Atendendo ao anseio dos moradores, a Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública, lançará oficialmente a linha R03 para atender os moradores e as comunidades da região. Os veículos são da empresa VPar Transportes, equipados com ar-condicionado, wi-fi, câmeras e todos georreferenciados (GPS), garantindo maior conforto à população. A iniciativa inédita tem o apoio da primeira-dama e vereadora Samantha Iris, que abraçou essa causa desde o início.
A nova linha contará com três horários diários, garantindo mais previsibilidade e dignidade para quem depende do transporte público, com saídas do Campo Aguaçu, no Distrito do Aguaçu, às 5h, às 11h e às 18h, até o ponto atrás da Igreja Matriz, no Centro de Cuiabá. Os retornos estão previstos saindo do ponto da Igreja Matriz, às 6h25, 12h25 e 19h25.
Também foram instalados 11 abrigos de ônibus ao longo do percurso, onde as pessoas poderão aguardar o veículo com mais comodidade.
O primeiro veículo sairá do Aguaçu às 5h, exatamente do ponto definido como ponto de partida, no Campo Aguaçu.
Passará pela Av. Ovídio Paulo dos Santos (MT-401), MT-402, Comunidade Machado, novamente pela MT-402, MT-010, Av. República do Líbano, Av. Presidente Marques, Av. Isaac Póvoas, Rua Joaquim Murtinho, até o ponto final, que será atrás da Igreja Matriz, no Centro de Cuiabá.
Para o retorno, sairá do ponto da Igreja Matriz, passando pela Av. Getúlio Vargas, Av. Marechal Deodoro, Av. República do Líbano, MT-010, MT-402, Comunidade Machado, novamente pela MT-402, Av. Ovídio Paulo dos Santos (MT-401), até o Campo Aguaçu.
“Estamos atendendo a uma demanda antiga dos moradores do Distrito do Aguaçu com a implantação da linha R03, que passa a ligar a região diretamente à nossa capital. Essa é uma conquista construída com diálogo, planejamento e, principalmente, respeito às necessidades da população”, de acordo com a secretária municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública, coronel Francyanne Lacerda.
A primeira-dama reconhece o avanço e ressalta “seguir trabalhando para ampliar o acesso, reduzir desigualdades e levar um transporte público cada vez mais humano e eficiente para todos”.
O líder do governo na Assembleia Legislativa, Dilmar Dal Bosco (União), afirmou que o ano eleitoral deve trazer dificuldades adicionais tanto para a formação quanto para o funcionamento das comissões permanentes da Casa.
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Segundo ele, a principal preocupação é a baixa participação dos parlamentares nas reuniões, problema que, conforme destacou, já ocorre em anos sem eleição e tende a se agravar no próximo período legislativo.
“Eu tenho certeza que também nós temos um pouco de dificuldade nos anos que não há título para a eleição. E esse ano vai ser muito complicado, outra vez, da participação. Por exemplo, o deputado que coloca o nome na comissão, ele vem a participar dessas comissões porque tem reuniões e não é precisando de projetos que passam pelas aprovações, principalmente numérica. A falta, muitas vezes, de deputados na participação numérica, de discussão da matéria, prejudica o andamento dentro da Assembleia”, disse.
O cenário, segundo o líder, tende a ser ainda mais delicado porque dos 24 deputados estaduais, 23 devem disputar a reeleição em 2026. Além disso, a deputada Janaina Riva (MDB) pode entrar na corrida por uma das vagas ao Senado Federal, o que também influencia na dinâmica interna do Parlamento.
Questionado sobre possíveis mudanças na composição das comissões com o início do ano legislativo, Dilmar explicou que as definições dependem diretamente dos blocos parlamentares.
“Vai depender dos blocos. Eu estava falando agora em uma entrevista. Nós temos um problema para ser administrado, e a gente administra com muita sabedoria aqui dentro do Parlamento, porque nós temos seis blocos. Dos seis blocos, só tem cinco indicação”, afirmou.
Ele detalhou que, mesmo com essa limitação, a Mesa Diretora e as lideranças costumam buscar acordos para garantir a participação de todos os parlamentares.
“Só pode cinco blocos indicarem os membros titulares para participar de comissão. Como nós sempre fizemos um acordo de todos os colegas participarem de comissão, nós abrimos espaço”, explicou.
“Eu cito um exemplo da Comissão de Segurança. Os blocos indicam junto o deputado Elizeu. O bloco que o Elizeu faz parte não tem a quantidade de votos que pode participar na indicação, mas nós abrimos espaço para os 24 deputados. Nós damos as condições, quer dizer, os líderes do bloco, junto com a Mesa Diretora, escolhem para que cada um assuma uma presidência, quem não é de bloco, quem não está à frente de um cargo como presidente, primeiro-secretário dentro do Parlamento Estadual. Então, a gente tenta mesclar com todos os colegas”, completou.
Dilmar ressaltou que mudanças nos blocos devem ocorrer, mas ainda serão debatidas.
“Eu acho que da mesma maneira nós vamos tratar isso. Vai ter alterações nos blocos? Vai. Mas ainda vai ser discutido. Eu recebi, já do presidente da Assembleia, dando prazo de 15 dias para indicar os membros dos blocos futuros para que possam trabalhar”, afirmou.
O socialista moderado António José Seguro venceu neste domingo 8 o segundo turno das eleições presidenciais em Portugal, superando amplamente o seu adversário de extrema direita André Ventura, de acordo com a apuração quase terminada.
Com 95% dos votos contabilizados, Seguro, de 63 anos, obteve 66% da preferência dos eleitores, enquanto Ventura, de 43, somou 34%.
Seguro sucederá, no início de março, ao conservador Marcelo Rebelo de Sousa, que ocupa o cargo há dez anos.
A Prefeitura de Cuiabá liberou, neste domingo (8), uma das vias do canteiro central da Avenida das Torres, que estava interditada desde a última quinta-feira (5). A liberação ocorreu no trecho de saída do bairro Pedra 90, pela Avenida 6.
A decisão de abrir um dos lados da via faz parte de uma fase de testes do projeto de mobilidade urbana que está sendo elaborado pelo município. A medida foi adotada pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública, com o objetivo principal de preservar vidas, considerando os elevados índices de acidentes registrados no local.
Apesar da liberação parcial, o canteiro central permanecerá fechado com blocos de concreto até a implantação definitiva do novo projeto de mobilidade, que está em fase final de elaboração, com base em estudos técnicos desenvolvidos pelo setor de engenharia de trânsito.
O deputado estadual Eduardo Botelho (União) defendeu que os partidos que integram o arco de alianças do governador Mauro Mendes (União) cheguem a um entendimento para evitar o enfraquecimento do grupo nas eleições deste ano.
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O grupo vive um impasse diante de projetos distintos: de um lado, o senador Jayme Campos (União) busca apoio para viabilizar sua candidatura ao governo; de outro, lideranças do União Brasil defendem que o partido siga o posicionamento do governador Mauro Mendes, que aposta no vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) como sucessor no Palácio Paiaguás.
Ao comentar o cenário, Botelho comparou o atual momento com a disputa interna que enfrentou em 2024, quando concorreu à preferência do União Brasil para a candidatura à Prefeitura de Cuiabá com o secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia. Segundo ele, naquela ocasião, a situação era ainda mais delicada, pois envolvia dois nomes do mesmo partido.
“O meu era mais complicado, porque nós dois éramos do mesmo partido. Eu e o Fábio Garcia somos do União, então é algo mais complicado ainda. Hoje não, o Jayme é do União e o Otaviano é do Republicanos”, afirmou.
Botelho disse que tem defendido abertamente a construção de um acordo para manter o grupo político unido e criticou a aproximação feita por aliados com setores da direita que defendem o senador Wellington Fagundes (PL).
“Mas eu estou defendendo que nós caminhamos para um acordo aí para manter o grupo unido. Eu sempre tenho dito que nós temos um grupo de direita muito forte e que eu falei isso lá atrás para o governador, para o Otaviano, que eles não iam apoiar ele, que ficou namorando eles, aí correndo atrás”, disse.
“Eles estavam mandando lembranças para quem não conhece, esquece, deu no que deu. Eu estava certo”, completou.
O deputado reforçou que o grupo liderado por Mauro se posiciona no centro e centro-direita do espectro político e que a fragmentação pode comprometer o projeto eleitoral.
“E nós temos um grupo de esquerda. Nós somos de centro. Eu sou de centro, o Mauro é de centro, o Otaviano é de centro-direita. Como nós todos somos de centro-direita, o Jayme Campos. Então esse grupo não pode dividir. Se dividir, a chance nossa de ganhar diminui bastante”, comentou.
11 anos depois, Patriots e Seahawks voltam a se encontrar em uma final do Super Bowl com cara de revanche histórica. Naquele jogo, não era preciso conhecer as regras do futebol americano para perceber que algo diferente estava acontecendo.
Mesmo quem acompanhava a partida sem familiaridade com o esporte acabou envolvido pela vibração, tensão e ritmo crescente. A decisão do Super Bowl 2015 acabou se tornando um capítulo único na história da disputa, rendendo muitas análises e comentários tempos depois.
Foi o tipo de evento que transforma espectadores ocasionais em testemunhas atentas – e eu estava entre essas pessoas.
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Por que a final do Super Bowl 2015 prendeu até quem não acompanhava o esporte
Resumo do jogo:
Jogo
Patriots x Seahawks
Data e local
1º de fevereiro de 2015, em Glendale (EUA)
Placar final
Patriots 28 x 24 Seahawks
Como estava o jogo
Equilibrado do início ao fim, com viradas e respostas rápidas
Protagonista
Tom Brady, líder da reação dos Patriots no último quarto
O lance decisivo
Interceptação de Malcolm Butler na linha de uma jarda
Por que virou história
Uma escolha estratégica no fim mudou o campeão
Foi muita coisa ao mesmo tempo: combinação de jogo, contexto e desfecho mediante uma decisão que fez toda a diferença na partida. Veja, em 6 pontos daquela final histórica, por que valerá a pena conferir o Super Bowl deste domingo:
1) Um jogo equilibrado, com mudanças constantes de clima
Desde o início, ficou claro que nenhuma das equipes conseguiria se impor por muito tempo.
Os Patriots pontuaram cedo em campanhas conduzidas por Tom Brady, mas o Seahawks respondeu rapidamente, com Russell Wilson encontrando Chris Matthews em jogadas decisivas ainda no primeiro tempo. A cada avanço de um lado, vinha uma resposta do outro, mantendo o placar apertado e a sensação de imprevisibilidade.
Esse equilíbrio se refletiu também no clima emocional da partida. Sempre que um time parecia ganhar controle, surgia um erro, uma grande jogada defensiva ou um lance inesperado que mudava o rumo do jogo. Chris Matthews, até então pouco conhecido, virou personagem improvável com dois touchdowns, enquanto a defesa do Seahawks alternava momentos de domínio e falhas.
O resultado foi um jogo que nunca se estabilizou, e justamente por isso manteve a atenção constante, mesmo de quem não dominava o esporte.
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2) Um placar que nunca “resolvia” a partida
No terceiro quarto, o Seahawks chegou a abrir 24 a 14, aproveitando erros pontuais dos Patriots e impondo pressão defensiva. Ainda assim, a vantagem não parecia confortável.
O relógio avançava, mas o jogo seguia vivo: uma única campanha bem executada poderia recolocar o adversário na disputa. Essa combinação de tempo restante e diferença curta no placar manteve a tensão alta mesmo quando um dos lados parecia mais próximo da vitória.
3) Um ritmo que prende, apesar das pausas
As interrupções típicas do futebol americano não esfriaram a partida. Pelo contrário: as pausas aumentavam ainda mais a expectativa sobre o próximo lance.
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No último quarto, cada posse de bola ganhou peso real, com campanhas longas e metódicas avançando o campo lentamente. As equipes e a torcida começavam a sentir a pressão do relógio, e cada retomada de jogo vinha carregada da sensação de que algo decisivo poderia acontecer a qualquer momento.
4) Protagonismo claro nos momentos decisivos
A reação dos Patriots ganhou forma no último quarto, quando o ataque passou a avançar de maneira consistente sob pressão.
Tom Brady liderou campanhas longas, convertendo descidas importantes e controlando o relógio enquanto o time recuperava terreno. A virada aconteceu pouco menos de dois minutos do fim, em um passe preciso para Julian Edelman na end zone, que colocou os Patriots à frente no placar pela primeira vez no segundo tempo.
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5) Um desfecho que virou história
O momento decisivo começou nos últimos minutos, quando o Seahawks avançou pelo campo, aproveitando jogadas curtas e rápidas que foram empurrando a defesa dos Patriots para trás. Assim, o time ficou na linha de uma jarda, a última antes da end zone, com pouco tempo no relógio e a chance clara de virar o jogo.
O cenário era próprio para uma decisão direta. O Seahawks tinha pouco espaço, mas tinha controle da situação: tempo curto, campo encurtado e a defesa adversária pressionada.
Mas foi aí que uma escolha mudou tudo: em vez de insistir em uma jogada terrestre, a equipe optou por um passe rápido no meio do campo, buscando surpreender a defesa em um espaço apertado.
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Na jogada, Russell Wilson recebeu a bola e fez o lançamento curto, tentando conectar o ataque antes que a defesa reagisse. Do outro lado, Malcolm Butler leu a jogada desde o início, avançou um passo à frente do recebedor, entrou na trajetória da bola e fez a interceptação dentro da end zone.
Foi ali que tudo se resolveu. A decisão estratégica, pensada para definir o jogo rapidamente, acabou encerrando abruptamente a partida. Em poucos segundos, a chance de virada do Seahawks se transformou no título dos Patriots, um desfecho que até hoje é lembrado menos pela execução do lance e mais pela escolha que o antecedeu.
A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, esteve neste domingo (8), no bairro Joaquim Curvo, na região do Cristo Rei, para acompanhar de perto os impactos causados pelas fortes chuvas que assolaram a cidade neste fim de semana e verificar a situação de uma via que foi alagada após o entupimento de uma manilha de drenagem. A ocorrência fez com que a água invadisse residências e trouxe transtornos recorrentes aos moradores da localidade.
Durante a vistoria, a prefeita Flávia Moretti reforçou que o município já atua de forma emergencial por meio do Comitê de Enfrentamento aos Alagamentos, com apoio da Defesa Civil, do Departamento de Água e Esgoto (DAE) e da Secretaria de Obras, que realizaram a desobstrução e a limpeza das bocas de lobo no local.
“Desde ontem mantemos contato com os moradores. Viemos verificar de perto o que estava acontecendo e realizar serviços emergenciais para estancar a situação. É um fato crônico, agravado pela falta de manilhamento e de um canal adequado para a água pluvial quando o asfalto foi feito”, afirmou.
A prefeita também destacou que a gestão já trabalha em uma solução definitiva. “Vamos elaborar um projeto de galeria pluvial para drenagem, com uma obra estimada em mais de R$ 1 milhão. Com a chegada da estiagem, faremos os planos de ação e o orçamento, buscando recursos para resolver de vez o problema dessa região”, concluiu.
Segundo relatos da comunidade, o problema se arrasta há anos. A moradora Tatiana Sátiro destacou que a situação se repete a cada período chuvoso. “Tem mais de 18 anos que passamos por esse problema. Ontem foi um susto, ficamos no meio da água. Pedimos que pelo menos melhore, porque ainda é época de chuva. Vamos aguardar que o novo projeto aconteça”, afirmou.
Desde o registro do alagamento, equipes da Defesa Civil Municipal acompanham a situação. De acordo com o coordenador municipal de proteção e Defesa Civil de Várzea Grande, Jovanil Flores, o caso foi comunicado ao Governo do Estado e as famílias estão sendo monitoradas conforme a necessidade.
“A Defesa Civil acompanha desde ontem. Remetemos ao Estado a situação de emergência e acompanhamos as famílias. Se for necessário, realizamos o reconhecimento, sempre orientando os moradores. Em toda a cidade, pelo menos mil famílias são atingidas pelas chuvas. Esse ponto é recorrente e se tornou um dos mais críticos devido ao entupimento”, explicou. A Defesa Civil pode ser acionada por meio da Guarda Municipal, pelo telefone 153.
O secretário municipal de Obras, Celso Luiz Pereira, explicou que o alagamento é resultado de um problema estrutural antigo.
“Esse é um problema crônico. O crescimento desordenado gerou um ponto de acúmulo de água que vem de áreas mais altas. Nunca foi feito um plano de retorno e drenagem na região. Com a pavimentação, as áreas de permeabilidade diminuíram drasticamente, o que agrava ainda mais a situação”, detalhou.
Segundo ele, a manilha existente possui apenas 40 centímetros de diâmetro e ainda há residências construídas sobre a rede, o que impossibilita a manutenção e ampliação. “A solução definitiva exige uma rede extensa, rompimento de asfalto e uma intervenção custosa. A prefeita determinou que o problema seja resolvido e, assim que as chuvas diminuírem, iniciaremos o projeto”, completou.