O que é mais imprevisível: uma guerra, a cabeça de Donald Trump, o tempo em São Paulo ou uma disputa por pênaltis? Nada disso, é o Ibovespa. Quando menos se espera, lá está o bonito do índice tomando uma direção pouco esperada. A de hoje foi a alta que levou o IBOV a fechar com mais 0,28%, aos 189.307,02 pontos, um ganho de 520,04 pontos, após iniciar a sessão com uma queda ampla e tudo apontar para a quarta baixa seguida.
O real, esse sim, manteve o comportamento esperado e perdeu terreno frente ao dólar. O câmbio avançou 0,62%, a R$ 5,166%, em dia que chegou a subir mais de 1,2%, seguindo o mesmo movimento do DXY, índice que compara o dólar com as principais moedas do mundo.
Os DIs (juros futuros) também tiveram o comportamento esperado e fecharam com altas por toda a curva.
Guerra no Irã
Mas por que “esperado”? Porque sábado, ainda em meio a negociações diplomáticas, o presidente dos EUA, Donald Trump, resolveu atacar o Irã e deflagrar mais uma guerra. No primeiro ataque, já matou o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, abrindo espaço para mais imprevisibilidade na sucessão ou, ao menos, no que vai acontecer após a sucessão.
O que acontece, então, desde sábado, é o mercado tentando entender e avaliar os riscos e as variáveis do novo conflito, porque se tem uma coisa que o mercado mais odeia, depois de perder dinheiro, é trabalhar com o imprevisível, com as incertezas, e as duas coisas estão interligadas. O ideal, porém, é que o investidor mantenha o sangue frio e não se deixe levar pelas fortes flutuações do mercado, evitando tomar decisões precipitadas, alertam analistas.
Petróleo em alta
Os acontecimentos se sucederam rapidamente e até com certa previsibilidade. O preços do petróleo dispararam mais de 6%, como era de se imaginar. O Irã passou a atuar fortemente sobre o Estreito de Ormuz e a questão é quanto tempo isso tudo vai durar. O sócio da Leggio Consultoria, Marcus D’Elia, disse que tudo vai depender do período em que o Estreito de Ormuz vai permanecer fechado. Se o acesso ficar bloqueado por mais de 40 dias, há risco de faltar petróleo no mundo. Os contratos de gás natural igualmente subiram.
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Analistas já projetam o barril de petróleo em US$ 120. Hoje, ainda fechou abaixo de US$ 78.
Se tudo depende da duração da guerra, Trump tratou de dizer que será uma ação prolongada e que a “grande onda” ainda está por vir. Ele previu que o conflito pode durar de quarto a cinco semanas.
Enquanto isso, o mundo assiste a tudo e só assiste. A OTAN não vai entrar no conflito, mas elogiou a ação dos EUA e de Israel. A presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, disse estar monitorando o que chamou de situação global atípica. A China, por sua vez, manifestou apoio ao Irã.
Wall Street e Europa
A consequências são mais amplas e não se limitam ao mercado de energia. Por exemplo, em três dias, mais de 7 mil voos foram cancelados, no maior caos aéreo desde a pandemia. As ações do setor foram ao chão.
As Bolsas na Europa caíram, como era de se esperar. Wall Street, assim como o Ibovespa, começou com forte baixa, mas se recuperou no decorrer da sessão e fechou de forma mista e com amplitude curta. O ouro fechou em alta, por conta do bom e velho seguro.
Embora Ross Mayfield, da Baird, acredite que muita coisa ainda pode mudar com o conflito, ele entendeu que o mercado se recuperou das perdas anteriores porque “não houve escalada a partir daqui”. “Se o Irã fosse optar pela via nuclear, fechando o Estreito ou realmente tentando danificar a infraestrutura energética, já teríamos uma noção melhor de que esse seria o caminho escolhido”, disse à CNBC o estrategista de investimentos, mesmo sabendo que nada é certo ainda.
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A incerteza se faz presente: mais tarde, o comandante da Guarda Revolucionária do Irã disse que o Estreito de Ormuz está mesmo fechado e que o Irã incendiará qualquer navio que tentar passar, conforme informou a mídia iraniana.
Inflação
Há muita preocupação com a inflação, já que os preços de energia são importantes na conta. A imprevisibilidade sobe neste quesito, no qual nem sempre um mais um dá dois. Para a XP, o ataque dos EUA contra o Irã abriu “uma caixa de pandora”, criando um sistema caótico onde o impacto futuro dependerá da duração e da abrangência do conflito – e isso tudo ainda é uma incógnita.
A XP projetou que, para cada aumento de US$ 10 no preço do barril de petróleo, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) pode sofrer um acréscimo de aproximadamente 40 pontos-base em 2026.
Petrobras dispara
A Petrobras (PETR4) se beneficiou dos aumentos do petróleo e viu suas ações dispararam 4,58%. A empresa monitora os preços internacionais antes de cogitar uma alta doméstica. A petroleira também já vende fertilizantes a diversos estados para mitigar os riscos com a guerra.
As petro juniores também se deram bem, no meio disso tudo: PRIO (PRIO3) disparou amplos 5,12%, Petrorecôncavo (RECV3) subiu 3,33% e Brava (BRAV3) avançou 2,84%.
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A Vale (VALE3), por outro lado, caiu 0,35%, mesmo com alta do minério de ferro na China causada pela guerra.
Os bancos começaram a sessão com fortes quedas de mais de 2%, mas foram arrefecendo, até Bradesco (BBDC4) terminar com alta de 0,38% e Banco do Brasil (BBAS3) fechar estável, enquanto Itaú Unibanco (ITUB4) ficou com menos 1,81%.
Braskem (BRKM5) desabou 3,55% com investidores digerindo o relatório operacional da petroquímica publicado na sexta-feira (27) e considerado fraco.
B3 sobe forte
O grande destaque do dia foi B3 (B3SA3), que subiu amplos 3,30%, com XP entendendo que a rotação global continua e elevando projeção do Ibovespa para 196 mil pontos.
Além disso, a B3 teve as projeções elevadas pelo Itaú BBA, que reiterou compra e subiu o preço-alvo para R$ 22: “a volta expressiva do capital estrangeiro, combinada com maior participação de investidores locais e um ambiente macro mais favorável, alterou de forma estrutural a narrativa da companhia”.
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A guerra acabou nublando todo o resto. Mas essa será uma semana de indicadores importantes. Amanhã, o Brasil conhece o PIB do 4T25, além do Caged de janeiro. E de nova rodada de balanços do 4T25.
Só que os olhos estarão voltados para Washington e para o Oriente Médio, com os investidores tentando buscar sinais para diminuir as incertezas.
Uma coisa é certa: vai ser uma longa semana. (Fernando Augusto Lopes)
Confira as últimas dos mercados
- Máxima: 190.110,43
- Mínima: 186.637,98
- Diferença para a abertura: +520,04 pontos
- Volume: R$ 32,10 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (2): +0,28%
- Semana: +0,28%
- Março: +0,28%
- 1T26: +17,49%
- 2026: +17,49%
Principais índices em Nova York fecham dia de forma mista
Investidores em Wall Street começaram o dia se retirando de suas posições após os EUA e Israel atacarem o Irã no fim de semana, o que provocou uma alta nos preços do petróleo e adicionou um Oriente Médio instável à crescente lista de preocupações dos investidores em ações. Mas logo foram voltando e diminuíram as baixas dos índices. “O risco residual de um conflito prolongado é maior do que em 2024 ou 2025, embora não vejamos essa guerra escalando a ponto de alterar drasticamente as perspectivas dos EUA”, disse Ajay Rajadhyaksha, do Barclays, em nota reproduzida pela CNBC. “É muito cedo para comprar em qualquer queda, especialmente com os investidores acostumados a um padrão de rápida desescalada”.
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| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -0,15 | 48.904,78 |
| S&P 500 | 0,04 | 6.881,62 |
| Nasdaq | 0,36 | 22.748,86 |
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,305 | 0,130 |
| DI1F28 | 12,710 | 0,235 |
| DI1F29 | 12,745 | 0,210 |
| DI1F31 | 13,115 | 0,170 |
| DI1F32 | 13,245 | 0,145 |
| DI1F33 | 13,315 | 0,115 |
| DI1F34 | 13,355 | 0,105 |
| DI1F35 | 13,360 | 0,085 |
Siderúrgicas no vermelho: CSNA3, -2,78%; USIM5, -1,84%; GOAU4, -1,18%; GGBR4, -0,95%
Embraer (EMBJ3) sustenta alta suave a +0,75%
Varejistas seguem no vermelho: MGLU3, -2,67%; AMER3, -2,67%; BHIA3, -2,01%
PRIO3 supera os 5% de alta: +5,19%, a R$ 57,32
Dólar comercial fecha em alta de 0,62%
O dólar comercial volta a subir diante do real, depois da baixa de sexta, como reflexo do conflito no Oriente Médio. O movimento vai na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,81%, aos 98,39 pontos.
- Venda: R$ 5,166
- Compra: R$ 5,165
- Mínima: R$ 5,138
- Máxima: R$ 5,214
Supermercadistas recuperam o fôlego: PCAR3, +3,25%; ASAI3, +011%; GMAT3 cai 0,52%
Itaú Unibanco contraria movimento no setor e segue em queda: -1,10%
Grandes bancos em leve recuperação: BBDC4, +0,76%; BBAS3, +0,04%; SANB11, +0,60%
Petrobras segue em alta acima dos 4%: PETR3, +4,19%; PETR4, +4,20%
Ibovespa agora sobe 0,66%, aos 190.035,32, nova máxima da sessão
Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia até aqui; veja a lista
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 68.648 | 4,17 |
| PRIO3 | 67.371 | 5,01 |
| B3SA3 | 34.287 | 3,91 |
| ITUB4 | 33.822 | -1,12 |
| CPLE3 | 32.560 | 0,61 |
Ibovespa anda mais um pouco e agora tem mais 0,65%, aos 190.022,67 pontos, nova máxima do dia
Nova máxima do dia e volta aos 190 mil! Ibovespa agora avança 0,65%, aos 190.019,14 pontos
Ibovespa acelera e já sobe 0,58%, aos 189.879,94 pontos, nova máxima do dia
Russell 2000: índice de small caps nos EUA tem alta de 0,58%
Ibovespa Futuro (INDFUT) apresenta alta de 0,32%, aos 192.220 pontos
DXY: índice dólar sobe elásticos 1,01%, aos 98,59 pontos
Na máxima, bateu em R$ 5,214, enquanto na mínima foi a R$ 5,138.
Alguns preços de fertilizantes subiram após o impacto do conflito crescente no Oriente Médio sobre os suprimentos que passam pelo Estreito de Ormuz, disseram analistas à Reuters. O preço da ureia, um fertilizante nitrogenado seco geralmente produzido a partir do gás natural, subiu até 13%, passando de US$ 485-490 para US$ 550 por tonelada no Egito, que é um produtor de ureia, disse Chris Lawson, da consultoria de metais CRU Group. “Esperamos novos aumentos”, disse ele. O aumento de preço também se refletiu nas importações para a América do Norte, disse o analista Josh Linville, da StoneX, que identificou alta de cerca de US$ 77, para US$ 606, na área portuária ao redor de Nova Orleans. Catar, Arábia Saudita e Irã, três dos dez maiores exportadores mundiais de ureia, enviam seus produtos pelo Estreito de Ormuz, abastecendo um mercado global que já enfrenta dificuldades com a escassez de suprimentos devido à falta de gás natural barato da Rússia para os fabricantes europeus, disse Linville. “O mundo já está enfrentando dificuldades com o nitrogênio e acaba de sofrer um golpe enorme, no pior momento do ano”, acrescentou. Os agricultores da região central da América do Norte ainda podem receber ureia enviada do Golfo Pérsico hoje, mas o tempo de dois meses entre o carregamento e a chegada ao Meio-Oeste significa que qualquer fechamento prolongado do estreito tornará o fertilizante atrasado demais para os agricultores usarem nesta temporada de plantio, disse Linville. Se os preços subirem ainda mais, eles podem se tornar inacessíveis para os agricultores, muitos dos quais já estavam projetando perdas na safra deste ano. (Reuters)
NOVA MÁXIMA! Ibovespa agora tem mais 0,23%, aos 189.243,27 pontos, máxima da sessão
Aéreas em queda: AZUL53 tem menos 0,85% e GOLL54 perde 1,31%
Mais uma máxima no dia: Ibovespa chega a mais 0,20%, aos189.160,83 pontos
B3 (B3SA3) dispara 3,58%, a R$ 18,54, nova máxima do dia
Nova máxima do dia: Ibovespa agora tem mais 0,18%, aos 189.127,61 pontos
Hyundai vai produzir terceiro modelo no Brasil
A Hyundai anunciou que vai produzir um terceiro veículo no Brasil, dentro do plano de investimento de US$ 1,1 bilhão da marca sul-coreana no país até 2032. O novo carro ocupará um segmento entre o hatchbak compacto HB20 e o utilitário esportivo (SUV) Creta, que já são produzidos na fábrica da companhia em Piracicaba (SP). “Esse terceiro modelo completará o portfólio com uma configuração inédita”, afirmou o vice-presidente de operações da Hyundai no Brasil, Marcos Oliveira, em comunicado à imprensa. Segundo a montadora, a fábrica de Piracicaba, inaugurada em 2012, recebeu melhorias para ultrapassar a capacidade de 215 mil veículos anuais “e está preparada para apoiar a expansão de produtos nos próximos anos, à medida que a Hyundai aprofunda sua presença no Brasil e na região da América do Sul”. (Reuters)
Futuros de gás natural sobem 2,94% na NYMEX; contratos são para abril
B3 (B3SA3) reforça ganhos e sobe +3,24%
Down Jones: -0,05%
S&P 500: +0,07%
Nasdaq: +0,38%
Vale (VALE3) mantém queda a -0,93%
Axia Energia desacelera, mas mantém alta: AXIA3, +0,80%; AXIA6, +0,70%
Setor de papel e celulose desacelera e registra mistas: SUZB3, -0,43%; KLBN11, -0,24%, RANI3, +0,91%
AURA33 tem alta de 3,79%, a R$ 151,17
Construtoras no vermelho: MRVE3, -3,42%; EZTC3, -2,41%; DIRR3, -2,33%; TEND3, -1,62%; CURY3, -1,26%
Vale (VALE3) recua 0,89%, a R$ 87,70
PRIO3 tem forte alta e chega a +5,01%
| COMPRA | VENDA | |
| Ontem | 5,1489 | 5,1495 |
| 1ª parcial | 5,1979 | 5,1985 |
| 2ª parcial | 5,2131 | 5,2137 |
| 3ª parcial | 5,1904 | 5,1910 |
| 4ª parcial | 5,1964 | 5,1970 |
Embraer (EMBJ3) tem leve alta de 0,04%
Petrobras aumenta ganhos: PETR3, +3,60%; PETR4, +3,97%
Grandes bancos em queda: ITUB4, -1,76%; BBDC4, -0,43%; SANB11, -0,42%; BBAS3, -0,15%
PCAR3 nada contra a maré e registra alta em meio à queda generalizada: +0,32%, a R$ 3,09
RAIZ4 tem alta de 1,59%, a R$ 0,64
Principais índices em Nova York diminuem bastante as perdas do dia
- Dow Jones: -0,27% (na abertura: -1,19%)
- S&P 500: -0,31% (na abertura: -1,19%)
- Nasdaq: -0,18% (na abertura: -1,47%)
Axia Energia ganha fôlego e sobe: AXIA3, +0,55%; AXIA6, +0,75%
Ibovespa: petroleiras dominam as maiores altas do dia; confira a lista
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| PRIO3 | 5,16 | 57,30 |
| PETR4 | 4,47 | 41,09 |
| PETR3 | 4,35 | 44,59 |
| BRAV3 | 3,76 | 19,34 |
| RECV3 | 2,76 | 12,66 |
Ibovespa: MGLU3 é a maior baixa do dia até aqui; veja as demais
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| MGLU3 | -3,64 | 9,01 |
| CSNA3 | -2,55 | 8,40 |
| CPFE3 | -2,50 | 49,09 |
| MRVE3 | -2,44 | 9,99 |
| POMO4 | -2,33 | 6,72 |
Axia Energia devolve quase todas as perdas e opera perto da estabilidade: +0,02% (AXIA3) e -0,04% (AXIA6)
Ibovespa diminui ainda mais ritmo de queda, agora para menos 0,24%, aos 188.337,30 pontos
Macron diz que França aumentará tamanho de seu arsenal nuclear
A França aumentará o tamanho de seu arsenal nuclear e fortalecerá sua capacidade de dissuasão, com um risco crescente de conflitos globais ultrapassarem o limiar nuclear, disse o presidente Emmanuel Macron nesta segunda-feira. “Estamos passando por um período de turbulência geopolítica repleto de riscos”, disse Macron em um discurso proferido em uma base submarina na Bretanha, acrescentando ser necessário um “endurecimento” do modelo de dissuasão francês. (Reuters)
B3 9B3SA3) vira para alta e acelera: mais 0,50%, a R$ 17,99
Ibovespa diminui ritmo de queda para menos 0,58%, aos 187.685,61 pontos
Macron: França irá ampliar o tamanho do seu arsenal nuclear
VIX: índice de volatilidade nos EUA acelera 13,39%, aos 22,52 pontos
Investidores em Wall Street se retiram de suas posições após os EUA e Israel atacarem o Irã no fim de semana, o que provocou uma alta nos preços do petróleo e adicionou um Oriente Médio instável à crescente lista de preocupações dos investidores em ações. “O risco residual de um conflito prolongado é maior do que em 2024 ou 2025, embora não vejamos essa guerra escalando a ponto de alterar drasticamente as perspectivas dos EUA”, disse Ajay Rajadhyaksha, do Barclays, em nota reproduzida pela CNBC. “É muito cedo para comprar em qualquer queda, especialmente com os investidores acostumados a um padrão de rápida desescalada”.
- Dow Jones: -1,19%
- S&P 500: -1,19%
- Nasdaq: -1,47%
Juros prefixados e atrelados à inflação avançam após petróleo disparar e mercado rever cortes do Fed e balizar expectativas para o próximo Copom no Brasil.
Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) recua 0,24%, aos 3.902,66 pontos, nova mínima do dia
BCE deve estar preparado para ajustar juros rápido em qualquer direção
O Banco Central Europeu deve estar preparado para alterar sua taxa básica de juros em qualquer direção caso ameaças potenciais à economia da zona do euro decorrentes de um novo aumento da incerteza se concretizem, afirmou o presidente do banco central da Áustria, Martin Kocher, em entrevista ao Wall Street Journal publicada nesta segunda-feira. Kocher, que também é membro do BCE, disse ao jornal que o aumento da incerteza desde o início do ano tornou possível que a taxa básica seja reduzida novamente, mas também que o próximo movimento seja um aumento. Transtornos nos mercados petrolíferos ou no transporte marítimo através do Estreito de Ormuz podem aumentar os custos e, consequentemente, a inflação, enquanto o aumento das tensões pode pesar sobre a atividade econômica, acrescentou. (Reuters)
Macron: novos tempos exigem um endurecimento da doutrina nuclear francesa
Emannuel Macron é o presidente da França.
Indústria no Brasil marca 10º mês seguido de retração em fevereiro, mostra PMI
O PMI, compilado pela S&P Global, avançou a 47,3 em fevereiro, de 47,0 em janeiro.
A Comissão Europeia não prevê que o agravamento do conflito no Oriente Médio tenha qualquer impacto imediato na segurança do abastecimento de petróleo e gás da União Europeia, afirmou um porta-voz. Os preços do petróleo disparam e os valores de referência do gás natural no atacado na Holanda saltaram mais de 25%, após o transporte marítimo no Estreito de Ormuz ser interrompido por ataques retaliatórios iranianos, na sequência do bombardeio inicial de Israel e dos EUA que matou o líder supremo iraniano, Ali Khamenei. Fontes do setor disseram que a maioria dos armadores das grandes empresas petrolíferas e das companhias de comercialização suspenderam os embarques de energia pelo Estreito de Ormuz. O Estreito é uma via de passagem para mais de 20% do petróleo mundial e cerca de 20% do gás natural liquefeito. “Nossa análise é que não há preocupação imediata com a segurança do abastecimento da União Europeia”, disse um porta-voz da Comissão em uma coletiva de imprensa. (Reuters)
VXBR: índice de volatilidade na Bolsa brasileira agora sobe 7,94%, aos 22,83 pontos
Conflito no Oriente Médio: impacto final nos preços dependerá essencialmente da duração e da intensidade da guerra, diz economista
Leonardo Costa, economista do ASA, diz que a guerra no Oriente Médio “eleva de forma relevante os riscos para energia, mas o impacto final dependerá essencialmente da duração e da intensidade do conflito. No Brasil, a política de suavização de preços da Petrobras (PETR4) tende a retardar o repasse da alta internacional para combustíveis, com o diesel devendo subir antes da gasolina, dado o maior peso das importações e a defasagem acumulada”. Em termos inflacionários, ele afirma que “um aumento de 10% na gasolina adiciona cerca de 20-25bps ao IPCA, enquanto o diesel impacta majoritariamente de forma indireta, via custos e cadeia produtiva. A persistência de um preço do petróleo mais elevado pode elevar a projeção de inflação doméstica”.
Levará tempo para atingir objetivos no Irã, diz chefe militar dos EUA
O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, afirmou há pouco que levará tempo para atingir os objetivos militares no Irã e que são esperadas mais baixas entre os soldados norte-americanos, acrescentando que os EUA continuam a enviar tropas adicionais para o Oriente Médio, mesmo após um grande reforço militar. (Reuters)
Ibovespa agora cai 0,51%, aos 187.829,45 pontos
Aéreas em baixa: AZUL53 desce 4,26% e GOLL54 perde 0,09%
Varejistas nesta abertura: AMER3, -5,34%; AZZA3, -3,13%; AUAU3, -1,64%; BHIA3, -2,34%; CEAB3, -2,55%; LREN3, -1,99%; MGLU3, -3,21%; RIAA3, -1,40%; VIVA3, -0,74%
Supermercadistas descem: ASAI3, -3,10%; GMAT3, -1,92%; PCAR3, estável
Siderúrgicas começam a segunda-feira no vermelho: CSNA3, -2,09%; GGBR4, -1,05%; GOAU4, -0,96%; USIM5, -0,85%
Frigoríficos abrem no vermelho: BEEF3 desce 4,21% e MBRF3 perde 1,02%
Ceron: Brasil não está precisando hoje de incremento de despesa para apoio social
Ceron: BPC tem dinâmica de crescimento e não pode continuar assim
Ceron: está se abrindo uma janela de oportunidade para reorganizar programas sociais, já que há programas sobrepostos
Rogério Ceron é Secretário do Tesouro Nacional.
Rotação global continua e XP eleva projeção para Ibovespa a 196 mil pontos para 2026
Estrategistas ainda atualizaram ainda o cenário otimista para 242 mil pontos.
Preços dos combustíveis no Brasil ampliam bastante diferença abaixo da paridade internacional, diz Abicom
Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 35 dias diminuição dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 301 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta, exceto em feriados.
- Diesel A S10 (média nacional): -23%, ou -R$ 0,73 (sexta: -12%, ou -R$ 0,39)
- Gasolina A (média nacional): -17%, ou -R$ 0,42 (sexta: -3%, ou -R$ 0,09)
Atividade industrial da China deve encolher pelo segundo mês consecutivo, afetada pela queda na demanda
A atividade industrial da China provavelmente encolheu pelo segundo mês consecutivo em fevereiro, segundo uma pesquisa da Reuters divulgada hoje, sugerindo que os proprietários de fábricas ainda estão lutando para obter lucros, já que a demanda interna e os investimentos fracos ofuscam as exportações resilientes. A pesquisa com 27 economistas previu que o índice oficial de gerentes de compras (PMI) cairia de 49,3 em janeiro para 49,1, abaixo do limite de 50 pontos que separa o crescimento da contração. Os dados serão divulgados na quarta-feira (4). O PMI quebrou uma sequência de oito meses em território negativo em dezembro, subindo para 50,1, mas passou a maior parte de 2025 em baixa. Os formuladores de políticas adiaram novos estímulos no último trimestre de 2025, confiantes de que a segunda maior economia do mundo atingiria sua meta oficial de crescimento de cerca de 5%, impulsionada por exportações recordes e uma iniciativa de diversificação para longe dos EUA, em resposta às tarifas comerciais do presidente norte-americano, Donald Trump. Mas os economistas esperam que o crescimento permaneça fraco no primeiro trimestre de 2026 sem mais apoio político. Eles afirmam que medidas como cortes seletivos nas taxas de juros e novos cortes nas reservas bancárias provavelmente não ajudarão a impulsionar o crescimento, uma vez que medidas de flexibilização semelhantes geraram ganhos limitados desde o fim da pandemia da Covid-19. O primeiro-ministro da China, Li Qiang, deve anunciar a meta oficial de crescimento para 2026 na abertura da sessão anual do Parlamento, na quinta-feira. (Reuters)
Jatos americanos foram abatidos no Kuwait por incidente de fogo amigo, diz EUA
O Kuweit interceptou drones hostis no terceiro dia consecutivo de ataques retaliatórios iranianos aos países vizinhos do Golfo.
Futuros do petróleo disparam nesta segunda: WTI tem mais 8,00%, a US$ 72,38; e Brent sobe 8,22%, a US$ 78,86
Guerra no Oriente Médio: expectativa anterior de que o BC iniciaria o corte da Selic em março agora enfrenta um prêmio de risco geopolítico muito elevado, diz especialista
“O cenário de estabilidade que vínhamos construindo para 2026 sofreu uma inflexão drástica neste fim de semana”, resume André Matos, CEO da MA7 Negócios. “Precisamos ter a clareza de que o Relatório Focus publicado hoje ‘nasce velho’; seus dados foram consolidados na sexta-feira e, portanto, ainda não capturam a escalada militar no Irã. Estamos falando de um salto imediato de 12% no petróleo Brent, que já ultrapassa os US$ 81 por barril, e de uma ameaça direta ao Estreito de Ormuz, artéria por onde transita 20% da energia mundial. Essa nova pressão inflacionária, somada ao IPCA-15 de 0,84%, altera significativamente o cálculo da nossa política monetária. A expectativa anterior de que o Banco Central iniciaria o corte da Selic em março agora enfrenta um prêmio de risco geopolítico muito elevado”. Ele ressalta que o mercado de juros futuros (DI) já reagiu prontamente, elevando as taxas para vencimentos em 2027 e 2029, “o que reflete o receio de que a inflação global e a volatilidade do câmbio forcem uma cautela maior da autoridade monetária”. Nas bolsas, ele segue, “o movimento de ‘flight to quality’ pressiona o Ibovespa e exige uma gestão de risco impecável. No setor produtivo, nossa diretriz agora é de cautela absoluta. A manutenção da Selic em 15% torna-se o cenário mais prudente para evitar a desancoragem das expectativas de longo prazo. É o momento de priorizar a governança e a liquidez diante de uma incerteza sistêmica que foge ao controle doméstico”.
DXY: índice dólar avança 0,70%, aos 98,29 pontos
Dólar comercial abre em alta de 0,52%, cotado a R$ 5,161 na compra e a R$ 5,160 na venda
90% dos salários do MP passam de R$ 100 mil e no TJ desembargador ganhou R$ 287 mil
Turbinados por vantagens e indenizações, salários de alguns servidores e integrantes do serviço público conseguem furar o limite do teto constitucional.
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,325 | 0,150 |
| DI1F28 | 12,690 | 0,215 |
| DI1F29 | 12,730 | 0,195 |
| DI1F31 | 13,135 | 0,190 |
| DI1F32 | 13,280 | 0,180 |
| DI1F33 | 13,350 | 0,150 |
| DI1F34 | 13,400 | 0,150 |
| DI1F35 | 13,420 | 0,145 |
Dólar futuro (DOLFUT) abre em alta de 0,26%, cotado aos 5.182,50 pontos
Ibovespa futuro (INDFUT) abre em queda de 0,77%, cotado aos 190.120 pontos
Mini-índice (WINJ26): dados macro pressionam após semana negativa
Para os traders de mini-índice, a última sessão marcou correção mais intensa após semanas de alta, com pressão das blue chips e avanço dos juros elevando a cautela no curto prazo. A próxima semana, com PIB, produção industrial e dados de emprego no radar, tende a manter a volatilidade no Ibovespa futuro.
Minidólar (WDOJ26): agenda forte e níveis técnicos no radar
Para os traders de dólar, a última sessão foi dominada por movimentos técnicos concentrados nas janelas da Ptax, com forte oscilação intradiária e posterior acomodação. O pano de fundo combina inflação acima das projeções, ajuste na curva de juros e dólar externo mais fraco — elementos centrais para a análise do mini dólar no próximo pregão.
Petrobras (PETR3; PETR4) divulga balanço nesta semana; veja agenda completa
Além da petroleira, a semana conta com divulgações de varejistas como Alpargatas (ALPA4), Grendene (GRND3) e Renner (LREN3).
Focus: projeção para o câmbio cai para 2026 e 2029
- Dólar para 2026: R$ 5,42 (de R$ 5,45 há uma semana)
- Dólar para 2027: R$ 5,50 (sem mudanças)
- Dólar para 2028: R$ 5,50 (sem alterações)
- Dólar para 2029: R$ 5,50 (de R$ 5,52 há uma semana)
Focus: projeção para a Selic cai para 2026
- Selic para 2026: 12,00% (de 12,13% há uma semana)
- Selic para 2027: 10,50% (sem mudanças)
- Selic para 2028: 10,00% (sem mudanças)
- Selic para 2029: 9,50% (sem mudanças)
Focus: projeção para o PIB não apresenta alterações
- PIB para 2026: 1,82% (sem mudanças)
- PIB para 2027: 1,80% (sem mudanças)
- PIB para 2028: 2,00% (sem mudanças)
- PIB para 2029: 2,00% (sem mudanças)
Focus: projeção para o IPCA cai para 2027
- IPCA para 2026: 3,91% (sem mudanças)
- IPCA para 2027: 3,79% (de 3,80% há uma semana)
- IPCA para 2028: 3,50% (sem mudanças)
- IPCA para 2029: 3,50% (sem mudanças)
Cenário é de profunda cautela, diz especialista, sobre mercados nesta segunda-feira
Étore Sanchez, economista da Ativa Investimentos, diz que o cenário global nesta manhã “é de profunda cautela, com os mercados financeiros processando a escalada das tensões no Oriente Médio após um final de semana marcado por eventos decisivos”. Como reflexo imediato, ele segue, “observa-se uma retração nas bolsas de valores acompanhada pela valorização do petróleo, enquanto investidores avaliam a continuidade dos ataques aéreos conduzidos pelos EUA e por Israel. O objetivo dessas operações transcende a pressão diplomática, focando agora na neutralização da infraestrutura nuclear e de mísseis, além da desarticulação do regime iraniano. Embora o Irã tenha respondido com investidas de drones e mísseis contra alvos regionais, incluindo aeroportos movimentados, a maior parte dessas ações foi interceptada, mantendo as consequências relativamente contidas até o momento. No campo diplomático, as informações são ambíguas”. Vale notar que, nNo setor energético, “o fechamento efetivo do Estreito de Ormuz gera preocupações logísticas globais, exacerbadas pela suspensão de operações em grandes refinarias sauditas após ataques na região. Contudo, a disposição de membros da OPEP+ em elevar a oferta de óleo bruto, somada ao papel estratégico da indústria petrolífera da Venezuela sob influência de Washington, atua como um amortecedor para o mercado”.
Várias aeronaves dos EUA foram abatidas e caíram no Kuwait, dizem autoridades
Ministério da Defesa do Kuwait diz que múltiplos aviões dos EUA caíram, mas que tripulantes sobreviveram.
As ações europeias caem para o nível mais baixo em duas semanas, uma vez que o conflito no Oriente Médio não dava sinais de calma, provocando uma liquidação generalizada que deixava a maioria dos setores no vermelho. Novos ataques militares dos EUA e de Israel ao Irã continuaram após os do fim de semana que mataram o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, levando Teerã a lançar uma série de mísseis em toda a região e aumentando os temores de que o conflito possa se ampliar e envolver países vizinhos. “Os ataques coordenados de Israel e dos EUA ao Irã têm como objetivo explícito uma mudança de regime e provavelmente durarão muito mais tempo do que a ação limitada vista em 2025, quando o Brent ultrapassou brevemente os 80 dólares por barril”, disse Paolo Zanghieri, economista sênior da Generali Investments.
- STOXX 600: -1,44%
- DAX (Alemanha): -2,02%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,96%
- CAC 40 (França): -1,77%
- FTSE MIB (Itália): -1,69%
Mercados da Ásia fecham dia de forma mista
As ações de Xangai fecharam no maior patamar em 10 anos, contrariando a queda regional após o conflito com o Irã, com os investidores comprando ações dos setores de energia, ouro e defesa. O otimismo no continente foi apoiado pelas expectativas de que Pequim possa intervir para estabilizar os mercados antes de uma reunião parlamentar no final desta semana. Kevin Liu, estrategista da CICC Research, disse que o impacto de qualquer conflito geopolítico provavelmente seria passageiro. “Isso não altera a tendência original determinada pelos fundamentos macroeconômicos”, disse Liu. Um forte aumento nos preços do petróleo reduziria o apetite geral pelo risco, já que a perspectiva de uma inflação mais alta torna mais difícil para o Federal Reserve reduzir as taxas de juros, disse Jeff Mei, diretor de operações da bolsa de criptomoedas BTSE. Ele acrescentou: “os investidores migram para ativos seguros, como o ouro, em tempos de conflito”.
- Shanghai SE (China), +0,47%
- Nikkei (Japão): -1,35%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -2,14%
- Nifty 50 (Índia): -1,24%
- ASX 200 (Austrália): +0,03%
XP: Ataque ao Irã eleva risco, mas pode trazer efeitos mistos para Brasil e petróleo
Ataque dos EUA ao Irã acende alerta sobre petróleo, inflação e juros, mas Brasil pode ter fluxo para emergentes e exportações de commodities, avaliam especialistas da casa.
Os índices futuros dos EUA operam em queda após os EUA e Israel atacarem o Irã no fim de semana, o que provocou uma alta nos preços do petróleo e adicionou um Oriente Médio instável à crescente lista de preocupações dos investidores em ações. “O risco residual de um conflito prolongado é maior do que em 2024 ou 2025, embora não vejamos essa guerra escalando a ponto de alterar drasticamente as perspectivas dos EUA”, disse Ajay Rajadhyaksha, do Barclays, em nota reproduzida pela CNBC. “É muito cedo para comprar em qualquer queda, especialmente com os investidores acostumados a um padrão de rápida desescalada”.
- Dow Jones Futuro: -1,10%
- S&P 500 Futuro: -1,03%
- Nasdaq Futuro: -1,41%
Abertura dos mercados
O conflito militar no Oriente Médio impacta os mercados diante da possibilidade de que dure semanas, ameaçando desestabilizar a recuperação econômica global e possivelmente reacender a inflação. Diante disso, os preços do petróleo avançam, o dólar apresenta alta e as ações ao redor do mundo recuam. Israel lançou nesta segunda-feira novos ataques aéreos contra Teerã e ampliou sua campanha militar para incluir ofensivas contra militantes do Hezbollah apoiados pelo Irã no Líbano, enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, sinalizou que a ofensiva militar EUA-Israel contra alvos iranianos pode continuar por semanas. Todas as atenções estavam voltadas para o Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um quinto do comércio mundial de petróleo transportado por via marítima e 20% do gás natural liquefeito. Embora a rota ainda não tenha sido bloqueada, sites de rastreamento marítimo mostravam petroleiros se acumulando em ambos os lados do estreito, receosos de ataques ou talvez incapazes de obter seguro para a viagem. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam a sexta-feira em baixa; semana e fevereiro terminaram igualmente negativos
Investidores em Wall Street saíram de posições novamente, ampliando as quedas dos principais índices vista na véspera, ainda com preocupações sobre o setor de tecnologia e Inteligência Artificial. Além disso, o índice de preços ao produtor (PPI) em janeiro veio mais alto do que esperado, reforçando os temores de uma inflação mais alta. “Independentemente de observarmos lucros melhores do que o esperado, inflação mais controlada ou um mercado de trabalho resiliente, as pessoas têm vendido primeiro e questionado depois”, disse à CNBC Chris Zaccarelli, diretor de investimentos da Northlight Asset Management. “Os dados de inflação mais alta divulgados esta manhã são mais um fator de preocupação dentro da análise econômica ‘tradicional’ de estabilidade de preços e pleno emprego, mesmo antes de os investidores considerarem o potencial disruptivo do impacto da IA na economia”.
| Dia (%) | Semana (%) | Fevereiro (%) | |
| Dow Jones | -1,05 | -1,31 | 0,01 |
| S&P 500 | -0,43 | -0,47 | -0,89 |
| Nasdaq | -0,92 | -0,95 | -3,47 |
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,280 | 0,105 |
| DI1F28 | 12,610 | 0,135 |
| DI1F29 | 12,645 | 0,110 |
| DI1F31 | 13,035 | 0,090 |
| DI1F32 | 13,185 | 0,085 |
| DI1F33 | 13,265 | 0,065 |
| DI1F34 | 13,295 | 0,045 |
| DI1F35 | 13,325 | 0,050 |
Dólar comercial fechou sexta em baixa curta de 0,10%
O dólar comercial voltou a cair diante do real, depois da alta da véspera. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,19%, aos 97,61 pontos. Na semana, o câmbio perdeu 0,81%; e em fevereiro, a baixa foi de 2,17%.
- Venda: R$ 5,134
- Compra: R$ 5,133
- Mínima: R$ 5,123
- Máxima: R$ 5,170
Maiores baixas, altas e mais negociadas de sexta-feira
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| CSAN3 | -5,27 | 6,29 |
| NATU3 | -5,20 | 9,11 |
| CXSE3 | -4,05 | 17,79 |
| RAIL3 | -3,97 | 15,97 |
| VIVA3 | -3,71 | 31,15 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| PRIO3 | 4,11 | 54,49 |
| USIM5 | 2,32 | 7,07 |
| MBRF3 | 2,17 | 20,68 |
| BRKM5 | 1,16 | 9,59 |
| VIVT3 | 0,84 | 43,18 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| BBDC4 | 54.069 | 0,81 |
| RDOR3 | 47.280 | -3,01 |
| ITUB4 | 46.637 | -1,87 |
| RENT3 | 44.280 | 0,61 |
| B3SA3 | 39.867 | -0,28 |
- Máxima: 191.005,02
- Mínima: 188.478,08
- Diferença para a abertura: -2.218,04 pontos
- Volume: R$ 35,70 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (23): -0,88%
- Terça-feira (24): +1,40%
- Quarta-feira (25): -0,13%
- Quinta-feira (26): -0,13%
- Sexta-feira (27): -1,16%
- Semana: -0,92%
- Fevereiro: +4,09%
- 1T26: +17,17%
- 2026: +17,17%
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