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Trabalhador morre e colega fica ferido após pneu de carreta explodir

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Trabalhador morre e colega fica ferido após pneu de carreta explodir



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Prefeitura de Cuiabá fortalece Rede de Saúde Mental com capacitação de 100 profissionais | Notícias

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), concluiu nesta sexta-feira (23) o primeiro ciclo formativo da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), reforçando de forma concreta o compromisso com o fortalecimento da política pública de saúde mental no município. A formação, realizada por meio de um projeto de extensão da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

A iniciativa promoveu a capacitação, qualificação e atualização de 100 profissionais que atuam diretamente nos serviços da rede, reafirmando o investimento da gestão municipal na profissionalização dos servidores e na melhoria contínua do cuidado ofertado à população.

O ciclo formativo contou com quatro dias de oficinas presenciais, reunindo profissionais da Atenção Básica, dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) da gestão municipal e estadual, além de representantes da atenção terciária.

Para a secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, a conclusão do curso representa um passo importante na consolidação da rede. “A saúde mental é uma das prioridades da nossa gestão. Estamos estruturando a rede, ampliando os serviços e, principalmente, investindo nas pessoas que fazem o cuidado acontecer. Capacitar nossos profissionais é garantir mais qualidade no atendimento, mais acolhimento e mais dignidade para quem precisa do SUS em Cuiabá”, destacou.

Atualmente, Cuiabá conta com uma rede estruturada composta pelo CAPS CPA IV, CAPS Adolescer, CAPS II e seis Residências Terapêuticas, que desempenham papel fundamental no cuidado contínuo e humanizado das pessoas em sofrimento psíquico.

A secretária adjunta de Atenção Especializada, Najla Brito, ressaltou que o ciclo formativo representa um avanço estratégico na organização da rede. “Nós estamos fortalecendo não apenas estruturas físicas, mas principalmente os processos de trabalho. Essa formação aproxima os serviços, integra as equipes e fortalece a linha de cuidado, garantindo que o paciente seja acompanhado de forma contínua, desde a atenção básica até os serviços especializados”, afirmou.

A diretora de Saúde Mental do município, Ranaia Vitalino, destacou que a conclusão do curso marca o início de uma nova etapa na organização dos serviços. “Estamos investindo na profissionalização dos nossos servidores, no fortalecimento técnico e também no início da supervisão institucional nos CAPS. Isso significa mais qualidade no cuidado, mais suporte para as equipes e uma rede cada vez mais articulada e preparada para atender a população”, explicou.

Além da capacitação e do fortalecimento da rede de serviços, a Secretaria Municipal de Saúde também vem desenvolvendo ao longo do mês de janeiro uma série de ações alusivas à campanha Janeiro Branco, dedicada à conscientização sobre a importância do cuidado com a saúde mental.

Entre as iniciativas, está a realização de ações voltadas ao cuidado emocional dos servidores da rede, como a promovida na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Leste, no bairro Leblon, com atividades de acolhimento, rodas de conversa, práticas de relaxamento, alongamento, exercícios de respiração e sessões de reiki.

A mobilização também alcança a população por meio dos atendimentos realizados na Unidade de Referência em Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (URPICS), localizada no Horto Florestal Toti Garcia, no bairro Coxipó da Ponte, que oferece gratuitamente um cuidado humanizado e integral. Referência em Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS), a unidade realiza, em média, 1,5 mil atendimentos por mês e conta com equipe multiprofissional.

Paralelamente, toda a rede de Atenção Primária está mobilizada para o desenvolvimento de atividades educativas e de acolhimento nas Unidades de Saúde da Família (USFs), no Projeto Amor, no Consultório na Rua e pelas equipes e-Multi’s, com foco na promoção do bem-estar psicológico, na prevenção de adoecimentos psíquicos e na redução do estigma relacionado ao sofrimento mental.

Além da capacitação, o município também avança no fortalecimento estrutural da rede, com a entrega do CAPS Adolescer, do CAPS CPA IV e a inauguração do CAPS III, ampliando a capacidade de atendimento da rede municipal.

Outro marco histórico para a saúde mental de Cuiabá foi a implantação, em setembro do ano passado, de seis leitos exclusivos para pacientes psiquiátricos no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), uma medida inédita em hospital geral no município e aguardada há cerca de 20 anos. A iniciativa segue as diretrizes da Política Nacional de Saúde Mental e da Portaria nº 3.088/2011, que institui a RAPS.



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A nova declaração de Fachin sobre o caso Master – CartaCapital

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O ministro Edson Fachin, atual presidente do Supremo Tribunal Federal, voltou a tratar brevemente do caso Master nesta terça-feira 27. A declaração foi dada em entrevista concedida ao jornal O Globo.

Questionado pelo jornal se o ministro Dias Toffoli deveria ou não permanecer na condução do processo sobre o banco, Fachin evitou antecipar posição, mas disse que não irá se omitir quando for necessário atuar no caso.

“Como presidente do tribunal, não posso antecipar juízo sobre circunstâncias que eventualmente serão apreciadas pelo colegiado. […] Mas uma coisa é certa: quando for necessário atuar, eu não vou cruzar os braços. Doa a quem doer“, disse o magistrado.

O ministro, ainda na conversa, também minimizou repercussão negativa da nota assinada por ele em defesa da atuação do Supremo no caso após críticas a Toffoli, divulgada na semana passada. Para Fachin, as ‘interpretações’ do texto são ‘legítimas’.

Por fim, o presidente do STF também explicou ao jornal que uma eventual análise de ‘vícios e irregularidades’ no processo do Master, termos também citados na nota da semana passada, devem ficar com a Segunda Turma.

“A regra é que eventuais arguições de irregularidade sejam apreciadas pelo colegiado competente, nos termos do regimento interno. Se houver recurso ou irresignação por parte de interessados, essa matéria será submetida ao órgão colegiado correspondente, e o relator apresentará suas razões. O colegiado, então, decidirá”, destacou. “Pela regra, será a Segunda Turma, colegiado do qual o ministro Toffoli faz parte”, explicou em seguida.



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Chico 2000 é suspeito de cobrar ‘devolução’ após repassar emendas parlamentares a instituto; afastado do cargo

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De acordo com as investigações da Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), o vereador Chico 2000 (PL) é acusado de cobrar a “devolução” de emendas parlamentares após os recursos serem repassados a um instituto sem fins lucrativos e a empresas, entre elas a Chiroli Uniformes. O proprietário da empresa, João Nery Chiroli, também foi alvo da ação policial.

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Os elementos apurados indicam que o grupo se associou com a finalidade de direcionar emendas parlamentares a um instituto e a uma empresa, sendo que parte dos recursos era posteriormente “devolvida” ao vereador responsável pela destinação das emendas.

As investigações apuram a prática dos crimes de peculato, associação criminosa e lavagem de dinheiro, envolvendo um vereador, servidores públicos, um instituto sem fins lucrativos, empresas e um empresário.

As ordens judiciais foram expedidas pelo Juízo do Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias de Cuiabá. Entre as medidas determinadas estão o cumprimento de 12 mandados de busca e apreensão e 12 ordens de acesso a dados armazenados em dispositivos móveis.



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Operação desmonta esquema de desvio de emendas na Câmara de Cuiabá

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PJC/Câmara de Cuiabá

Ex-presidente da Casa, o vereador Chico 2000 é o principal alvo da operação que mira esquema de desvio de emendas parlamentares

A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (27), a Operação Gorjeta, para cumprimento de 75 ordens judiciais com foco na desarticulação de um esquema criminoso que teve como vítima o Município de Cuiabá, especialmente a Câmara de Vereadores e a Secretaria Municipal de Esportes. 

O vereador bolsonarista Chico 2000 (PL), ex-presidente da Casa, é o principal alvo da operação. Ele foi afastado de suas funções.

As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), apuram as práticas dos crimes de peculato, associação criminosa e lavagem de dinheiro, envolvendo um vereador, servidores públicos, um instituto sem fins lucrativos, empresas e um empresário. 

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Os elementos apurados apontaram que o grupo se associou com a finalidade de direcionar emendas parlamentares a um instituto e uma empresa, e o recurso era parcialmente “devolvido” ao vereador responsável pela destinação da emenda.

O cumprimento das ordens judiciais conta com a participação de mais de 40 policiais civis, lotados na Diretoria de Atividades Especiais (DAE).

As ordens judiciais foram expedidas pelo Juízo do Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias de Cuiabá. Dentre elas estão 12 mandados de busca e apreensão e 12 ordens de acesso de dados armazenados em dispositivos móveis. 

Também foram expedidas ordens de suspensão do exercício da função pública contra dois servidores da Câmara Municipal de Cuiabá e um vereador, para o qual houve a determinação de afastamento do mandato parlamentar.

Ainda dentro da operação, foram fixadas três medidas cautelares diversas da prisão contra seis investigados.

As principais delas são as proibições de manterem contato entre si e com testemunhas; de acessarem todos os prédios e dependências da Câmara Municipal de Vereadores de Cuiabá e da Secretaria Municipal de Esportes de Cuiabá; e de deixarem a Comarca, além de ser ordenada a entrega dos passaportes pelos investigados.

SUSPENSÃO DE ATIVIDADES – Como parte da decisão judicial, o Poder Executivo e o Poder Legislativo de Cuiabá também estão proibidos de contratar ou nomear quaisquer dos alvos investigados na operação. 

Foi determinado ainda o bloqueio inicial de R$ 676.042,32 das contas bancárias de nove pessoas físicas e jurídicas, além do sequestro de sete veículos, uma motocicleta, uma embarcação, um reboque e quatro imóveis.

Dentre as ordens judiciais há também a determinação da suspensão das atividades do instituto investigado e de realização de auditorias pela Controladoria-Geral de Cuiabá em todos os Termos de Parceria firmados pelo órgão investigado com o Município.

O Município também fica proibido de realizar qualquer espécie de contratação ou pagamento de valores com relação às duas empresas investigadas.





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Marcas querem ser influencers e influencers querem ser marcas

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Por Ewerton Mokarzel, CEO e sócio da FutureBrand SP*

Marcas tradicionais, com budgets bilionários, olham, com inveja mal disfarçada, para a autenticidade e o vínculo que os creators digitais constroem com suas audiências. O paradoxo é um tapa na cara da velha guarda do marketing: marcas querem ser influencers (ter a voz autêntica e a confiança do público) e influencers querem ser marcas (ter a estrutura, a

perenidade e o valuation de um negócio). Alcance se compra, confiança se conquista no tempo das relações e com entregas consistentes.

Analisando o ciclo 2024–2025 dos nossos clientes, três sinais ficam claros: as redes sociais viraram o principal canal publicitário do planeta; o investimento em creators cresceu mais rápido que a mídia como um todo; e as marcas que performaram melhor aprenderam a operar a influência como estratégia, não como mídia tática.

Pessoas influenciam pessoas
Em 2024, havia 144 milhões de usuários de redes sociais no país [DataReportal], 81% dos brasileiros afirmam ser influenciados por anúncios personalizados nas mídias sociais [A Voz do Consumidor 2024 PwC] e 69% dos brasileiros já compraram por indicação de influenciadores.

O país já figura entre os maiores ecossistemas de creators no Instagram, com cerca de 13 milhões de criadores. Isso cria abundância de nichos, formatos e comunidades onde recomendações circulam com intimidade e autenticidade social. É muita gente conversando, comparando e compartilhando experiências todos os dias.

Para o creator que sonha em ser uma marca, a influência é um canal, não o negócio. Creators precisam se profissionalizar e operar como empresas, investindo em qualidade, operação, métricas, logística e governança.

Os grandes casos de sucesso de creator brands que alcançaram valuations elevados operam em parceria com grandes empresas e investidores, unindo a força da influência à solidez da gestão.

Aqueles que apostaram tudo na audiência e negligenciaram o básico, como qualidade do produto e eficiência operacional, estão no cemitério das boas intenções. A influência sozinha não sustenta a valuation de um negócio no longo prazo. O caso da Prime Hydration (Logan Paul e KSI), que viu a receita cair cerca de 70% no Reino Unido em 2024, e o MrBeast Burger, que enfrentou litígios e controvérsia de qualidade, mostram o custo de uma execução irregular.

Marcas ainda influenciam pessoas
Marcas não perderam poder de persuasão, só mudaram a forma de exercê-lo. Evidências da Kantar mostram que marcas percebidas como significativamente diferentes por mais gente atingem até cinco vezes mais penetração, com efeito de preço e preferência. Influência de marca se acumula em experiência, não em picos isolados do “viral”.

Menos obsessão em “parecer influencer”, mais projeto para se tornar influência. Ir além da tática superficial e abraçar o trabalho duro de construir uma proposta de valor real. Creators precisam de liberdade criativa — eles entendem o próprio público e sabem o que funciona. Isso significa tratar creators como canal de distribuição de reputação e não apenas de cupom, e aceitar que parte do controle mora nas pessoas.

O dinheiro seguiu a influência
O mercado global de influencer marketing foi estimado em 24 bilhões de dólares em 2024 e projeta 32,55 bilhões em 2025. O mesmo estudo registra social como maior rubrica de mídia em 2024, com 247,3 bilhões de dólares, e nova alta prevista para 2025. O Brasil aparece como líder mundial em número de influenciadores no Instagram, com 15,8%, e segundo em posts patrocinados.

Essa migração de capital confirma os dados de que consumidores acreditam mais em um indivíduo que fala diretamente com eles do que em uma comunicação polida da marca. Nesse cenário, a relação Marcas X Influencers muda de eixo. As marcas ainda influenciam, mas o fazem de forma indireta, através da credibilidade emprestada dos creators.

Marcas X Influencers
Creators querem preservar voz, risco criativo e timing próprio, mas batem na parede de briefings que achatam estilo, humor e repertório até virar produto de agência. Marcas querem previsibilidade, performance e accountability. Desse choque nasce a frustração crônica do mercado, porque espontaneidade sem método parece vaidade e controle sem sensibilidade mata a faísca criativa que move a comunidade.

Marcas + Influencers
É a ponte estratégica que conecta a marca ao consumidor, ampliando a relevância e o valuation. SKIMS chegou a 5 bilhões de dólares em 2025 com capital sofisticado e logística de gente grande. Glossier atingiu 1,8 bilhão na Série E ao transformar comunidade em pipeline de produto. Rare Beauty circula com estimativa de 2,7 bilhões depois de pausar um processo de venda que mirava 2 bilhões no ano anterior. Kylie Cosmetics cravou valuation implícito de 1,2 bilhão na venda de 51%.

Quando a audiência certa encontra a máquina certa, a marca deixa de pedir atenção e passa a ser desejada. Marcas buscam influencers para recuperar confiança e influencers que a conquistaram buscam a estrutura de marca para perenizá-la.

*Ewerton Mokarzel é designer e executivo com mais de 25 anos de experiência em branding. CEO e sócio da FutureBrand, lidera projetos de transformação para grandes empresas no Brasil e no exterior, com passagens pela Austrália e Singapura. Reconhecido por unir estratégia e execução criativa, conquistou mais de 250 prêmios nacionais e internacionais, incluindo os mais importantes do setor, e consolidou a FutureBrand como a maior consultoria de marcas do país e uma das líderes globais. 

Ao longo da carreira, já trabalhou com empresas como Grupo Boticário, Santander, Nestlé, Hering, BTG Pactual, Track&Field, Localiza, Banco do Brasil, Porto Seguro, JBS, Nespresso, entre outras.



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PF colhe novos depoimentos de investigados no caso Master nesta 3ª feira

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<br /> PF colhe novos depoimentos de investigados no caso Master nesta 3ª feira





PF colhe novos depoimentos de investigados no caso Master nesta 3ª feira


































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calor intenso e temporais castigam boa parte do Brasil; confira

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Nesta terça-feira (27/1), de acordo com a Climatempo, a previsão do tempo indica combinação de calor, umidade elevada e chuvas em grande parte do país. Toda a última semana de janeiro de 2026 deve ter o predomínio de temporais típicos de verão.

A previsão aponta para pancadas de chuva com intensidade entre fraca e forte, possibilidade de temporais isolados, rajadas de vento e sensação de calor abafado em várias regiões.

Confira a previsão de acordo com as regiões:

Região Sul

No Sul do Brasil, a expansão de uma baixa pressão atmosférica entre o Brasil, o Paraguai e o norte da Argentina vai estimular a ocorrência das pancadas de chuva no sudoeste gaúcho.

Há possibilidade de chuva mais fraca entre o litoral do Paraná e de Santa Catarina, avançando para interior dos estados e para o nordeste do Rio Grande do Sul. Volta a chover, de forma mais intensa, nas regiões oeste, noroeste, sul e interior do Paraná, o que contribui para a melhora da umidade.

Os termômetros continuam marcando valores altos em toda a região, enquanto no litoral e no sudeste do Rio Grande do Sul as rajadas de vento ficam entre 40 e 50 km/h.

Região Sudeste

Na Região Sudeste, a influência marítima prevê chance de chuva mais fraca no litoral e no oeste paulista, além de pontos do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Em Minas Gerais, chove pela manhã no leste e no nordeste e, ao longo do dia, o calor e a umidade aumentam as instabilidades.

A previsão mostra que em parte de São Paulo, no Triângulo Mineiro, em áreas do Rio de Janeiro e de Minas a chuva pode ocorrer de forma modera a forte, com risco de temporais. Enquanto isso, no Espírito Santo e em algumas áreas do leste e norte mineiro, a chuva é mais fraca.

Demais regiões de Minas, são marcadas por sol entre nuvens e temperaturas aumentando.

Região Centro-Oeste

Com pancadas moderadas e fortes, a chuva segue atingindo áreas de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Ao longo da tarde, o calor e a umidades causam instabilidade, elevando o risco de chuvas intensas e temporais, em Mato Grosso e boa parte do Goiás.

Em Mato Grosso do Sul, principalmente no norte do estado, as instabilidades marcam a região ao longo do dia. Períodos de sol predominam o nordeste goiâno.

Região Nordeste

Estados do Nordeste como Maranhão, Piauí, Ceará e áreas litorâneas começam o dia com pancadas moderadas a fortes e risco de temporais isolados. A instabilidade vai aumentar ao longo do dia e a chuva avança para áreas do interior devido a aproximação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). Este é um dos principais sistemas meteorológicos que atuam no Brasil durante o verão e traz chuva para o Nordeste.

O norte do Maranhão, Piauí e parte do Ceará também serão atingidos por temporais. Já o litoral da Bahia, conta com a possibilidade de chuva mais intensa em alguns pontos, enquanto em outras áreas o tempo fica mais firme, com sol predominando.

Região Norte

Na Região Norte, as pancadas de chuva vão ocorrer em todos os estados. Há risoc de temporais em áreas do Amazonas, norte de Rondônia, em partes de Roraima e do Pará. A ZCIT aumenta as instabilidades no Amapá al longo do dia.

O oeste do Amazonas e no Acre a situação é preocupante por conta do alto volume de chuva.



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quais bancões serão destaque na temporada do 4T25?

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A temporada de balanços do 4º trimestre de 2025 para os bancões terá início no próximo dia 4 de fevereiro, com a publicação do Santander Brasil (SANB11).

A maioria dos bancos deve apresentar volumes, receitas e qualidade de crédito saudáveis, aponta o Itaú BBA. O cenário macroeconômico e as projeções para o ano fiscal de 2026 devem indicar um crescimento de dois dígitos nos lucros. Entre os bancos analisados, a casa de análise está mais otimista em relação à consistência do Bradesco (BBDC4) neste trimestre e, provavelmente (conscientemente), estará no limite superior da faixa de lucro projetada.

“O Banco do Brasil (BBAS3) deve ser um contraste negativo, com desafios contínuos no retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) devido aos custos de crédito persistentes; provavelmente estaremos no limite inferior da projeção de lucro para o ano fiscal de 2026″, avalia.

Oportunidade com segurança!

O Goldman Sachs continua a destacar positivamente o Itaú (ITUB4) entre os bancos brasileiros, levando em conta o ROE elevado e o crescimento saudável dos lucros. “Acreditamos que as tendências devem melhorar na maior parte do Brasil, mas o Banco do Brasil enfrenta as maiores incertezas em relação às provisões devido à perspectiva do crédito rural”, aponta a equipe de análise do banco americano.

A expectativa é de que os bancos brasileiros mantenham tendências semelhantes ao 3T25, com crescimento de empréstimos na faixa de um dígito médio a alto, crescimento da receita bruta e alíquotas de imposto ainda baixas (excluindo o Itaú). Volumes sazonalmente mais altos de cartões de crédito e crédito corporativo podem impulsionar ainda mais a receita de juros, enquanto a redução do número de dias úteis em relação ao trimestre anterior pode aliviar um pouco as despesas com juros.

O Itaú continua sendo o ponto fora da curva positivo (ROE de 23,7% no 4T25E), enquanto o Santander Brasil (SANB11; 17,4%), o Bradesco (14,6%) e, principalmente, o Banco do Brasil (8,5%) continuam apresentando resultados inferiores, avalia.

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“Esperamos que a divulgação das próximas projeções gere grande interesse dos investidores, especialmente em relação às mensagens sobre o crescimento da receita líquida de juros (NII) em comparação com o ciclo de flexibilização monetária, a eficiência e as provisões (principalmente referentes à carteira de crédito rural do Banco do Brasil)”, avalia.

Confira as expectativas para os bancões no 4º trimestre de 2025:

Santander Brasil (SANB11) – 4 de fevereiro, antes da abertura

A projeção do Bradesco BBI é de que o Santander Brasil apresente tendências semelhantes na receita em relação ao trimestre anterior, visto que a receita de Tesouraria provavelmente permanecerá sob pressão, enquanto a margem com clientes deverá expandir, juntamente com um crescimento anual de empréstimos de 3%.

Além disso, espera que o banco apresente tendências estáveis na qualidade dos ativos, com as provisões crescendo em linha com a carteira. Ademais, as tarifas e despesas operacionais deverão ser sazonalmente mais altas, levando a um crescimento antes dos impostos de aproximadamente 5% no trimestre, mas com uma alíquota efetiva de imposto mais alta, o que deve impactar o aumento no lucro líquido, com projeção de um número de cerca de R$ 4 bilhões.

Para o Itaú BBA, o Santander Brasil deve apresentar crescimento moderado da carteira de crédito, impulsionado por fatores sazonais, com expansão anual em torno de 3%, refletindo uma postura mais seletiva. As margens financeiras com clientes devem permanecer estáveis, enquanto resultados negativos da tesouraria devem pressionar o resultado de intermediação financeira.

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O custo de risco tende a ficar estável, apesar de leve alta da inadimplência, e o crescimento das receitas deve ser parcialmente compensado por despesas operacionais mais elevadas.

“Nesse cenário, estimamos lucro trimestral de cerca de R$ 4,1 bilhões, com ROE (Retorno sobre Patrimônio Líquido) de 17,4%, beneficiado por uma alíquota efetiva de imposto baixa. Como o banco não divulga guidance, revisamos a projeção de lucro para 2026 para R$ 16,9 bilhões, o que representa crescimento de 8%, refletindo margens financeiras ajustadas ao risco mais moderadas”, avalia o BBA.

O Goldman Sachs também projeta um lucro líquido recorrente de R$ 4,1 bilhões (+3% trimestre a trimestre, ou t/t, +33% ano a ano, a/a), com ROE subindo para 17,4%, ante 17,2% no 3T25 e 13,8% no 4T24.

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Além disso, espera que a receita líquida de juros cresça em um dígito médio, apesar do crescimento moderado de empréstimos (+3% t/t e +3% a/a), enquanto a receita líquida de juros do mercado permanece sob relativa pressão. A receita de tarifas também deve continuar a crescer (+6% t/t), impulsionada principalmente pelo aumento sazonal nos volumes de cartões e seguros.

Enquanto isso, projeta que as despesas operacionais cresçam abaixo da inflação a/a, levando a um melhor índice de eficiência. Por fim, ainda espera que a alíquota efetiva de imposto em um nível baixo de 10,0%, ante 4,4% no 3T25, limitando a expansão sequencial do resultado final.

Itaú (ITUB4) – 4 de fevereiro, depois do fechamento

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Já para o Itaú, o Bradesco BBI projeta lucro líquido de R$ 12,2 bilhões, em linha com as expectativas do mercado. O BBI acredita que o banco deverá acelerar o crescimento da carteira de empréstimos em relação ao trimestre anterior e poderá fechar o ano na extremidade inferior de sua projeção (4,5% maior em relação ao ano anterior), resultando em um crescimento da receita bruta de 1,4%, visto que a margem de juros líquida poderá sofrer pressão em relação ao trimestre anterior. Além disso, espera tendências positivas na receita de tarifas e uma qualidade de ativos ainda estável.

Enquanto isso, as despesas operacionais deverão ser ligeiramente maiores em relação ao trimestre anterior, levando a um crescimento antes dos impostos de aproximadamente 3%, aponta.

O Goldman Sachs espera uma expansão adicional do ROE, projetando mais um trimestre de crescimento dos lucros (+1% t/t, +10% a/a), impulsionado principalmente por taxas sazonalmente mais fortes (+4% t/t, +5% a/a). Além disso, espera que a receita líquida de juros cresça (+1% t/t) abaixo da carteira de empréstimos, em parte devido a resultados mais baixos de capital de giro. Adicionalmente, as provisões devem aumentar 3% t/t, mas o índice de custo de risco deve permanecer relativamente estável.

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As despesas operacionais também devem seguir estáveis ​​t/t (+3% a/a), levando a uma maior alavancagem operacional. “Por fim, o ROE deve aumentar para 23,7%, ante 23,3% no 3T25 e 22,1% no 4T24, e permanecer como a maior rentabilidade entre os bancos tradicionais que cobrimos”, conclui o Goldman.

Bradesco (BBDC4) – 5 de fevereiro, depois do fechamento do mercado

O Bradesco deve apresentar um trimestre mais consistente, segundo o BBA. A projeção da equipe de análise é de um lucro de cerca de R$ 6,4 bilhões, correspondente a um ROE de 15%, o que representa melhora sequencial com boa qualidade.

A expansão da carteira de crédito, a estabilidade das margens ajustadas ao risco diante de níveis estáveis de inadimplência juntamente com o bom desempenho de serviços e seguros, devem compensar os investimentos contínuos em despesas administrativas. Para 2026, espera-se que o guidance indique lucros entre R$ 26 bilhões e R$ 30 bilhões, com ROEs entre 15% e 17%. “Nossa projeção é mais construtiva, especialmente para seguros e margens financeiras ajustadas ao risco, motivo pelo qual estimamos lucro de R$ 29,2 bilhões”, avalia.

A visão do Goldman Sachs é de uma expansão da receita líquida de juros com custo de risco sob controle, com a projeção de uma melhora modesta na receita líquida de juros (+3% t/t) juntamente com uma expansão moderada das provisões (+1% t/t), ambas abaixo do crescimento da carteira de empréstimos (+4% t/t), o que deve levar a uma leve redução no custo de risco (-10 bps para 4,5%).

“No entanto, esperamos que isso seja compensado principalmente por uma contribuição sequencial mais fraca dos seguros e maiores despesas operacionais, o que pode ser um dos principais riscos para os resultados até 2026”, avalia.

Enquanto isso, as taxas devem expandir ligeiramente (+1% t/t, +4% a/a). Consequentemente, o lucro líquido recorrente aumenta apenas 1% t/t (+16% a/a), com o ROE contraindo marginalmente para 14,6%, ante 14,7% no 3T25, mas acima dos 13,4% no 4T24.

Banco do Brasil (BBAS3) – 11 de fevereiro, depois do fechamento do mercado

Para o Banco do Brasil, o BBI espera lucro líquido de R$ 4 bilhões. A projeção é de crescimento da receita de 3,5% em relação ao trimestre anterior, com a expansão da carteira de empréstimos e das margens no trimestre, enquanto prevemos a estabilização das despesas com provisões em relação ao trimestre anterior.

Além disso, espera ligeiro aumento nas taxas e despesas operacionais em relação ao trimestre anterior, levando a um crescimento do lucro antes dos impostos de aproximadamente 12% em relação ao trimestre anterior. Por fim, espera que a alíquota efetiva de imposto do banco permaneça em território positivo.

O Itaú BBA acredita que o BB deva apresentar os números mais fracos entre os grandes bancos. “Projetamos lucro em torno de R$ 4,1 bilhões no trimestre, com ROE de aproximadamente 9%, refletindo a persistência de despesas com provisões, não apenas no crédito rural, mas também nos segmentos de pessoas físicas e pequenas e médias empresas”, avalia.

Já o guidance para 2026 deve apontar para lucros entre R$ 22 bilhões e R$ 26 bilhões, ou ROE entre 11% e 13%, com uma recuperação mais concentrada na segunda metade do ano. “Nossa estimativa é de lucro de R$ 22,3 bilhões, assumindo uma abordagem mais conservadora em relação às provisões”, aponta.

O Goldman Sachs vê provisões provavelmente no limite superior do guidance do próprio banco, entre R$ 59-62 bilhões, com aumento de 1% t/t e 96% a/a. Além disso, a receita líquida de juros deve expandir modestamente, em linha com o crescimento da carteira de empréstimos (+2% t/t), com a receita de tarifas também maior (+3% t/t, -1% a/a).

“Enquanto isso, esperamos que o índice de eficiência se deteriore devido ao aumento das despesas operacionais (+4% t/t, +5% a/a). No entanto, o lucro recorrente deve crescer 2% t/t (-60% a/a), já que a empresa deve se beneficiar ainda mais de incentivos fiscais. Como resultado, esperamos que o ROE cresça 8 pontos-base t/t, para 8,5% (ainda bem abaixo dos 20,8% do 4T24)”, aponta o Goldman.



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Câmara gasta R$ 100 milhões em reforma de imóveis para “poupar” R$ 5 milhões por ano

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A Câmara dos Deputados espera receber apenas em maio de 2027 dois prédios residenciais reformados para moradia de parlamentares. Estimado em R$ 100 milhões, o investimento deve entregar 96 unidades habitacionais e, segundo a própria Casa, gerar uma economia anual de cerca de R$ 5 milhões com cortes no auxílio-moradia — um retorno que levaria aproximadamente duas décadas para compensar o valor desembolsado com a reforma.

O valor poupado, de acordo com informações da Câmara, no entanto, não seria suficiente para zerar os gastos com o “privilégio” pago aos deputados. No último ano, a Casa gastou mais de R$ 7 milhões em auxílios-moradia.

O benefício foi criado na década de 1970 como temporário, sob justificativa de falta de imóveis funcionais. As regras da Câmara estabelecem que parlamentares com mandato têm direito a um apartamento em Brasília. Hoje, 399 unidades administradas pela Casa seriam habitáveis. Atualmente, a Casa tem 531 deputados.

Por mês, além dos próprios salários, os deputados que não conseguem um imóvel funcional recebem uma “ajuda” de R$ 4,2 mil da Câmara para bancar o próprio aluguel. A quantia ainda pode ser complementada com mais R$ 4 mil da cota parlamentar.

Localizados a cerca de cinco quilômetros do Congresso, os dois blocos de apartamentos estão em reforma há mais de um ano. A obra faz parte de uma movimentação para tentar reduzir o déficit de moradias para deputados — problema que, mesmo com a entrega das 96 novas unidades, não deve ser totalmente solucionado.

O projeto prevê desmembrar imóveis com mais de 230 m² em dois apartamentos de cerca de 100 m² cada. Um dos prédios da Câmara em obras na Asa Norte está desocupado desde 2007; o outro, desde 2017.

A Casa pretende que, além da diminuição dos gastos com auxílios, a reforma aumente o valor dos imóveis e levar a uma economia com custos de manutenção. Os prédios enfrentavam danos estruturais e eram alvo de reclamações na vizinhança.

Relembre o estado de um dos prédios da Câmara antes do início da reforma:

Câmara gasta R$ 100 milhões em reforma de imóveis para “poupar” R$ 5 milhões por ano - destaque galeria

Bloco L da 202 Norte antes do início das reformas
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Bloco L da 202 Norte antes do início das reformas

Luh Fiuza/Metrópoles @luhfiuzafotografia

Placas alertavam para perigos em blocos residenciais da Câmara
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Placas alertavam para perigos em blocos residenciais da Câmara

Luh Fiuza/Metrópoles @luhfiuzafotografia

Estrutura de prédios da Câmara mostravam problemas
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Estrutura de prédios da Câmara mostravam problemas

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Placas pediam distância de blocos residenciais da Câmara
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Placas pediam distância de blocos residenciais da Câmara

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Prédios estavam desocupados
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Prédios estavam desocupados

Luh Fiuza/Metrópoles @luhfiuzafotografia

Déficit de vagas

Os imóveis da Câmara foram construídos nos anos 70, quando a Casa saiu de 310 para 420 parlamentares. Pouco depois, o número cresceu com a Constituição de 1988, alcançou 513 deputados e gerou um déficit de vagas.

Outras situações agravaram a carência ao longo dos anos: deputados que viraram ministros ou senadores se recusaram a deixar os apartamentos e problemas estruturais impediram a ocupação de prédios administrados pela Câmara.

Dos 447 apartamentos que são administrados pela Câmara, apenas 399 estão disponíveis para habitação. A Casa afirma que 378 dos 513 deputados ocupam imóveis funcionais e que 14 unidades são ocupadas por ministros e senadores.


Imóveis funcionais da Câmara

  • As normas internas da Casa estabelecem que deputados têm direito a um apartamento funcional.
  • Direito é válido enquanto o parlamentar está no exercício do mandato.
  • A Câmara tem, no total, 447 imóveis para moradia de deputados. Nem todos são habitáveis ou estão disponíveis para parlamentares.
  • Quem não consegue uma unidade funcional tem direito a um auxílio-moradia R$ 4,2 mil. Além desse montante, o deputado também pode usar até R$ 4,1 mil da cota parlamentar mensal para complementação.
  • A Casa afirma que há um déficit de vagas, e os gastos com auxílios alcançaram R$ 7 milhões em 2025.
  • Projeto da direção da Câmara prevê reformar quatro prédios residenciais nos próximos anos. Dois deles já estão em obras.

Ao Metrópoles, a Casa afirmou que a estimativa é de que, após a entrega das unidades, haja uma economia de R$ 5 milhões por ano em gastos com auxílio-moradia.

Para a Câmara, a obra foi a “melhor forma encontrada para resolver o problema da insuficiência de apartamentos funcionais”. Além dos blocos residenciais atualmente em reforma, a Casa também planeja reformar outros dois prédios residenciais.

“A reforma permitirá a restauração e a preservação de patrimônio público de responsabilidade da Câmara dos Deputados”, afirmou.



FONTE

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