Durante grande parte do primeiro tempo, o que aconteceu? Circulávamos a bola, mas apenas passávamos de um jogador para o outro. A bola ia para a direita, voltava novamente para trás e, muitas vezes, acabávamos até facilitando a pressão do São Paulo.
A partir do momento em que começamos a ter essa agressividade e a conduzir a bola para a frente, o São Paulo, mesmo pressionando de um lado, já não conseguia se equilibrar do outro. Foi aí que começamos a ter um poder ofensivo maior.
Léo Jardim
O treinador, por outro lado, enxergou evolução ainda dentro da partida, com o que foi apresentado no segundo tempo, após um recado claro durante o intervalo.
Quando cheguei ao intervalo, escrevi uma palavra no quadro que temos dentro da nossa cabine: agressividade. Agressividade com a bola. Você analisou muito bem esse lance, porque foi justamente o exemplo que utilizei para falar sobre agressividade com a bola.
Léo Jardim
O que foi colocado pela comissão técnica pode ser traduzido em números. De acordo com o Sofascore, o Rubro-Negro saiu de 50% de posse de bola, uma “grande chance” e quatro finalizações para 58% da posse, duas grandes chances e 14 finalizações.
Em relação ao número de passes, a diferença não foi gritante — 246 para 258 —, mostrando que a equipe pode ser mais efetiva com a bola.





