acusou o presidente dos EUA, Donald Trump, de criticar o acordo sobre as Ilhas Chagos para “pressioná-lo” a mudar sua posição sobre o futuro da Groenlândia. Durante a sessão semanal de perguntas na Câmara dos Comuns, Starmer afirmou que “não cederá” a Trump e que defenderá a posição do Reino Unido de que a ilha ártica pertence aos seus habitantes e ao Reino da Dinamarca. O líder trabalhista, que sempre manteve uma postura conciliatória em relação a Trump e evitou criticá-lo, também informou que receberá a primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, em Londres amanhã, enquanto o presidente americano permanece inflexível em suas intenções de controlar a Groenlândia “a qualquer custo”. “O Reino Unido não cederá” à pressão de Trump, disse Starmer. “Não cederei. O Reino Unido não abrirá mão de nossos princípios e valores sobre o futuro da Groenlândia sob ameaças de tarifas, e essa é a minha posição inequívoca”, afirmou, em um tom nunca antes usado para se referir a Trump. “Deixei clara a minha posição sobre nossos princípios e valores. O primeiro é que o futuro da Groenlândia pertence somente ao povo groenlandês e ao Reino da Dinamarca. O segundo é que as ameaças de tarifas para pressionar aliados são completamente erradas”, insistiu. (Reuters)
Amorim diz que tarifaço foi subestimado e vê risco estrutural ao comércio global
Em entrevista ao UOL News, assessor de Lula afirma que ofensiva tarifária dos EUA ameaça o multilateralismo, amplia a instabilidade internacional e afeta diretamente o Brasil.
Parlamento Europeu suspende trabalhos sobre acordo comercial entre UE e EUA após comentários de Trump sobre Groenlândia
O Parlamento Europeu decidiu, nesta quarta-feira, suspender seu trabalho em um acordo comercial entre o bloco de 27 membros e os Estados Unidos, disse um membro do Parlamento, após os repetidos pedidos do presidente dos Estados Unidos, Trump, para assumir o controle da Groenlândia, um território dinamarquês semi-autônomo.
Alemanha segue a França e rejeita aderir ao Conselho de Paz proposto por Trump para Gaza, segundo a imprensa local
Principais índices em Nova York ampliam ganhos; veja
- Dow Jones: +0,71% (na abertura: +0,27%)
- S&P 500: +0,74% (na abertura: +0,33%)
- Nasdaq: +0,70% (na abertura: +0,27%)
EUA: vendas pendentes de moradias em dezembro cai 9,3% ante novembro, a 71,8 mil; previsão era de baixa de apenas 0,3%
Em novembro, ante outubro, houve alta de 3,3%, a 79,2 mil.
Ibovespa tem apenas 3 ativos em queda: TIMS3, GGBR4 e GOAU4
Disputa eleitoral antecipada: PT acusa Flávio de manipular fala de Lula e aciona AGU
Líder do partido na Câmara acusa senador de desinformação e pede atuação preventiva da Justiça Eleitoral às vésperas do ciclo de 2026.
Termina discurso de Donald Trump em Davos, na Suíça
Ações de Petrobras renovam máximas; PETR3 sobe 2,50% e PETR4 avança 2,20%
Dólar comercial aprofunda queda; agora recua 0,83%, a R$ 5,335
NOVO RECORDE: Ibovespa dispara 2,04%, aos 169.672,40 pontos
Trump em Davos: presidente se refere a Jerome Powell, presidente do Fed, como “estúpido”
Trump em Davos: a Suíça e a Europa não têm ameaças graças aos EUA (à força militar dos EUA)
Ações de Vale (VALE3) disparam; agora sobem 2,42%, a R$ 82,04
MÁXIMA RENOVADA: Ibovespa avança 1,97%, aos 169.548,19 pontos
MAIS UM RECORDE: Ibovespa sobe 1,89%, aos 169.426,08 pontos
NOVA MÁXIMA HISTÓRICA: Ibovespa sobe 1,86%, aos 169.373,23 pontos
VIX: índice de volatilidade nos EUA recua 5,28%, aos 19,03 pontos
Trump em Davos: sem os EUA, vocês não teriam um país
Trump em Davos: vou anunciar em breve um novo presidente do Fed
Investidores em Wall Street recebem o discurso de Donald Trump, presidente nos EUA, em Davos, na Suíça, com um pouco de alívio, quando afirmou que não vai usar e não quer usar a força no caso da Groenlândia. Mas há ainda muito barulho. “A política ‘América Primeiro’ está silenciosamente impulsionando a diversificação de ativos em dólar, especialmente entre entidades governamentais”, escreveu Joyce Chang, presidente de pesquisa global do JPMorgan, em um relatório citado pela CNBC. “Embora tenhamos argumentado por muito tempo que o dólar mantém sua dominância no mercado de câmbio transacional, as narrativas de ‘Venda dos Estados Unidos’ e a busca por diversificação de ativos em dólar ressurgiram de forma discreta, porém persistente”.
- Dow Jones: +0,27%
- S&P 500: +0,33%
- Nasdaq: +0,27%
Trump em Davos: pedi ao Congresso para um teto anual nos juros dos cartões de crédito
Trump em Davos: é difícil acreditar, mas eu gosto dele (de Emmanuel Macron, presidente da França)
Ibovespa tenta sustentar os 169 mil pontos; agora sobe 1,56%, aos 168.869,89 pontos
Trump em Davos: vocês podem dizer “não” e nós vamos nos lembrar (sobre a Groenlândia)
Trump em Davos: queremos esse pedaço de gelo para nossa própria proteção
Ações de Azul (AZUL53) caem 10,40%, a R$ 12,41
Trump em Davos: Ucrânia é um banho de sangue, é isso que queremos parar
Trump em Davos: nós vamos construir o Domo de Ouro e vamos defender o Canadá, que eles conseguem muita coisa de nós e não são agradecidos
Trump em Davos: não posso defender a Groenlândia sem a posse, só como um pedacinho da ilha
Trump em Davos: não vou usar a força, não preciso usar a força, os EUA só estão pedindo por um lugar chamado Groenlândia, nós devolvemos a Groenlândia após vencer os alemães
Ações de Axia renovam máximas; AXIA3 sobe 2,96% e AXIA6 ganha 3,05%
Trump em Davos: não haveria a OTAN se eu não tivesse me envolvido nela
Trump em Davos: demos tanto para a OTAN e conseguimos muito pouco em retorno
Ações de grandes bancos renovam máximas; BBDC4 sobe 3,23%, ITUB4 sobe 2,40%, BBAS3 avança 1,49% e SANB11 ganha 1,45%
Trump em Davos: comprar a Groenlândia não é a uma ameaça à OTAN, mas garante a segurança da Aliança
MAIS UM RECORDE: Ibovespa sobe 1,78%, aos 169.236,03 pontos
NOVO RECORDE: Ibovespa sobe 1,67%, aos 169.047,89 pontos
Trump em Davos: precisamos da Groenlândia por uma questão de segurança estratégica, é vital
NOVO PATAMAR: Ibovespa chega pela primeira vez aos 169 mil pontos! Agora sobe 1,66%, aos 169.035,40 pontos
MAIS UM TOPO HISTÓRICO: Ibovespa sobe 1,60%, aos 168.939,09 pontos
Trump em Davos: a Europa é mal agradecida (aos EUA)
Trump em Davos: se nós não tivéssemos vencido a Segunda Guerra, vocês todos estariam falando alemão e japonês
Trump em Davos: nós seguramos a Groenlândia na Segunda Guerra, nós lutamos pela Dinamarca, nós salvamos a Groenlândia para a Dinamarca
Trump em Davos: só os EUA podem garantir a segurança na Groenlândia
NOVO RECORDE: Ibovespa sobe 1,58%, aos 168.910,07 pontos
Trump em Davos: tenho um tremendo respeito pela população da Dinamarca e da Groenlândia
Trump em Davos: queremos um Ocidente forte e unido, isso é uma questão de segurança nacional
Ibovespa já subiu mais de 2 mil pontos hoje! Da mínima do dia, 166.277,91 pontos, à máxima, de 168.907,02, bolsa subiu 2.630 pontos
Trump em Davos: presidente dos EUA acusa China a vender as usinas eólicas (que ele chamou de “malditas” e só “pessoas estúpidas compram isso), mas usar carvão como energia
Trump em Davos: quanto mais usinas eólicas um país tem, pior ele vai na economia
Trump em Davos: quero que a Europa seja bem sucedida e o Reino Unido seja bem sucedido
Mais uma máxima: Ibovespa sobe 1,54%, aos 168.844,59 pontos
NOVO RECORDE: Ibovespa sobe 1,53%, aos 168.820,03 pontos
Goldman Sachs eleva recomendação de Fleury para compra e aponta 5 razões; ação sobe
Desempenho de vendas mesmas lojas (SSS) da marca premium surpreendeu positivamente nos últimos trimestres e pode sustentar a rentabilidade adiante.
Trump em Davos: vamos entrar de novo muito no mundo da energia nuclear
Trump em Davos: Venezuela agora vai fazer mais dinheiro
Fed manterá juros até março e, possivelmente, até o fim do mandato de Powell, dizem economistas
O Federal Reserve vai manter a taxa básica de juros durante este trimestre e possivelmente até o fim do mandato do chair Jerome Powell, em maio, de acordo com a maioria dos economistas consultados pela Reuters. O resultado representa uma mudança em relação ao mês passado, quando a maioria esperava pelo menos um corte até março. A expectativa de que a economia norte-americana continue crescendo é um forte argumento contra cortes de curto prazo, já que a inflação permanece acima da meta de 2% do Fed. No entanto, a maioria dos economistas ainda prevê pelo menos duas reduções este ano. Nos mercados financeiros e nos círculos políticos, crescem as preocupações com a interferência política na definição independente das taxas de juros pelo Fed. Além disso, os membros da instituição estão profundamente divididos quanto às perspectivas. O presidente dos EUA, Donald Trump, criticou repetidamente Powell por não reduzir as taxas de juros de forma mais agressiva, enquanto o Departamento de Justiça ameaçou abrir uma investigação criminal contra o chair relacionada às reformas no prédio da nova sede do Fed. A tentativa de Trump de destituir a diretora do Fed Lisa Cook também aguarda uma audiência na Suprema Corte. (Reuters)
Trump em Davos: estamos ajudando a Venezuela, o pais vai se sair fantasticamente bem
Anac propõe limitar responsabilização de aéreas por atrasos e cancelamentos
Mudança de regra será referente a casos imprevisíveis ou de força maior, como mau tempo e manutenção não programada de aeronaves.
Trump em Davos: ao invés de construir usinas eólicas, estamos destruindo essas usinas, isso é ótimo para a nossa economia
Trump em Davos: energia verde e imigração massiva têm machucado a Europa
Trump em Davos: eu amo a Europa, quero que a Europa se dê bem, mas a Europa não está seguindo na direção correta
Trump em Davos: certos lugares na Europa não são mais reconhecíveis
Após ultrapassar pela primeira vez os 167 mil pontos e os 168 mil pontos, Ibovespa mantém forte alta; agora sobe 1,34%, aos 168.502,59 pontos
Trump em Davos: economia vai bem e a inflação foi derrotada nos EUA
Trump em Davos: começa discurso no Fórum Econômico Mundial
Lula volta a criticar Trump e diz que direita tem ‘indústria de mentir poderosíssima’
Lula também criticou a atitude do líder republicano de tentar “governar o mundo” a partir das redes sociais.
Em novembro, na comparação com outubro, houve inflação de 1,1% (revisada de mais 0,9%).
Alemanha e Itália alertam para riscos à competitividade da UE e pedem medidas concretas
Alemanha e Itália alertaram que a União Europeia corre o risco de ficar atrás dos Estados Unidos e da China a menos que os líderes cheguem a um acordo sobre as reformas para reavivar a competitividade do bloco, de acordo com um documento preparado antes de uma cúpula informal no próximo mês. O documento, que posiciona Alemanha e Itália como as principais potências industriais da Europa, pede mudanças radicais para reduzir a burocracia, acelerar as aprovações de licenças e aprimorar o mercado único europeu. O documento, analisado pela Reuters, alerta que os padrões de vida e a soberania da Europa estão ameaçados, com muitos novos concorrentes aumentando sua influência global. “Continuar no caminho atual não é uma opção. A Europa deve agir agora”, afirma o comunicado conjunto. O documento foi elaborado para o Retiro dos Líderes em Alden Biesen, na Bélgica, em 12 de fevereiro, onde o chanceler alemão, Friedrich Merz, e a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, pressionarão por uma estratégia coordenada da UE para apoiar as empresas e atrair investimentos. (Reuters)
NOVA MÁXIMA: Ibovespa sobe 1,52%, aos 168.799,21 pontos
MAIS UM RECORDE: Ibovespa sobe 1,51%, aos 168.793,87 pontos
China se distancia da questão da Groenlândia, mas alerta contra dependência dos EUA
A China rejeitou nesta quarta-feira especulação de que competiria por influência no Ocidente, no momento em que a tentativa dos EUA de assumir o controle da Groenlândia ameaça remodelar a dinâmica de poder de uma aliança de segurança transatlântica de décadas. A ambição do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de tirar da Dinamarca a soberania sobre a Groenlândia abalou os membros da Otan e fez com que a Europa repensasse sua tradicional dependência de segurança dos Estados Unidos. Ao ser questionado se Pequim saudava o “caos” em relação à Groenlândia, Guo Jiakun, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, disse em uma coletiva de imprensa: “Não temos intenção de competir por influência com nenhum país, nem jamais faríamos isso”. Trump também ameaçou impor tarifas comerciais à Europa se ela resistir à sua exigência de adquirir a ilha do Ártico. A chefe de política externa da UE, Kaja Kallas, advertiu que as tarifas transatlânticas favoreceriam a China e a Rússia, que se beneficiariam das “divisões entre os aliados”. “Nós nos envolvemos em intercâmbios amigáveis com todas as nações com base no respeito mútuo e na igualdade, e continuamos comprometidos em ser uma força positiva, estabilizadora e construtiva”, disse Guo. (Reuters)
Em instantes, começa discurso de Donald Trump, no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça
Ações de Petrobras renovam máximas; PETR3 sobe 1,13% e PETR4 avança 0,96%
Ibovespa tem apenas 5 ativos em queda: CVCB3, GGBR4, TIMS3, GOAU4 e SMTO3
NOVA MÁXIMA: Ibovespa sobe 1,49%, aos 168.753,92 pontos
Varejistas começam dia em alta; CEAB3 ganha 5,35%, LREN3 avança 2,50% e MGLU3 sobe 2,02%
Ibovespa começa dia renovando recordes e busca os 168 mil pontos
É recorde atrás de recorde! O Ibovespa começou a quarta-feira (21) com forte alta, renovando frequentemente as máximas históricas. Hoje, o Ibov ultrapassou pela primeira vez os 167 mil e, agora sobe aos 168,6 mil pontos, novo patamar histórico, em meio às tensões geopolíticas, enquanto aguardam discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Fórum Econômico Mundial em Davos. Sobem forte as ações de Vale (VALE3), de grandes bancos, varejistas e também Petrobras (PETR4). O dólar comercial cai a R$ 5,34 e os juros futuros recuam. O movimento por aqui é descolado do exterior. Os índices futuros dos EUA recuam. Avaliação do JPMorgan aponta que 2026 pode ser mais um ano com forte entrada de estrangeiro na bolsa brasileira. Até o momento, Trump deu poucos indícios de que irá reduzir as ameaças tarifárias para adquirir a Groenlândia, e as ações globais recuavam e algumas medidas de estresse do mercados permaneciam elevadas. Trump reforçou sua retórica sobre a Groenlândia, dizendo que “não há volta” em seu objetivo de controlar a ilha, recusando-se a descartar tomá-la à força. Crucial para os mercados, sua ameaça de tarifas sobre a Europa também reacendeu temores de uma guerra comercial global. No cenário local, investidores repercutem a nova pesquisa Atlas, que mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva liderando com folga todos os cenários de primeiro turno para eleição presidencial de outubro deste ano, com chances inclusive de vencer em primeiro turno, e mantém a liderança nas simulações de segundo turno. De acordo com o levantamento, encomendado pela Bloomberg, os dois possíveis candidatos do campo bolsonarista — o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) — registram desempenho idêntico contra o petista em um segundo turno. Em Wall Street, o Dow Jones Futuro cai 0,10%, Nasdaq Futuro recua 0,13% e o S&P 500 Futuro tem baixa de 0,05%. (Felipe Alves)
NOVA MÁXIMA HISTÓRICA! Ibovespa agora sobe 1,42%, aos 168.634,93 pontos, maior nível de todos os tempos
Siderúrgicas mistas nesta manhã: CSNA3 e USIM5 sobem 1,34% e 0,16%, enquanto GGBR4 e GOAU4 descem 1,58% e 1,24%
É RECORDE! Ibovespa agora avança 1,41%, aos 168.622,49 pontos, maior patamar da história
Nova máxima histórica: Ibovespa agora sobe 1,36%, aos 168.530,71 pontos, maior patamar da história
Ibovespa sai dos leilões om forte alta de 1,23%, aos 168 mil pontos pela primeira vez na história: 168.377,44 pontos
Ontem, o índice fechou acima dos 166 mil pela primeira vez, de modo que hoje ultrapassou os 167 mil pela primeira vez e já os 168 mil também.
Supermercadistas começa sessão no azul: ASAI3, +1,20%; GMAT3, +1,54%; PCAR3, +0,53%
Petro juniores em alta: PRIO3, +0,57%; RECV3, +1,04%; BRAV3, +1,13%
O chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, disse nesta quarta-feira que o acordo de livre comércio da União Europeia com o Mercosul precisa entrar em vigor provisoriamente, apesar da votação dos parlamentares da UE para contestá-lo judicialmente. Em um post no X, ele também disse que a votação para levar o acordo comercial ao tribunal superior da UE desconsiderou as realidades geopolíticas.
Netflix defende oferta da Warner Bros; ações caem após resultado fraco
“O YouTube não é mais apenas conteúdo gerado pelo usuário e vídeos de gatos”, disse o presidente-executivo da Netflix, Ted Sarandos, na terça-feira. Apresentando argumentos convincentes sobre por que a gigante do streaming queria os ativos de estúdio e streaming da Warner Bros Discovery, Sarandos observou como gigantes da tecnologia, como o YouTube, da Alphabet, mudaram o significado de assistir televisão e forçaram a Netflix a mudar de estratégia para acompanhar o ritmo. “A televisão não é mais o que assistíamos quando éramos crianças… O Oscar e a NFL estão no YouTube. As emissoras transmitem o Super Bowl simultaneamente na TV linear e em plataformas de streaming. A Amazon é dona da MGM. A Apple está competindo pelo Emmy e pelo Oscar, e o Instagram é o próximo passo”, afirmou. “Eles são a TV. Portanto, todos nós competimos com eles em todas as dimensões: por talentos, por verbas publicitárias, por assinaturas e por todos os tipos de conteúdo.” (Reuters)
Panetta, do BCE, vê dinheiro de bancos comerciais totalmente digital no futuro
O dinheiro de bancos comerciais deverá se tornar totalmente tokenizado no futuro, como o dinheiro de bancos centrais, e os dois tipos de moeda continuarão a ancorar o sistema monetário, disse o membro do Banco Central Europeu Fabio Panetta nesta quarta-feira.Ao se dirigir à associação bancária italiana, o presidente do Banco da Itália disse que é difícil prever como as stablecoins se desenvolverão, mas seu papel no sistema monetário só pode ser complementar, pois sua estabilidade só pode ser garantida por um tipo tradicional de moeda como um lastro. (Reuters)
Trump discutirá agenda “America First” e dominação do hemisfério em Davos
O presidente dos EUA, Donald Trump, discutirá suas políticas econômicas baseadas no princípio “America First” no Fórum Econômico Mundial nesta quarta-feira e falará sobre política externa na quinta-feira, disse uma autoridade graduada da Casa Branca a repórteres a caminho de Davos. Trump poderá abordar questões envolvendo a Groenlândia e a Venezuela, bem como seu planejado Conselho de Paz e a dominação do hemisfério, afirmou a autoridade. O presidente dos EUA desembarcou em Zurique na manhã de quarta-feira e seguirá para Davos.
Lagarde deixa jantar em Davos, após secretário de Comércio dos EUA criticar duramente a Europa
Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu, se irritou com as colocações de Howard Lutnick, secretário de Comércio do governo Trump. A informação é da Bloomberg, via Reuters.
Estrategistas do JPMorgan avaliam que 2026 pode ser mais um ano com fortes fluxos de capital externo para as ações brasileiras, citando, entre outras razões, que investidores devem continuar buscando diversificação fora dos Estados Unidos. “E os mercados emergentes são claros beneficiários desse movimento”, avalia a co-head de estratégia para ações em mercados emergentes e head de estratégia de ações para América Latina do banco norte-americano, Emy Shayo, em relatório a clientes assinado também por Cinthya Mizuguchi. A alocação de emergentes em fundos globais, observaram, está em níveis historicamente baixos, em 5,3%, e uma reversão à média dos últimos 10 anos, de 6,7%, poderia se traduzir em aproximadamente US$25 bilhões em ingressos para o Brasil. Elas destacaram que 2026 começou com ingressos estrangeiros de R$7,3 bilhões no Brasil, dando continuidade ao forte impulso de 2025, quando os fluxos estrangeiros alcançaram R$20 bilhões — uma reversão notável em relação às saídas de R$32 bilhões registradas em 2024.
“Em resposta à fraca hidrologia e à baixa probabilidade de uma reversão significativa em curto prazo das chuvas atualmente abaixo da média e dos preços mais altos da eletricidade, elevamos nossa previsão de preço spot da PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) para o ano fiscal de 2026 para R$ 280/MWh (de R$ 185/MWh)”, diz o Bradesco BBI, que se diz ainda conservador. “Como resultado, agora projetamos o Ebitda da Axia (AXIA3;AXIA6) para o ano fiscal de 2026 em aproximadamente R$ 30 bilhões, contra R$ 27,8 bilhões anteriormente, o que representa 8% acima do consenso da Bloomberg. Da mesma forma, nossa nova estimativa de lucro líquido para o ano fiscal de 2026, de R$ 12,9 bilhões (anteriormente R$ 11,5 bilhões), é 20% superior ao consenso”. Os dividendos também devem subir, de R$ 10 bilhões para R$ 11,4 bilhões. Assim, os preços-alvos passam a R$ 64 para AXIA3 e a R$ 70 para AXIA6. A classificação é outperform.
Índice EWZ sobe 0,77% na pré-abertura dos EUA
Trump não vai anunciar escolha de chair do Fed em Davos, diz autoridade da Casa Branca
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não anunciará sua escolha para o próximo chair do Federal Reserve durante sua viagem a Davos e ainda não decidiu quem ocupará o cargo, disse uma autoridade sênior da Casa Branca nesta quarta-feira.
DXY: índice dólar recua mais um pouco, após o tombo da véspera, e perde 0,04%, aos 98,60 pontos
Ibovespa futuro chega aos 169 mil pontos! Agora sobe 0,88%, aos 169.175 pontos, na máxima do dia
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,770 | -0,040 |
| DI1F28 | 13,180 | -0,050 |
| DI1F29 | 13,225 | -0,055 |
| DI1F31 | 13,560 | -0,050 |
| DI1F32 | 13,680 | -0,050 |
| DI1F33 | 13,745 | -0,055 |
| DI1F35 | 13,795 | -0,045 |
Will Bank tinha R$ 6,5 bilhões em CDBs que devem drenar mais recursos do FGC
Dados do Banco Central mostram volume de depósitos a prazo em setembro; valor final a pagar depende do limite do FGC.
Em outubro, na comparação com outubro de 2024, a alta foi de 3,4%.
Em outubro, na comparação com setembro, a alta foi de 0,4%.
Dólar comercial abre em baixa de 0,23%, cotado a R$ 5,367 na compra e na venda
Donald Trump chega a Davos, na Suíça; ele fala ainda hoje no Fórum Mundial
Dólar futuro abre em baixa de 0,24%, cotado aos 5.379,50 pontos
Ibovespa futuro abre em alta de 0,17%, cotado aos 167.990 pontos
IEA prevê crescimento maior da demanda global de petróleo em 2026
A Agência Internacional de Energia (IEA) elevou suas previsões de crescimento da demanda global de petróleo para 2026 nesta quarta-feira, no relatório mensal mais recente sobre o mercado de petróleo, sugerindo um superávit ligeiramente menor para o mercado este ano. A IEA agora espera que a demanda global de petróleo aumente em 930.000 barris por dia (bpd) este ano, acima da previsão de crescimento de 860.000 bpd no relatório anterior. Isso sugere que a oferta global de petróleo excederá a demanda em 3,69 milhões de bpd este ano, de acordo com cálculos da Reuters baseados no relatório, diminuindo em relação a um excedente implícito de 3,84 milhões de bpd no relatório de dezembro divulgado pelo órgão sediado em Paris. “Por enquanto, os balanços inchados proporcionam algum conforto aos agentes do mercado e mantiveram os preços sob controle”, disse a IEA.
Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 93 dias diminuição dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 261 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta.
- Diesel A S10 (média nacional): -6%, ou -R$ 0,20 (ontem: -2% ou -R$ 0,05)
- Gasolina A (média nacional): +9%, ou +R$ 0,23 (ontem: +11% ou +R$ 0,30)
Governo espera votar fim de escala 6 x 1 ainda no primeiro semestre, diz Boulos
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva espera votar o fim da escala de trabalho 6 x 1 ainda no primeiro semestre deste ano no Congresso Nacional, disse nesta quarta-feira o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos. Em entrevista ao programa “Bom Dia, Ministro”, do CanalGov, Boulos também colocou entre as prioridades do governo a regulamentação do trabalho por aplicativo e disse que o governo tratará do que chamou de “taxa de extorsão” que as empresas de tecnologia cobram de entregadores e motoristas. O fim da escala 6 x 1, na qual trabalhadores trabalham seis dias na semana e folgam um, e a regulamentação do trabalho por aplicativo são apostas do governo Lula no ano em que o petista busca se reeleger para um quarto mandato na Presidência.
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, disse nesta quarta-feira que não está preocupado com qualquer liquidação dos Treasuries relacionada às ameaças do governo Trump de impor tarifas aos aliados europeus que se opõem aos esforços dos EUA para adquirir a Groenlândia. Bessent minimizou as críticas dos líderes europeus sobre os planos de Washington em relação à Groenlândia e se a questão poderia provocar uma liquidação de Treasuries por parte de investidores institucionais na Europa, como fundos de pensão na Dinamarca e em outros países. “O investimento da Dinamarca nos títulos do Tesouro dos EUA, assim como da própria Dinamarca, é irrelevante”, disse Bessent a repórteres às margens da reunião anual do Fórum Econômico Mundial em Davos. “Não estou nem um pouco preocupado. Mais uma vez, como secretário do Tesouro, vejo nossos leilões. Tivemos um investimento estrangeiro recorde.” (Reuters)
Berkshire Hathaway pode se desfazer da Kraft Heinz; ações da fabricante recuam
Em setembro, Warren Buffett afirmou estar desapontado com o plano de voltar a dividir a companhia em duas.
UE está em encruzilhada rumo a mais independência, diz Ursula von der Leyen
A União Europeia precisa acelerar seu esforço de independência para se defender em um mundo em rápida mudança, disse a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, nesta quarta-feira. “Estamos em uma encruzilhada. A Europa prefere o diálogo e as soluções — mas estamos totalmente preparados para agir, se necessário, com unidade, urgência e determinação”, afirmou von der Leyen em um discurso no Parlamento Europeu. “Neste mundo cada vez mais sem lei, a Europa precisa de suas próprias alavancas de poder”, disse ela. “Nós as conhecemos: Uma economia forte, um mercado único e uma base industrial prósperos, uma forte capacidade de inovação e tecnologia, sociedades unidas e, acima de tudo, uma capacidade real de nos defendermos.” Von der Leyen disse que é “mais importante do que nunca” manter o foco na Ucrânia, enquanto a UE trabalha com os EUA e outros parceiros para fortalecer a segurança na região do Ártico.
Lula lidera todos cenários eleitorais, Flávio e Tarcísio têm desempenho idêntico em 2º turno, diz Atlas
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera com folga todos os cenários de primeiro turno para eleição presidencial de outubro deste ano, com chances inclusive de vencer em primeiro turno, e mantém a liderança nas simulações de segundo turno, mostrou pesquisa Atlas divulgada nesta quarta-feira. De acordo com o levantamento, encomendado pela Bloomberg, os dois possíveis candidatos do campo bolsonarista — o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) — registram desempenho idêntico contra o petista em um segundo turno. Em um cenário em que tanto Flávio, filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro, e Tarcísio são candidatos, Lula aparece com 48% das intenções de voto, enquanto Flávio aparece com 28% e Tarcísio soma 11%. Entre os demais candidatos, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), tem 3%, mesmo percentual de Renan Santos, do partido Missão, ligado ao Movimento Brasil Livre (MBL), os governadores de Minas, Romeu Zema (Novo), e do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), aparecem com 2% cada e o ex-ministro Aldo Rebelo (Democracia Cristã) tem 1%. Brancos e nulos somam 2%.
Azul aprova plano de negócios atualizado e confirma aporte adicional de US$100 mi
A Azul disse na madrugada desta quarta-feira que aprovou um plano de negócios atualizado, anunciou novos aportes para que a saída ocorra antecipadamente, conforme fato relevante. De acordo com a empresa, o novo plano mantém a expectativa de saída do Chapter 11 de maneira “significativamente mais saudável, com menor endividamento total, menores passivos de arrendamento e pagamentos de arrendamento de aeronaves, bem como uma alavancagem consideravelmente inferior”. A saída do Chapter 11 está prevista para fevereiro deste ano, de acordo com outro comunicado emitido pela companhia. A companhia aérea informou que também foi feito um aporte adicional de US$100 milhões por parte de determinados credores e stakeholders para apoiar a saída da empresa do Chapter 11, o que eleva o montante total de investimentos a serem captados pela empresa para US$950 milhões. A Azul informou também que realizará uma nova oferta pública de ações a fim de captar até US$950 milhões. As ações serão emitidas com 30% de desconto em relação ao valor da empresa definido no plano do Chapter 11.
Tarcísio cancela visita a Bolsonaro na cadeia prevista para quinta
Anúncio se dá no contexto de pressão por candidatura de Flávio, mas governador alegou apenas que tem compromissos de agenda em São Paulo.
Kremlin diz que é preciso mais clareza sobre comentários de Trump de “arma sônica secreta” dos EUA
O Kremlin disse na quarta-feira que é necessária mais clareza sobre o que o presidente dos EUA, Donald Trump, quis dizer quando falou que os Estados Unidos possuem uma arma “sônica secreta” que havia sido usada durante a captura do presidente da Venezuela Nicolás Maduro. Trump declarou em uma entrevista à NewsNation que “ninguém mais” tem a arma, que ele disse ter sido usada quando Washington capturou Maduro no início deste mês. Questionado sobre as falas de Trump, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que a Rússia tem serviços especiais encarregados de coletar e analisar informações e que esses serviços estavam fazendo seu trabalho.
Trump chega a Davos após pane no avião para aguardado discurso sobre Groenlândia
Presidente dos EUA fala no Fórum Econômico Mundial em meio a tensões com a Europa e disputa sobre a Groenlândia.
Lagarde diz que economia europeia precisa de “revisão profunda” para enfrentar a nova ordem mundial
A economia europeia precisa de uma “revisão profunda” para enfrentar “o início de uma nova ordem internacional”, disse a presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, à rádio francesa RTL nesta quarta-feira. Lagarde disse que espera apenas um leve efeito inflacionário das tarifas dos Estados Unidos, com um impacto mais forte na Alemanha do que na França, mas acrescentou que os países europeus seriam muito mais fortes se eliminassem as barreiras comerciais não tarifárias dentro do bloco. “Como temos uma inflação sob controle de 1,9%, o impacto será mínimo. O que é muito mais sério … é o grau de incerteza criado por essas constantes reviravoltas”, disse ela, referindo-se à ameaça de tarifas mais altas. O presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu no sábado implementar tarifas crescentes a partir de 1º de fevereiro sobre os membros da UE Dinamarca, Suécia, França, Alemanha, Holanda e Finlândia, juntamente com o Reino Unido e a Noruega, até que os EUA tenham permissão para comprar a Groenlândia, uma medida que os principais estados da UE classificaram como chantagem.
Mastercard executa dívidas de controlada do Master e vira acionista de BRB e Westwing
Empresa informou que pretende alienar as ações de ambas as empresas.
Além da saída confirmada de Gleisi, Lula deve perder 21 ministros para eleições
Avaliação no PT é que uma chapa no Paraná com o deputado estadual Requião Filho como nome ao governo ‘passa a ser muito competitiva’.
Barris de petróleo e minério de ferro recuam
Os preços do petróleo recuavam, pressionados pelas investidas de Trump para anexar a Groenlândia, enquanto os investidores aguardavam novas informações da Agência Internacional de Energia sobre a perspectiva de um grande excedente de capital. As cotações do minério de ferro na China caíram pela quinta sessão consecutiva, após a Rio Tinto, maior fornecedora mundial, divulgar fortes embarques de minério de ferro no quarto trimestre, enquanto preocupações com inspeções de segurança pressionaram o mercado chinês.
- Petróleo WTI, -1,03%, a US$ 59,74 o barril
- Petróleo Brent, -1,05%, a US$ 64,24 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,32%, a 784,00 iuanes (US$ 112,62)
Os mercados europeus operam no vermelho, com todas as atenções voltadas para o discurso do presidente dos EUA, Donald Trump, no Fórum Econômico Mundial. O discurso do presidente será acompanhado de perto, pois ocorre em meio a crescentes tensões entre os EUA e seus aliados europeus sobre o território dinamarquês da Groenlândia, que Trump deseja comprar.
- STOXX 600: -0,29%
- DAX (Alemanha): -0,52%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,06%
- CAC 40 (França): -0,00%
- FTSE MIB (Itália): -0,64%
Bolsas da Ásia encerram dia de forma mista
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam sem direção única, enquanto a queda acentuada nos mercados globais de títulos também deu uma pausa, proporcionando algum alívio aos investidores que estavam em meio a uma tempestade perfeita de preocupações com a exposição a ativos americanos e um aumento nos custos de empréstimos do governo japonês. O rendimento dos títulos com vencimento em 40 anos caiu 6 pontos-base desde então, após um aumento de 26 pontos-base na terça-feira. Os temores de um gasto público massivo sob o governo do primeiro-ministro japonês Sanae Takaichi ainda persistem, atraindo críticas da oposição .
EUA: índices futuros têm leves ganhos
Os índices futuros de Nova York operam em alta nesta quarta-feira (21), após tombo da véspera, com todas as atenções voltadas para o Fórum Econômico Mundial em Davos, onde o presidente dos EUA, Donald Trump, deverá se reunir com líderes europeus para discutir a questão da Groenlândia e proferir seu discurso. Todos os três principais índices registraram na terça-feira seus piores desempenhos diários desde 10 de outubro, com Trump reiterando sua pressão para adquirir a Groenlândia e ameaçar impor tarifas de 200% sobre o vinho e o champanhe franceses, depois que o presidente francês, Emmanuel Macron, teria recusado um papel no “Conselho de Paz” proposto por Trump para Gaza.
- Dow Jones Futuro: +0,17%
- S&P 500 Futuro: +0,27%
- Nasdaq Futuro: +0,20%
Abertura de mercados
Investidores permanecem apreensivos em relação às tensões geopolíticas enquanto aguardam discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Fórum Econômico Mundial em Davos nesta quarta-feira. Até o momento, Trump deu poucos indícios de que irá reduzir as ameaças tarifárias para adquirir a Groenlândia, e as ações globais recuavam e algumas medidas de estresse dos mercados permaneciam elevadas. Trump reforçou sua retórica sobre a Groenlândia, dizendo que “não há volta” em seu objetivo de controlar a ilha, recusando-se a descartar tomá-la à força. Crucial para os mercados, sua ameaça de tarifas sobre a Europa também reacendeu temores de uma guerra comercial global. Todas as atenções agora se voltam para o Fórum Econômico Mundial em Davos, onde Trump fará um discurso mais tarde, que poderá tanto acalmar quanto inflamar as tensões com a Europa. (Reuters)
Investidores em Wall Street voltaram do feriado do Martin Luther King Day de modo amargo, diante das novas tarifas anunciadas pelo governo Trump para os aliados na Europa, tentando pressionar para conseguir obter a Groenlândia. “Com a folga dos EUA ontem, as implicações das ameaças de tarifas sobre a Groenlândia ainda não haviam se refletido completamente nos mercados financeiros”, disse Jim Reid, do Deutsche Bank, em uma nota republicada pela CNBC. “Os mercados reagiram, mas claramente há espaço para movimentos maiores se a retórica se intensificar ainda mais. Há crescentes temores de algum tipo de escalada comercial retaliatória por parte da Europa, com declarações cada vez mais contundentes de diversas autoridades”, acrescentou.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -1,76 | 48.488,65 |
| S&P 500 | -2,06 | 6.796,92 |
| Nasdaq | -2,39 | 22.954,32 |
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,810 | 0,050 |
| DI1F28 | 13,230 | 0,090 |
| DI1F29 | 13,280 | 0,110 |
| DI1F31 | 13,610 | 0,130 |
| DI1F32 | 13,730 | 0,135 |
| DI1F33 | 13,800 | 0,140 |
| DI1F35 | 13,840 | 0,135 |
O dólar comercial retomou a trajetória de alta diante do real, depois da baixa na véspera. O movimento foi na direção contrária da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,78%, aos 98,62 pontos.
- Venda: R$ 5,380
- Compra: R$ 5,380
- Mínima: R$ 5,359
- Máxima: R$ 5,409
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| CSNA3 | -3,04 | 8,93 |
| USIM5 | -2,99 | 6,17 |
| B3SA3 | -2,85 | 14,67 |
| HAPV3 | -1,93 | 13,23 |
| CMIN3 | -1,44 | 5,46 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| TIMS3 | 4,98 | 24,25 |
| CEAB3 | 4,34 | 10,09 |
| VIVT3 | 3,97 | 34,05 |
| SBSP3 | 3,10 | 127,84 |
| CYRE3 | 3,01 | 25,36 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| B3SA3 | 56.994 | -2,85 |
| VALE3 | 45.413 | 1,92 |
| BBAS3 | 34.819 | 1,08 |
| PETR4 | 31.575 | 0,37 |
| PRIO3 | 29.465 | 1,07 |
- Máxima: 166.467,56 (máxima histórica)
- Mínima: 163.574,67
- Diferença para a abertura: +1.427,63 pontos
- Volume: R$ 23,90 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (19): +0,03%
- Terça-feira (20): +0,87%
- Semana: +0,90%
- Janeiro: +3,20%
- 1T26: +3,20%
- 2026: +3,20%
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