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Roteiro de Baku a Belém para US$ 1,3 tri esbarra em prazos longos


Lançado hoje, o documento a “Rota de Baku a Belém para 1.3T” (Baku to Belém Roadmap to 1.3T) estabelece o caminho para atingir a meta de canalizar pelo menos US$ 1,3 trilhão por ano até 2035 em financiamento climático para países em desenvolvimento, proveniente de fontes públicas e privadas.

O que aconteceu

Elaborado pelas presidências das COPs de Baku e de Belém, o documento não é mandatório. Isso significa que não obriga as partes signatárias da UNFCCC (a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima) não precisa ser assinado por elas. Funciona como um plano de ação com uma série de recomendações. O embaixador André Corrêa do Lago chamou o documento de input aos países. “Não há expectativa de que seja aceito ou assinado”, disse em entrevista coletiva.

O texto admite que a escala de recursos necessária é “alcançável” e que “os recursos existem, as ferramentas estão prontas, e o tempo é agora”. Mas o texto faz uma comparação com a pandemia de Covid-19 para sugerir que falta vontade política para enfrentar a crise climática. De acordo com a Rota, “muito mais de US$ 1,3 trilhão foi mobilizado em questão de meses para proteger vidas e economias” durante a pandemia.



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