Quando ela tinha 13 anos, a família se mudou para o Rio. Daniella Marques formou-se em administração pela PUC-Rio e foi trabalhar na iniciativa privada. Já no mercado financeiro, ela concluiu um MBA em finanças no Ibmec.
A administradora conheceu Paulo Guedes em 2013. Naquele ano, a BR Investimentos, fundada por Guedes, a Mercatto Asset, onde Marques era diretora de risco, e uma empresa chamada Trapezus fundiram-se formando a Bozano Investimentos (depois renomeada para Crescera).
Marques chegou a sócia de Guedes na Bozano e, quando o economista virou o “Posto Ipiranga” de Jair Bolsonaro na campanha de 2018, a ambição política dela tornou-se explícita.
Ainda durante a campanha, quando parecia claro que Bolsonaro venceria a eleição tendo Guedes como fiador junto ao PIB e ao mercado financeiro, Daniella Marques disse a ele que gostaria de acompanhá-lo no governo. Ideologicamente de direita, ela entrou no barco.
Essa conversa aconteceu quando Bolsonaro já tinha se comprometido com a criação de um superministério para concentrar funções espalhadas em cinco pastas (Fazenda, Planejamento, Desenvolvimento, Gestão, e parte das atribuições do Trabalho).
Primeiro, Guedes pôs a colaboradora (que, como ele, não tinha experiência prévia no setor público) na assessoria de ações estratégicas do ministério.





