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Michelle Bolsonaro lidera disputa pelo Senado no DF


A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) lidera a disputa pelo Senado no Distrito Federal, com 19% das intenções de voto, segundo a pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira, 21.

Em seguida, aparece a senadora Leila Barros (PDT), conhecida como Leila do Vôlei, que busca a reeleição e registra 16%. Duas cadeiras estão em disputa pelo Senado no DF.

As deputadas federais Erika Kokay (PT), com 12%, Bia Kicis (PL), com 11%, aparecem em seguida. Michelle e Kicis são apoiadas pelo senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL).

Também pontuaram: Sebastião Coelho (3%), do Novo, Tiago (2%), do Agir, Professor Guilherme Amorim (2%), da UP, Ronaldo Fonseca (2%), do PSD, Avenir Rosa (1%), do Democrata, David Horn (1%), do PCO, Guto Felício dos Santos (1%), do PSDB, Marley (1%), do Avante, e Zanata (1%), do PSTU.

O Datafolha entrevistou 910 pessoas entre os dias 18 e 21 de agosto, com margem de erro de três pontos percentuais.

Candidatura do Senado

No sábado, 15, Michelle registrou sua candidatura ao Senado pelo Distrito Federal, pouco antes do fim do prazo estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

Michelle concorrerá com o número 222.

A ex-primeira-dama declarou ao TSE patrimônio de R$ 4,4 milhões. A maior parte está em uma aplicação financeira de R$ 4,1 milhões. 

Ela também informou outra aplicação de R$ 300 mil e um Volkswagen Fusca avaliado em R$ 30 mil.

Caso eleita, Michelle terá o irmão, Diego Torres, como primeiro suplente. 

Ele foi assessor especial do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), até deixar o cargo, em novembro de 2025, para participar da campanha da irmã.

A Justiça Eleitoral estabeleceu em R$ 3,8 milhões o limite de gastos para a campanha de Michelle. 

A candidatura chegou a ser colocada em dúvida após os atritos entre Michelle e o enteado, Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência. O conflito levou à saída de Michelle da presidência do PL Mulher.

Nos últimos dias, porém, os dois passaram a aparecer juntos em compromissos do partido. 

Em uma reunião do PL, Michelle afirmou que os dois estavam “unidos” e que venceriam a eleição. Depois, eles posaram juntos para fotos e vídeos e fizeram o sinal de paz e amor.

“Vocês fazem parte desse corpo. Unidos nós vamos vencer e vamos cuidar de quem mais precisa”, afirmou Michelle.

Leia mais: Quem convenceu Michelle a gravar um vídeo com Flávio Bolsonaro?





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