Gianni Infantino, presidente da Fifa, mirava um aumento de salário de seis vezes com a criação da empresa subsidiária da entidade, plano que foi abortado após má repercussão, na sexta-feira (31).

O que aconteceu

Infantino recebeu US$ 4,8 milhões (R$ 24,3 milhões, em valores atualizados) em 2025, segundo balanço da Fifa. O salário-base do dirigente naquele período foi de 2,6 milhões de dólares (R$ 13,2 milhões), somado a uma bonificação de 2,2 milhões de dólares (R$ 11,1 milhões), que varia de ano a ano.

Com a criação da Fifa Forward Enterprise, Infantino passaria a receber um salário de US$ 30 milhões (cerca de R$ 152,3 milhões). Sem contar o bônus, o aumento seria de pouco mais de seis vezes. A informação é do jornalista Martyn Ziegler, do jornal britânico The Times, um dos responsáveis pela revelação do plano.





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