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DEA consolida-se como consultoria integrada de marcas e espaços ao completar 25 anos

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Agência evolui sua oferta e reforça posicionamento que une branding, comunicação e espaços para clientes como Sodexo, Dasa e Coca-Cola Femsa

DEA, agência brasileira multidisciplinar de branding, comemorou recentemente 25 anos, marco que firma sua expertise como uma consultoria integrada de marcas, comunicação e espaços. Com um portfólio de mais de 2.000 projetos entregues para 400 clientes, incluindo nomes como Google, Nubank, Natura, XP.inc e Einstein Hospital Israelita, a empresa se destaca por sua abordagem que constrói e promove experiências de marca consistentes, conectadas e impactantes.

O momento atual marca também o início de uma nova fase com o fortalecimento de sua área de marca e comunicação, extrapolando sua expertise de anos construída em projetos de wayfinding e experiência. A expansão reforça o objetivo da DEA de ser reconhecida como uma solução completa, que entrega projetos da idealização à implementação.

A proposta de valor da DEA se baseia em quatro pilares principais:

  • Branding: Arquitetura de marcas, criação de posicionamento e identidade visual e verbal.

  • Comunicação: Desenvolvimento de ativações, campanhas e narrativas que dão vida ao posicionamento da marca.

  • Experiência e Espaços: Projetos de ambientação de marca que transformam o ambiente físico em uma poderosa ferramenta de engajamento e conexão.

  • Wayfinding: Sistemas de sinalização complexos que orientam e melhoram a jornada do usuário.

“Nós existimos para abrir espaço para marcas e negócios encontrarem e expressarem seus propósitos. Ao longo desses 25 anos, aprendemos que a força de uma marca está na consistência de suas expressões. Por isso, integramos disciplinas para criar sistemas únicos que orientam, envolvem e fortalecem a marca a partir de um propósito claro. Queremos ser parceiros estratégicos de nossos clientes, atuando junto aos departamentos de marca, marketing e pessoas”, afirma Mariana Caram, sócia-fundadora da DEA.

Essa visão se traduz em resultados concretos. Estima-se que os projetos de ambientes corporativos e de consumo desenhados pela DEA já tenham impactado diretamente a jornada de mais de 50.000 colaboradores, com clientes relatando melhoria significativa da percepção da cultura, da marca e bem-estar.

Wayfinding na estratégias de marketing

Especializada em Wayfinding (ou “sistema de sinalização”), a DEA ganhou grande notoriedade no mercado  ao conectar a essência do conceito às estratégias de comunicação e marketing, físico ou digital, de grandes marcas. Embora originado no design de espaços físicos — como shoppings, hospitais e aeroportos -, ele se refere a estratégias mais amplas, que guiam o cliente ao longo de uma jornada de forma intuitiva, clara e eficiente, facilitando a navegação até o objetivo final, como uma compra ou conversão.

O mercado brasileiro de soluções de wayfinding foi avaliado em US$ 1,5 bilhão em 2024 e deve chegar a US$ 3,2 bilhões até 2033 (Verified Market Reports). O avanço acompanha a expansão global do experiential marketing, projetado para alcançar US$ 73,4 bilhões em 2035 (Business Research), além de refletir no Brasil, onde o setor de live marketing já movimenta mais de R$ 100 bilhões ao ano, segundo o anuário Brasileiro de Live Marketing 2024-2025).

“Começamos como especialistas em wayfinding, ajudando marcas a guiar pessoas em espaços físicos de forma intuitiva e estratégica. Hoje, ampliamos nosso olhar para toda a jornada do cliente — no digital, no físico e no emocional. A essência continua a mesma: orientar, simplificar e conectar. Só que agora, fazemos isso com um leque ainda mais completo de soluções em marketing e comunicação”, explica Mariana Caram.



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Homem é encontrado morto em terreno baldio; cachorros de estimação estavam ao lado do cadáver

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Um homem, até o momento não identificado, foi achado morto e já em estado de decomposição na manhã desta sexta-feira (06), em um terreno baldio, localizado no bairro Morada do Bosque, em Sorriso (398 km de Cuiabá). 

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Conforme informações locais, o homem era conhecido por estar sempre em um bar da região na companhia de dois cachorros de estimação. No local onde estava o corpo, os policiais constataram que os cães da vítima também estavam presentes.

O cadáver estava sem roupas, mas não havia lesões pelo corpo, sinalizando que a vítima pode ter morrido por causas naturais.

O local foi isolado e o corpo foi levado pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) ao Instituto Médico Legal (IML).

Apesar da suspeita da morte natural, o caso será investigado a fundo pela Polícia Civil e caso seja atestada a morte natural, o caso será arquivado.



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onde gestores ainda veem oportunidades na Bolsa

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O Ibovespa opera com leve alta de pouco mais de 0,40% em fevereiro – até às 10h30 desta sexta-feira (6) –, mas o principal índice da Bolsa de Valores brasileira acumula forte elevação de 45% nos últimos 12 meses. Para gestores, o dsempenho aumenta o nível de exigência na seleção de ativos e reforça a importância de olhar além do curto prazo. No entanto, os especialistas não enxergam, por enquanto, o fim do ciclo de ganhos.

Isso porque o desempenho da Bolsa brasileira é atribuído a um ambiente macroeconômico mais favorável e por uma mudança relevante no fluxo global de capitais. E, na avaliação de César Paiva, sócio-fundador da Real Investor, o recente ingresso de capital estrangeiro no Brasil não deve ser interpretado como um movimento pontual.

 “O mundo passou por um ciclo muito forte nos Estados Unidos, e agora vemos uma reversão. Há uma busca maior por diversificação, olhando para emergentes, o que tende a beneficiar o Brasil e a moeda”, disse o gestor, durante a segunda edição da Premiação Outliers InfoMoney, que reconheceu os destaques do mercado de fundos de investimentos em 16 categorias.

Viva do lucro de grandes empresas

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Paiva pondera, no entanto, que o cenário global continua sujeito a choques, especialmente ligados à geopolítica e à política monetária internacional. Ainda assim, ele destaca que o mercado brasileiro segue relativamente descontado.

“O mercado brasileiro ficou muito para trás nos últimos anos. Ainda é um mercado descontado quando comparado a outros emergentes e aos Estados Unidos”, diz.

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Para o investidor em ações, o recado é de mudança de mentalidade. “Renda variável é ser sócio de empresas. Uma boa empresa num bom preço tende a dar certo no longo prazo. O erro é cobrar resultado mês a mês”, afirma Paiva, reforçando a importância de qualidade e paciência em um momento de preços mais elevados.

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Onde ainda há valor na Bolsa brasileira

Dentro desse contexto, a Real Investor enxerga oportunidades em setores sensíveis ao ciclo de juros e à retomada gradual da atividade. Paiva cita varejo alimentar, shoppings, logística e construtoras como segmentos que tendem a se beneficiar de um ambiente de taxas mais baixas e de uma economia mais aquecida.

Ao mesmo tempo, o gestor defende manter proteção para cenários menos favoráveis. “Se o cenário não for tão positivo, o câmbio mais depreciado pode beneficiar nomes como Petrobras (PETR3,PETR4), Vale (VALE3) e Suzano (SUZB3)”, afirma, destacando a importância de equilibrar a carteira entre crescimento doméstico e empresas com exposição externa.

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Na seleção de ações, a combinação de perfis distintos também aparece como estratégia. Paiva menciona companhias como Porto Seguro, mais voltada ao crescimento, e BB Seguridade (BBSE11), com forte geração de caixa e payout elevado, como exemplos de ativos capazes de atravessar diferentes cenários macroeconômicos.

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A lógica, segundo o executivo, é construir portfólios que não dependam de um único vetor de crescimento. Em um mercado que já precificou parte relevante das boas notícias, a assimetria passa a estar na escolha criteriosa dos ativos, e não em apostas amplas sobre o índice, orienta.

Disciplina em valuations e apostas estruturais

O início de 2026 também tem sido marcado por um ambiente mais construtivo para a Bolsa brasileira na visão da SPX. Segundo João Torres, sócio e cogestor dos fundos de ações da casa, a rotação global para fora de ativos americanos e do dólar tem beneficiado mercados emergentes, incluindo o Brasil. Ainda assim, ele alerta para a necessidade de maior disciplina após a forte alta.

“Apesar do fluxo positivo, o novo patamar de preços exige mais cuidado com valuations, porque parte do mercado já embutiu exageros”, afirma Torres. A expectativa de queda dos juros domésticos segue como um vetor favorável, mas o cenário eleitoral, descrito como disputado e binário, reforça a seletividade na alocação.

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Dentro da estratégia da SPX, um dos principais focos está no setor de utilities, especialmente em geradoras de energia. Segundo o gestor, o preço de longo prazo da energia no Brasil é significativamente superior ao adotado pelo mercado em seus modelos, o que resulta em retornos atrativos e valuations ainda descontados. O perfil elevado de dividendos também ajuda a sustentar os preços das ações.

Outro pilar relevante está no setor de shoppings, com destaque para empresas ligadas ao consumo doméstico. Torres cita a Allos (ALOS3) como exemplo de uma combinação atrativa de previsibilidade de resultados, retorno ajustado ao risco e dividendos elevados, sem que isso esteja refletido em prêmios excessivos nos preços. “Mesmo depois da alta do índice, ainda há bolsões claros de oportunidade para quem olha com método”, conclui.

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‘O Congresso é favorável ao fim da escala 6 por 1’ – CartaCapital

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O escândalo do banco Master domina o Congresso na volta do recesso. Deputados e senadores pedem CPI, uma comissão do Senado montou um grupo para investigar o caso, a comissão parlamentar de inquérito do INSS convocou Daniel Vorcaro, o dono do Master. “É o tema do momento no Congresso”, diz o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA). 

Lula tem sido enfático em manifestações públicas a respeito do escândalo: o governo não teme as consequências das investigações, espera que elas identifiquem todos os responsáveis pela maior fraude bancária da história brasileira. 

O Palácio do Planalto não deixou de notar uma, digamos, coincidência, segundo um colaborador presidencial. Bastou Lula declarar no fim de janeiro que “o cidadão do banco Master deu um golpe de 40 bilhões de reais”, que três dias depois aparecia no noticiário a informação de que Daniel Vorcaro, o “cidadão” em questão, tinha estado com o petista no fim de 2024, em uma reunião fora da agenda.

A suspeita em Brasília é que Vorcaro esteja por trás do vazamento da informação sobre a reunião e de que ele poderia tentar arrastar para o escândalo o PT da Bahia. Um dos sócios do Master até 2024 foi Augusto Lima, um empresário baiano de boas relações com o governo local, controlado pelo PT desde 2007. 

Há motivos para os petistas baianos temerem? “Zero. Vou fazer aqui uma imagem que o presidente Lula faz muito. Vê se eu estou nervoso”, disse Jaques Wagner ao programa Poder em Pauta, no canal de CartaCapital no YouTube. “Estou muito tranquilo com isso, a gente não tem nada a ver com isso.”

Lima foi quem concebeu a solução para que Wagner conseguisse privatizar a rede estadual de supermercados quando era secretário de Desenvolvimento da Bahia, em 2018. O comprador, a NGV Empreendimentos e Participações, tinha dois sócios. Lima era um dele. O outro, o espanhol Ignacio Morales. 

A privatização ocorreu um ano antes de Lima tornar-se sócio do Master e de este ser autorizado pelo Banco Central a operar. A instituição financeira nasceu de uma espécie de massa falida, a do Banco Máxima. Quando o próprio Master ficou à beira do abismo, em 2024, Vorcaro acionou seus contatos políticos em busca de proteção e salvação. Foi a Lula em busca de socorro. Em vão.

“Todos os empresários tentam fazer uma rede de influência no Congresso, para poder tratar de normas, de leis que sejam no seu interesse. Esse banco não foi diferente”, afirma Wagner. “É o tal do lobby não legalizado no Brasil.”

Esse tipo de lobby entrará em campo contra uma das duas principais bandeiras do governo Lula no ano (e da futura campanha à reeleição), a redução da jornada de trabalho? O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, outro personagem baiano, deu uma entrevista em janeiro em que atacou a proposta.

[O Congresso] tem muita sensibilidade à causa empresarial, mas tem muita sensibilidade aos votos populares. Quem vota majoritariamente é a população. Os empresários têm poder”, afirma Wagner. “O ambiente no Congresso é favorável à aprovação do fim da escala 6 por 1”, prossegue ele, que ressalva: a redução da jornada pode ser aprovada para vigorar aos poucos, não de uma vez.

Quando o presidente deu reajuste real ao salário mínimo, lembra Wagner, o poder econômico dizia que o País não aguentaria, que empresas quebrariam. Nada disso aconteceu, ressalta ele.

O jornal O Globo tem uma manchete famosa sobre a criação do 13º salário, em 1963, no governo João Goulart: “Considerado desastroso para o País um 13º mês de salário”. Diante da recordação feita pela reportagem, o líder do governo comentou: “A imprensa tem lado, e o lado da imprensa, pelo menos da maioria da imprensa, é o lado de quem financia, botando propaganda nos jornais ou nas televisões”.

O dito “mercado” é fonte inesgotável de dinheiro e financiamento. Pesquisas feitas no governo atual mostram que a Avenida Faria Lima é contra Lula e a política econômica. A indicação de Guilherme Mello, secretário no Ministério da Fazenda, para uma diretoria do BC, tem sido criticada no sistema financeiro. Sinais de que o capital jogará a favor da oposição na eleição.

“O mercado financeiro é sempre predador, o que ele quer é juros altos para que possa continuar ganhando bilhões e bilhões, é só você ler o balanço dos bancos”, diz Wagner. “Tem muito dinheiro, influência nas redes, nos jornais ou na maioria das redes. Mas tem pouco voto.”



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Acusado de vender sentenças ‘corre risco de morrer’, diz mulher

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Com saúde debilitada, o lobista mato-grossense Andreson Gonçalves havia progredido para prisão domiciliar em julho deste ano

A esposa do empresário mato-grossense Andreson de Oliveira Gonçalves, preso preventivamente por suspeita de vender sentenças de tribunais, disse que o marido “corre risco de morrer”. 

O lobista, de 45 anos, voltou à Penitenciária Federal de Brasília em novembro de 2025, após passar quatro meses em prisão domiciliar por problemas de saúde. 

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Uma foto da perícia divulgada à época mostrou o investigado em estado esquelético.

“O Andreson corre risco de morrer. Hoje [quarta-feira], quando fui visitá-lo, ele pediu cadeira de rodas porque não tem forças para caminhar. Está definhando. Ele não está sentindo nada do joelho para baixo porque perdeu toda a sensibilidade, musculatura, por falta de alimentação e fisioterapia”, afirmou a esposa dele, a advogada Mirian Ribeiro Rodrigues de Mello Gonçalves, 50 anos.

Um exame realizado em junho de 2025 pelo neurocirurgião Paulo Saide Franco, a pedido da família de Andreson, concluiu que ele possui “polineuropatia periférica sensitivo-motora”, disfunção que afeta a sensibilidade e a força.

Andreson é diabético e fez cirurgia bariátrica em 2020.

Em maio de 2025, quando já estava preso, passou por outra avaliação do médico enviado pela família que indicou a urgência de medidas terapêuticas adequadas, como fisioterapia motora e suporte nutricional parenteral hipercalórico, hiperproteico e hipervitaminico.

O empresário é investigado pela Polícia Federal. Ele é suspeito de ser intermediador de venda de decisões judiciais no Mato Grosso e em Mato Grosso do Sul.

Andreson ficou oito meses no Presídio Federal de Brasília e, depois, cumpriu prisão domiciliar por quatro meses.

Ele acabou detido novamente em novembro de 2025 após os investigadores apontarem que ele continuou a cometer crime, especialmente lavagem de dinheiro.

O inquérito tramita no Supremo Tribuna Federal (STF), sob relatoria do ministro Cristiano Zanin.

O QUE DIZ A SENAPPEN – A Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), responsável pelos presídios federais, disse que “todas as pessoas privadas de liberdade sob custódia do Sistema Penitenciário Federal recebem assistência integral, conforme previsto na Lei de Execução Penal e nos normativos que regem o regime federal, incluindo assistência médica, farmacêutica, psicológica, de enfermagem, nutricional e demais atendimentos de saúde necessários, de acordo com avaliação técnica da equipe multiprofissional da unidade”.

“As determinações judiciais são rigorosamente cumpridas, inclusive aquelas relacionadas a acompanhamento de saúde, alimentação diferenciada ou outros cuidados específicos, quando devidamente indicados e prescritos pelas equipes técnicas responsáveis, com base em critérios médicos e protocolos assistenciais”, afirmou.

Questionada sobre o atendimento ao preso e se há acesso à fisioterapia e alimentação indicadas, o órgão informou que, “por se tratar de informações protegidas por sigilo médico e legal, a Senappen não presta detalhes individualizados sobre o estado de saúde, diagnósticos, frequência de atendimentos ou condutas terapêuticas específicas de pessoas custodiadas, em respeito à legislação vigente”.





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o que executivos estão priorizando nas empresas

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Diante de recordes de afastamentos por transtornos mentais no trabalho, líderes destacam ações estruturais para promover bem-estar e prevenir adoecimento psicológico nas organizações em 2026

Ao longo do último ano, mais de 470 mil trabalhadores foram afastados por condições como ansiedade, depressão e outros transtornos mentais e comportamentais, segundo informações do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Os dados consolidam a saúde mental como um dos principais desafios enfrentados pelas empresas brasileiras. O cenário pressiona organizações a reverem modelos de gestão, cultura interna e práticas de liderança, colocando o tema no centro das decisões estratégicas dos negócios.

Para Leonardo Abrahão, psicólogo, criador do movimento Janeiro Branco e parceiro da Vetor Editora, empresa do grupo Giunti Psychometrics, o debate precisa avançar para além de ações pontuais. “Empresas não tratam a intimidade de ninguém, mas têm responsabilidade direta sobre os contextos que geram saúde ou adoecimento: cultura de liderança, carga e ritmo de trabalho, comunicação, justiça organizacional, respeito, previsibilidade e segurança psicológica”, afirma.

Diante desse cenário, executivos de diferentes setores compartilham as estratégias que estão colocando em prática para promover saúde mental, prevenir o adoecimento psicológico e construir ambientes de trabalho mais sustentáveis em 2026. Confira:

1) Negligenciar a saúde mental não é mais uma opção
Segundo Tatiana Pimenta, fundadora e CEO da Vittude, referência no desenvolvimento e na gestão estratégica de programas de saúde mental para empresas, negligenciar esse tema é um risco estratégico. “Não se trata mais de uma pauta de campanha pontual, de Setembro Amarelo ou Janeiro Branco, é assunto de conselho. A crise de saúde mental se tornou o principal gargalo oculto da produtividade nas organizações brasileiras, e afeta turnover, absenteísmo, engajamento, e até compliance regulatório. Ignorar isso hoje compromete resultados, talentos e reputação”, alerta.

Assim, em um cenário de crescimento sustentável e ético, esse assunto precisa ser tratado com a mesma prioridade que os KPIs estratégicos. Antecipar, proteger, sustentar e liderar são ações indispensáveis para que empresas cresçam de forma saudável, consistente e competitiva. Para Tatiana, a era do improviso acabou: o futuro será de quem entende que cuidar da saúde mental não é apenas acolher, mas também prevenir, estruturar e liderar.

2) Inteligência artificial como aliada da saúde mental nas empresas
Para Franciane Fenólio, CHRO da Hera.Build, startup especializada em customer intelligence e otimização de negócios com uso de inteligência artificial, a saúde mental precisa ser tratada de forma cada vez mais estratégica — e baseada em dados. “Falar de saúde mental nas empresas, hoje, exige sair do campo da percepção e entrar no campo da inteligência. A inteligência artificial permite identificar padrões de sobrecarga, falhas de comunicação, riscos de desgaste emocional e gargalos operacionais que impactam diretamente o bem-estar das pessoas. Quando bem aplicada, ela deixa de ser apenas tecnologia e passa a ser uma aliada na construção de ambientes de trabalho mais saudáveis”, afirma.

Segundo a executiva, integrar dados de diferentes áreas — como RH, liderança, comunicação interna e desempenho — é essencial para prevenir o adoecimento antes que ele se manifeste em afastamentos ou queda de produtividade. “A IA nos ajuda a enxergar o que antes ficava invisível: sinais de exaustão, desalinhamentos culturais e processos que geram estresse crônico. Em 2026, empresas que desejam crescer de forma sustentável precisarão usar tecnologia não apenas para acelerar resultados, mas para tomar decisões mais humanas, conscientes e responsáveis”, completa Franciane.

3) O profissional de RH como protagonista
Para Juliana Camargo, Diretora de Gente & Cultura da Funcional, pioneira e líder em programas de acesso e adesão em saúde no Brasil, o profissional de Recursos Humanos é peça-chave na execução de estratégias corporativas, e deve garantir que a saúde mental seja compromisso contínuo, e não ação pontual. “No último ano, 22% dos beneficiários do nosso Benefício Farmácia utilizaram medicamentos da linha psiquiátrica, cerca de 1 em cada 5 pessoas. Esse dado reforça a urgência do cuidado com a saúde mental e, neste Janeiro Branco, nos lembra que cuidar dela salva vidas, protege famílias e fortalece empresas”, compartilha.

Na prática, a executiva reforça que a nova redação da Norma Regulamentadora Nº 1 (NR-1) exige do RH mais preparo técnico e estratégico. Isso significa adotar ferramentas de análise de dados para atuar de forma preditiva, além de fortalecer a cultura de cuidado contínuo e garantir que lideranças estejam capacitadas para serem aliadas na promoção da saúde emocional.



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Caminhoneiro morre carbonizado após acidente envolvendo três carretas na BR-163

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Homem de 45 anos, identificado como Claudio Vangeo Pinheiro da Silva, morreu carbonizado na noite desta quinta-feira (5) após seu veículo se incendiar em decorrência de uma colisão com outra carreta na BR-163, em Matupá (684 km de Cuiabá). O acidente envolveu três veículos e um outro motorista teve que ser encaminhado ao hospital.

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Conforme apurado, por volta das 19h15 de ontem (5) uma equipe da Polícia Civil tomou conhecimento sobre um grave acidente com vítima fatal na BR-163, nas proximidades do Posto Cerradão, envolvendo três carretas.

Ao chegarem ao local, os policiais encontraram equipes da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e da concessionária Via Brasil, que administra o trecho. A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) então foi chamada.

Conforme relatos de testemunhas, a carreta Volvo FH 540 azul seguia em baixa velocidade no sentido Matupá – Peixoto de Azevedo, quando foi atingida na traseira pela carreta Volvo FH 540 branca. Com o impacto, o veículo branco foi projetado para o centro da pista e colidiu de frente com a carreta conduzida por Claudio, que seguia no sentido contrário.

Por causa da colisão, o veículo da vítima se incendiou e a vítima ficou presa às ferragens, morrendo carbonizada. O motorista da carreta branca foi socorrido e encaminhado ao Hospital Municipal de Matupá. A Polícia Rodoviária Federal também compareceu ao local para fazer o controle do tráfego.
 

 

 

 

 

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Prefeitura de Cuiabá atende 25 animais caninos da Ong Anjo de 4 Patas | Notícias

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O programa VacinAção polivalente, lançado há cerca de 20 dias pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria-Adjunta de Bem-Estar Animal, já vacinou mais de 85 animais. Do total, 50 pertencem a ONGs e os demais a munícipes de baixa renda. Nesta quinta-feira (05), foram 25 cães, a maioria na fase adulta, pertencentes à ONG Anjo de 4 Patas. O programa tem como objetivo ampliar o acesso à vacinação de cães e gatos, fortalecendo a saúde animal e contribuindo diretamente para a saúde pública. Além das ONGs (Organizações Não Governamentais), a vacinação está acessível gratuitamente a protetores independentes e munícipes que atendem aos critérios de baixa renda. A solicitação segue um passo a passo com o preenchimento de formulário.

Para a proprietária da ONG e tutora dos 143 cães e gatos que estão na Anjo de 4 Patas, Josenilda Avelino da Silva, ou simplesmente Rany Avelino, a iniciativa promovida pela administração municipal é muito importante, tendo em vista que o custo é alto para manter em dia as vacinas dos animais de que cuida. “Sem dúvidas, facilita e muito nos cuidados e ainda, vindo na ONG, é outro diferencial, porque é difícil ter que levá-los. Vejo que o trabalho está acontecendo. Foram pelo menos 6 anos invisíveis e agora estamos sendo vistos e valorizados pelo trabalho que realizamos pela causa animal”, declarou.

Os animais sob sua custódia são vítimas de maus-tratos, de abandono, de desova de filhotes e oriundos de resgates. Como a maioria dos tutores, ela enfrenta dificuldades para adoção dos animais. “Há uma seletividade na escolha por filhotes. E ainda tem muitos que acabam devolvendo por motivos diversos, como mudança de cidade ou porque não querem mais o animal. Esta semana recebemos de volta uma que a família adotante devolveu porque comprou um filhote e estava dispensando a adulta que foi adotada”, relatou.

Rany diz que há essa condição de receber de volta e até prefere, se for o caso, para evitar que o animal volte para a rua.

Há poucos dias também foram vacinados 25 animais da protetora Audineia Hita. Ela também possui dezenas de cães e ficou feliz com o apoio na vacinação dos animais.

60 DOSES SEMANAIS

O VacinAção 2026 prevê a aplicação contínua e organizada de 60 doses de vacinas polivalentes por semana. O imunizante, que protege contra 10 doenças, é ofertado pelo município de Cuiabá como proposta de atuação preventiva.

Segundo a secretária-adjunta de Bem-Estar Animal e médica veterinária, Morgana Thereza Ens, a ação busca reduzir a incidência de doenças evitáveis, fortalecer a saúde animal e contribuir diretamente para a saúde pública, por meio do controle sanitário da população animal.

Para participar do projeto, como já informado, é necessário atender aos critérios de baixa renda e seguir o passo a passo da solicitação. Após o cadastro, o interessado deve aguardar a convocação, que ocorre conforme a ordem do formulário preenchido. O prazo médio de espera é de 7 a 14 dias úteis, podendo variar de acordo com a demanda.

“A organização por formulário e convocação garante ordem, critérios e rastreabilidade, priorizando munícipes de baixa renda, ONGs, protetores e animais comunitários”, explicou Morgana.

Mas atenção: caso o tutor seja chamado e não compareça com o animal para o atendimento, retornará para o final da fila.

Passo a passo para solicitação:

  1. Chame no WhatsApp: (65) 99207-4318

  2. Preencha o formulário Google Forms que será encaminhado pela equipe

  3. Aguarde a convocação, conforme a disponibilidade semanal do programa



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PF investiga investimentos da Previdência do Amapá no Banco Master e mira cúpula da Amprev – CartaCapital

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A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira 6 a Operação Zona Cinzenta para investigar possíveis irregularidades na gestão de recursos do Regime Próprio de Previdência Social do Estado do Amapá. O foco da apuração são investimentos realizados pela Amapá Previdência (Amprev) em letras financeiras emitidas pelo Banco Master, que somam aproximadamente 400 milhões de reais.

Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em Macapá, autorizados pela 4ª Vara da Justiça Federal. Entre os alvos estão o diretor-presidente da Amprev, Jocildo Silva Lemos, e dois integrantes do comitê de investimentos da autarquia. Segundo as investigações, eles teriam votado favoravelmente às aplicações em três reuniões realizadas em julho de 2024.

A PF apura a ocorrência de crimes de gestão temerária e gestão fraudulenta, sob a suspeita de que recursos previdenciários – destinados ao pagamento de aposentadorias e pensões de servidores estaduais – tenham sido aplicados em ativos considerados de risco elevado e sem garantias do Fundo Garantidor de Créditos. As autoridades buscam esclarecer se houve alertas técnicos contrários às operações e se esses pareceres foram ignorados ou suprimidos no processo decisório.

O montante investido representa cerca de 4,7% do patrimônio da Amprev. À época, a direção da autarquia sustentou que as aplicações seguiam a política de investimentos do regime e que a taxa de retorno oferecida pelo banco era mais vantajosa. A investigação agora tenta reconstruir toda a cadeia de decisões que levou aos aportes.

O caso também tem repercussão política porque o atual presidente da Amprev foi indicado ao cargo por Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Senado. O próprio dirigente já declarou publicamente que assumiu a função após convite do senador. Embora Alcolumbre não seja investigado nem alvo da operação, a apuração respinga em seu entorno político ao expor a atuação de um indicado direto em um dos maiores investimentos sob suspeita envolvendo fundos públicos de previdência no País.

A investigação segue em primeira instância e tramita sob sigilo.



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Governo estima inflação de 3,6% em 2026, abaixo do teto da meta

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<br /> Governo estima inflação de 3,6% em 2026, abaixo do teto da meta





Governo estima inflação de 3,6% em 2026, abaixo do teto da meta


































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