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por que tensão com Groenlândia não afetou mercado por aqui?

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Mais um episódio da tensão geopolítica entre Groenlândia e Europa versus os Estados Unidos ganhou força no último fim de semana.

O presidente Donald Trump prometeu no sábado aplicar tarifas comerciais sobre os aliados europeus até que os EUA tenham permissão para comprar a ilha da Dinamarca. Países da União Europeia criticaram as ameaças e discutem uma resposta.

Com esses temores, as bolsas da Europa fecharam em queda. Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,39%, a 10.195,35 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 1,31%, a 24.966,02 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 1,94%, a 8.098,73 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,82%, a 8.568,56 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,26%, a 17.665,30 pontos. O FTSE MIB cedeu 1,32% em Milão, a 45.195,89 pontos.

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Para analistas do ING, a nova abordagem de Trump serve como um lembrete de que a relação entre os Estados Unidos e a Europa mudou. “Muito dependerá de saber se a reivindicação do governo norte-americano sobre a Groenlândia é apenas uma posição maximalista de negociação ou uma exigência final genuína”, avaliam eles.

Apesar dos temores do mercado, a reação do mercado brasileiro foi morna: o Ibovespa fechou com leve variação positiva de 0,03%, a 164.489 pontos, o dólar foi a R$ 5,363 (uma queda de 0,16%), enquanto os juros futuros tiveram baixa.

Bruna Sene, analista de renda variável da Rico, destacou um desempenho mais contido e volume negociado menor devido ao feriado de Martin Luther King nos Estados Unidos. “Isso porque o investidor estrangeiro, que hoje responde por cerca de 60% do volume do mercado à vista, costuma reduzir participação em dias como este”, estima.

Para Sidney Lima, analista da Ouro Preto Investimentos, o mercado brasileiro reagiu de forma moderada porque os choques ainda são percebidos como geopolíticos distantes, com impacto limitado sobre o comércio direto do Brasil com a Europa. “Enquanto fatores domésticos (inflação, crescimento e política monetária) continuarem dominando o cenário local, tensões externas tendem a ser filtradas pelo mercado”, aponta.

Danilo Coelho, especialista em investimentos, avalia que dois fatores principais merecem destaque para este comportamento do mercado. Em primeiro lugar, o Brasil não demonstra um posicionamento estratégico relevante nesta questão específica. “Essa pauta, com maior impacto na Europa, não indica necessariamente uma ausência de influência brasileira, mas sim uma menor proeminência do Brasil. Consequentemente, o mercado brasileiro não é significativamente afetado”, afirma.

Em segundo lugar, observa-se uma mudança na direção do foco, com a atenção voltada para a Europa, especialmente com o interesse na Groenlândia. “Anteriormente, notava-se um interesse maior na América Latina, como demonstrado nas discussões sobre Venezuela, e nas pressões exercidas sobre Colômbia, México e Cuba. O Brasil, por sua posição na América Latina, poderia ter sido alvo de semelhante atenção e influência. No entanto, com a mudança de foco para a Europa, o Brasil parece ter ficado em segundo plano, o que sugere uma menor visibilidade no cenário global”, avalia.

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As bolsas europeias caíram. Por outro lado, Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, avalia que o principal canal de transmissão de risco acabou sendo os metais preciosos, com alta do ouro e da prata, em um movimento de procura por ativos defensivos, dado o ambiente de baixa liquidez em que os mercados operaram hoje por conta do feriado nos EUA.

Olhando para o curto prazo, na visão da equipe do BB Investimentos, o cenário externo, com o quadro geopolítico e retorno das imposições de sobretaxas no contexto da guerra comercial, deve acentuar a volatilidade nos mercados.

A volatilidade também ocorre em meio também às mudanças de falas de Trump. Durante esta segunda, Trump mudou a retórica e evitou dizer até onde está disposto a ir para assumir o controle da Groenlândia. Em entrevista por telefone à NBC News nesta segunda-feira, 19, ele foi questionado se usaria a força para tomar o território e respondeu apenas: “Sem comentários”.

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(com Reuters e Estadão Conteúdo)

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Sorp mantém diálogo com ambulantes e reafirma fiscalização contra ocupação de calçadas

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Sorp mantém diálogo com ambulantes e reafirma fiscalização contra ocupação de calçadas

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Trump pede a países US$ 1 bilhão por um lugar em seu ‘Conselho de Paz’ mundial – CartaCapital

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, quer que os países que integrarem seu “Conselho de Paz” paguem 1 bilhão de dólares (5,3 bilhões de reais) por um lugar neste organismo, que se atribui a missão de “promover a estabilidade” no mundo, segundo seus “estatutos”, aos quais a AFP teve acesso nesta segunda-feira 19.

A Casa Branca convidou vários líderes mundiais a participar desta junta, presidida pelo próprio Trump, entre eles o presidente russo, Vladimir Putin; o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban; e o primeiro-ministro canadense, Mark Carney.

Os países-membros — representados por seus chefes de Estado ou de governo — poderiam aderir pelo prazo de três anos ou por mais tempo se pagarem mais de 1 bilhão de dólares em recursos financeiros durante o primeiro ano, diz a carta fundacional.

O que é?

“O Conselho de Paz é uma organização internacional que busca promover a estabilidade, restabelecer uma governança confiável e legítima, e garantir uma paz duradoura nas regiões afetadas ou ameaçadas por conflitos”, diz o preâmbulo destes estatutos, enviados para uma série de países convidados.

O texto critica “as muitas abordagens de paz” que “institucionalizam crises em vez de permitir que as pessoas prosperem”, em uma alusão clara às Nações Unidas.

Igualmente, considera ser preciso contar com “uma organização de paz internacional mais ágil e eficaz”.

Trump será “o presidente inaugural do Conselho de Paz”, com amplos poderes, e o único autorizado a convidar discricionariamente os países a participar, tendo a última palavra nas votações.

Igualmente, poderá revogar a participação de uma nação, exceto em caso de veto por dois terços dos Estados integrantes.

Terá, ainda, “autoridade exclusiva” para “criar, modificar ou dissolver entidades subsidiárias” do Conselho de Paz, e será “a autoridade final quanto ao significado, interpretação e aplicação” dos estatutos fundacionais.

“Cada Estado-membro exercerá um mandato de não mais de três anos a partir da entrada em vigor desta Carta, renovável pelo presidente. Esta filiação de três anos não será aplicada aos Estados-membros que aportarem mais de 1 bilhão de dólares em recursos financeiros ao Conselho de Paz no primeiro ano de vigência desta Carta”, acrescenta o documento.

Esta junta foi concebida originalmente para supervisionar a reconstrução de Gaza, devastada por dois anos de guerra, mas seu estatuto não parece limitar suas funções ao território palestino ocupado.

Reações

A reação inicial de França e Canadá, aliados cruciais dos Estados Unidos, foi fria.

A França “não tem previsão de dar uma resposta favorável” ao convite, disse à AFP uma fonte próxima ao presidente Emmanuel Macron.

Esta iniciativa “planeja questões de grande alcance, em particular em relação ao respeito pelos princípios e pela estrutura das Nações Unidas, que em nenhum caso podem ser postos em causa”, acrescentou o informante, detalhando que as expectativas iniciais eram de que a iniciativa se dirigisse a Gaza.

O Ministério francês das Relações Exteriores recordou o “apego” da França “à Carta das Nações Unidas (…), pedra angular de um multilateralismo eficaz, no qual o direito internacional, a igualdade soberana dos Estados e a solução pacífica das controvérsias prevalecem sobre a arbitrariedade, as relações de força e a guerra”.

A França tem assento permanente no Conselho de Segurança da ONU e direito de veto.

Uma fonte do governo canadense disse que “o Canadá não pagará por um assento no conselho, nem foi solicitado ao Canadá neste momento”, após o primeiro-ministro indicar que aceitaria um convite para se unir.

Paul Williams, professor de Assuntos Internacionais na Universidade George Washington, lembrou à AFP que a resolução do Conselho de Segurança aprovada em outubro que respalda o plano de paz de Trump para Gaza concedeu apenas ao “Conselho de Paz” autoridade para agir em relação ao território palestino.

Críticas

A ideia parece ir contra organizações internacionais, como as Nações Unidas, ao afirmar que este conselho deveria ter “a coragem de se distanciar de abordagens e instituições que fracassaram com muita frequência”.

Trump critica regularmente as Nações Unidas e anunciou, neste mês, que seu país vai se retirar de 66 organizações de tratados internacionais, aproximadamente a metade vinculados à ONU.

La Neice Collins, porta-voz do presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, disse a jornalistas que “existe uma única organização universal e multilateral para abordar as questões de paz e segurança, e é a ONU”.

O “Conselho de Paz” começou a tomar forma no último sábado com convites de adesão aos líderes de Egito, Turquia, Argentina, Canadá e Brasil.

Trump também nomeou como integrantes seu secretário de Estado, Marco Rubio; o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair; seu principal negociador no tema de conflitos, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner.

Israel se opôs à composição de um “conselho executivo para Gaza”, que vai operar dentro do organismo geral e que inclui o ministro das Relações Exteriores turco, Hakan Fidan, e o diplomata catari Ali Al-Thawadi.

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Lula assina decreto para faculdades comunitárias depois de 12 anos

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<br /> Lula assina decreto para faculdades comunitárias depois de 12 anos





Lula assina decreto para faculdades comunitárias depois de 12 anos
































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Sem plano de serviço e falta de negociação: TJ proíbe greve dos servidores sob pena de descontar salários e multa de R$ 200 mil

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O desembargador Rodrigo Roberto Curvo, do Tribunal de Justiça (TJMT), proibiu o Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário (Sinjusmat) de realizar ato grevista no próximo dia 21, sob pena de multa de R$ 200 mil à entidade, bem como de desconto na remuneração dos funcionários públicos da Corte. Ordem foi proferida na tarde desta segunda-feira (19) acatando a pedido do Governo do Estado.

Curvo fundamentou sua ordem diante de possível ilegalidade do movimento, já que o sindicato deliberou pela paralização antes mesmo de possíveis negociações, não apresentou documentos formais e, sobretudo, não elaborou um plano concreto de manutenção dos serviços essenciais enquanto houvesse o ato grevista.

Curvo enfatizou ainda que a paralisação causaria danos graves à prestação jurisdicional, especialmente por coincidir com o retorno dos prazos processuais, marcado justamente para esta quinta-feira (21), data prevista para a greve.

Diante disso, a liminar determinou a interrupção imediata do movimento sob pena de multa diária de R$ 200 mil ao Sindicato e autorizou o desconto dos dias parados. A ordem também proíbe qualquer tipo de obstrução física ou constrangimento aos funcionários que optarem por trabalhar regularmente.

“Vedar a prática de quaisquer atos caracterizadores de bloqueio, obstrução de acesso, coação, constrangimento ou embaraço ao livre exercício do trabalho pelos servidores que optarem por não aderir a eventual paralisação, bem como à entrada de usuários, advogados, partes e autoridades nas dependências do Poder Judiciário; autorizar o desconto da remuneração correspondente aos dias de efetiva paralisação dos servidores que aderirem ao movimento grevista em descumprimento à presente decisão, independentemente de filiação sindical; e fixar multa cominatória de R$ 200 mil em caso de descumprimento”, decidiu o desembargador.

No último dia 8, os servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso decidiram deflagrar greve geral a partir do dia 21 de janeiro de 2026. Segundo nota divulgada pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso (Sinjustamat), a medida é uma resposta à desvalorização sistemática da categoria e ao que o sindicato descreve como omissão da gestão do Tribunal de Justiça (TJMT), especialmente na não concessão do reajuste de 6,8% nos salários da categoria.

Um dos estopins da crise foi a postura do Tribunal diante do reajuste linear de 6,8%. Embora aprovado pela Assembleia Legislativa, o índice foi vetado pelo governador sem que o TJMT oferecesse resistência política para garantir o direito dos servidores – o que causou desgaste entre os funcionários e a gestão do presidente José Zuquim.
 
O sindicato destaca uma contradição de prioridades: enquanto a valorização de 3.500 servidores concursados foi deixada de lado, o Tribunal articulou em apenas um mês a criação de 400 cargos comissionados, cujo impacto financeiro consome quase metade do que seria necessário para contemplar toda a categoria.
 
 
A categoria denuncia o descumprimento da Resolução nº 01/2010 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A norma determina que o pagamento de passivos deve ser proporcional, destinando 70% para servidores e 30% para magistrados. Segundo o Sinjusmat, essa regra jamais foi respeitada pelo TJMT, o que evidencia falta de transparência e um tratamento desigual dentro da instituição.
 
O movimento paredista também é impulsionado pelo não cumprimento de compromissos formais assumidos pela presidência do Tribunal. Estão pendentes pagamentos cruciais, como: Parcela de Irredutibilidade de Vencimentos (PIV); diferenças de abono de permanência; bônus por produtividade (Selo Diamante);
 e outras verbas compensatórias acordadas previamente.
  
Além das questões imediatas, os servidores exigem reformas na carreira previstas no art. 68 da lei 8814/2008 (SDCR), que exige revisões periódicas. Entre os pontos considerados inegociáveis estão a mudança nos critérios de interstício para progressões e a elevação de níveis na tabela salarial, medidas que vêm sendo sucessivamente postergadas pela administração.
  
Apesar da confirmação da greve, a categoria decidiu manter um canal de diálogo aberto em respeito à mediação da desembargadora Nilza Pôssas de Carvalho, que tem atuado na defesa dos direitos dos servidores. O sindicato ressalta que a paralisação pode ser evitada, desde que o Tribunal apresente respostas concretas, prazos definidos e solucione os pontos estruturantes da pauta. Isso, contudo, não ocorreu.

 

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Dólar hoje fecha em queda, a R$ 5,36, com possíveis tarifas dos EUA contra Europa

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O dólar encerrou a segunda-feira (19) em queda de 0,16%, a R$ 5,3647, depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou uma tarifa de 10% sobre países europeus que se opõem aos seus planos de tomar a Groenlândia. Além disso, a sessão foi marcada por liquidez reduzida por conta de um feriado nos Estados Unidos. Internamente, os agentes aguardam por entrevista ao vivo do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ao Uol a partir das 11h.

Leia mais: Dólar Hoje: Confira a cotação e fechamento diário do dólar comercial

Qual a cotação do dólar hoje?

O dólar à vista encerrou o dia em leve baixa de 0,16%, aos R$5,3647. No ano, a divisa acumula queda de 2,26%.

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Às 17h03, o dólar futuro para fevereiro — atualmente o mais negociado no Brasil — cedia 0,10% na B3, aos R$ 5,3810, tendo movimentado apenas cerca de 90 mil contratos, bem menos que a média para o horário.

Na sexta-feira, o dólar fechou cotado a R$5,3733, em alta de 0,09%.

Dólar comercial

  • Compra: R$ 5,363
  • Venda: R$ 5,364

O feriado do Dia de Martin Luther King manteve a bolsa fechada nos Estados Unidos, o que reduziu a liquidez ao redor do mundo, incluindo nos mercados de moedas.

No sábado, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a intenção de aplicar novas tarifas comerciais sobre produtos de oito países europeus, até que os norte-americanos tenham permissão para comprar a Groenlândia, hoje ligada à Dinamarca.

No domingo, embaixadores da União Europeia disseram que preparam medidas de retaliação aos EUA.

Neste cenário, os investidores globais procuraram nesta segunda-feira a proteção de outras moedas fortes, como o franco suíço, o euro e a libra, em detrimento do dólar. Às 17h14, o índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas — caía 0,08%, a 99,067.

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“O dólar (DXY) cai globalmente por um pouco de correção e um pouco (de) reflexo deste movimento do (presidente) Trump, que vai minando aos poucos os EUA como referência”, disse Bruno Perri, economista-chefe e sócio-fundador da Forum Investimentos, em comentário escrito.

No Brasil, após marcar a cotação máxima intradia de R$5,3831 (+0,18%) às 9h06, o dólar à vista atingiu a mínima de R$5,3458 (-0,51%) às 13h17.

No fim da manhã, sem efeitos maiores nas cotações, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou em entrevista ao portal UOL que iniciou uma conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre seu papel nas eleições de 2026, mas que os dois ainda não chegaram a um consenso.

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Haddad também disse que o governo discute a ampliação do poder de fiscalização do Banco Central sobre os fundos, incorporando atribuições que hoje são da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), e criticou o ex-presidente do BC Roberto Campos Neto. Segundo ele, o atual comandante da autarquia, Gabriel Galípolo, herdou problemas como a fraude no Banco Master.

No fim da manhã, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 2 de fevereiro.

(Com Reuters e Bloomberg)

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Várzea Grande recebe maquinário do MAPA para fortalecimento da Agricultura Familiar – Várzea Grande recebe maquinário do MAPA para fortalecimento da Agricultura Familiar

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A Prefeitura de Várzea Grande recebeu mais um importante reforço para a agricultura familiar do município. Por meio de articulação junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), com apoio do ministro e senador Carlos Fávaro, o município foi contemplado com uma pá carregadeira, entregue dentro do Programa Nacional de Modernização e Apoio à Produção Agrícola (Promaq), iniciativa do Governo Federal.

O novo equipamento é o décimo maquinário recebido somente no primeiro ano da gestão da prefeita Flávia Moretti (PL) e do vice-prefeito Tião da Zaeli, totalizando um investimento aproximado de R$ 3,3 milhões, destinados ao fortalecimento da agricultura familiar, piscicultura e manutenção das estradas vicinais da zona rural.

A prefeita Flávia Moretti esteve na Superintendência do MAPA para receber o equipamento e destacou a importância do investimento para o desenvolvimento rural do município.

“Esses maquinários são de grande importância para a nossa agricultura familiar, para a piscicultura e para todas as famílias que trabalham com a economia agrícola do nosso município. Essa máquina, e outras que ainda estão por chegar, fortalecem diretamente o agricultor, porque vamos disponibilizá-las para a movimentação de terra, construção e manutenção de tanques, além do cuidado com as estradas vicinais”, afirmou.

Flávia ressaltou ainda que o investimento representa uma mudança histórica no tratamento dado ao setor em Várzea Grande.

“É uma troca com a agricultura familiar. Durante muitos anos esse setor foi deixado de lado, e hoje estamos fortalecendo de verdade. Desde o início da gestão, já são mais de R$ 3 milhões investidos em máquinas, caminhões e caminhonetes. Ao todo, são dez equipamentos que atendem diretamente agricultores e piscicultores da zona rural, garantindo melhores condições de trabalho sem que eles precisem arcar com altos custos de aquisição desses maquinários”, completou.

A prefeita também fez questão de agradecer ao Governo Federal e ao ministro Carlos Fávaro pela interlocução que viabilizou as entregas.

“Quero ressaltar o nosso agradecimento ao Governo Federal e ao ministro Fávaro, que fez toda essa articulação entre Várzea Grande e o Governo Federal para que essas máquinas estivessem hoje aqui. É com muita alegria que recebemos essa pá carregadeira, retirada diretamente no MAPA”, destacou.

Agricultura familiar em novo patamar

O secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Ricardo Costa Amorim, reforçou que essa não é a primeira entrega e que o município vive uma nova realidade no campo.

“Essa já é a quarta entrega que recebemos, tanto do Governo do Estado quanto agora do Governo Federal, por meio do Ministério da Agricultura. A importância é enorme, porque hoje a agricultura familiar precisa de equipamentos mais modernos e mais fortes. Esses maquinários servirão tanto para a conservação das estradas quanto para a manutenção de tanques e poços”, explicou.

Segundo o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Ricardo Amorim, Várzea Grande possui cerca de seis comunidades produtivas, que serão atendidas de forma intercalada com o uso dos equipamentos.

“Essa pá carregadeira tem uma finalidade muito clara dentro desse contexto. É um passo muito grande. Já recebemos uma quantidade expressiva de máquinas e ainda há mais equipamentos previstos, como motoniveladora e prancha para transporte de tratores. É um investimento imenso, algo que não lembro de ter acontecido antes no município. Queremos avançar ainda mais com a agricultura familiar”, concluiu Amorim. 

Até o momento, Várzea Grande já foi contemplada com:

    •    Duas retroescavadeiras
    •    Uma pá carregadeira
    •    Dois caminhões
    •    Um trator
    •    Um caminhão-pipa
    •    Uma caminhonete Hilux
    •    Uma caminhonete Montana

Com a nova pá carregadeira, o município soma dez máquinas e veículos, ampliando significativamente a capacidade de atendimento às comunidades rurais.

O fortalecimento da agricultura familiar tem sido uma das prioridades da atual gestão, garantindo melhores condições de produção, geração de renda e desenvolvimento sustentável para a zona rural de Várzea Grande.

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Executivos apontam 5 áreas que estão sendo transformadas pela Inteligência Artificial

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Como a tecnologia está redefinindo estratégias e a tomada de decisões no cenário empresarial global

Inteligência Artificial (IA) deixou de ser uma tecnologia de nicho para se tornar um pilar central na estratégia de negócios em todo o mundo. De acordo com projeção da IDC Worldwide Artificial Intelligence Spending Guide, espera-se que os gastos globais com sistemas de IA atinjam US$300 bilhões até 2026, impulsionados pela crescente adoção em setores que vão desde jurídico até a área de atendimento e backoffice.

Essa expansão reflete o reconhecimento empresarial do poder da IA para otimizar operações, personalizar experiências do cliente e impulsionar a inovação.

Em um cenário de rápida evolução tecnológica, é crucial que líderes e estrategistas estejam atentos às inovações que moldarão o futuro próximo. Confira, a seguir, as principais tendências de IA para 2026:

1. IA nas áreas jurídicas de grandes empresas
Com o avanço das soluções tecnológicas aplicadas ao universo corporativo, departamentos jurídicos têm visto parte significativa de suas rotinas operacionais migrar para sistemas com Inteligência Artificial aplicada, o que abre espaço para uma atuação mais estratégica. A gestão de contratos é um dos processos mais impactados por essa transformação, com recursos de IA que ampliam padronização, visibilidade, controle e escalabilidade.

Entre as empresas que lideram esse movimento está o netLex, principal player de CLM (Contract Lifecycle Management) da América Latina, que é responsável por reduzir em até 75% a carga de trabalho de áreas jurídicas em grandes companhias com usuários em mais de 60 países.

Para o CEO do netLex, Flávio Ribeiro, esse processo é imprescindível para empresas que querem gerar mais impacto no cotidiano e dar à área jurídica um papel mais analítico e orientado ao negócio. “Automatizar o ciclo de contratos vai além de apenas ganhar velocidade: é permitir que as equipes jurídicas atuem onde vão gerar mais valor. Quando a tecnologia assume o volume, a área passa a operar com mais segurança e eficiência”, destaca.

2. Agentes de IA customizados em setores de seguros e consórcios
A evolução dos Modelos de Linguagem e das arquiteturas agentic abriu caminho para agentes de IA capazes de executar tarefas complexas de ponta a ponta, aprendendo com o contexto e tomando decisões orientadas por objetivos. Diferentemente de chatbots tradicionais, com respostas repetitivas e pouco flexíveis, esses agentes conseguem interpretar dados de apólices e contratos, automatizar fluxos operacionais, colaborar entre si e atuar dentro de regras rígidas de segurança, compliance e governança do setor.

Em 2026, esse modelo deve ganhar escala entre seguradoras e administradoras de consórcios, substituindo processos manuais e elevando a eficiência em áreas como atendimento ao cliente, regulação de sinistros, análise de risco, mitigação de fraudes, gestão de carteiras e operações de backoffice.

Entre as empresas que impulsionam essa transformação está a Tech for Humans, consultoria especializada em transformar tecnologia em soluções práticas por meio de Jornadas Digitais e Agentes de IA. A empresa atua de forma colaborativa com bancos, seguradoras, fintechs e administradoras de consórcios, desenvolvendo e operando agentes de IA sob medida, desde assistentes conversacionais até sistemas capazes de apoiar decisões complexas.

“As organizações estão percebendo que a automação entrega valor real quando nasce de um problema concreto e é construída para solucionar a dor do cliente. Nosso papel é unir tecnologia e negócio para criar agentes que entendem contexto, tomam decisões com responsabilidade e ajudam times inteiros a trabalhar melhor. Isso não é futuro, já está acontecendo”, afirma Fernando Wolff, CEO da Tech for Humans.

3. IA redefine times e entrega em tecnologia
Inteligência Artificial está transformando também a forma como as empresas de tecnologia estruturam seus times, colaboram e entregam valor. Mais do que uma disputa entre humanos e máquinas, o cenário atual aponta para um modelo de colaboração estratégica, no qual a velocidade da IA se soma ao julgamento humano para acelerar ciclos, aumentar a capacidade de adaptação e acompanhar o ritmo dos negócios. Com a IA integrada ao fluxo real de trabalho, estruturas antes rígidas dão lugar a modelos mais flexíveis, capazes de responder rapidamente a mudanças e demandas contínuas de inovação.

Segundo João Zanocelo, cofundador e VP de Marketing da BossaBox, consultoria referência no modelo de squads-as-a-service no Brasil, essa transformação não elimina pessoas ou parceiros, mas reorganiza a forma como tudo se conecta. “A automação encurta ciclos e torna os roadmaps mais dinâmicos, exigindo novas relações de trabalho, contratação e co-criação com parceiros de tecnologia. O diferencial competitivo passa a estar na capacidade de integrar inteligências humanas, algorítmicas e organizacionais em ambientes colaborativos, criando modelos de entrega contínua que sustentam a inovação e definem o futuro do trabalho em tecnologia”, afirma o especialista.

4. IA transforma a experiência de compra no mercado imobiliário
No mercado imobiliário, a inteligência artificial tem acelerado a transformação da experiência de compra e aluguel ao aproximar o consumidor do imóvel ainda na etapa digital. O Arquiteto de Bolso, plataforma que conecta arquitetos e designers de interiores a clientes por meio de uma metodologia rápida e acessível, ampliou sua atuação com o lançamento do “Meu Decorado”, serviço de IA generativa voltado a incorporadoras, construtoras e imobiliárias.

A solução aplica ambientações hiper-realistas às fotos dos imóveis, substituindo anúncios de unidades vazias ou pouco atrativas por imagens estratégicas, com estética brasileira treinada a partir de um banco de dados proprietário desenvolvido ao longo de oito anos.

Pioneira no Brasil, a tecnologia já transformou mais de 300 mil ambientes com inteligência artificial e foi reconhecida no Prêmio Proptech do Ano 2025. Para Daniel Alves, COO, CSO e cofundador do Arquiteto de Bolso: “O sucesso de uma venda acontece quando ela respeita a jornada do comprador. Sem conexão emocional, o imóvel vira apenas mais um anúncio — com o decorado digital por IA, tornamos instantâneo e ultra personalizado algo que antes era caro e demorado”.

E segundo a arquiteta, CEO e cofundadora Marcia Monteiro, a forma de escolher um imóvel mudou: “Com mais de 20 anos de atuação nesse mercado, percebo que a forma de escolher um imóvel mudou completamente. Hoje, o consumidor precisa se enxergar no espaço para tomar decisões, e a tecnologia passou a ser parte central desse processo”.

5IA aplicada à sustentabilidade, riscos e decisões estratégicas
inteligência artificial tem ampliado a capacidade das empresas de antecipar cenários, identificar vulnerabilidades e lidar com ambientes regulatórios cada vez mais complexos. Com o apoio de modelos analíticos e preditivos, a tecnologia permite monitorar indicadores críticos, cruzar grandes volumes de dados e fortalecer a tomada de decisão em temas como governança, compliance e sustentabilidade, reduzindo riscos ao longo de toda a cadeia de valor.

Entre as empresas que impulsionam essa transformação está a C-MORE, companhia global de tecnologia especializada em gestão de riscos e conformidade regulatória. Sua plataforma integra dados estratégicos em uma única solução, apoiando organizações na identificação e no gerenciamento de riscos de clientes a fornecedores.

“A inteligência artificial tem um papel essencial na nova era da gestão de riscos e conformidade. Ela nos permite antecipar cenários, identificar vulnerabilidades e transformar dados complexos em decisões estratégicas, fortalecendo a governança e a competitividade das empresas”, afirma André Veneziani, vice-presidente comercial para Brasil e América Latina da C-MORE.

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Em velório de Jungmann, Gilmar destaca “contribuição inestimável”

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O ministro decano do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, lamentou nesta segunda-feira (19/1) a morte do ex-ministro da Justiça Raul Jungmann. O magistrado foi ao velório do político no Cemitério da Boa Esperança, em Brasília (DF).

Jungmann morreu no domingo (18/1), depois de uma luta de dois anos contra um câncer de pâncreas.

“Todas as vezes que a gente o ouvia discursar sobre defesa, ele sabia muito sobre esse assunto, ele sabia muito sobre segurança pública, nos advertindo, por exemplo, que os presídios hoje são o home office do crime. Então, de fato, a contribuição dele é inestimável”, declarou Gilmar Mendes.

Obituário

O ex-ministro estava internado no hospital DF Star, em Brasília. Jungmann comandou as pastas da Defesa e da Segurança Pública na gestão Temer e, anteriormente, ocupou os ministérios do Desenvolvimento Agrário e da Política Fundiária durante o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

Em nota, o Ibram manifestou pesar e afirmou que “Jungmann será lembrado por sua competência, visão estratégica, capacidade de articulação e pelo legado de diálogo e ética que deixa não apenas na mineração, mas em toda a vida pública brasileira”.

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Luau “Ondas Eternas” reúne multidão na Orla do Porto | Notícias

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Nem mesmo a chuva intensa que antecedeu o início da programação foi capaz de diminuir o entusiasmo do público que compareceu ao Luau “Ondas Eternas”, realizado na tarde de domingo (18), na Orla do Porto, em frente ao Museu do Rio Cuiabá e ao Aquário Municipal. Assim que o tempo firmou, a área foi tomada por aproximadamente 3 mil pessoas, entre crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos, vindos de Cuiabá, Várzea Grande e de diversos municípios do interior de Mato Grosso.

O evento, promovido pelo grupo FJU (Força Jovem Universal), contou com o apoio da Prefeitura de Cuiabá, que cedeu o espaço do Complexo Biocultural do Porto para a realização de uma celebração marcada por música, mensagens de paz, esperança e integração comunitária. O palco montado ao lado do Museu do Rio tornou-se ponto de encontro para um público diverso, que ocupou toda a orla e aproveitou a programação mesmo após cerca de uma hora de chuva forte.

A escolha do local foi amplamente elogiada pelos participantes, que destacaram a estrutura, o ambiente familiar e a oportunidade de aliar o evento a opções de lazer e entretenimento oferecidas pelo Museu do Rio e pelo Aquário Municipal. Muitos aproveitaram o domingo para conhecer, pela primeira vez, esses equipamentos públicos que integram o Complexo Biocultural do Porto.

Moradora do bairro 15 de Maio, em Várzea Grande, Rosinete, de 49 anos, participou do luau acompanhada do neto Nicolas, de 8 anos, e ressaltou a importância da iniciativa. Para ela, a abertura do espaço pela prefeitura possibilitou não apenas um momento de celebração, mas também o acesso à cultura. Encantada com a visita ao Museu do Rio e ao Aquário, destacou a grandiosidade dos peixes e afirmou que pretende retornar ao local com outros familiares.

A presença de jovens também foi marcante. Pedro, de 28 anos, morador de Várzea Grande, participou pela segunda vez do Luau e avaliou positivamente a iniciativa do poder público em apoiar eventos dessa natureza. Segundo ele, ações como essa fortalecem a convivência entre jovens de diferentes cidades e até de outros estados. Mesmo com a chuva, o clima foi de animação e celebração.

Para Lanai, de 21 anos, moradora do bairro Doutor Fábio, a proposta do Luau é uma forma de aproximar a juventude da espiritualidade em um ambiente aberto, acessível e acolhedor. Já Eduardo Martins Moreira, de 25 anos, destacou que o evento oferece alternativas saudáveis de lazer aos domingos, reunindo crianças e jovens em um espaço seguro e bem estruturado.

O caráter familiar também foi enfatizado por Patrícia, do bairro Cristo Rei, que participou pela segunda vez do Luau. Ela ressaltou o clima de união e tranquilidade do evento, livre de conflitos, e destacou como ponto alto a visita ao Aquário Municipal. Encantada com espécies como o dourado, afirmou que pretende levar a mãe, de 76 anos, para conhecer o espaço. Para ela, o evento proporcionou um contato valioso com a cultura e a fauna regional.

A adolescente Poliana, de 14 anos, também do Cristo Rei, avaliou a edição deste ano como ainda mais animada e destacou a amplitude e ventilação do local. Já Luiz Henrique, de 13 anos, morador do Dom Aquino, observou que a visibilidade do espaço favorece a participação espontânea de quem passa pela orla, além de oferecer mais conforto e opções de entretenimento em comparação a edições anteriores.

Participando pela primeira vez, Vivian, do bairro Santa Terezinha, destacou que o Luau uniu o útil ao agradável ao reunir fé, lazer e convivência familiar em um dos principais cartões-postais da cidade. Para ela, espaços públicos como o Complexo Biocultural do Porto deveriam ser utilizados com mais frequência para atividades culturais e comunitárias.

A diretora do Complexo Biocultural do Porto, Célia Moura, destacou a energia do público como reflexo do potencial do espaço. Segundo ela, a presença massiva da juventude em um evento pacífico e organizado reforça o papel do Porto como um polo de cultura, lazer e grandes experiências para a população.

O coordenador do Luau “Ondas Eternas”, pastor Elieder Almeida, ressaltou a parceria com a Prefeitura de Cuiabá como fundamental para o sucesso da edição deste ano. Ele destacou que a mudança para o novo espaço trouxe mais conforto às famílias, ampliou a visibilidade do evento e contribuiu para fomentar o comércio local e valorizar os atrativos turísticos da capital. “Unimos o útil ao agradável em uma edição muito especial, com a presença de jovens e famílias de várias regiões do estado”, afirmou.

A programação iniciou por volta das 16h e seguiu normalmente mesmo com a chuva inicial. A palestra temática “Ondas Passageiras e Ondas Eternas”, ministrada pelo pastor Aldo, e a oração final conduzida pelo pastor Renê marcaram o encerramento do evento, que já se consolida como tradição anual no mês de janeiro.

A estrutura de segurança e saúde também foi um dos pontos positivos. O enfermeiro de resgate Anderson Martins, dos Bombeiros Civis da Viver Treinamentos, destacou a importância da presença de equipes especializadas em eventos públicos, garantindo atendimento rápido e segurança ao público, conforme exigência legal.

Ao final, a organização agradeceu o apoio da Prefeitura de Cuiabá, do prefeito Abílio, do vereador Eduardo Magalhães e de órgãos como a Semob, Samu, Polícia Militar e Bombeiros Civis e Militares. O sucesso do Luau “Ondas Eternas” reforça o potencial do Complexo Biocultural do Porto como espaço de convivência, cultura e lazer, além de evidenciar a importância de parcerias que promovem eventos saudáveis, acessíveis e de interesse público.

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