Início NACIONAL Membro da Petrobras é cotado para assumir Ministério da Justiça

Membro da Petrobras é cotado para assumir Ministério da Justiça


Advogado-geral da Petrobras, Wellington César Lima e Silva é um dos principais cotados para assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), com a saída iminente de Ricardo Lewandowski, segundo apurou o Metrópoles. A articulação estaria sendo feita pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa. Ambos são da Bahia.

De acordo com interlocutores ouvidos pela reportagem, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), e o advogado-geral da União e indicado de Lula para o Supremo Tribunal Federal (STF), Jorge Messias, também estão trabalhando pelo nome de Lima e Silva.

O jurista atuou como secretário de Assuntos Jurídicos (SAJ) da Casa Civil no início do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A pasta é responsável por decretos e portarias publicados no Diário Oficial da União (DOU). Ele deixou o cargo para ocupar a parte jurídica da estatal.

Fontes avaliam, porém, que o nome do ex-SAJ não tem o perfil combativo que o governo procura para as eleições, o que pode dificultar a gestão e a campanha do petista sobre o assunto.

Lewandowski entregou sua carta de demissão ao petista nesta quinta-feira (8/1) no Palácio do Planalto, pouco antes do evento que marcou os três anos dos atos antidemocráticos do 8 de Janeiro. A oficialização da demissão deve sair no DOU de sexta-feira (9/1).

Outro possível nome é o ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Vinícius de Carvalho. Ele ganhou tração desde a oitiva à Comissão Mista Parlamentar de Inquérito (CPMI) que investiga as fraudes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Divisão de ministérios

No cenário em que o MJSP fosse fatiado em dois ministérios, ficaria em aberto quem poderia assumir a Segurança Pública. Uma das possibilidades é a indicação do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues. Ele é visto com bons olhos no reduto petista.

A ideia da divisão, no entanto, pode não ser boa no cenário eleitoral, pois o chefe do Executivo não teria tempo para mostrar os feitos do órgão a menos de um ano das eleições presidenciais marcadas para este ano.



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