Início FINANÇAS Ibovespa fecha novamente em alta, com impulso do IPCA-15

Ibovespa fecha novamente em alta, com impulso do IPCA-15


Hoje, 28 de julho, é Dia do Agricultor. Também marca os 5 meses exatos do começo da Guerra dos EUA e Israel contra o Irã, alimentando temores inflacionários e uma instabilidade global poucas vezes vista. Ainda assim, o Ibovespa conseguiu mais uma vitória e encheu a pança: mais 0,70%, aos 176.564,75 pontos, um ganho de 1.230,29 pontos.

O real ficou mais magrinho, com a alta do dólar comercial em 0,20%, a R$ 5,122; enquanto os DIs (juros futuros) mais uma vez recuaram por toda a curva.

O Dia Nacional do Agricultor homenageia o produtor rural e o dia foi escolhido porque foi quando foi criado, em 1860, o Ministério da Agricultura, responsável por organizar o setor que hoje é a locomotiva do PIB brasileiro e que ajuda frear o ímpeto da inflação. Inflação que foi o motor da alta do Ibovespa hoje.

IPCA-15 de julho

O IPCA-15 de julho, que é a prévia da inflação do mês, veio bem abaixo do esperado. Um alívio, porém não uma vitória. André Valério, economista-sênior do Inter, pondera que julho é um mês sazonal de inflação baixa; “ainda assim, o resultado de hoje veio na parte inferior da distribuição histórica”. A surpresa de baixa foi amplamente explicada pela deflação de 0,66% em Alimentação e Bebidas, reforçando a surpresa observada no IPCA de junho. “Além do resultado cheio favorável, o qualitativo do índice foi bastante positivo”.

“O resultado, em conjunto com o IPCA cheio de junho, sacramenta o corte de 25 pontos-base na Selic na reunião da próxima semana (do Copom). Temos visto cada vez mais evidências de que a política monetária restritiva tem contribuído para moderar a atividade, para menores pressões de demanda na inflação”, concluiu.

Decisão do Fed impõe cautela

Na contramão, o cenário global vai alimentando a possibilidade do Federal Reserve subir as taxas de juros na sua decisão que será divulgada amanhã (29). A perspectiva encheu o prato dos investidores com cautela.

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Mas o que revirou mesmo o estômago nessa terça-feira foi a preocupação. A onda de vendas de ações de semicondutores se intensificou à medida que os sinais de progresso na fabricação de chips avançados na China aumentaram as preocupações com a sustentabilidade do boom de gastos com inteligência artificial. A Bolsa coreana desabou 11% hoje e afetou os mercados globais.

Wall Street oscilou bastante. Apenas o Dow Jones se sustentou com firmeza no azul. O Nasdaq fechou negativo e sem força, mas chegou a cair mais de 1% no começo da sessão.

Guerra no Irã

O petróleo, pelo menos, deu nova contribuição ao alívio, no segundo recuo seguido com amplitude. Mas as sementes de diálogo jogadas no Oriente Médio ainda não são garantia de que vão florescer.

Hoje foi mais um dia sem agressões entre Irã e EUA. O presidente norte-americano, Donald Trump, citou conversas “positivas” com os iranianos, mas ainda fez novas ameaças de ataques e chegou a dizer os EUA “terminarão o trabalho” se um acordo nuclear não for fechado – isso depois de dizer por inúmeras vezes nesses cinco meses que o Irã estava destruído e não havia mais o que atacar.

Enquanto isso, Omã e Irã tentam fechar um acordo para administrar o Estreito de Ormuz.

Vale estável, bancos e Petrobras em alta

De volta ao Brasil, enquanto o país comemora os frutos que podem vir de um aumento de 33% de investimento direto, superando previsões no 1º semestre, as ações se fartam com o otimismo gerado pelo IPCA-15.

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Vale (VALE3) foi uma das poucas exceções do dia ao fechar estável, depois de passar o dia em queda, impulsionada ainda pela 3ª sessão seguida de queda do minério de ferro.

Os grandes bancos foram as principais sementes da safra vitoriosa de hoje: BB (BBAS3) subiu 1,61%, Bradesco (BBDC4) ganhou 0,32%; Itaú Unibanco (ITUB4) avançou 0,40% e Santander (SANB11) ficou com mais 1,13%. B3 (B3SA3) acabou com alta de 1,78%.

Petrobras (PETR4) também encheu a pança dos investidores, com ganhos de 0,49%, em dia que vai divulgar dados de produção do 2T26, o que dará pistas para o balanço trimestral.

WEG (WEGE3) teve nova alta, com mais 0,65%, diante de mais uma elevação de recomendação.

Quem ficou desnutrido foi o investidor de telecom. Tanto TIM (TIMS3), quanto Vivo (VIVT3), divulgaram balanços do 2T26 ontem, após o fechamento do mercado, e não colheram uma boa sessão: quedas respectivas de 5,81% e 5,97%.

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Os frigoríficos terminaram mistos, com Minerva (BEEF3) em baixa de 1,45% e MBRF (MBRF3) em alta de 2,58%, em dia que produtos agropecuários conseguiram abrir mais fronteiras.

O que vai alimentar as tensões nesta quarta-feira (29) será mesmo aquele pedacinho de terra que é a sala onde o Federal Reserve decide sobre as taxas de juros. Elas vão crescer, vão murchar ou vão ficar na mesma? Essa resposta será colhida às 15h, Horário de Brasília. (Fernando Augusto Lopes)

Confira as últimas dos mercados

update 17h40

Ibovespa: PETR4 é novamente a ação mais negociada do dia; confira a lista

Negócios Dia (%)
PETR4 45.620 0,49
SBSP3 39.818 -2,08
VIVT3 35.454 -5,97
TIMS3 34.881 -5,81
AXIA3 33.031 1,93
update 17h39

Ibovespa: VAMO3 é a maior alta do dia; veja as outras

Dia (%) Valor (R$)
VAMO3 5,05 3,33
HAPV3 4,02 10,60
FLRY3 3,21 17,06
SUZB3 2,94 43,10
YDUQ3 2,77 8,16
update 17h37

Ibovespa: VIVT3 e TIMS3 são as maiores baixas do dia; veja as demais

Dia (%) Valor (R$)
VIVT3 -5,97 33,83
TIMS3 -5,81 20,25
SBSP3 -2,08 28,27
BRKM5 -1,97 5,96
NATU3 -1,77 8,34
update 17h05

O dólar comercial tem a segunda alta seguida frente ao real. O movimento vai na direção contrária da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com menos 0,14%, aos 101,39 pontos.

  • Venda: R$ 5,122
  • Compra: R$ 5,121
  • Mínima: R$ 5,110
  • Máxima: R$ 5,130
update 17h00

Principais índices em Nova York fecham mais um dia de forma mista

Investidores em Wall Street observaram as ações do setor de semicondutores, que caíram mais uma vez, especialmente no mercado asiático, se preparando para uma semana importante de balanços das megaempresas e para a decisão sobre as taxas de juros do Federal Reserve, amanhã. O cenário impõe cautela. “Nossa recomendação é de que não haja mudanças nas taxas de juros”, disse Padhraic Garvey, chefe regional de pesquisa para as Américas do ING, em um comunicado reproduzido pela CNBC. “Consideramos as expectativas de inflação suficientemente controladas para nos deixar tranquilos. Além disso, a estrutura da curva de juros não indica um ciclo de alta das taxas. Especificamente, o título de 5 anos está com patamar elevado em relação à curva”.

Dia (%) Pontos (pts)
Dow Jones +1,03 52.747,53
S&P 500 +0,22 7.429,22
Nasdaq -0,22 24.876,91
update 16h48

Brasil vê avanço na exportação de carne de frango em 2026 apesar de UE e da guerra

As exportações brasileiras de carne de frango terminaram ​o primeiro semestre com recordes em receita e volumes.

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update 16h37

Boa Safra (SOJA3) recua e tem -5,91%

update 16h28

Hapvida (HAPV3) sobe mais de 4%: +4,02%, a R$ 10,60

update 16h22

Grandes bancos sustentam alta: BBAS3, +1,32%; SANB11, +1,24%; BBDC4, +0,43%; ITUB4, +0,37%

update 16h09

Construtoras perdem força e apenas MRV tem alta: MRVE3, +0,21%; TEND3, -2,14%; DIRR3, -1,10%; CURY3, -0,95%; EZTC3, -0,09%

update 16h00

Vale (VALE3) diminui perdas, mas ainda opera no negativo: -0,33%

update 15h51

Americanas (AMER3) amplia ganhos e sobe 6,24%, na máxima do dia

update 15h45

CSNA3 recua 2,63%, na mínima do dia

update 15h33

Setor de educação no azul: YDUQ3, +2,64% ANIM3, +2,38%; CSED3, +1,98%; SEER3, +0,78%; VTRU3, +0,65%; COGN3, +0,47%

update 15h26

MOVI3 recua 0,73% e RENT3 avança 1,25%

update 15h24

Ibovespa: PETR4 é novamente a ação mais negociada do dia até aqui; veja a lista

Negócios Dia (%)
PETR4 37.507 0,37
VIVT3 28.123 -5,83
TIMS3 26.599 -5,49
SBSP3 25.230 -1,07
WEGE3 22.473 0,50
update 15h13

Setor de papel e celulose tem altas acima dos 2%: RANI3, +2,40%; KLBN11, +2,26%; SUZB3, +2,03%

update 15h01

Petrobras retoma ritmo e se distancia mais do negativo: PETR3, +0,74%; PETR4, +0,32%

update 14h55

Varejistas de vestuário operam no positivo: AZZA3, +1,99%; LREN3, +1,82%; CEAB3, +1,04%; RIAA3, +0,38%

update 14h45

Frigoríficos no azul: MBRF3, +3,27%; BEEF3, +0,29%

update 14h14

Ambev (ABEV3) tem alta de 2,59%

update 14h10

Petrobras (PETR4, +0,24%) tem a ação mais negociada do dia até aqui

update 13h58

Grandes bancos no positivo: BBAS3, +1,51%; SANB11, +1,10%; BBDC4, +0,69%; ITUB4, +0,54%

update 13h32

Petrobras oscila, mas se mantém no positivo: PETR3, +0,22%; PETR4, +0,02%

update 13h10

COMPRA VENDA
Ontem 5,0998 5,1005
1ª parcial 5,1126 5,1132
2ª parcial 5,1239 5,1245
3ª parcial 5,1191 5,1197
4ª parcial 5,1128 5,1134
update 13h09

Casas Bahia (BHIA3) reverte alta e recua a -1,23%

update 12h56

Russell 2000: índice de small caps nos EUA também vira para alta e sobe 0,11%

update 12h55

Depois de uma manhã de oscilação, principais índices em Nova York estão todos agora no positivo; veja situação atual

  • Dow Jones: +1,26%
  • S&P 500: +0,42%
  • Nasdaq: +0,08%
update 12h53

Dólar comercial devolve todos os ganhos e está agora no zero a zero, valendo R$ 5,112 na venda e na compra

update 12h48

Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) agora sobe 0,27%, aos 3.808,29 pontos, em nova máxima do dia

update 12h43

Conselho Curador do FGTS aprova distribuição de R$ 13,04 bilhões de lucro a cotistas

A distribuição será entre cerca de 138,2 milhões de cotistas e corresponde a 89% do lucro registrado pelo FGTS em 2025, de R$ 14,655 bilhões, aumento de 7,7% em relação ao ano anterior. Segundo a proposta, o repasse elevará a rentabilidade das contas para aproximadamente 6,9% no ano, desempenho superior à inflação oficial de 2025, medida pelo IPCA, que ficou em 4,26%. Os representantes dos trabalhadores pediram um aumento na distribuição para 90% do lucro, mas o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, ponderou que é preciso ter equilíbrio nessa distribuição para “ir criando um colchão” para enfrentar momentos de alta na inflação. Desde decisão do STF, a remuneração do FGTS deve garantir, no mínimo, a reposição da inflação oficial, calculada pelo IPCA. A distribuição dos resultados do fundo tornou-se uma prática recorrente nos últimos anos. Em 2025, foram repassados R$ 12,9 bilhões aos cotistas, enquanto, no ano anterior, a distribuição somou R$ 15,2 bilhões. Trabalhadores com saldo em contas do FGTS no fim de 2025 devem receber, até 31 de agosto, uma parcela do lucro obtido pelo fundo no ano passado. O pagamento contemplará trabalhadores que possuíam saldo em contas ativas ou inativas em 31 de dezembro de 2025.

update 12h34

TIM (TIMS3) e Vivo (VIVT3): por que as ações são destaque de queda do Ibovespa após o balanço do 2T?

Ações registram queda em um dia positivo do mercado.

update 12h26

Futuros de petróleo têm mais um dia de quedas amplas: WTI perde 2,75%, a US$ 80,34; e Brent desce 3,40%, a US$ 88,36

update 12h21

Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) sobem 0,20%, aos 3.805,86 pontos, nova máxima do dia

update 12h20

Rússia diz ter atacado pelo menos dois navios ucranianos no Mar Negro

As forças russas atacaram hoje pelo menos duas embarcações ucranianas, incluindo um graneleiro que transportava carga militar no Mar Negro e uma embarcação no porto de Mykolaiv, informou o Ministério da Defesa da Rússia. O ministério afirmou ainda ter atacado o próprio porto de Mykolaiv. “Como resultado dos ataques com munições de voo prolongado e drones de ataque, foram atingidas instalações de infraestrutura no complexo de transbordo do porto de Mykolaiv, utilizadas para o transporte e armazenamento de carga militar, bem como tanques de combustível e lubrificantes destinados ao abastecimento das Forças Armadas ucranianas”, disse o governo russo. “Além disso, no estreito (11 km a leste de Odessa), veículos aéreos não tripulados atingiram um navio de carga seca que estava transportando carga militar para os portos de Odessa e Chornomorsk”, acrescentou. A Rússia e a Ucrânia intensificaram as atividades militares no Mar Negro e no Mar de Azov e em suas imediações nas últimas semanas, com cada lado atacando dezenas de navios, incluindo petroleiros e navios de carga. (Reuters)

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update 12h17

Ibovespa: VAMO3 é a maior alta do dia até aqui; veja as demais

Dia (%) Valor (%)
VAMO3 5,05 3,33
YDUQ3 3,90 8,25
MBRF3 3,84 16,50
MGLU3 3,52 5,00
VIVA3 3,32 22,74
update 12h15

Ibovespa: TIMS3 e VIVT3 são as maiores baixas, entre as poucas baixas do dia até aqui; veja a lista

Dia (%) Valor (%)
TIMS3 -7,07 19,98
VIVT3 -5,63 33,95
CSNA3 -1,93 5,60
VALE3 -0,67 75,18
BRAP4 -0,60 21,62
update 12h01

“O resultado ajuda a compor um quadro mais benigno para a inflação”, resume o Bradesco. “Após a incorporação do choque do petróleo e de pressões pontuais sobre alimentos, os dados confirmam dissipação desses efeitos. A desaceleração dos núcleos indica que o efeito de segunda ordem do aumento do preço do petróleo não está sendo verificado nos dados”, segue o banco. “Apesar disso, com efeitos do El Niño começando a afetar os dados no segundo semestre, a inflação cheia deve seguir próxima do limite superior do intervalo da meta”.

update 11h48

O Ibovespa opera em alta, apesar de tensão nas bolsas globais pela queda no setor de tecnologia. Os investidores avaliam uma desaceleração acima do esperado do IPCA-15 e aguardam a divulgação de dados de produção e venda da Petrobras (PETR4) após o fechamento do pregão. Pouco antes da abertura do pregão, o IBGE publicou os dados do IPCA-15, que subiu 0,06% em julho após avanço de 0,41% em junho. A desaceleração foi bem mais ampla do que o esperado e apoiada pela queda dos preços dos alimentos, com a taxa em 12 meses aproximando-se mais da meta de inflação, a uma semana da próxima decisão do Banco Central sobre a taxa de juros.  “Para o mercado financeiro, o dado reforça a percepção de que o Banco Central ganhou mais espaço para seguir reduzindo a Selic de forma gradual. Ainda há desafios, principalmente na inflação de serviços e nas questões fiscais, mas esse resultado fortalece a expectativa de mais um corte de 0,25 ponto percentual na reunião de agosto do Copom”, disse Pablo Spyer, conselheiro da Ancord. O otimismo apoia quase todos os setores, enquanto os segmentos de minerais e de tecnologia recuavam em meio a um cenário exterior turbulento com a trégua dos ataques entre EUA e Irã no Oriente Médio e fortes quedas dos fabricantes de chips devido a preocupações com a concorrência chinesa e a continuidade dos investimentos em inteligência artificial.  O mercado também avalia o aumento das chances de uma alta dos juros nos EUA nesta semana, quando o Federal Reserve anunciar sua decisão de política monetária. Os mercados precificavam uma probabilidade de cerca de 35% de que o Fed eleve os juros em 25 pontos-base na quarta-feira. (Reuters)

update 11h17

Russell 2000: índice de small caps nos EUA recua 0,64%

update 11h16

Principais índices em Nova York seguem mistos; veja cenário atual

  • Dow Jones: +0,83% (na abertura: +0,66%)
  • S&P 500: -0,29% (na abertura: -0,03%)
  • Nasdaq: -1,34% (na abertura: -0,45%)
update 11h09

Petrobras renova mais uma vez as máximas do dia: PETR3 sobe 2,31% e PETR4 tem mais 1,63%

update 11h01

EUA: confiança do consumidor pelo Conference Board (CB), em julho, fica em 90,8, abaixo dos 92,2 em junho (revisado de 91,2)

update 11h00

StoneX eleva estimativa de déficit global de açúcar para 1,7 mi t em 2026/27

O mercado global de açúcar deverá ter déficit de 1,7 milhão de toneladas em 2026/27 (outubro-setembro), ante déficit de 550 mil de toneladas na previsão anterior, estimou a consultoria e corretora StoneX. Segundo relatório da consultoria, o clima seco na União Europeia prejudica o desenvolvimento das áreas de beterraba na França e no Sul da Alemanha, principalmente. Além disso, chuvas na Índia e na Tailândia estão significativamente abaixo da normalidade até o momento, aumentando pessimismo para 2026/27. O cenário é “mais pessimista do que foi projetado em maio. A visão deficitária se mantém, mas com uma intensidade maior, uma vez que as condições na Europa pioraram nos últimos meses, e o mix açucareiro no Brasil foi revisado para baixo”, afirmou. De outro lado, a StoneX aumentou estimativa de superávit global de açúcar em 2025/26 de 2,3 milhões para 2,94 milhões de toneladas. (Reuters)

update 10h57

JPMorgan eleva recomendação para JBS, rebaixa Minerva (BEEF3) e mantém MBRF (MBRF3) como favorita

JPMorgan manteve os preços-alvo de US$ 18 para JBS, R$ 22 para MBRF e R$ 5,50 para Minerva.

update 10h52

TIMS3 e VIVT3), que divulgaram ontem seus balanços trimestrais, hoje caem 4,65% e 4,19%, respectivamente

update 10h49

Grandes bancos reduzem ritmos de alta, mas ganhos ainda são consistentes: BBAS3, +0,59%; BBDC4, +0,69%; ITUB4, +0,14%; SANB11, +0,66%

update 10h43

IPCA-15 de julho: diferença entre o índice cheio e seus núcleos ajuda a explicar porque o combate à inflação tem sido um desafio, diz economista

Claudia Moreno, economista do C6 Bank, sublinha que no acumulado em 12 meses, o IPCA-15 desacelerou de 4,80% para 4,52%, ligeiramente acima do limite do teto do intervalo de tolerância da meta. Os preços dos serviços subjacentes (grupo que exclui itens mais voláteis, como passagens aéreas) continuam rodando em níveis elevados, com alta de 5,1% nos 12 meses até julho. “Essa diferença entre o índice cheio e seus núcleos ajuda a explicar porque levar a inflação de volta para a meta segue sendo um desafio”, diz. Olhando à frente, “as incertezas em torno do conflito entre EUA e Irã já estão impactando os preços das commodities energéticas no mercado internacional. Subsídios e redução de impostos têm ajudado a conter parte desses efeitos sobre o Brasil, mas o mercado de trabalho aquecido e a perspectiva de uma desvalorização do real tendem a manter a inflação pressionada”, ela pondera, projetando que o IPCA encerre o ano em 5%, acima do teto da meta.

update 10h30

Principais índices em Nova York abrem dia de forma mista

Investidores em Wall Street observam as ações do setor de semicondutores, que caíram mais uma vez, especialmente no mercado asiático, se preparando para uma semana importante de balanços das megaempresas e para a decisão sobre as taxas de juros do Federal Reserve, amanhã. O cenário impõe cautela. “Nossa recomendação é de que não haja mudanças nas taxas de juros”, disse Padhraic Garvey, chefe regional de pesquisa para as Américas do ING, em um comunicado reproduzido pela CNBC. “Consideramos as expectativas de inflação suficientemente controladas para nos deixar tranquilos. Além disso, a estrutura da curva de juros não indica um ciclo de alta das taxas. Especificamente, o título de 5 anos está com patamar elevado em relação à curva”.

  • Dow Jones: +0,66%
  • S&P 500: -0,03%
  • Nasdaq: -0,45%
update 10h17

Varejistas nesta abertura: AMER3, +1,62%; AZZA3, +1,11%; AUAU3, +2,17%; BHIA3, 1,23%; CEAB3, +2,40%; LREN3, +1,38%; MGLU3, +2,28%; RIAA3, +2,15%; VIVA3, +1,86%

update 10h11

Supermercadistas em alta: ASAI3, +2,10%; GMAT3, +2,09%; PCAR3, +1,09%

update 10h09

Siderúrgicas em alta nesta manhã: CSNA3, +1,93%; GGBR4, +1,51%; GOAU4, +1,03%; USIM5, +1,39%

update 10h08

Petro juniores mistos: PRIO3, -0,31%; RECV3, +1,27%; BRAV3, +0,52%

update 10h07

Embraer (EMBJ3) decola novamente, como na véspera: mais 1,50%, a R$ 88,20

update 9h50

Uganda declara fim do mais recente surto de Ebola, que infectou 20 pessoas e causou a morte de duas delas

update 9h49

IPCA-15 de julho: resultado reforça visão de corte de juros pelo Copom semana que vem, diz economista

Rafael Rondinelli, economista da MAG Investimentos, resume que “a leitura trouxe uma melhora qualitativa generalizada e expressiva” e diz que, “sob a ótica analítica e de política monetária, o segmento de Serviços registrou variação de 0,41% (vs. 0,40% em junho), pressionado por passagens aéreas. No entanto, excluindo esses fatores mais voláteis, os Serviços Subjacentes avançaram 0,30% (vs. 0,27% anterior), rodando abaixo do projetado pela MAG (0,32%)”. Mas ele pondera que, “apesar do resultado mais benigno, o IPCA-15 de julho não altera nossa visão de cenário inflacionário pressionado. Contudo, o dado de hoje reforça a visão de corte de juros pelo Copom na reunião da próxima semana do BC”.

update 9h46

IPCA-15 de julho: resultado cheio favorável e qualitativo bastante positivo, diz economista

André Valério, economista-sênior do Inter, pondera que julho é um mês sazonal de inflação baixa, “ainda assim, o resultado de hoje veio na parte inferior da distribuição histórica”. A surpresa de baixa foi amplamente explicada pela deflação de 0,66% em Alimentação e bebidas, reforçando a surpresa observada no IPCA de junho. “Além do resultado cheio favorável, o qualitativo do índice foi bastante positivo. A média dos núcleos recuou de 0,34% em junho para 0,21% em julho, levando a média móvel de 3 meses para 0,35%, menor valor desde janeiro desse ano. Em 12 meses, a média dos núcleos voltou a desacelerar, alcançando 4,38%, menor valor desde abril de 2026. Finalmente, o índice de difusão, que mede o tamanho do processo inflacionário, recuou de 60,2% para 48,2%, menor valor desde outubro de 2023”, diz. “O resultado, em conjunto com o IPCA cheio de junho, sacramenta o corte de 25 pontos-base na Selic na reunião da próxima semana. Temos visto cada vez mais evidências de que a política monetária restritiva tem contribuído para moderar a atividade, contribuindo para menores pressões de demanda na inflação, como indicam o núcleo e a inflação de serviços”.

update 9h31

IPCA-15 de julho: dado confirma o bom momento da inflação, diz análise

“Indicador com resultados melhores do que o esperado em Serviços Subjacentes. Além do nível menor de inflação corrente, o IPCA confirma o bom momento a despeito de passar por um período de guerra (sem nenhum efeito de segunda ordem relevante)”, diz a equipe do BGCL. “Também vale a atenção para Veículos com nova deflação ajudando a queda de industriais”.

update 9h23

Unilever eleva projeções após volume de vendas atingir maior nível em mais de 16 anos

O crescimento orgânico das vendas do grupo de bens de consumo acelerou para 5,8% no período.

update 9h13

Barra para Fed subir juros nesta semana segue alta – mesmo que mercados vejam chance

O banco central dos EUA vem mantendo sua taxa básica de juros na faixa de 3,50% a 3,75% desde dezembro.

update 9h11

Taxa (%) Variação (pp)
DI1F27 13,855 -0,045
DI1F28 13,915 -0,100
DI1F29 14,200 -0,110
DI1F31 14,475 -0,070
DI1F32 14,570 -0,045
DI1F33 14,605 -0,045
DI1F35 14,640 -0,035
update 9h08

DXY: índice dólar avança 0,02%, aos 101,55 pontos

update 9h05

Dólar futuro (DOLFUT) abre em alta de 0,02%, cotado aos 5.120,00 pontos

update 9h04

IPCA-15 apresenta inflação de 4,52% no acumulado de 12 meses até julho, abaixo dos 4,67% esperados

Nos 12 meses encerrados em junho, houve alta de 4,80%.

update 9h03

Ibovespa futuro abre em alta de 0,66%, cotado aos 177.890 pontos

update 9h02

IPCA-15 apresenta inflação de 0,06% em julho, em relação a junho, bem abaixo do 0,19% esperado

Em junho, na relação com maio, houve inflação de 0,41%.

update 8h57

update 8h49

BC: Brasil registra déficit em conta corrente de US$ 2,33 bi em junho

O Brasil teve déficit em transações correntes de US$ 2,33 bilhões em junho, com o déficit acumulado em 12 meses totalizando o equivalente a 2,46% do Produto Interno Bruto, informou o Banco Central. A expectativa em pesquisa da Reuters com especialistas era de um saldo negativo de US$ 2,45 bilhões em junho. No mês, os investimentos diretos no país alcançaram US$ 9,075 bilhões, contra US$ 5,0 bilhões projetados na pesquisa. (Reuters)

update 8h36

Omã apresentou ao Irã mecanismo regional para Estreito de Ormuz

Omã apresentou ao Irã uma proposta para a criação de um mecanismo regional conjunto para a gestão do Estreito de Ormuz, com taxas voluntárias, segundo uma fonte do Golfo Pérsico disse à Reuters. De acordo com a proposta de Omã, que conta com apoio regional e foi apresentada a autoridades iranianas no fim de semana em Teerã, o Irã não exerceria o controle exclusivo dessa via navegável vital. A proposta se baseia no Estreito de Malaca, que liga os oceanos Índico e Pacífico e é administrado em conjunto pelos países que fazem fronteira com ele: Indonésia, Malásia e Cingapura. De acordo com a proposta, aqueles que utilizam o Estreito de Ormuz contribuiriam voluntariamente para um fundo que financiaria os custos de gestão da navegação, proteção ambiental e busca e resgate, entre outros serviços. A gestão do Estreito de Ormuz tornou-se o principal obstáculo nas negociações para pôr fim à guerra e um ponto de tensão que leva a repetidos retornos ao conflito. O Irã afirmou que o estreito não pode voltar à situação pré-guerra, em que a navegação fluía livremente, enquanto os países do Golfo Pérsico insistem que não haja pagamento obrigatório de taxas ao Irã. (Reuters)

update 8h24

Grupo Toky (TOKY3) aprova grupamento na proporção de 20 para 1

A operação tem como objetivo o enquadramento da cotação das ações de emissão da companhia em valor igual ou superior a R$ 1,00 por unidade.

update 8h21

Tupy (TUPY3) contrata financiamento junto ao BNDES no valor de R$ 600 milhões

As operações possuem o prazo total de 60 meses.

update 8h19

Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 61 dias reajuste dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 58 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta, exceto em feriados.

  • Diesel A S10 (média nacional): -67%, ou -R$ 2,18 (ontem: -69%, ou -R$ 2,26)
  • Gasolina A (média nacional): -53%, ou -R$ 1,35 (ontem: -54%, ou -R$ 1,39)
update 8h17

Economia da Alemanha deve ter mostrado certa resiliência à guerra no 2º trimestre

A economia da Alemanha provavelmente cresceu de forma modesta no 2T26, apesar dos desafios decorrentes da guerra no Oriente Médio, já que o setor industrial permaneceu relativamente resiliente e os consumidores continuaram gastando, afirmou o banco central em um relatório mensal. A terceira maior economia do mundo vem se mantendo praticamente estagnada há anos, e a expectativa era de que 2026 fosse o ano de virada com um grande aumento nos gastos do governo impulsionando um boom de investimentos. No entanto, o impacto negativo da guerra, por meio dos custos mais elevados de energia e commodities, está neutralizando grande parte desse impulso, e economistas consultados pela Reuters preveem alta de apenas 0,1% na produção econômica nos três meses até junho em relação ao trimestre anterior. “O setor industrial está se beneficiando da demanda externa dinâmica e do crescimento das exportações”, afirmou o Bundesbank. “Os consumidores permaneceram relativamente imperturbáveis diante dos altos preços da energia e da perda de poder de compra associada, provavelmente mantendo seus gastos com consumo pelo menos estáveis”, acrescentou o banco central. A Alemanha também pode ter recebido alguns impulsos pontuais. A escassez de commodities e bens intermediários provavelmente afetou mais alguns dos principais rivais asiáticos, enquanto as expectativas de escassez no futuro podem ter incentivado alguns clientes a antecipar suas compras. “Desde que a situação no Oriente Médio não se agrave ainda mais, a pressão causada pela guerra poderá ser menos severa no terceiro trimestre do que o nível médio observado no segundo trimestre”, acrescentou o Bundesbank. Ainda assim, o quadro geral está longe de ser otimista, já que os fatores pontuais provavelmente desaparecerão e a guerra continuará sendo um empecilho, sugerindo que o crescimento geral será mais fraco, afirmou o banco central. (Reuters)

update 8h12

Futuros do petróleo em mais um dia de queda: WTI perde 1,79%, a US$ 81,13; e Brent cai 2,13%, a US$ 86,48

A commodity reage novamente ao esfriamento das hostilidades entre EUA e Irã no Oriente Médio. Ontem, ambas as referências perderam em torno de 8% e as esperanças de novos entendimentos entre os dois países fazem novamente os preços recuarem.

update 8h06

Bolsas da Europa operam sem forças nesta manhã

As ações europeias seguem estáveis hoje, com a queda global no setor de tecnologia sendo contrabalançada por altas impulsionadas pelos resultados financeiros das empresas de luxo e de bens de consumo, enquanto a queda nos preços do petróleo proporcionava um apoio adicional. O ânimo dos investidores foi afetado por uma reportagem publicada na segunda-feira pelo The Information, informando que a China começou a fabricar máquinas de litografia por imersão em ultravioleta profundo desenvolvidas internamente — uma tecnologia essencial para a fabricação de chips, há muito dominada pela fabricante holandesa de equipamentos ASML. A reportagem provocou uma queda nas ações de semicondutores, com as fabricantes de chips dos EUA fechando em baixa durante a madrugada e suas contrapartes asiáticas também recuando na terça-feira. As ações da ASML caíam 2% no início do pregão europeu na terça-feira. Os investidores também aguardam os resultados financeiros das principais empresas de tecnologia dos EUA nesta semana, em busca de indícios sobre a sustentabilidade da alta do mercado impulsionada pela inteligência artificial. O Federal Reserve anunciará sua decisão de política monetária na quarta-feira (29).

  • STOXX 600: +0,07%
  • DAX (Alemanha): +0,03%
  • FTSE 100 (Reino Unido): +0,41%
  • CAC 40 (França): +0,19%
  • FTSE MIB (Itália): -0,13%
update 8h04

Bolsas da Ásia ficam mistos, índice Kospi tomba quase 11% e é suspenso temporariamente

Movimento ocorre em meio a uma forte liquidação de ações de fabricantes de chips.

  • Shanghai SE (China), -1,16%
  • Nikkei (Japão): -3,83%
  • Hang Seng Index (Hong Kong): +0,41%
  • Nifty 50 (Índia): -0,05%
  • ASX 200 (Austrália): +0,60%
update 8h02

EUA: índices futuros operam mistos

Os índices futuros de Nova York estão oscilantes, exatamente como fecharam na véspera. As ações do setor de semicondutores caíram mais uma vez, com os investidores se preparando para uma semana importante de balanços das megaempresas e para a decisão sobre as taxas de juros do Federal Reserve, amanhã. O cenário impõe, portanto, cautela. “Nossa recomendação é de que não haja mudanças nas taxas de juros”, disse Padhraic Garvey, chefe regional de pesquisa para as Américas do ING, em um comunicado reproduzido pela CNBC. “Consideramos as expectativas de inflação suficientemente controladas para nos deixar tranquilos. Além disso, a estrutura da curva de juros não indica um ciclo de alta das taxas. Especificamente, o título de 5 anos está com patamar elevado em relação à curva”.

  • Dow Jones Futuro: +0,27%
  • S&P 500 Futuro: -0,11%
  • Nasdaq Futuro: -0,87%
update 7h54

Principais índices em Nova York fecharam ontem de forma mista

Investidores em Wall Street ganharam ânimo diante do alívio visto com a pausa das agressões entre EUA e Irã no Oriente Médio. O petróleo, assim, desabou na casa dos 8%. Mas a semana ainda guarda a decisão de juros do Federal Reserve, na quarta-feira, com alguma possibilidade de alta. E os investidores ainda estão de olho nos balanços trimestrais, em especial das empresas do setor de Inteligência Artificial. “O maior risco é a continuidade dos gastos”, disse à CNBC Ken Mahoney, CEO da Mahoney Asset Management. “E o problema é que, se eles ouvirem os acionistas e reduzirem um pouco esses gastos, ou diminuírem o crescimento deles, o resto do mercado não vai gostar.Então, é como uma gangorra”, disse ele.

Dia (%) Pontos (pts)
Dow Jones +0,51 52.209,69
S&P 500 +0,02 7.413,23
Nasdaq -0,18 24.932,08
update 7h52

Taxa (%) Variação (pp)
DI1F27 13,900 -0,060
DI1F28 14,015 -0,150
DI1F29 14,310 -0,145
DI1F31 14,545 -0,080
DI1F32 14,615 -0,065
DI1F33 14,650 -0,040
DI1F34 14,655 -0,045
DI1F35 14,675 -0,010
update 7h50

O dólar comercial voltou a subir frente ao real, após a baixa curta da sexta (24). O movimento foi na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,04%, aos 101,51 pontos.

  • Venda: R$ 5,112
  • Compra: R$ 5,112
  • Mínima: R$ 5,076
  • Máxima: R$ 5,113
update 7h48

Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem

Maiores baixas

Dia (%) Valor (R$)
PRIO3 -5,29 55,71
RECV3 -3,31 10,24
PETR3 -3,15 46,05
PETR4 -2,84 41,01
CXSE3 -2,59 20,72

Maiores altas

Dia (%) Valor (R$)
MBRF3 7,08 15,89
TOTS3 6,95 29,38
CSNA3 6,53 5,71
EMBJ3 5,33 86,90
MRVE3 4,71 4,67

Mais negociadas

Negócios Dia (%)
PETR4 69.644 -2,84
WEGE3 32.314 0,89
RAIL3 29.543 1,69
ITSA4 28.437 2,01
VALE3 26.822 0,60
update 7h45

  • Máxima: 175.555,23
  • Mínima: 174.048,13
  • Diferença para a abertura: +2.292,51 pontos
  • Volume: R$ 19,90 bilhões

Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:

  • Segunda-feira (27): +0,74%
  • Semana: +0,74%
  • Julho: +1,92%
  • 3T26: +1,92%
  • 2026: +8,82%

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