BC não explica como créditos falsos do Master ficaram fora do radar
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Nesta sexta-feira (30/1), a previsão é de instabilidades em grande parte do Brasil e formação de ciclone extratropical no litoral da Região Sudeste. O fenômeno, combinado com os cavados meteorológicos, calor e umidade, deve fevorecer a ocorrência de grandes volumes de chuva nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e no sul de Minas Gerais.
Confira a previsão de acordo com as regiões:
Segundo o Climatempo, o litoral é marcado por momento de chuvas fracas devido à influência do mar. No entanto, no litoral e no leste do Paraná e de Santa Catarina as pancadas ocorrem com maior intensidade e, ao longo do dia, podem piorar devido ao ciclone extratropical perto da costa de São Paulo.
Há previsão de chuva também nas regiões norte, nordeste, interior e boa parte do leste do Paraná e de Santa Catarina e também no leste do Rio Grande do Sul.
No oeste da Região Sul, a chuva fraca alterna com períodos de sol.
O dia amanhece com instabilidades climáticas em grande parte de São Paulo, no Triângulo Mineiro e no oeste e sul de Minas Gerais, com chuva de moderada a forte. A formação de um ciclone extratropical somado à baixa pressão no litoral provoca o aumento da chuva no leste, litoral e sul de São Paulo, além do Rio de Janeiro.
Em São Paulo, Rio de Janeiro e grande parte de Minas Gerais há risco de temporais.
No oeste e centro-sul do Espírito Santo, a chuva também pode ser forte, mantendo o tempo fechado.
Em boa parte da Região Sudeste, as temperaturas caem, enquanto no oeste paulista, Triângulo Mineiro, norte, nordeste e leste de Minas, Espírito Santo e norte do Rio de Janeiro o calor predomina.
No leste de Mato Grosso do Sul, no norte e sul de Goiás e em áreas de Mato Grosso o dia já começa com chuva moderada a forte e persiste ao longo do dia. Entre o fim da manhã e o ínicio da tarde, a chuva se espalha pelo Centro-Oeste e há risco de temporais em Goiás.
Até a parte da noite, o clima melhora em algumas áreas, mas permanece instável em Goiás, no noroeste, leste e interior de Mato Grosso e no centro, norte e nordeste de Mato Grosso do Sul.
Em boa parte da região, as temperaturas seguem altas.
Na metade sul do Piauí, no Ceará e no norte da Bahia há presença de chuvas, que se espalham para a metade sul do Maranhão, Ceará e oeste da Bahia, com risco de temporais.
A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mantém o tempo nublado e chuvoso no litoral norte do Nordeste. Já o litoral norte da Bahia e o sul de Sergipe, a chuva ocorre de forma moderada, ocorrendo de forma mais fraca no Rio Grande do Norte.
Nass demais áreas, o tempo é mais agradável e com menos chuva.
Há chuva forte, com risco de mais instabilidade ao longo do dia, no Amazonas, Pará, Roraima, Rondônia e Acre. Tocantins, principalmente na região sul do estado, apresenta pancadas mais intensas.
Temporais podem atingir Amazonas, no norte e oeste de Rondônia, no Acre, no sul do Tocantins e no oeste de Roraima.
Devido à aproximação da ZCIT, o Amapá apresenta mais chances de chuvas ao longo do dia.
Os índices futuros de Nova York operam em baixa nesta sexta-feira (30), com investidores adotando uma postura de aversão ao risco após o presidente dos EUA, Donald Trump, ter anunciado que já decidiu quem indicará para liderar o Federal Reserve (Fed).
Trump afirmou na noite de quinta-feira que anunciaria na manhã desta sexta sua escolha para substituir o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell. O nome de Kevin Warsh, ex-governador do Fed, disparou para o topo das previsões após o encontro entre os dois na Casa Branca, mas Rick Rieder, chefe de renda fixa da BlackRock, e Kevin Hassett, diretor do Conselho Econômico Nacional, também figuram na disputa.
Embora Warsh seja visto como um defensor de taxas de juros mais baixas, ele também é considerado uma das opções menos radicais entre os vários candidatos que foram mencionados e talvez mais cauteloso em relação a um forte estímulo monetário do que outros.
O anúncio ocorre dias após o Fed, liderado por Powell, manter as taxas juros inalteradas, irritando novamente Trump. Os investidores continuam a esperar cerca de duas reduções de aproximadamente 0,25 ponto percentual nos juros antes do final do ano, de acordo com o CME FedWatch.
Trump também apoiou um acordo no Senado para financiar a grande maioria do governo federal até o final do ano fiscal, aliviando a incerteza política de curto prazo para os investidores.
No front corporativo, ações da Apple subiram cerca de 1% depois que a fabricante do iPhone superou as estimativas de lucro e vendas do primeiro trimestre fiscal.
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Veja o desempenho dos mercados futuros:
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em baixa, após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar que anunciará nesta sexta sua escolha para a presidência do Federal Reserve.
Os mercados europeus operam em alta, com as relações internacionais e os resultados corporativos ainda em foco.
As ações da gigante alemã de artigos esportivos Adidas subiram 4,2%, após a divulgação de uma receita anual recorde.
A geopolítica continua sendo um foco para os investidores europeus. Em declarações à imprensa na quinta-feira, Trump alertou que era “muito perigoso” para o Reino Unido fechar negócios com a China. O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, está atualmente em visita de quatro dias à China, onde espera redefinir as relações entre Londres e Pequim.
Os preços do petróleo operam em baixa, após três dias de alta, depois que Trump teria dito que pretendia conversar com o Irã, mesmo com os Estados Unidos enviando mais um navio de guerra para o Oriente Médio e o secretário de Defesa, Pete Hegseth, afirmando que as Forças Armadas estavam prontas para agir de acordo com as instruções do presidente.
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As cotações do minério de ferro na China fecharam perto da estabilidade, enquanto os investidores avaliavam os crescentes estoques de minério de ferro nos portos chineses, em meio ao fim do período de reabastecimento pré-Ano Novo Lunar, em contraste com a expectativa de que a demanda por matéria-prima se recupere em breve.
Os preços do ouro e da prata caíram na sexta-feira, depois de atingirem máximos históricos no dia anterior, com os investidores realizando lucros após uma valorização recorde neste ano.
(Com Reuters e Bloomberg)
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Com a aproximação da campanha eleitoral, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve perder mais de 20 ministros, que deverão deixar os cargos para disputar as eleições em outubro. O prazo para a desincompatibilização vai até o fim de março, mas, nos bastidores, o chefe do Planalto já articula nomes que ocuparão as cadeiras vagas.
Segundo auxiliares, o petista tende a priorizar quadros que já compõem os ministérios, com o objetivo de manter o ritmo das entregas neste último ano de governo. Nesse sentido, os secretários-executivos despontam como favoritos à sucessão.
A número dois da Casa Civil, Miriam Belchior, foi escolhida por Lula para assumir o posto hoje ocupado por Rui Costa. Ele deixará o governo para disputar uma vaga ao Senado Federal pela Bahia.
“O presidente já comunicou a sua escolha tanto a mim quanto à Miriam. Ela foi ministra do Planejamento, trabalha muito, é uma técnica competente e assume o ministério no início de abril. A prioridade do presidente é que [as indicações] sejam de quem já está na equipe, para não haver descontinuidade nas ações de governo”, anunciou o ministro em entrevista a uma rádio baiana nessa quinta-feira (29/1).
Secretária-executiva da Casa Civil desde 2023, Miriam Belchior foi ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão entre 2011 e 2014, durante o governo de Dilma Rousseff. Ela ocupou também o cargo de presidente da Caixa Econômica Federal, de 2015 a maio de 2016.
Outro auxiliar que deve ser alçado ao cargo de ministro é o número dois da Fazenda, Dario Durigan. Ao Metrópoles, o titular da equipe econômica, Fernando Haddad (PT), garantiu que sairá do governo em fevereiro. Ele ainda não definiu se entrará na disputa eleitoral ou se atuará nos bastidores, na articulação da campanha de reeleição de Lula.
Durante entrevista ao Metrópoles, Haddad saiu em defesa do secretário-executivo, que é alvo de críticas de uma ala do PT pela suposta proximidade com o mercado financeiro.
“É uma pessoa que trabalhou na Casa Civil nos primeiros governos do PT. Trabalhou na Prefeitura de São Paulo, na minha gestão. E trabalhou no Ministério da Fazenda. Ele sempre serviu a governos progressistas. Ele ter passado pelo mercado é um ponto para o Dario. Significa que ele traz para o setor público o conhecimento também de como funcionam setores relevantes da economia mundial. E ele tem um conhecimento abrangente, é uma pessoa de formação muito sólida”, elogiou Haddad.
Como mostrou o Metrópoles, a tendência é que Dario fique com o comando da Fazenda, enquanto o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, deve assumir a secretaria-executiva. A expectativa é que Durigan dê continuidade ao trabalho desenvolvido por Haddad no ministério, dando um recado ao mercado de que não haverá mudanças bruscas na condução da política fiscal.
Está encaminhada, também, a indicação de Olavo Noleto, atual titular do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, chamado o Conselhão, para o lugar da ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT-PR). A ex-presidente do PT e deputada licenciada tentará uma cadeira ao Senado pelo Paraná nas eleições de outubro.
Segundo integrantes do Palácio do Planalto, Noleto é visto como um nome experiente na articulação e de confiança da ministra. Além disso, auxiliares consideram que ele tem um bom trânsito entre parlamentares e partidos, sendo assim, conseguirá manter o trabalho que vem sendo feito pela ministra.
Outros nomes, como o do secretário-executivo da SRI, Marcelo Costa, e o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE) chegaram a ser ventilados, mas na última quarta-feira (28/1), Gleisi afirmou que o secretário é o “nome natural” para assumir o cargo.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) reagiu nas redes sociais à visita do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ao pai e ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), nesta quinta-feira (29/1). O encontro ocorreu na Papudinha, em Brasília, onde Bolsonaro cumpre a pena de 27 anos e três meses por liderar a trama golpista.
Eduardo disse ter ficado “especialmente satisfeito” com a visita de Tarcísio e descreveu o momento como um gesto que “faz muito bem” a Bolsonaro “neste momento difícil que ele atravessa.”
“[O gesto] contribui para que, com mais força e energia, possamos seguir adiante com esperança em dias melhores”, escreveu. “Este é um momento de focarmos naquilo que converge. Tenho certeza de que todos nós compartilhamos o mesmo desejo: um Brasil melhor. E esse caminho passa por São Paulo e por todos os brasileiros – inclusive aqueles que hoje estão fora do país”, expôs.
O ex-deputado também afirmou ter ficado “ainda mais alegre” ao ver o irmão, o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL), ao lado do governador após o encontro. “Gestos como esse fortalecem laços, constroem pontes e reafirmam compromissos com o futuro do Brasil”, concluiu.
Este é o primeiro encontro entre Tarcísio e Bolsonaro desde setembro, quando o ex-presidente ainda cumpria prisão domiciliar.
A reunião também marca o primeiro encontro entre Tarcísio e Bolsonaro desde a decisão do ex-presidente de declarar apoio à candidatura do filho, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), nas eleições presidenciais de 2026. O governador de São Paulo chegou a ser cotado como candidato da direita para o pleito.
Ao final da visita, Tarcísio disse à imprensa que seu “interesse é ficar em São Paulo”. Ele aproveitou o momento, também, para defender a prisão domiciliar de Bolsonaro.
“É uma pessoa que tem 70 anos, que sofreu um atentado, quase morreu, que passou por uma série de cirurgias de abdômen, que tem uma série de comorbidades; então, eu defendo e vou trabalhar nisso no que eu puder, para que ele possa ir para casa receber amparo e cuidados da família”, afirmou.
Em meio à Operação Gorjeta, que investiga desvios em emendas parlamentares e afastou o vereador Chico 2000 (sem partido), o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), disse que é a favor da realização da “Corrida do Legislativo Cuiabano”. A corrida aparece na operação deflagrada na terça-feira (29), que apura suspeitas de que o vereador desviava verbas de emendas destinadas a uma instituição responsável pela realização da prova.
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Durante entrevista nesta quinta-feira (29), ele afirmou que a população não pode ser prejudicada pelo mau uso de recursos públicos e que a própria Prefeitura tem condições de organizar a prova.
“Estamos trabalhando para manter a corrida do legislativo, pois, independentemente do mau uso da emenda parlamentar ou da aplicação inadequada dos recursos, a população não tem culpa. A Corrida do Legislativo é um evento importante no calendário cultural do nosso município, assim como a corrida do Bom Jesus. Não podemos criminalizar as corridas de rua e as atividades esportivas da cidade simplesmente porque um vereador ou outra pessoa utilizou mal os recursos públicos”, argumentou.
Ele destacou que a administração municipal pode executar a prova diretamente, sem necessidade de intermediação de institutos, e reforçou que tem tornado os mecanismos de fiscalização de emendas mais rigorosos desde o início de sua gestão.
“Temos como fiscalizar isso e vamos executar a Corrida do Legislativo por nós mesmos, não precisa ser por um instituto. Assim, a prefeitura realiza a corrida do legislativo, a corrida do Bom Jesus e outras atividades culturais vinculadas ao município”, afirmou.
O prefeito também lembrou que os vereadores podem optar por direcionar suas emendas para execução direta pela Prefeitura, enviando um ofício para formalizar a transferência.
“Nós mesmos podemos fazer esse evento. A emenda do vereador pode ser direcionada para um instituto, mas o vereador pode direcionar para a execução do próprio município. A emenda dele pode ser direcionada para onde ele achar melhor”, explicou. “Ele tem o direito de mandar um ofício e encaminhar para que o próprio município execute. E aí a gente faz a licitação, faz a aquisição dos materiais e faz a corrida acontecer. Não é necessário ter um instituto para isso.”
No entanto, ele disse que se a emenda já tiver sido direcionada a um instituto pelo vereador, a execução pela Prefeitura só poderá ocorrer com aval judicial.
“Se o vereador fizer o direcionamento de uma emenda que seja para qualquer instituto executar, nós já vamos ter uma dificuldade de fazer isso. Porque, mediante as investigações, eu não vou poder — a não ser que tenha um parecer da Justiça — me autorizando a execução de emenda dele por qualquer instituto que seja”, ponderou.
O prefeito ainda reforçou que os critérios para aplicação de emendas estão mais rígidos e que a transparência tem sido prioridade.
“É importante pontuar que aumentamos muito os critérios. Vocês lembram dos vereadores pressionando no ano passado: ‘Ah, tem que pagar as emendas, tem que não sei o que’, e eu dizendo: ‘Olha, todos os relatórios das emendas estão no site, você pode verificar’”, recordou.
Ele afirmou que, entre as melhorias na fiscalização das emendas, foi implementado um procedimento que permite o acompanhamento em tempo real tanto da execução das emendas quanto da prestação de contas relacionada a elas.
“Se por exemplo vai fazer a compra de materiais, você vai executar [a emenda], vai pegar a nota fiscal, vai enviar no sistema da Prefeitura a nota fiscal imediatamente, e junto com o comprovante da transferência bancária, ou do PIX, ou do pagamento, para que a prefeitura, em tempo real, acompanhe todas as etapas”, detalhou.
“Está acontecendo o evento, fotografias, registros, relatórios, vai ter o fiscal da emenda parlamentar que vai lá no evento checar se o evento aconteceu, se houve toda a aplicação dos recursos. Então, essas medidas vêm para dar mais segurança”, finalizou.
FONTE
Ninguém acertou as seis dezenas da Mega-Sena 2966, sorteada na noite desta quinta-feira (29/1), e o prêmio principal acumulou para R$ 115 milhões.
O concurso teve os seguintes números sorteados: 06 – 07 – 09 – 43 – 44 – 53.
Em todo país, 68 apostas bateram na trave e acertaram cinco dezenas. Cada uma vai faturar prêmios a partir de R$ 50 mil.
5.798 jogos acertaram quatro números e vão levar prêmios de R$ 976,66.
O próximo sorteio da Mega-Sena será realizado no sábado (31/1). As apostas podem ser feitas até 20h do dia do sorteio.
Para apostar, é necessário escolher de seis a 15 dezenas por cartela. O jogo simples, com seis números, custa R$ 6. A probabilidade de ganhar com uma aposta de seis dezenas é de 1 em 50.063.860. Já em uma aposta com 15 números, as chances aumentam para 1 em 10.003 por cartela.
Jogadores com 18 anos ou mais podem fazer as apostas on-line. Basta registrar-se no site oficial, ter um cartão de crédito para efetuar o pagamento e seguir o processo de cadastramento, que ocorre em duas etapas. Após preencher os dados, um código de confirmação (token) é enviado por e-mail para validar o cadastro.
Os jogos também podem ser feitos presencialmente em casas lotéricas e agências da Caixa.
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), anunciou que deve se licenciar temporariamente do cargo durante o período eleitoral deste ano para acompanhar a campanha de sua esposa, a vereadora Samantha Iris (PL), pré-candidata a deputada estadual. Ele afirmou que, em sua ausência, a vice-prefeita Vânia Rosa (Novo) assumirá o comando do município. Ela, no entanto, também figura com desejo de ser candidata a deputada estadual. Se isso ocorrer, a presidente da Câmara, Paula Calil (PL), assumirá interinamente a gestão.
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“Eu acredito que é uma possibilidade, sim. Eu acredito que vai ter que ter um determinado momento que eu vou ter que andar com ela em algum lugar. E eu não quero estar na condição de prefeito fazendo isso. Então, provavelmente, eu devo fazer isso. E aí, provavelmente, a Vânia assume e fica na gestão da prefeitura”, disse em entrevista nesta quinta-feira (29).
Questionado sobre como ficaria a situação, já que a vice-prefeita Vânia Rosa também pode ser candidata a deputada estadual, o prefeito respondeu que não foi comunicado sobre essa decisão.
“Ela não me comunicou. Então, assim, ela, se ela tiver essa intenção, ela me comunica e vê o que faz. Mas há uma pretensão minha de poder ajudar ela quando ela for candidata, a minha esposa, quando ela for candidata”, destacou.
“Agora, eu comuniquei a ela. Falei que, provavelmente, durante o período eleitoral, eu devo me licenciar para poder rodar o Estado quando for possível. É claro que sem atrapalhar a gestão do município de Cuiabá. E eu confio que a Vânia pode fazer essa condução durante a minha ausência com muita tranquilidade, como ela fez durante o período que eu estive fora do país”.
Mais uma vez questionando sobre a possibilidade de a gestão municipal ser assumida pela presidente da Câmara, Abilio considerou o cenário improvável.
“Não é que eu toparia. Eu acredito… Não é que eu confiaria. Eu não acho que essa possibilidade é pouco provável, tendo em vista que a Vânia é a nossa vice-prefeita. Então, assim, na minha ausência, ela assume a gestão da Prefeitura de Cuiabá. Então, como eu, provavelmente, posso me licenciar por 15 dias, 20 dias ou um pouco mais, se for necessário, quem vai assumir a gestão da Prefeitura de Cuiabá é a vice-prefeita. Não tem cogitação de nenhuma outra pessoa”.