Os gestores brasileiros estão iniciando 2026 quase em uníssono: o dólar será fraco de novo este ano. Essa é a aposta mais consensual dos principais fundos multimercado do País, segundo as cartas mensais e relatórios gerenciais referentes a dezembro do ano passado. Els mostram que a moeda americana deixou o centro das estratégias como hedge estrutural, abrindo espaço para posições vendidas, alocações mais neutras e maior diversificação cambial.
O movimento chama atenção não apenas pela direção, mas pela abrangência. Gestoras que, nos últimos anos, recorreram ao dólar como proteção quase automática passaram a reavaliar a assimetria da moeda, mesmo depois da sua maior desvalorização em 50 anos em 2025.
“Seguimos com posição vendida em USDBRL, ainda no contexto de um cenário internacional negativo para o dólar de forma geral, enquanto o BRL segue oferecendo um diferencial de juros bastante atrativo”, explica a equipe do Itaú Janeiro, liderada por Bruno Serra.
“O medo do fortalecimento do dólar mostrou-se incorreto”, complementa a SulAmérica Investimentos ao falar da trajetória da moeda no ano passado.
Vão na mesma direção casas como Vinland Capital e Verde Asset, de Luis Stuhlberger, que há tempos vê uma mudança estrutural na moeda americana, além da Kapitalo. O fundo K10, de Bruno Cordeiro, mantém posições vendidas em dólar contra uma cesta de moedas, enquanto a Legacy Capital, de Felipe Guerra, está short em dólar com foco em moedas de carry.
A partir do câmbio, o consenso avança para os juros. As gestoras já operam 2026 como o início de um novo ciclo no Brasil. A SulAmérica projeta o início dos cortes em março, enquanto a Genoa Capital estima um afrouxamento entre 250 e 300 pontos-base ao longo do ano.
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Essa leitura se traduz em posições aplicadas na curva, ou seja, que se beneficiam de uma queda nos juros futuros.
“Corte de juros no Brasil parece uma aposta assimétrica: baixa chance de que os juros voltem a subir, alguma chance de que fiquem parados por mais tempo e ganhos pronunciados em caso de uma fraqueza mais rápida da economia”, justifica a Ibiuna, em carta do fundo Ibiuna Hedge.
Na mesma linha, a Opportunity explicita posição comprada em NTN-Bs (títulos de inflação), reforçando a aposta em juros reais mais baixos.
O consenso em juros, porém, não se estende automaticamente ao risco Brasil. À medida que o ciclo eleitoral se aproxima, o tom das cartas fica mais cauteloso. Mesmo casas aplicadas na Selic deixam claro que a queda dos juros não elimina os riscos fiscais e políticos.
A Vista Capital afirma manter exposição direcional mais neutra ao país, inclusive com posições táticas vendidas em real. “Com esse nível de endividamento e com juros reais estruturalmente mais altos, o país perde graus de liberdade para errar na política econômica sem gerar instabilidade financeira ou inflacionária”, detalha a carta da casa do CIO João Landau.
Essa postura defensiva também aparece na Novus Capital, que adota tom mais cauteloso em relação ao mercado doméstico, apesar de reconhecer a direção dos juros.
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Além do eixo dólar–juros–eleições, outros consensos completam o quadro. O ouro aparece como proteção estrutural em diversas carteiras, citado por gestoras como a JGP, no contexto de diversificação e preservação de valor. Na bolsa, o apetite existe, mas é seletivo, com foco em ações globais e controle de risco.
“Em um ano eleitoral nos EUA e de sucessão no Brasil, diversificação, disciplina e leitura crítica das narrativas serão fundamentais para navegar os próximos trimestres”, prega a Galapagos Capital.
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, está fortalecendo as ações de combate às arboviroses, como dengue, zika e chikungunya, com a utilização de uma nova tecnologia no tratamento de depósitos fixos de água: o larvicida biológico BTI (Bacillus thuringiensis israelensis).
O produto já está sendo utilizado pelos Agentes de Combate a Endemias (ACE) em reservatórios que não podem ser eliminados, como caixas d’água, cisternas e outros recipientes permanentes, substituindo as antigas pastilhas químicas anteriormente usadas no controle das larvas do mosquito Aedes aegypti.
Apesar dos avanços tecnológicos e da segurança do produto, a Secretaria Municipal de Saúde chama atenção para uma dificuldade que ainda compromete a eficácia do trabalho: a recusa de parte da população em permitir a entrada dos agentes ou a aplicação do larvicida nas residências.
A secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, destaca que esse comportamento representa um risco coletivo. “Nós temos enfrentado uma resistência que preocupa. O mosquito não respeita muros. Quando um morador recusa a visita do agente ou a aplicação do larvicida, ele não está colocando em risco apenas a própria casa, mas toda a vizinhança. Isso dificulta o controle da doença e aumenta a possibilidade de surtos”, afirmou.
Danielle reforça ainda que o BTI é seguro e representa um avanço importante nas estratégias de prevenção. “Estamos falando de um produto biológico, que não faz mal à saúde das pessoas nem aos animais. Ele age exclusivamente nas larvas do mosquito. Recusar esse trabalho é abrir espaço para o Aedes aegypti continuar se reproduzindo dentro da cidade”, completou.
De acordo com a secretária adjunta de Atenção Especializada, Najla Brito, o impacto dessa recusa vai muito além da prevenção e reflete diretamente na rede de atendimento em saúde. “Quando a população não permite que o trabalho preventivo seja feito, o resultado aparece lá na ponta, nas unidades de saúde, com aumento de casos, sobrecarga no atendimento e mais pessoas adoecendo por doenças que poderiam ser evitadas”, ressaltou.
Najla explica que o combate às arboviroses começa dentro das casas. “A prevenção é sempre o caminho mais eficaz. O BTI é uma ferramenta moderna, segura e extremamente eficiente. Mas ele só funciona se conseguirmos acessar os imóveis e tratar os depósitos de água. Sem isso, todo o sistema de saúde sente o impacto”, pontuou.
O novo larvicida tem aspecto de pó arenoso e, após a aplicação, permanece no fundo do reservatório. Segundo a Vigilância em Saúde, esse resíduo visível é justamente o sinal de que o local está protegido. O produto não altera o cheiro, o gosto ou a qualidade da água e não oferece riscos à saúde da população quando utilizado corretamente.
Além da eficácia comprovada, outro diferencial do BTI é o seu perfil ambientalmente seguro. Por ser biológico, ele não agride plantas, animais nem outros organismos, atuando de forma específica apenas contra as larvas do mosquito e de simulídeos, conhecidos como borrachudos.
A iniciativa integra o conjunto de medidas permanentes adotadas pelo município para reduzir os índices de infestação do Aedes aegypti e evitar surtos de dengue, zika e chikungunya, especialmente neste período de maior risco de proliferação do mosquito.
A Secretaria Municipal de Saúde reforça o apelo à população: ao receber a visita dos Agentes de Combate a Endemias, permita o acesso à residência e aos depósitos de água. O pó no fundo do recipiente é sinal de proteção.
A Prefeitura de Cuiabá segue intensificando as ações de vigilância, prevenção e orientação à população, reforçando que o combate ao mosquito é uma responsabilidade de todos e deve acontecer todos os dias.
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), explicou em decisão que trata da segunda fase da operação Compliance Zero porque manteve o processo do Banco Master na Corte.
Toffoli foi sorteado como relator diante de uma reclamação da defesa de Daniel Vorcaro com as alegações de um suposto envolvimento de pessoa com prerrogativa de fora: um deputado, no caso em questão.
Ao assumir o processo, Toffoli paralisou os andamentos em outras instâncias sem desconsiderar os andamentos das investigações já realizadas. “Diante de investigação supostamente dirigida contra pessoas com foro por prerrogativa de função, fixada está a competência da corte constitucional. Neste sentido, qualquer medida judicial há de ser avaliada previamente por esta Corte e não mais pela instância inferior”, disse Toffoli.
À Justiça de São Paulo, onde também correm investigações contra Vorcaro e atores da Faria Lima, o ministro explicou que:
“Ante a determinação pela prévia submissão de novas medidas ao crivo do STF, a remessa da atual apuração à Corte mostrou-se necessária, na mesma linha acautelatória já adotada nos autos da Reclamação n. 88.121/STF, para que, enquanto não delimitada a real participação da autoridade com foro de prerrogativa no STF, as medidas investigativas sejam conduzidas de forma a evitar futuras alegações de nulidade“, afirmou.
Toffoli lembrou que as investigações feitas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público, no âmbito da 8ª Vara Criminal Federal da Seção Judiciária de São Paulo, trazem indícios consistentes dos seguintes delitos:
existência de organização criminosa voltada à prática de gestão fraudulenta de instituição financeira;
induzimento ou manutenção em erro de investidor;
uso de informação privilegiada e manipulação de mercado;
e lavagem de capitais.
Da compra à prisão
As investigações que levaram, inicialmente, à prisão do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, em novembro de 2025, e acabaram por desevandar uma série de supostas fraudes ao Sistema Financeiro Nacional, começaram com apurações em processos na Justiça de São Paulo, voltada para a Faria Lima.
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BANCO MASTER
Reprodução/Banco Master
2 de 4VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
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Banco Master
Michael Melo/Metrópoles
O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) entrou no caso após uma série de tratativas entre o Master e o Banco de Brasília (BRB), com posterior negociação da instituição de Vorcaro com venda para um consórcio de investidores globais liderado pela Fictor.
Com Vorcaro preso e, em seguida solto com a imposição de medidas cautelares, o ministro Dias Toffoli avocou o processo, após a reclamação do dono do Master. O processo segue no STF sob sigilo.
Um habeas corpus apresentado em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) será analisado pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A remessa dos autos foi determinada nesta sexta-feira (16/1), pelo ministro Alexandre de Moraes, que exerce a Vice-Presidência da Corte e, durante o recesso do Judiciário – de 12 a 31 de janeiro –, responde interinamente pela Presidência em questões urgentes.
Na decisão, Moraes se declara impedido de apreciar o pedido. “Uma vez que a autoridade apontada como coatora no presente habeas corpus é o próprio ministro responsável pela análise das urgências no período, inviável a apreciação dos pedidos formulados por esta vice-presidência”, diz o ministro.
A ação foi impetrada pelo advogado Paulo Emendabili Souza Barros de Carvalhosa, que não integra a defesa oficial de Bolsonaro. No pedido, o autor solicita duas providências: que o Conselho Federal de Medicina (CFM) avalie se o estabelecimento prisional onde o ex-presidente está custodiado possui condições adequadas para garantir atendimento médico contínuo, com equipes de saúde preparadas e multidisciplinares; e que Bolsonaro possa cumprir eventual pena em regime domiciliar.
O habeas corpus foi distribuído na última terça-feira (13/1) à ministra Cármen Lúcia, por prevenção, conforme previsto no Regimento Interno do STF e em resolução da própria Corte. Isso significa que, por já ter atuado em casos relacionados ao tema, ela passou a ser a relatora responsável pelo processo.
Bolsonaro na Papudinha
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deixou a Superintendência da Polícia Federal nessa quinta-feira (15/1) e foi transferido para a chamada Papudinha, uma Sala de Estado-Maior localizada no 19º Batalhão da Polícia Militar, anexa ao Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. A mudança ocorreu por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
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O ex-presidente Jair Bolsonaro sendo transferido para a “Papudinha”
KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
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O ex-presidente Jair Bolsonaro sendo transferido para a “Papudinha”
KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
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O ex-presidente Jair Bolsonaro sendo transferido para a “Papudinha”
assistência médica integral por médicos particulares previamente cadastrados, 24 horas por dia;
deslocamento imediato para hospitais em caso de urgência, com comunicação ao STF em até 24 horas;
autorização para sessões de fisioterapia, com profissionais cadastrados;
alimentação especial diária, com pessoa indicada pela defesa para entrega;
atendimento médico em regime de plantão pelo sistema penitenciário;
visitas semanais de esposa e filhos;
assistência religiosa com dois líderes indicados;
permissão para leitura;
instalação de barras de apoio na cama e aparelhos de fisioterapia, como esteira e bicicleta.
O pedido da defesa para acesso a uma Smart TV foi rejeitado.
Como é a Papudinha
A Papudinha fica a poucos metros das unidades da Papuda destinadas a presos comuns, no Jardim Botânico (DF), e tem capacidade para 60 detentos.
O prédio tem oito celas em formato de alojamentos coletivos, cada uma com banheiro, chuveiro, cozinha, lavanderia, quarto e sala. As instalações foram reformadas em 2020.
Os custodiados podem receber itens de higiene, limpeza, roupas e enxoval definidos pela administração penitenciária. Também é permitido o uso de televisores e ventiladores, conforme as regras internas.
A unidade conta ainda com sala exclusiva para atendimento de advogados, consultório médico com atendimentos semanais e áreas para prática esportiva, incluindo pista de caminhada.
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Bolsonaro vai para a Papudinha – Unidade tem uma área total de 64,83 m², sendo 54,76
m² cobertos e 10,07 m² externos
Reprodução execução penal STF
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Bolsonaro vai para a Papudinha – A infraestrutura inclui
ambientes como banheiro, cozinha, lavanderia, quarto, sala e área externa
Reprodução execução penal STF
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Bolsonaro vai para a Papudinha – As acomodações incluem cozinha com possibilidade de
preparo e armazenamento de alimentos
Reprodução execução penal STF
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Bolsonaro vai para a Papudinha – São oferecidas 5 refeições diárias (café da manhã, almoço, lanche, jantar e ceia) pela unidade custodiante
Reprodução execução penal STF
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Bolsonaro vai para a Papudinha – Lá ainda tem banheiro com
chuveiro com água quente, geladeira, armários, cama de casal
e TV
Reprodução execução penal STF
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Bolsonaro vai para a Papudinha – Local para visitas e atendimento de advogados e médicos –
O espaço para visitas é amplo, podendo ocorrer tanto na
área coberta quanto na externa, com cadeiras e mesa disponíveis nos dois ambientes
Reprodução execução penal STF
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Bolsonaro vai para a Papudinha – O horário de visitas é mais amplo, podendo ocorrer em até três horários diferentes, durante dois dias da semana
Reprodução execução penal STF
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Bolsonaro vai para a Papudinha – O réu tem possibilidade de realizar o banho de sol em um
espaço externo, com total privacidade e horário livre. O local
ainda comporta a instalação de equipamentos de ginástica, tais como esteira e bicicleta
Reprodução execução penal STF
O Núcleo de Custódia da Polícia Militar (NCPM), onde fica a Papudinha, é destinado a militares estaduais ainda vinculados à corporação, militares aguardando possível perda do cargo e civis com direito à sala de Estado-maior – como advogados inscritos na OAB e determinadas autoridades.
A fiscalização do local é feita pela Vara de Execuções Penais (VEP), responsável por acompanhar o cumprimento de penas e medidas de segurança no Distrito Federal.
Um habeas corpus apresentado em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) será analisado pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A remessa dos autos foi determinada nesta sexta-feira (16/1), pelo ministro Alexandre de Moraes, que exerce a Vice-Presidência da Corte e, durante o recesso do Judiciário – de 12 a 31 de janeiro –, responde interinamente pela Presidência em questões urgentes.
Na decisão, Moraes se declara impedido de apreciar o pedido. “Uma vez que a autoridade apontada como coatora no presente habeas corpus é o próprio ministro responsável pela análise das urgências no período, inviável a apreciação dos pedidos formulados por esta vice-presidência”, diz o ministro.
A ação foi impetrada pelo advogado Paulo Emendabili Souza Barros de Carvalhosa, que não integra a defesa oficial de Bolsonaro. No pedido, o autor solicita duas providências: que o Conselho Federal de Medicina (CFM) avalie se o estabelecimento prisional onde o ex-presidente está custodiado possui condições adequadas para garantir atendimento médico contínuo, com equipes de saúde preparadas e multidisciplinares; e que Bolsonaro possa cumprir eventual pena em regime domiciliar.
O habeas corpus foi distribuído na última terça-feira (13/1) à ministra Cármen Lúcia, por prevenção, conforme previsto no Regimento Interno do STF e em resolução da própria Corte. Isso significa que, por já ter atuado em casos relacionados ao tema, ela passou a ser a relatora responsável pelo processo.
Bolsonaro na Papudinha
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deixou a Superintendência da Polícia Federal nessa quinta-feira (15/1) e foi transferido para a chamada Papudinha, uma Sala de Estado-Maior localizada no 19º Batalhão da Polícia Militar, anexa ao Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. A mudança ocorreu por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
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assistência médica integral por médicos particulares previamente cadastrados, 24 horas por dia;
deslocamento imediato para hospitais em caso de urgência, com comunicação ao STF em até 24 horas;
autorização para sessões de fisioterapia, com profissionais cadastrados;
alimentação especial diária, com pessoa indicada pela defesa para entrega;
atendimento médico em regime de plantão pelo sistema penitenciário;
visitas semanais de esposa e filhos;
assistência religiosa com dois líderes indicados;
permissão para leitura;
instalação de barras de apoio na cama e aparelhos de fisioterapia, como esteira e bicicleta.
O pedido da defesa para acesso a uma Smart TV foi rejeitado.
Como é a Papudinha
A Papudinha fica a poucos metros das unidades da Papuda destinadas a presos comuns, no Jardim Botânico (DF), e tem capacidade para 60 detentos.
O prédio tem oito celas em formato de alojamentos coletivos, cada uma com banheiro, chuveiro, cozinha, lavanderia, quarto e sala. As instalações foram reformadas em 2020.
Os custodiados podem receber itens de higiene, limpeza, roupas e enxoval definidos pela administração penitenciária. Também é permitido o uso de televisores e ventiladores, conforme as regras internas.
A unidade conta ainda com sala exclusiva para atendimento de advogados, consultório médico com atendimentos semanais e áreas para prática esportiva, incluindo pista de caminhada.
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ambientes como banheiro, cozinha, lavanderia, quarto, sala e área externa
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Bolsonaro vai para a Papudinha – São oferecidas 5 refeições diárias (café da manhã, almoço, lanche, jantar e ceia) pela unidade custodiante
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Bolsonaro vai para a Papudinha – Lá ainda tem banheiro com
chuveiro com água quente, geladeira, armários, cama de casal
e TV
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Bolsonaro vai para a Papudinha – Local para visitas e atendimento de advogados e médicos –
O espaço para visitas é amplo, podendo ocorrer tanto na
área coberta quanto na externa, com cadeiras e mesa disponíveis nos dois ambientes
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Bolsonaro vai para a Papudinha – O horário de visitas é mais amplo, podendo ocorrer em até três horários diferentes, durante dois dias da semana
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Bolsonaro vai para a Papudinha – O réu tem possibilidade de realizar o banho de sol em um
espaço externo, com total privacidade e horário livre. O local
ainda comporta a instalação de equipamentos de ginástica, tais como esteira e bicicleta
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O Núcleo de Custódia da Polícia Militar (NCPM), onde fica a Papudinha, é destinado a militares estaduais ainda vinculados à corporação, militares aguardando possível perda do cargo e civis com direito à sala de Estado-maior – como advogados inscritos na OAB e determinadas autoridades.
A fiscalização do local é feita pela Vara de Execuções Penais (VEP), responsável por acompanhar o cumprimento de penas e medidas de segurança no Distrito Federal.
O ex-senador Cidinho Santos, presidente do Conselho Administrativo da Nova Rota do Oeste, divulgou nesta quinta-feira (15) em suas redes sociais o momento da detonação controlada de rochas na Serra de São Vicente, trecho da BR-364. A ação faz parte das obras de implantação da primeira área de escape da rodovia naquele local. Ele descreveu a iniciativa como uma demanda antiga da população, destacando seu potencial para aumentar a segurança no trecho e “salvar muitas vidas”.
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