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Lula vence no 1ª e empata no 2º turno com Flávio, diz pesquisa


Reprodução/PR e Agência Senado



No cenário de primeiro turno, o atual presidente mantém a dianteira, com 42%, mesmo percentual da última rodada

O presidente Lula (PT) aparece com 47% das intenções de voto em simulação de segundo turno com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que marca 44%.

Os dados são de nova pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira (29), que volta a registrar um empate técnico entre os dois principais pré-candidatos à Presidência.

A diferença entre os dois afunilou de 6 pontos do último levantamento para 3 pontos.

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Maioria não sabe ou não lembra o nome de nenhum parlamentar

O petista registrava em meados de junho 49%, enquanto o enquanto o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tinha 43%.

No cenário de primeiro turno, o atual presidente mantém a dianteira, com 42%, mesmo percentual da última rodada.

O congressista vem na sequência, com 34% das intenções, após marcar 33% na última aferição, uma oscilação dentro da margem de erro.

A pesquisa foi realizada por telefone, dos dias 26 a 27 de junho, com 2.009 eleitores residentes em território nacional.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, e o intervalo de confiança, de 95%.

O levantamento está registrado sob o código BR-08521/2026.

Ainda em cenário de primeiro turno, depois de Lula e Flávio, aparecem embolados Ronaldo Caiado (PSD), com 5%; Renan Santos (Missão), com 4%; e Romeu Zema (Novo), com 3%. Joaquim Barbosa (DC), Augusto Cury (Avante), Aécio Neves (PSDB) e Cabo Daciolo (Mobiliza) têm 1% cada um.

Brancos, nulos e nenhum somam 5%. Não sabem ou não souberam responder 3%.

Entre os beneficiários do Bolsa Família, o atual presidente subiu de uma intenção de voto de 57% no primeiro turno no fim de maio, para 62% em meados de junho e agora 68%.

Já o filho do ex-presidente Bolsonaro foi de 25%, para 20% e agora 13%.

Em configuração alternativa de primeiro turno, o mesmo padrão se repete.

Lula tem 42%, e Flávio registra 35%. Caiado e Renan aparecem com 5%, enquanto Zema tem 3%. Barbosa marca 2%.

Brancos, nulos e nenhum são 5%. Não sabem ou não souberam responder totalizam 3%.

Para além de Flávio, o petista venceria qualquer um dos nomes testados em eventual segundo turno.

Contra Caiado, aparece com 47% a 39%. Se fosse Zema o adversário, Lula teria 48% a 38% do mineiro.

Já no caso de Renan, o atual presidente marcaria 48% a 36%.

Na resposta espontânea, sem que os nomes dos pré-candidatos sejam apresentados aos entrevistados, Lula reúne 38%, seguido de Flávio, com 27%.

Depois vêm Renan, com 3%; Caiado, com 2%; e Zema, com 1%. Outros somam 3%.

Nenhum, brancos e nulos são 6%. Não sabem ou não souberam responder 20%.

O campo de entrevistas foi feito após dois fatos com potencial de impacto na eleição: a operação da Polícia Federal contra o então líder do Governo no Senado Jaques Wagner (PT) e o vídeo divulgado por Michelle Bolsonaro com críticas a Flávio.

No Nordeste, onde Wagner é uma liderança, as intenções de voto de Lula e Flávio no segundo turno oscilaram dentro da margem de erro, que para este segmento é de quatro pontos.

O atual presidente foi de 66% a 61%, enquanto o senador variou 28% a 30%.

Variações na margem de erro também ocorrem nas demais regiões.

A exceção foi no Sul, onde o filho do ex-presidente Bolsonaro subiu de 51% para 63%.

Já no recorte por religião, público em que Michelle ostenta capital político, não houve mudanças significativas.

Entre os evangélicos, para os quais a margem é de quatro pontos, Flávio oscilou de 59% para 60%, enquanto Lula variou de 34% para 32%.

No grupo de católicos, o senador marcou 38%, ante 40%, ao passo que o petista marcou os mesmos 53%.

A margem de erro para estes é de três pontos.

REJEIÇÃO– Lula e Flávio mantiveram os patamares de rejeição em relação à última rodada.

O petista tinha 47% e agora tem 49%. Já o senador registrava 52% e hoje marca 51%.

Quem lidera neste critério é o Aécio. Não votariam nele de jeito nenhum 60%.

Caiado aparece com 38% de rejeição, e Zema, 39%. Barbosa marca 36%, e Renan tem 34%. Daciolo registra 45%, enquanto Cury anota 33%.

AVALIAÇÃO DE GOVERNO – A avaliação de governo também se manteve estável.

Consideram a gestão do presidente Lula ruim ou péssima 42% (antes eram 41%), enquanto 38% dizem que ela é ótima ou boa, mesmo percentual aferido no último levantamento.

Aqueles que avaliam o trabalho como regular somam 18%, sendo que em meados de junho eram 21%.





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