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Ibovespa tem pior queda desde dezembro, com quase todos os ativos no vermelho


O Ibovespa hoje derreteu 3,28%, aos 183.104,87 pontos, uma perda de amplos 6.202,15 pontos, a maior queda em um dia desde o chamado “Flávio Day”, em 5 de dezembro do ano passado, quando o ex-presidente Jair Bolsonaro escolheu seu filho Flávio Bolsonaro para concorrer à Presidência da República, frustrando os agentes de mercado, que clamavam pela escolha do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Naquela sexta-feira de dezembro, a queda foi de 4,31% e hoje o IBOV até chegou a perder mais do que isso, mas depois se acomodou nessa ainda profunda lama.

Foi uma sessão que derreteu também toda e qualquer esperança de uma guerra rápida e que abrisse brecha para um acordo. Hoje, não há essa possibilidade. Com o Irã fechando o Estreito de Ormuz, a preocupação é com a interrupção do fornecimento de energia – petróleo e gás natural.

“Ainda é difícil dizer com precisão qual cenário deverá se concretizar, mas o temor por parte dos investidores é que esses conflitos impactem o preço do (petróleo) brent e, sendo assim, podendo impactar negativamente a economia de alguns países, como é o caso da China. Se isso ocorrer, poderíamos ver um impacto no preço de minério de ferro”, disse João Daronco, head de Análise da Suno Research.

Mas o presidente dos EUA, Donald Trump, tentando controlar a narrativa, procurou acalmar os mercados, sem sucesso: para ele, os preços do petróleo podem ter alta por um breve período, mas vão recuar. Como não dá para saber de fato, ficou o dito pelo não dito.

Aversão ao risco não só no Brasil

A onda de vendas nos mercados emergentes se aprofundou hoje. Não só no Brasil. O dólar acabou retomando seu caráter de segurança, que havia derretido com a política comercial errática do governo Trump. Hoje, o dólar comercial disparou 1,91%, a R$ 5,265, mas chegou a subir sufocantes 3%. Os DIs (juros futuros), aceleram mais uma vez por toda a curva.

Nova York também sofre com o cenário atual e, derretimento por derretimento, os principais índices fecharam se desmilinguindo. Os números parecem um quadro de Salvador Dalí: abstratos, surrealistas e derretidos. O VIX, índice de volatilidade nos EUA, chegou a subir mais de 30%. Na Europa, não foi diferente: gotas de sangue pingavam das telas dos computadores.

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“Após inicialmente encarar a guerra no Oriente Médio com relativa tranquilidade (na véspera), a ansiedade do mercado aumentou consideravelmente, em meio a preocupações de que um governo e um exército iranianos decapitados e sem liderança executem uma resposta retaliatória prolongada, visando semear o caos em toda a região, atacando infraestruturas econômicas e energéticas cruciais nas próximas semanas”, disse Adam Crisafulli, da Vital Knowledge, em nota republicada pela CNBC. “Embora os militares dos EUA e de Israel tenham domínio completo na região, eles não conseguem interceptar todos os mísseis e drones disparados pelo Irã, especialmente porque os estoques de interceptores estão se esgotando rapidamente”.

Os contratos futuros de gás natural na Europa subiram 70% em dois dias. “Os preços da energia estão subindo ainda mais, pressionando os custos globais”, completou Crisafulli.

PIB brasileiro

O desmoronamento geral foi tão amplo, que no Brasil não deu para se aprofundar com propriedade em um número bem menos surrealista e que saiu hoje: o PIB do 4T25 e de 2025.

A economia brasileira subiu 0,1% no 4T25 e avançou 2,3% em 2025, em linha com o esperado. Foi uma desaceleração do ritmo de expansão em relação aos 3,4% de 2024, mas não é exatamente um derretimento.

O aperto monetário, com uma Selic de 15% ao ano, além do endividamento, travaram o consumo das famílias e derrubaram a construção civil na reta final do ano.

Mesmo assim, o resultado coloca o Brasil em 11º lugar entre as maiores economias do ano, à frente da Espanha, México, Austrália e Coreia, mas atrás da Rússia, em guerra, e do Canadá, sufocado pela nova política comercial de Trump.

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Analistas entendem que em 2026, com eleições e agora esta guerra, a economia deve desacelerar ainda mais. “Incerteza não falta neste ano e o cenário externo alimenta mais essa incerteza. Ninguém tem um ‘best guess’ do que vai acontecer nos próximos meses, e essa falta de previsibilidade reforça o cenário de cautela”, disse Antonio Ricciardi, economista do Banco Daycoval, que prevê um ⁠crescimento ‌do PIB em 2026 de 1,9%.

O Ministério da Fazendo, não podia ser diferente, é mais otimista: prevê um crescimento idêntico ao de 2025, com 2,3%. Curiosamente, o ministério tem acertado mais suas previsões do que o mercado, sempre mais pessimista.

A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, afirmou que segue otimista com o Brasil: “mantendo a trajetória de expansão nos últimos anos, seguimos otimistas com o Brasil, que tem demonstrado capacidade de superar os desafios internos e externos para se manter no rumo do crescimento”.

Criação de empregos e a Selic

E teve mais boa notícia para o governo: criação formal de emprego superou projeção no início do ano, após quebra em dezembro, e janeiro ficou acima das expectativas.

Isso tudo com essa Selic elevadíssima. Aqui, os dois assuntos se conectam. O próprio Copom apontou na reunião de janeiro que a Selic poderia começar a cair na reunião de março. Todos respiraram aliviados. Daí, vieram as bombas, os drones e o fechamento do Estreito de Ormuz. Já se pensa em alta da inflação para todo lado.

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Luiz Arthur Hotz Fioreze, diretor de portfólio da Oryx Capital, disse que para o Brasil a guerra no Oriente Médio se apresenta como um cenário duplamente desafiador. “A aversão ao risco global fortalece o dólar, o que encarece as importações e pressiona a inflação doméstica. A alta do petróleo internacional coloca pressão sobre os preços internos dos combustíveis, um tema sempre sensível para o IPCA”. Mesmo assim, boa parte dos analistas ainda acreditam que o BC vai manter a queda em março – não é um derretimento da Selic, não há espaço algum para isso, eles garantem.

Vale derrete

Com a Bolsa brasileira se desintegrando a olhos vistos, quase todos os ativos ficaram no vermelho. Poucos se salvaram, quase nenhum – só Raizen (RAIZ4), com mais 6,15%, e Braskem (BRKM5), com mais 3,24%.; Vivara (VIVA3) ficou no zero a zero.

A Vale (VALE3) ficou longe de se salvar: derreteu 4,17%, com minério de ferro já pesando o cenário bélico atual.

Os grandes bancos não chegaram nem perto de um respiro e perderam na casa dos 3%. Destaque para a maior queda de Bradesco (BBDC4), com menos 4,78%.

GPA (PCAR3) foi a maior queda do dia, com 17,78%, em um dia que quase 100% do varejo sofreu. Mas o grupo derreteu com a Fitch Ratings rebaixando o rating corporativo de “A”, com observação negativa, para “CCC”.

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A gosma melequenta que restou do Ibovespa hoje pegou até mesmo a Petrobras (PETR4), que não aproveitou a alta forte, mais uma, dos futuros do petróleo, e perdeu 0,44%.

PRIO (PRIO3) igualmente desintegrou: menos 3,77%, mesmo com licença do Ibama pro seu campo de Wahoo sendo liberada.

Amanhã é dia de mais indicadores, como a inflação ao produtor no Brasil e dados de emprego nos EUA. Mas os olhos estarão voltados mesmo para o Oriente Médio, onde o bom senso e a paz já derreteram faz tempo. (Fernando Augusto Lopes)

Confira as últimas dos mercados

update 18h44

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update 18h42

Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia; confira as demais

Negócios Dia (%)
PETR4 107.820 -0,44
ITUB4 82.095 -3,35
B3SA3 74.066 -5,14
VALE3 66.067 -4,17
RDOR3 65.203 -2,64
update 18h40

Ibovespa: apenas dois ativos sobem nesta sessão; veja quais

Dia (%) Valor (R$)
RAIZ4 6,15 0,69
BRKM5 3,24 9,55
update 18h39

Dia (%) Valor (R$)
PCAR3 -17,78 2,59
YDUQ3 -6,99 12,10
ASAI3 -6,49 8,65
CSNA3 -6,06 7,91
BPAC11 -5,86 57,51
update 18h34

Volume de negócios ultrapassou a marca de 8,99 milhões.

update 18h15

  • Máxima: 189.602,38
  • Mínima: 180.518,33
  • Diferença para a abertura: -6.202,15 pontos
  • Volume: R$ 46,70 bilhões

Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:

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  • Segunda-feira (2): +0,28%
  • Terça-feira (3): -3,28%
  • Semana: -3,01%
  • Março: -3,01%
  • 1T26: +13,64%
  • 2026: +13,64%
update 18h09

Assembleia de Peritos do Irã elege Mojtaba, filho de Khamenei, como o próximo Líder Supremo

update 18h04

Investidores em Wall Street se decepcionaram com a projeção de que a guerra no Irã vai durar um tempo largo, podendo impactar severamente nos preços do petróleo e da inflação, o que reduz alternativas do Federal Reserve de voltar a reduzir a taxa de juros. “Acredito que a possibilidade de uma missão mais prolongada possa afetar os mercados nas próximas semanas”, disse à CNBC Jeffrey O’Connor, chefe de estrutura do mercado de ações dos EUA na Liquidnet, citando a possibilidade de os altos preços do petróleo se tornarem persistentes e os investidores terem que lidar com futuras oscilações na inflação, nos rendimentos e nas expectativas de cortes nas taxas de juros.

Dia (%) Pontos
Dow Jones -0,83 48.501,27
S&P 500 -0,94 6.816,63
Nasdaq -1,02 22.516,69
update 18h00

Taxa (%) Variação (pp)
DI1F27 13,445 0,140
DI1F28 12,885 0,175
DI1F29 12,970 0,225
DI1F31 13,360 0,245
DI1F32 13,490 0,245
DI1F33 13,560 0,245
DI1F34 13,590 0,235
DI1F35 13,600 0,240
update 17h47

Supermercadistas em forte queda: ASAI3, -6,27%; GMAT3, -3,89%

update 17h39

Siderúrgicas em queda: CSNA3, -6,06%; GGBR4, -5,53%; USIM5, -3,33%

update 17h30

PCAR3 derrete a -15,87%

update 17h15

Petrobras no vermelho: PETR3, -0,63%; PETR4, -0,66%

update 17h04

Dólar comercial fecha em alta de 1,91%

O dólar comercial volta a subir forte diante do real, ampliando a alta da véspera. O movimento vai na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,65%, aos 99,02 pontos.

  • Venda: R$ 5,265
  • Compra: R$ 5,264
  • Mínima: R$ 5,232
  • Máxima: R$ 5,343
update 16h59

Vale (VALE3) recua mais de 5%: -5,14%, a R$ 83,63

update 16h52

MGLU3 diminui perdas e recua a -1,20%

update 16h48

PRIO3 agrava perdas e recua 2,90%

update 16h39

Trump afirma que, se necessário, marinha dos EUA vai passar a escoltar navios-tanque pelo Estreito do Ormuz

update 16h31

Exército israelense afirma ter atingido um complexo nuclear em Teerã

update 16h30

Ibovespa: perdas voltam a ganhar tração e índice agora recua 3,25%, aos 183.157,65 pontos

update 16h28

CVC (CVCB3) tem baixa de 8,07%, a R$ 2,05, mínima do dia

update 16h16

Rede D’Or (RDOR3): fora de leilão, agora ação desce 1,74%, a R$ 39,01

update 16h15

Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia até aqui; veja a lista

Negócios Dia (%)
PETR4 81.768 -0,07
B3SA3 60.120 -4,27
ITUB4 57.490 -3,14
VALE3 51.919 -4,75
RDOR3 51.220 -1,46
update 16h09

Alta dos emergentes se desfaz à medida que investidores evitam risco associado ao Irã

O won coreano desvalorizou-se com a reabertura dos mercados após um feriado local, atingindo o menor valor desde 2009 em relação ao dólar.

update 16h05

Bitcoin Futuro (BITFUT) sobe 0,41%, aos 365.260,00

update 15h58

Petrobras: oscilando muito, ações agora recuam 0,29% (PETR3) e 0,27% (PETR4), mas troca de sinais é constante

update 15h56

Russell 2000: índice de small caps nos EUA recua 1,26%, acompanhando os demais índices amplos

update 15h52

Principais índices em Nova York diminuem ritmo de baixas; veja cenário atual

  • Dow Jones: -0,67%
  • S&P 500: -0,72%
  • Nasdaq: -0,84%
update 15h51

Venezuela: exportação de petróleo para a Europa sobe em fevereiro para 158 mil barris diários; para a Ásia, porém, houve queda de 67%, para 48 mil barris diários

update 15h50

Venezuela: exportação de petróleo para os EUA sobe 32% em fevereiro para 375 mil barris diários

update 15h48

Vivara (VIVA3) vai na contramão da maior parte da Bolsa e sobe 0,71%, a R$ 31,05, nova máxima do dia

update 15h47

Ibovespa vê queda perder mais ritmo e agora tem menos 2,50%, ainda uma baixa ampla, aos 184.566,50 pontos

A perda da sessão é de mais de 4,7 mil pontos.

update 15h31

Espanha: governo diz que possui os recursos necessários para conter os possíveis impactos de um embargo comercial dos EUA

Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou cortar relações comerciais com as Espanha, porque a Espanha não cedeu bases militares para os EUA usarem na guerra contra o Irã.

update 15h27

Petro juniores rejeitam altas fortes do petróleo internacional e caem: PRIO3, -1,99%; RECV3, -1,41%; BRAV3, -1,04%

update 15h25

Ibovespa diminui levemente ritmo de queda para menos 2,88%, aos 183.850,10 pontos

update 15h24

Guerra no Oriente Médio induz o BC a ser mais conservador do que o planejado, diz especialista

Luiz Arthur Hotz Fioreze, diretor de portfólio da Oryx Capital, diz que para o Brasil a guerra no Oriente Médio se apresenta como um cenário duplamente desafiador. “A aversão ao risco global fortalece o dólar, o que encarece as importações e pressiona a inflação doméstica”, entende. “A alta do petróleo internacional coloca pressão sobre os preços internos dos combustíveis, um tema sempre sensível para o IPCA”. E, por fim, ele entende que, “embora o Copom tenha sinalizado a intenção de iniciar cortes em março, o ‘efeito Ormuz’ somado ao IPCA-15 mais alto (0,84%) reduz drasticamente o espaço para manobras. O risco de o BC brasileiro ter que ser mais conservador do que o planejado aumentou consideravelmente”.

update 15h14

Emirados Árabes Unidos consideram tomar medidas militares contra o Irã

O movimento seria para impedir ataques com mísseis e drones iranianos contra o país, informou o Canal 12 de Israel, citando duas fontes familiarizadas com o assunto. “Embora não tenha se envolvido na guerra de forma alguma, o país absorveu 800 lançamentos”, disse uma fonte. “A posição dos Emirados Árabes Unidos é que não há país no mundo que não reexaminaria sua política nessas circunstâncias”, acrescentou a fonte. (com Iran INTL)

update 15h11

Preços do petróleo podem ter alta por um breve período, mas vão recuar, avalia Trump

O presidente dos EUA disse que houve mais um ataque à nova liderança do Irã, com impacto bastante significativo.

update 15h05

A máxima do dia está em R$ 5,343, enquanto a mínima está em R$ 5,232.

update 15h03

Ibovespa: apenas três ativos sobem: PETR4 (+0,27%), PETR3 (+0,13%), BRKM5 (+0,11%)

update 15h00

O presidente do Federal Reserve de Minneapolis, Neel Kashkari, disse hoje que o conflito com o Irã aumentou a incerteza sobre as perspectivas e tornou mais difícil saber o que está por vir para a política de taxas de juros do banco central. Quando se trata das perspectivas, “eu tinha muita confiança até alguns dias atrás”, disse Kashkari. Tendo tido a expectativa de um corte nas taxas este ano, agora “eu só preciso ver” como os dados reagem à guerra para saber o que precisa acontecer. (Reuters)

update 14h57

Futuros de gás natural disparam 6,05% na NYMEX; contratos são para abril

update 14h34

CVCB3 cai 7,17% e bate mínima do dia a R$ 2,07

update 14h29

PCAR3 chega a -14,29%, pior marca do dia

update 14h23

PETR4 sobe 0,71% e é a mais negociada do dia até então

update 14h14

Vale (VALE3) cai 4,78% e é negociada a R$ 83,95

update 14h01

PCAR3 tem maior baixa do dia a -13,65%

update 13h58

Petrobras perde força e sobe abaixo de 1%: PETR3, +0,69%; PETR4, +0,73%

update 13h38

PRIO3 sustenta alta suave a +0,82%

update 13h37

Petrobras mantém recuperação e ação supera 1%: PETR3, +1,88%; PETR4, +1,51%

update 13h18

B3 (B3SA3) despenca a -6,60%

update 13h17

COMPRA VENDA
Ontem 5,1995 5,2001
1ª parcial 5,2429 5,2435
2ª parcial 5,2615 5,2621
3ª parcial 5,3323 5,3329
4ª parcial 5,3087 5,3093
update 13h09

Principais índices de Nova York aprofundam baixas:

Down Jones: -2,01%
S&P 500: -1,77%
Nasdaq: -1,87%

update 13h07

Varejistas de moda em baixa: CEAB3, -7,20%; LREN3, -5,93%

update 13h00

MGLU3 cai 6,64%, a R$ 8,59

update 12h56

Axia Energia em queda livre: AXIA3, -5,36%; AXIA6, -5,56%

update 12h49

Vale (VALE3) segue tendência e cai 5,35%

update 12h44

Petrobras volta ao azul: PETR3, +0,83%; PETR4, +0,15%

update 12h25

Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) aprofunda crise e derrete a -11,11%

update 12h19

Ibovespa: apenas 3 ativos sobem neste momento e todos são petroleiras; veja a lista

Dia (%) Valor (R$)
BRAV3 0,73 19,31
PETR3 0,45 44,91
PRIO3 0,44 57,53
update 12h18

Grandes bancos despencam em dia ruim: BBDC4, -6,01%; BBAS3, -5,33%; SANB3, -5,10%; ITUB4, -5,01%

update 12h18

Ibovespa: PCAR3 é a maior queda do dia até aqui; veja a lista

Dia (%) Valor (R$)
PCAR3 -11,43 2,79
VAMO3 -8,20 4,03
CEAB3 -7,99 11,75
RENT4 -7,86 45,93
BPAC11 -7,82 56,31
update 12h12

Dólar comercial agora avança 3,22%, a R$ 5,333, em nova máxima do dia

update 12h09

André Cury é o novo presidente do CIti no Brasil

update 12h08

Dólar comercial dispara 3,16%, a R$ 5,330, nova máxima do dia

update 12h07

O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, pediu o fim imediato das ações militares contra o Irã em uma conversa telefônica com o ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar. Segundo Pequim, a China se opõe aos ataques lançados por Israel e pelos EUA contra o Irã, acrescentando que a força não resolve problemas de fato e muitas vezes gera consequências a longo prazo. A China já havia na véspera prestado solidariedade ao Irã, após os ataques do final de semana.

update 12h05

Alemanha convoca embaixador iraniano e condena ataques

A Alemanha convocou o embaixador do Irã e pediu a Teerã que cesse imediatamente o que descreveu como ataques imprudentes na região, informou agora há pouco o Ministério das Relações Exteriores alemão. Na redes sociais, o ministério condenou o que chamou de ataques indiscriminados e desproporcionais com mísseis e drones iranianos, inclusive contra alvos civis, afirmando que representam uma ameaça para aliados, militares alemães e cidadãos alemães na região. (com Iran INTL)

update 12h02

Ibovespa Futuro (INDFUT) recua 4,52%, aos 183.705 pontos

update 12h00

O presidente do Federal Reserve de Nova York, John Williams, afirmou há pouco que o banco central norte-americano está no caminho certo para novos cortes nas taxas de juros, caso as pressões inflacionárias se moderem conforme suas expectativas, mas não abordou o impacto do conflito com o Irã sobre a economia. “A política monetária está atualmente bem posicionada para apoiar a estabilização do mercado de trabalho e retornar a inflação à nossa meta de 2%”, disse Williams no texto de um discurso a ser proferido em uma conferência organizada pelas cooperativas de crédito americanas em Washington. “Se a inflação seguir a trajetória que espero, novas reduções na taxa básica de juros serão eventualmente justificadas para evitar que a política monetária se torne inadvertidamente mais restritiva”. Ele falou em meio à volatilidade nos mercados globais relacionada aos ataques militares dos EUA e de Israel contra o Irã. Até o momento, a guerra elevou principalmente os preços da energia, o que, por sua vez, pode aumentar a pressão sobre os níveis de inflação, que já estão acima da meta de 2% do Fed. Os mercados, preocupados com as perspectivas de pressão inflacionária impulsionada pela guerra, estão reprecificando o que antes eram perspectivas de novos cortes nas taxas de juros do Fed este ano. Williams não abordou o impacto econômico do conflito em seu discurso preparado. (Reuters)

update 11h46

Vale (VALE3) derrete agora mais de 6%! Queda é de 6,18%, a R$ 82,72

update 11h44

NOVA MÍNIMA! Ibovespa agora perde 4,37%, aos 181.0,25,32 pontos

update 11h42

Ibovespa: apenas papéis de petroleiras sobem nesta terça-feira e índice perde mais de 3%; confira o Mapa de Ativos do IBOV

Mapa dos ativos dá uma visão mais geral sobre como opera o Ibovespa nesta terça-feira caótica nos mercados globais. Confira.

update 11h38

Shell vê “oportunidade enorme” para Brasil em meio a conflitos no Oriente Médio

O Brasil tem uma “oportunidade enorme” de atrair mais investimentos para o setor de petróleo diante da escalada de tensões e conflitos no Oriente Médio, por estar fora da rota dos confrontos, afirmou hoje cedo o presidente da Shell no Brasil, Cristiano Pinto. Segundo o executivo, o Brasil já vem sendo visto “há muito tempo” como uma fonte segura de suprimentos para petróleo do mundo. “Então, é natural que, eventualmente, clientes busquem o Brasil como uma opção de suprimento”, afirmou. “Se o país mantiver uma estabilidade regulatória, competitividade fiscal e celeridade no licenciamento, eu acredito que o Brasil tenha uma oportunidade enorme de atrair proporcionalmente mais investimento no setor, dadas as questões geopolíticas acontecendo no mundo”. Pinto ponderou que o Brasil tem atualmente uma capacidade limitada de elevar a produção de forma mais acelerada, mas que isso poderia se materializar no médio e longo prazo. O executivo também disse que não houve impacto da guerra nas cargas da Shell Brasil e ressaltou que os principais mercados do petróleo brasileiro são China e Europa, portanto, fora da rota do conflito. Em contrapartida, ele citou que as empresas com atuação no Brasil poderão sentir um aumento de preços com transporte, uma vez que “o custo de frete subiu substancialmente”. Pinto pontuou que a Shell sempre foi um ator muito presente em todas as rodadas de licitação do Brasil e que saiu de um patamar de cerca de 10 a 15 blocos exploratórios em 2021, para 50 blocos atualmente. Em 2025, a Shell somou investimentos recordes no Brasil de R$ 12,5 bilhões, contra aportes historicamente que variam entre US$ 1 bilhão e US$ 1,5 bilhão. (Reuters)

update 11h34

Caged: Brasil abre 112.334 vagas formais de emprego em janeiro, acima do esperado

O resultado de janeiro foi fruto de 2.208.030 admissões e 2.095.696 desligamentos e ficou acima da expectativa de economistas apontada em pesquisa da Reuters de criação líquida de 92.000 vagas.

update 11h32

VIX: índice de volatilidade nos EUA acelera amplos 20,85%, aos 25,91 pontos

update 11h31

Índice de Small Caps (SMLL) agora recua 4,23%, aos 2.456,46 pontos, em nova mínima do dia

update 11h30

Investidores em Wall Street agora se deram conta do tamanho do problema no Oriente Médio. A ficha caiu. “Após inicialmente encarar a guerra no Oriente Médio com relativa tranquilidade ontem, a ansiedade do mercado aumentou consideravelmente durante a noite, em meio a preocupações de que um governo e um exército iranianos decapitados e sem liderança executem uma resposta retaliatória prolongada, visando semear o caos em toda a região, atacando infraestruturas econômicas e energéticas cruciais nas próximas semanas”, disse Adam Crisafulli, da Vital Knowledge, em nota republicada pela CNBC. “Embora os militares dos EUA e de Israel tenham domínio completo na região, eles não conseguem interceptar todos os mísseis e drones disparados pelo Irã, especialmente porque os estoques de interceptores estão se esgotando rapidamente”. Os preços da energia subiram novamente, à medida que o conflito se intensifica. Mais preocupante é a alta nos preços do gás natural na Europa, após o Irã interromper a produção de GNL do Catar. Os contratos futuros de gás natural na Europa subiram 70% em dois dias. “Os preços da energia estão subindo ainda mais, pressionando os custos globais”.

  • Dow Jones: -1,81%
  • S&P 500: -1,66%
  • Nasdaq: -2,00%
update 11h18

Dólar comercial acelera ainda mais: alta de 2,34%, a R$ 5,287, nova máxima do dia

update 10h59

Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) agora cai 0,38%, aos 3.891,18 pontos, nova mínima do dia

update 10h57

Ibovespa agora perde 3,48%, aos 182.715,00 pontos, em nova mínima da sessão

update 10h56

OUTRA MÍNIMA! Ibovespa agora cede 3,46%, aos 182.753,18 pontos, nova mínima do dia

update 10h55

NOVA MÍNIMA DO DIA! Queda do Ibovespa agora é de 3,44%, aos 182.793,10 pontos

update 10h49

Índice de Small Caps (SMLL) agora desce 4,10%, aos 2.469,86 pontos, nova mínima do dia

update 10h49

SAI DE BAIXO! Ibovespa agora recua 3,42%, aos 182.839,10 pontos, nova mínima do dia

update 10h46

PIB do 4T25: resultado abaixo das expectativas pode levar a melhora na ancoragem das expectativas inflacionárias, diz economista

Felipe Tavares, economista-chefe da BGC Liquidez, diz que “a desaceleração das pesquisas antecedentes do IBGE apareceu no PIB, e não apareceu no IBC-BR, no mês passado. A desaceleração do setor de serviços e da indústria foram mais visíveis no PIB do 4T25”. Com o resultado abaixo das expectativas do mercado, pode haver melhora na ancoragem das expectativas inflacionárias, importante para o fechamento do hiato do produto, variável estratégica para a calibração da política monetária do BC. “Para 2026, enxergamos o PIB desacelerando um pouco mais, com um crescimento de 1,5% no agregado do ano”, conclui.

update 10h41

Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) agora perde 0,31%, aos 3.894,10 pontos, nova mínima do dia

update 10h40

B3 (B3SA3) agora desce 5,08%, a R$ 17,55, nova mínima do dia

update 10h35

Aéreas em baixa: AZUL53 recua 3,41% e GOLL54 desce 0,09%

update 10h31

Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) agora cai 0,26%, aos 3.895,92 pontos, nova mínima do dia

update 10h30

Petrobras diminui bastante ritmo de altas para +0,27% (PETR3) e +0,61% (PETR4)

update 10h28

Varejistas também estão em baixa: AMER3, -4,03%; AZZA3, -5,30%; AUAU3, -1,96%; BHIA3, -3,05%; CEAB3, -5,56%; LREN3, -4,32%; MGLU3, -4,90%; RIAA3, -4,89%; VIVA3, -3,83%

update 10h24

Supermercadistas iniciam a terça-feira no vermelho: ASAI3, -4,32%; GMAT3, -1,77%; PCAR3, -4,76%

update 10h22

Frigoríficos abrem em baixa: BEEF3 desce 2,35% e MBRF3 cai 3,75%

update 10h20

Siderúrgicas derretem nesta abertura: CSNA3, -4,75%; GGBR4, -3,51%; GOAU4, -3,88%; USIM5, -3,62%

update 10h14

Grandes bancos afundam nesta manhã: BBAS3, -2,94%, BBDC4, -4,26%; ITUB4, -4,07%; SANB11, -3,22%

update 9h55

PIB no 4T25: desaceleração reflete efeitos da política monetária, ressalta economista

Leonardo Costa, economista do ASA, descreve que, “em termos qualitativos, a história de 2025 foi de crescimento mais forte na primeira metade do ano e desaceleração mais pronunciada na segunda metade, refletindo os efeitos defasados da política monetária restritiva”. No 4T25, ele segue, o que sustentou o resultado foram segmentos pouco cíclicos, enquanto os setores mais sensíveis ao ciclo doméstico, como construção, comércio e investimento, mostraram fraqueza. “Ou seja, a narrativa de desaceleração da atividade adere bem ao resultado divulgado hoje”, entende. “Para 2026, a leitura prospectiva é de início de ano mais forte, com os trackings recentes apontando ritmo mais robusto no 1T26 frente ao observado no 4T25. Além disso, a desoneração do Imposto de Renda deve apoiar o consumo das famílias, e a sazonalidade costuma ser mais favorável no começo do ano”. A projeção do economista é de mais 0,7% trimestralmente no 1T26 e crescimento de 2,0% no ano.

update 9h51

Reino Unido planeja enviar navio de guerra para defender sua base aérea no Chipre de ataques iranianos

update 9h49

Iraque interrompe produção no campo petrolífero de Rumaila em meio à escalada regional

update 9h45

Trump diz que defesa aérea, força aérea, marinha e comando iraniano acabaram

“Agora eles querem conversar e eu disse: ‘tarde demais!’”, afirmou o presidente dos EUA, Donald Trump.

update 9h40

Ouro recua 1,77% nesta manhã, a US$ 5.218,90

update 9h31

Dólar comercial sobe 1,43%, a R$ 5,238 na venda e R$ 5,237 na compra

A máxima do dia bateu em R$ 5,259, enquanto a mínima está em R$ 5,232.

update 9h26

Emirados Árabes Unidos alertam contra violações de soberania e citam reservas de artilharia

Os Emirados Árabes Unidos não tolerarão qualquer violação de sua soberania ou ameaças à segurança de seu território, afirmou um porta-voz do Ministério da Defesa, citado pela Reuters. O porta-voz disse que os Emirados Árabes Unidos possuem reservas estratégicas de artilharia capazes de repelir ameaças aéreas por um longo período. (com Iran INTL)

update 9h23

DXY: índice dólar sobe amplos 0,82%, aos 99,19 pontos

update 9h18

Taxa (%) Variação (pp)
DI1F27 13,420 0,115
DI1F28 12,855 0,145
DI1F29 12,910 0,165
DI1F31 13,285 0,170
DI1F32 13,405 0,160
DI1F33 13,470 0,155
DI1F34 13,505 0,150
DI1F35 13,515 0,155
update 9h15

PIB do Brasil tem leve alta de 0,1% no 4º tri e cresce 2,3% em 2025

O Produto Interno Bruto (PIB) Brasil registrou crescimento em linha com o esperado por economistas, e encerrou 2025 com expansão de 2,3%, mostrando perda de força em relação ao ano anterior, de acordo com dados do IBGE. A expectativa em pesquisa da Reuters era de avanço de 0,1% no período de outubro a dezembro frente ao trimestre imediatamente anterior. O resultado do ano ficou abaixo do desempenho do PIB em 2024, de uma expansão de 3,4%. O PIB mostrou desaceleração no segundo semestre de 2025, depois de ter expandido 1,5% no primeiro trimestre e 0,3% no segundo. No terceiro trimestre, a economia ficou estagnada, em dado revisado pelo IBGE de alta de 0,1% informada antes. Na comparação com o quarto trimestre de 2024, o PIB apresentou crescimento de 1,8%, também em linha com a pesquisa. (Reuters)

update 9h10

Consumo das famílias sobe 1,0% no 4T25 sobre o 4T24

update 9h07

PIB da construção civil sobe 0,5% em 2025 em relação a 2024

update 9h07

PIB do comércio brasileiro sobe 1,1% em 2025 em relação a 2024

update 9h04

Ibovespa futuro (INDFUT) abre em queda de 2,28%, cotado aos 188.075 pontos

update 9h02

PIB do 4T25 sobe 1,8% em relação ao 4T24, como esperado pelo mercado

No 3T25 em relação ao 3T24, houve estabilidade (0,0%), revisado de expansão de 0,1%.

update 9h01

Dólar futuro (DOLFUT) abre em alta de 1,33%, cotado aos 5.283,50 pontos

update 9h01

PIB do 4T25 sobe 0,1% em relação ao 3T25, como esperado pelo mercado; expansão é a mesma anotada no 3T25 em relação ao trimestre anterior

update 8h58

Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 36 dias diminuição dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 302 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta, exceto em feriados.

  • Diesel A S10 (média nacional): -26%, ou -R$ 0,83 (ontem: -23%, ou -R$ 0,73)
  • Gasolina A (média nacional): -12%, ou -R$ 0,29 (ontem: -17%, ou -R$ 0,42)
update 8h54

update 8h52

Lula tem empate técnico contra Flávio e Ratinho no 2º turno, diz Real Time Big Data

É a primeira vez que a pesquisa Real Time Big Data simula cenários de segundo turno; veja os números.

update 8h47

Irã diz que crise não ficará restrita à região e pode se espalhar pelo mundo

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, afirmou que a comunidade internacional está plenamente ciente do conflito em curso no Irã e que a crise não ficará restrita à região. “O mundo não é cego; todos veem isso, e se optar por ignorar ou fingir ignorância, enfrentará as consequências”, disse Baghaei, alertando que a guerra no Irã poderá em breve afetar a Europa e o resto do mundo. Ele afirmou que os países que acreditam poder ficar à margem enquanto o conflito continua estão “profundamente enganados”, acrescentando que o conflito é “altamente contagioso” e se espalhará para além de suas fronteiras atuais. (com Iran INTL)

update 8h38

Pague Menos (PGMN3) protocola pedido de oferta de ações no valor de até R$ 900 milhões

A definição do preço por ação está marcada para 10 de março, e o início da negociação dos papéis, para o dia 12.

update 8h36

Conflito no Irã aumenta chances de Banco do Japão adiar aumento dos juros em março, dizem fontes

Os formuladores de política monetária dizem precisar de mais tempo para avaliar o impacto sobre a economia. O único fator que poderia levar o Banco do Japão a aumentar as taxas em sua reunião de 18 e 19 de março seria uma queda acentuada do iene, que já foi afetado pelos ataques dos EUA ao Irã, aproximando-se da marca importante de 160 devido ao forte apetite dos investidores pelo dólar como moeda segura. Mas o limiar para um aumento dos juros em março aumentou depois que o agravamento do conflito no Oriente Médio abalou os mercados financeiros e impulsionou os preços do petróleo, colocando em dúvida as perspectivas de recuperação de uma economia fortemente dependente do combustível importado. “Ficou difícil para o Banco do Japão aumentar os juros”, disseram três fontes familiarizadas com o pensamento do banco central japonês, que delibera sobre as implicações da nova crise geopolítica na política monetária. O Banco do Japão precisaria de tempo para analisar como seus aumentos de juros anteriores e o conflito no Oriente Médio afetam a economia e os preços, disseram duas outras fontes, acrescentando que o impacto será ditado pela duração da guerra. Embora o aumento dos preços do petróleo possa elevar a inflação subjacente, ele poderia prejudicar a economia e justificar um adiamento dos aumentos dos juros se o conflito persistir, disse uma das fontes sob condição de anonimato. (Reuters)

update 8h33

Lula lidera todos os cenários de 1º turno, aponta Real Time Big Data

Lula se manteve estável em relação à pesquisa anterior, enquanto Flávio avança dentro da margem de erro e terceiros colocados recuam.

update 8h32

GPA (PCAR3) pede bloqueio de ações do Casino em arbitragem; Fitch corta rating da varejista

Fitch Ratings rebaixou o rating corporativo da companhia de “A”, com observação negativa, para “CCC”.

update 8h16

Mercados da Europa recuam de forma ampla de olho no conflito no Oriente Médio

As ações europeias caíam para mínimos de um mês, à medida que a queda global das ações ganhou ritmo, com os investidores enfrentando a perspectiva de uma guerra prolongada no Oriente Médio e o impacto inflacionário de um novo aumento nos preços do petróleo. O índice pan-europeu STOXX 600 caminha para sua maior queda em um dia desde abril. Se as perdas se mantiverem, o índice de referência terá caído cerca de 4% nas duas últimas sessões. O índice alemão cai para o mínimo em quase dois meses, o índice francês oscila perto dos mínimos de um mês, o índice espanhol atinge o patamar mais baixo em dois meses e o índice londrino cai para mínimas de duas semanas. Os EUA e Israel lançaram uma campanha aérea contra o Irã no sábado, atacando Teerã e matando o líder supremo iraniano Ali Khamenei. Em resposta, o Irã e seu representante Hezbollah retaliaram, levando a região do Golfo a um conflito ainda mais profundo.

  • STOXX 600: -3,14%
  • DAX (Alemanha): -3,97%
  • FTSE 100 (Reino Unido): -2,52%
  • CAC 40 (França): -2,93%
  • FTSE MIB (Itália): -4,13%
update 8h11

As ações da China continental registraram sua pior sessão em um mês, enquanto as ações de Hong Kong prolongaram suas quedas, com o agravamento do conflito no Oriente Médio prejudicando o otimismo nos mercados regionais. A guerra no Oriente Médio se ampliou, com Israel realizando operações aéreas contra o Hezbollah no Líbano, enquanto o Irã lançou ataques contra alvos dos EUA em toda a região. O foco do mercado agora se voltará para a reunião anual do Parlamento chinês, que se reunirá a partir de 5 de março, onde serão traçadas as principais metas econômicas e a agenda do ano.

  • Shanghai SE (China), -1,43%
  • Nikkei (Japão): -3,08%
  • Hang Seng Index (Hong Kong): -1,12%
  • Nifty 50 (Índia): fechado
  • ASX 200 (Austrália): -1,34%
update 8h08

Netanyahu afirma que guerra de EUA e Israel contra Irã “não vai durar anos”

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, fez a afirmação enquanto o conflito se alastrava com Israel atacando novamente a milícia Hezbollah, apoiada pelo Irã, no Líbano, e o Irã atacando os Estados do Golfo que abrigam bases norte-americanas. O presidente dos EUA, Donald Trump, que lançou ataques contra o Irã juntamente com Israel no sábado, inicialmente previu que a guerra duraria de quatro a cinco semanas, mas desde então tem procurado justificar uma guerra ampla e sem prazo determinado. Enquanto isso, o Irã lançou ataques com mísseis e drones não apenas contra Israel e as forças norte-americanas, mas também contra uma série de países da região aliados aos EUA, paralisando o transporte de energia vital globalmente do Golfo, juntamente com centenas de rotas aéreas movimentadas de curta e longa distância. Netanyahu rejeitou a ideia de que o conflito duraria anos, como as guerras anteriores na região. “Eu disse que poderia ser rápido e decisivo. Pode levar algum tempo, mas não vai levar anos. Não é uma guerra sem fim”, declarou Netanyahu à Fox News. (Reuters)

update 8h06

Futuros do petróleo disparam em mais um dia de conflitos no Oriente Médio

Com o Estreito de Ormuz fechado pelas tropas iranianas, grande parte da produção de gás e petróleo mundial não podem ser escoadas e entregues aos compradores. O Irã prometeu queimar qualquer navio que tente furar o bloqueio.

  • WTI (para abril): +7,17%, a US$ 76,34
  • Brent (para maio): +7,18%, a US$ 83,32
update 8h02

Os índices futuros dos EUA repetem o roteiro da véspera, quando apresentaram amplas quedas pela manhã, antes da abertura dos mercados. Com o passar do pregão, as perdas foram devolvidas e os índices terminaram próximos da estabilidade. A questão é se haverá fôlego para terminar da mesma forma. “Historicamente, o que a curto prazo parece ser uma crise geopolítica tende a ser amplamente resolvido do ponto de vista do mercado nos seis meses seguintes, e quando isso não acontece, geralmente é devido a uma recessão econômica que não foi causada pela crise geopolítica”, disse Ryan Detrick, estrategista-chefe de mercado do Carson Group, em nota reproduzida pela CNBC. “Acreditamos que o mercado já vem precificando a possibilidade de um conflito há um mês, o que pode limitar a magnitude de uma nova oscilação e causar uma recuperação mais rápida quando o mercado vislumbrar um caminho provável para a resolução”.

  • Dow Jones Futuro: -1,69%
  • S&P 500 Futuro: -1,77%
  • Nasdaq Futuro: -2,29%
update 7h54

Principais índices em Nova York fecharam ontem de forma mista

Investidores em Wall Street começaram o dia se retirando de suas posições após os EUA e Israel atacarem o Irã no fim de semana, o que provocou uma alta nos preços do petróleo e adicionou um Oriente Médio instável à crescente lista de preocupações dos investidores em ações. Mas logo foram voltando e diminuíram as baixas dos índices. “O risco residual de um conflito prolongado é maior do que em 2024 ou 2025, embora não vejamos essa guerra escalando a ponto de alterar drasticamente as perspectivas dos EUA”, disse Ajay Rajadhyaksha, do Barclays, em nota reproduzida pela CNBC. “É muito cedo para comprar em qualquer queda, especialmente com os investidores acostumados a um padrão de rápida desescalada”.

Dia (%) Pontos
Dow Jones -0,15 48.904,78
S&P 500 0,04 6.881,62
Nasdaq 0,36 22.748,86
update 7h52

Taxa (%) Variação (pp)
DI1F27 13,305 0,130
DI1F28 12,710 0,235
DI1F29 12,745 0,210
DI1F31 13,115 0,170
DI1F32 13,245 0,145
DI1F33 13,315 0,115
DI1F34 13,355 0,105
DI1F35 13,360 0,085
update 7h50

Dólar comercial fechou ontem em alta de 0,62%

O dólar comercial voltou a subir diante do real, depois da baixa de sexta, como reflexo do conflito no Oriente Médio. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,81%, aos 98,39 pontos.

  • Venda: R$ 5,166
  • Compra: R$ 5,165
  • Mínima: R$ 5,138
  • Máxima: R$ 5,214
update 7h48

Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem

Maiores baixas

Dia (%) Valor (R$)
BRKM5 -3,55 9,25
MULT3 -3,10 34,11
POMO4 -2,91 6,68
USIM5 -2,40 6,90
RADL3 -2,39 24,48

Maiores altas

Dia (%) Valor (R$)
PRIO3 5,12 57,28
PETR3 4,63 44,71
PETR4 4,58 41,13
RECV3 3,33 12,73
B3SA3 3,30 18,49

Mais negociadas

Negócios Dia (%)
PETR4 89.881 4,58
PRIO3 77.429 5,12
B3SA3 45.279 3,30
ITUB4 43.640 -1,81
CPLE3 41.495 0,48
update 7h45

  • Máxima: 190.110,43
  • Mínima: 186.637,98
  • Diferença para a abertura: +520,04 pontos
  • Volume: R$ 32,10 bilhões

Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:

  • Segunda-feira (2): +0,28%
  • Semana: +0,28%
  • Março: +0,28%
  • 1T26: +17,49%
  • 2026: +17,49%

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