O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou neste domingo, 19, que não pretende utilizar a equipe de segurança da Polícia Federal (PF) disponibilizada aos candidatos durante a campanha eleitoral de 2026.
Em publicação nas redes sociais, ele disse não confiar na atual direção da corporação, comandada por Andrei Rodrigues.
“Não confio no atual chefe da PF”
“Não confio no atual chefe da PF. Não vou correr o risco de ele próprio infiltrar pessoas na minha campanha”, escreveu o senador no X.
Flávio já vem sendo acompanhado por seguranças e tem usado colete à prova de balas em compromissos públicos.
Na mesma publicação, o parlamentar afirmou que pedirá que os agentes que estariam à sua disposição sejam destinados às investigações sobre as fraudes contra aposentados e pensionistas do INSS.
“Peço que os servidores da PF que estariam à minha disposição sejam destinados, imediatamente, para a investigação do roubo dos aposentados do INSS. Se a desculpa oficial do chefe da PF para não investigar Lulinha — acusado de receber mensalinho do Careca do INSS — foi a falta de efetivo, quero dar a minha contribuição para que o dinheiro roubado no governo Lula seja devolvido aos aposentados.”
A Polícia Federal iniciou na última segunda-feira a operação de segurança para os candidatos à Presidência nas eleições de 2026.
A estrutura prevê até 458 servidores, veículos blindados, equipamentos antidrone e kits de vistoria antibomba, com custo estimado em R$ 95 milhões.
Segundo a PF, a proteção poderá ser solicitada após a homologação das candidaturas nas convenções partidárias.





