Início Site Página 554

SECEL

0


A “Premiação Marília Beatriz, edição Política Nacional Aldir Blanc de (PNAB)”, promovida pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), está ajudando a dar visibilidade ao trabalho de prevenção à violência sexual infantil em Mato Grosso. Contemplado na seleção pública, o livro “Mosi, a Professora que Observava” integra projeto literário desenvolvido no Centro de Atendimento Socioeducativo de Rondonópolis, a partir desta sexta-feira (6.2).

Escrito pela jornalista Jakeline Sol, a obra premiada está incluída em uma coletânea composta por 8 livros, que trazem histórias reais de forma lúdica e educativa, ensinando crianças e adolescentes a nomear o que sentem e a reconhecer situações de abuso e de exploração sexual. 

“O reconhecimento da Secel e da bancada avaliadora mostra que o governo estadual está acolhendo uma causa urgente em Mato Grosso. Criança informada é criança protegida. Quanto mais orientações a criança e o adolescente tiver, mais preparadas estarão para desenvolver autoproteção”, destaca a autora.

Em “Mosi, a Professora que Observava” é narrada a história da professora Simone Rissato, de Rondonópolis, cuja sensibilidade ajudou a proteger seus alunos.

“Como professora, sinto uma emoção profunda e um senso de propósito renovado ao ver esta obra receber reconhecimento literário em Mato Grosso. Obras como esta são ferramentas poderosas. Elas dão visibilidade a uma realidade que, infelizmente, está mais próxima de nossas crianças do que gostaríamos de admitir”, comenta Simone.

O livro fará parte de um dos módulos do projeto literário “Morigerantes do Amanhã”, que será realizado em 24 encontros, durante seis meses, com adolescentes em medida socioeducativa no Centro de Atendimento de Rondonópolis. Além de promover reflexão e aprendizados por meio dos textos literários, a iniciativa busca desenvolver a leitura e a escrita.

Premiação Marília Beatriz

A “Premiação Marília Beatriz” foi promovida pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) por meio de edital da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab). Com investimento total de R$ 575 mil, a seleção pública premiou 20 obras literárias e projetos de fomento à literatura em Mato Grosso.

O edital homenageia a professora e escritora Marília Beatriz de Figueiredo Leite, incentivadora da literatura, que morreu em 2020, em decorrência da covid.

“A premiação simboliza o reconhecimento da qualidade artística e literária de autores do nosso Estado, e também de iniciativas que foram realizadas para incentivar o hábito da leitura. Mais do que parabenizar e agradecer, estamos premiando livros e projetos que enriqueceram a cena cultural mato-grossense”, destaca o secretário adjunto de Cultura da Secel, Jan Moura. 
 



FONTE

Zeladoria urbana avança em Cuiabá com limpeza de 90 praças e 20 avenidas em janeiro | Notícias

0


A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), realizou, durante o mês de janeiro, um amplo trabalho de limpeza e manutenção em espaços públicos da capital. Ao todo, foram atendidas aproximadamente 90 praças e 20 avenidas, reforçando o compromisso com a organização urbana, a mobilidade e a qualidade de vida da população.

Os serviços fazem parte de um cronograma contínuo e intensificado, especialmente neste período chuvoso, que vai de dezembro até meados de abril, quando o crescimento da vegetação ocorre de forma mais acelerada. Nesse período, o planejamento é reforçado para garantir mais segurança, melhor fluidez no trânsito e conservação dos espaços públicos.

Entre as ações realizadas estão varrição, roçagem, capinagem, limpeza e pintura de meios-fios, além da substituição de lâmpadas danificadas. As atividades contribuem não apenas para a limpeza urbana, mas também para a segurança de motoristas e pedestres.

Desde o início do ano, diversas regiões já receberam os serviços de zeladoria urbana. Entre as vias atendidas estão a Avenida Beira Rio, com foco na rotatória da Ponte Sérgio Motta; Avenida Arquimedes Pereira Lima (Estrada do Moinho); Avenida das Torres; Avenida Juliano Costa Marques; Avenida Lava Pés; Avenida Fernando Corrêa da Costa; Avenida das Palmeiras; Avenida República do Líbano; Avenida Dante Martins de Oliveira (Avenida dos Trabalhadores); Avenida Parque do Barbado; Avenida Miguel Sutil, com atenção especial às rotatórias ao longo de toda a sua extensão; Avenida Historiador Rubens de Mendonça (Avenida do CPA) e Avenida Antártica.

Atualmente, 12 equipes trabalham diariamente, distribuídas em diferentes regiões da cidade, garantindo que os serviços avancem de forma contínua e organizada.

Outro ponto importante do trabalho é o apoio às ações de saúde pública, já que a limpeza de áreas públicas, rotatórias e canteiros contribui diretamente para o combate à proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.

A Limpurb destaca que o cronograma de limpeza ocorre durante todo o ano e funciona de forma rotativa, atendendo tanto grandes avenidas quanto os bairros. As ações podem ser intensificadas ou ajustadas conforme a necessidade e as condições climáticas.

Nesta quarta-feira (4), as equipes da Limpurb atuam nos seguintes pontos da capital:

– Praça do Dom Aquino

– Parque da Família

– Praça do Jardim Tropical

– Avenida V2 Nova Esperança

– Avenida Beira Rio

– Praça do Santa Amália

– Praça do Parque Cuiabá

– Área Central

– Rotatória da Miguel Sutil

– Praça do Jardim Shangrilá

– Avenida do Jardim Imperial

A Prefeitura reforça que a participação da população é fundamental, evitando o descarte irregular de resíduos e colaborando para manter a cidade limpa, organizada e mais saudável para todos.



FONTE

como transformar reputação em crescimento

0


Por Fabiana Ramos, CEO da Pine*

Estar na primeira página dos principais portais, dar entrevista para TV e participar de podcasts de referência é o sonho de muitos empreendedores. É sinal de que os negócios vão bem – e uma oportunidade de falar diretamente com futuros clientes, investidores e funcionários.

Esse tipo de exposição pode mudar a história de uma empresa. Mas quando é a hora certa de buscar isso? Estar na mídia requer investimento de tempo e dinheiro e, em um cenário de recursos escassos típico das startups, é uma decisão que deve ser tomada no momento ideal para gerar o maior retorno.

Por isso, uma das perguntas que mais escuto é: “afinal, quando é a hora certa de investir em PR?”. A resposta depende de uma análise honesta sobre o estágio da empresa e seus objetivos.

Se você está apenas na fase da ideia ou rodando o MVP, o foco deve ser validar o produto e se organizar internamente. O PR entra depois disso: o papel da comunicação é gerar visibilidade para aquilo que já existe e funciona. Se a casa não está em ordem, atrair olhares só aumenta a bagunça.

Antes de qualquer estratégia, alguns pontos básicos precisam estar garantidos. É essencial ter presença digital sólida, com site atualizado e perfis ativos no LinkedIn, já que jornalistas sempre procuram entender quem está por trás da marca.

Também é importante que a empresa tenha clareza sobre o que vende, com contratos firmados e dores já validadas, além de uma identidade consolidada. É comum ver startups investirem em PR às vésperas de um rebranding ou de mudanças no produto, comunicando algo que rapidamente ficará ultrapassado.

Cumpridas essas condições, a empresa pode colher ótimos frutos com PR. É hora, então, de pensar se a estrutura está pronta para o dia a dia do trabalho. Primeiro, é preciso considerar o fator humano. Marcas não falam ou dão entrevista: quem faz isso são os porta-vozes. Fundadores e executivos precisam estar dispostos a aparecer. Fotos corporativas, entrevistas e artigos reforçam a autoridade e aproximam a marca do público e é comum ver startups ganharem relevância justamente quando seus líderes se tornam referência em seus segmentos.

Outro aspecto decisivo é entender que PR é uma via de mão dupla. Ele exige informações, histórias e aprendizados que serão transformados em narrativas jornalísticas. Sem essa troca transparente, com o time de assessoria e os jornalistas, o resultado fica comprometido.

Por fim, é essencial reconhecer que PR não substitui vendas. Ele fortalece a autoridade, abre portas e facilita o processo comercial. Para aproveitar os esforços, então, a empresa precisa ter estrutura de vendas preparada para receber leads e transformá-los em clientes.

Contratar PR no momento certo é multiplicar resultados: acelerar o pipeline, atrair talentos e fortalecer a retenção de clientes. Antecipar o movimento pode gerar frustração; adiar demais pode significar perder oportunidades. O segredo está em reconhecer o timing da sua própria história e, quando estiver pronto, transformar essa história em reputação.

*Fabiana Ramos é CEO da Pine, agência de comunicação especializada em PR e conteúdo estratégico para marcas inovadoras, e possui 20 anos de experiência em empresas multinacionais. É responsável pela expansão comercial da agência e por posicionar a Pine como referência no mercado, garantindo a melhor experiência para os clientes. Em sua última experiência, atuou por 3 anos na expansão comercial da Swarovski, desenvolvendo uma abordagem internacional de vendas. 



FONTE

STF autoriza mineração em terras do Povo Cinta Larga e fixa regras temporárias até regulamentação no Congresso

0



O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu uma medida para suprir a falta de regulamentação sobre a exploração mineral em terras indígenas. A decisão, assinada em 3 de fevereiro, beneficia o Povo Cinta Larga e estabelece condições para a pesquisa e a lavra de minérios enquanto o Congresso Nacional não edita uma lei específica sobre o tema. 

Leia também  
TRT mantém condenação da Empaer por conduta antissindical

De acordo com relatório apresentado ao STF, o povo indígena Cinta Larga habita quatro Terras Indígenas (TIs) homologadas e regularizadas, na região da divisa entre o leste do estado de Rondônia e o noroeste do estado do Mato Grosso: TI Roosevelt (RO/MT), TI Parque do Aripuanã (RO/MT), TI Aripuanã (MT) e TI Serra Morena (MT), totalizando uma área de cerca de 2,7 milhões de hectares. A população total dos Cinta Larga está em torno de 2.000 pessoas.

A ação foi movida pela Coordenação das Organizações Indígenas do Povo Cinta Larga, que denunciou que a omissão do Legislativo, que já dura 37 anos, impede a comunidade de usufruir das riquezas de seu território e fomenta o garimpo ilegal. Segundo o relator, essa lacuna jurídica tem favorecido organizações criminosas e causado violência, doenças e danos ambientais severos.

Para sanar a situação, o ministro fixou o prazo de 24 meses para que o Congresso Nacional aprove a regulamentação necessária. Até que isso ocorra, a exploração mineral nas terras Cinta Larga deverá seguir regras provisórias: a atividade não poderá ultrapassar 1% do território demarcado e deve ser realizada preferencialmente por cooperativas de indígenas, com assistência técnica e financiamento de órgãos federais.

A decisão condiciona qualquer intervenção à realização de estudos de impacto ambiental e à consulta livre e informada às comunidades afetadas, conforme normas internacionais. Os lucros obtidos devem ser destinados exclusivamente a benefícios coletivos, como segurança do território, projetos de saúde, educação e reflorestamento.

O ministro também ordenou que o Governo Federal utilize forças policiais para garantir a “total cessação de qualquer atividade de garimpo ilegal na terra indígena Cinta Larga”. 

 A decisão agora será submetida ao referendo do Plenário do STF, embora tenha efeito imediato. Além disso, o tribunal aguarda a conclusão de uma escuta territorial para confirmar se a maioria do povo Cinta Larga aprova a criação de cooperativas para a exploração mineral autônoma em suas terras



FONTE

"Carnaval Off Cerrado" oferece alternativa turística ao Carnaval tradicional em Cuiabá

0



“Carnaval Off Cerrado” oferece alternativa turística ao Carnaval tradicional em Cuiabá



FONTE

Dupla sofre atentado em praça e suspeitos armados conseguem fugir em moto

0



Duas pessoas, de 50 e 27 anos de idade, sofreram um atentado na noite desta terça-feira (3), no município de Cáceres (217 km de Cuiabá). As vítimas estavam sentadas em uma praça quando foram surpreendidas por dois suspeitos em uma moto, sendo que o garupa atirou contra elas. A polícia flagrou a ação e atirou contra os criminosos, mas eles conseguiram fugir. Não houve feridos.

Leia mais
Polícia Militar prende dois traficantes e apreende drogas em operações durante a noite

De acordo com informações da Polícia Militar, por volta das 21h de ontem (3) uma equipe fazia patrulhamento pela avenida Tancredo Neves, no bairro Cavalhada, durante a Operação Território Livre, quando se deparou com dois suspeitos em uma moto preta, na praça Pantanal, em frente ao Hospital Bom Samaritano.

O garupa estava em posse de uma arma de fogo e deu vários disparos contra duas vítimas que estavam sentadas na praça. A PM, então, atirou nos suspeitos para encerrar a ação. Ninguém ficou ferido.

No momento da abordagem, os suspeitos conseguiram fugir pela avenida Tancredo Neves, no sentido ao bairro Vila Irene. O garupa vestia uma camiseta de cor clara, uma bermuda e estava de capacete escuro, enquanto o piloto vestia uma camisa de manga curta, uma bermuda e estava de capacete escuro. Pelas câmeras do programa Vigia Mais MT a polícia verificou que a dupla estava em uma moto Honda CG 125 preta.



FONTE

Taques reafirma denúncias de ‘roubo’ de R$ 308 mi e acusa Mauro

0


Reprodução/Secom-MT

O ex-governador Pedro Taques reafirmou as denúncias de fraudes em acordo do Governo Mauro Mendes com a telefônica Oi, no montante de R$ 308 milhões

No jogo de versões entre acusador e acusado, o ex-governador Pedro Taques (PSB) reafirmou, na terça-feira (3), todas as denuncias, além de alertar que acionou a todos os órgãos de controle para que sejam tomadas providências legais de ressarcimento, com juros e correção aos cofres públicos, de R$ 308 milhões que teriam sido pagos  ilegalmente em transação com a telefônica Oi S/A. Além da punição dos responsáveis.

Jurista, ex-procurador da República ex-senador e governador de Mato Grosso entre 2015 e 2018, Taques foi contestado pelo governador Mauro Mendes quanto a possíveis irregularidades no que se convencionou chamar de “Escândalo da Oi S/A”.

Leia também:

Mauro contesta Taques e Jayme e articula para esvaziar Assembleia

Taques denuncia 25 por desvio de R$ 308 mi no ‘acordão’ da Oi S/A

Acordo milionário com a Oi abasteceu fundos ligados a políticos

Nova postagem de Taques – que pode sem vista no Instagram @pedrotaques, até o começo da noite de terça, já registrava mais100 mil visualizações. Outras três postagens do episódio intitulado, “Oi, Mauro”, que tratam da denúncia de suposto desvio dos R$ 308 milhões, superam  2 milhões de visualizações.

No post desta terça-feira, Pedro Taques ouve a fala de Mauro Mendes, em entrevista, após a reabertura dos trabalhos na Assembleia Legislativa, na segunda-feira (2), no último ano do seu segundo mandato, já que se desincompatibilizará em abril para disputar uma vaga no Senado, nas eleições  de outubro deste ano.

Na entrevista, Mauro declarou: “Pedro Taques está mentindo e usando de má fé processual. Eu já estou processando. Ele faz ataques a mim, à minha família, ao meu filho. Faz ataques a um monte de gente lá, sem nenhum lastro na verdade, na realidade. Ele já está sendo processado e vai ter que responder por isso. Tomara que ele tenha algum patrimônio. Porque vai pagar caro pelas mentiras que ele está contando. Ele está tentando, mais uma vez, aplicar um golpe eleitoral. Mato Grosso não vai cair o golpe eleitoral do senhor Pedro Taques”, disse o governador do Estado.

Pedro Taques retrucoua: “Mauro, você não está me processando. Eu, como cidadão, estou lhe processando. Provei que o dinheiro da Oi foi parar em contas ligadas a fundos e empresas do Berinho (Robério Garcia), do Fabinho (Fábio Garcia), do Helinho (Hélio Palma de Arruda Neto), do Cidinho (José Aparecido dos Santos) e do seu filhinho (Luis Antônio Taveira Mendes). Seu filho e da Virgínia Mendes. Isto está provado lá [se referindo aos documentos deixados por ele no Ministério Público Federal – MPF], Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE/MT), Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), entre outros órgãos de controle)”.

Mais adiante. Taques ele afirma: “Você tem que responder a uma única pergunta, Mauro Mendes. O dinheiro da Oi foi parar ou não nas empresas ligadas ao seu filho?”

Para concluir sua fala, p ex-governador  usou o melhor do vocabulário cuiabano: “Você panhô [pegou] ou não panhô o dinheiro da Oi? Se eu estiver mentindo, eu mudo de Mato Grosso”.

Pedro Taques ainda postoU em diversas mídias sociais:

“Vamos por partes:

1 – A denúncia que fiz do roubo dos R$308 milhões da Oi, na Procuradoria Geral da República (PGR), lá em Brasília, é baseada em uma investigação criteriosa que vem sendo feita desde meados do ano passado (2025). Portanto, existem provas, provas e mais provas. Tenho experiência suficiente como procurador da República e senador para fazer isso de forma séria e correta.

2 – Denúncia de corrupção não segue calendário eleitoral. Não poderia esperar passar o ano de eleições para denunciar um roubo desse tamanho. Na verdade, nenhum cidadão pode esperar nada para denunciar corrupção, independente do lugar e da data que ela aconteça, mesmo se for ano eleitoral. Essa denúncia que fiz não tem nada a ver com eleição, mas, sim, com um escândalo absurdo que ninguém teve coragem de falar.

3 – Quem está processando Mauro Mendes sou eu, não o contrário.

4 – Agora, Mauro Mendes, para de enrolar, de espernear e responda de uma vez para a população de Mato Grosso e para a Justiça: O dinheiro da Oi foi ou não parar nas contas de empresas ligadas ao seu filho?”

Desde abril do ano passado, veio ao conhecimento público, por meio de denúncias feitas pela imprensa – inclusive, por este DIÁRIO – e pela deputada Janaina Riva (MDB), de possíveis irregularidades ou ilegalidades na transação entre o Governo de Mato Grosso e a Empresa de Telecomunicações Oi S/A, que superam os R$ 700 milhões, dos quais R$ 308 milhões teriam sido pagos a fundos de investimentos, após nebulosas tratativas colocadas pelo Tribunal de Justiça em segredo e pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE) em sigilo.

De lá para cá, Pedro Taques tem tentado elucidar toda a negociação e seus meandros, o que se transformou em denúncias formuladas para órgãos de controle e, mais recentemente, em uma Ação Popular contra 25 alvos, entre políticos, empresários, procuradores, desembargador, fundos de investimento, construtoras e mineradoras.

O CASO OI – A polêmica negociação denunciada por Pedro Taques é um acordo tributário para solucionar uma dívida de mais de meio bilhão de reais do Estado de Mato Grosso com a Oi.

Em reportagem especial, no dia 29 de janeiro passado, o portal UO, afirmou, como base em documentos – conforme citou -, que esse acordo “serviu para irrigar empresas de parentes do governador Mauro Mendes (União Brasil) e do deputado federal licenciado, Fábio Garcia, chefe da Casa Civil”.

O acordo foi costurado pelo hoje desembargador do TJ-MT, Ricardo Almeida, que, quando oprerava com um escritório de advocacia,em Cuiabá, comprou os direitos da demanda da operadora, em novembro de 2022, por R$ 80 milhões.

“Os R$ 308 milhões pagos pelo “estado em 2024 no acordo com a operadora alimentaram fundos que adquiriram direitos creditórios das empresas do pai do deputado, Robério Garcia, e que também se relacionam com outros cinco fundos que desembocam em empresas do filho do governador, Luís Antonio Mendes”, esvreveu o Portal..

Os fundos — Lotte Word e Royal Capital — foram constituídos e originalmente administrados pelo Banco Master e a relação destes com outros fundos guarda semelhança com o esquema usado pelo Master e pela gestora Reag, liquidados pelo Banco Central após a revelação de crimes financeiros.

Segundo o UOL, para fazer o rastreamento, foram consultados os sistemas da CVM, Junta Comercial e do próprio Governo do Estado.

Veja vídeo:





FONTE

Nova pesquisa reforça a liderança de Lula em todos os cenários de 1º turno – CartaCapital

0


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o líder nas preferências de voto dos eleitores brasileiros na disputa pela reeleição, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira 4 pelo instituto Ideia em parceria com o Canal Meio.

O petista lidera em todos os diferentes cenários de primeiro turno testados. Foram nada menos que nove, diante das indefinições sobre os eventuais adversários de Lula. Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi alçado pelo pai, Jair, como o candidato bolsonarista, mas a Faria Lima ainda tenta emplacar Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP); enquanto o PSD de Gilberto Kassab tem três ditos ‘presidenciáveis’. O nome de Michelle Bolsonaro (PL) também circula, assim como do governador mineiro Romeu Zema (Novo).

Confira os números:

Cenário 1

  • Lula (PT) — 39,5%
  • Flávio Bolsonaro (PL) – 32%
  • Ratinho Júnior (PSD) – 8,8%
  • Romeu Zema (Novo) – 3%
  • Renan Santos (Missão) – 0,7%
  • Aldo Rebelo (DC) – 0,5%
  • Ninguém/branco/nulo – 5%
  • Não sabe – 10,5%

Cenário 2

  • Lula (PT) — 38,7%
  • Flávio Bolsonaro (PL) – 35,3%
  • Romeu Zema (Novo) – 5,1%
  • Eduardo Leite (PSD) – 3,4%
  • Renan Santos (Missão) – 0,7%
  • Aldo Rebelo (DC) – 0,7%
  • Ninguém/branco/nulo – 5,5%
  • Não sabe – 10,5%

Cenário 3

  • Lula (PT) — 39,5%
  • Flávio Bolsonaro (PL) – 33%
  • Romeu Zema (Novo) – 6%
  • Ronaldo Caiado (PSD) – 5,1%
  • Renan Santos (Missão) – 0,7%
  • Aldo Rebelo (DC) – 0,5%
  • Ninguém/branco/nulo – 5,6%
  • Não sabe – 9,5%

Cenário 4

  • Lula (PT) — 39,5%
  • Michelle Bolsonaro (PL) – 32,7%
  • Ratinho Júnior (PSD) – 8%
  • Romeu Zema (Novo) – 5,5%
  • Aldo Rebelo (DC) – 0,5%
  • Renan Santos (Missão) – 0,5%
  • Ninguém/branco/nulo – 5,1%
  • Não sabe – 8,3%

Cenário 5

  • Lula (PT) — 38,5%
  • Michelle Bolsonaro (PL) – 33%
  • Romeu Zema (Novo) – 6,5%
  • Eduardo Leite (PSD) – 4,4%
  • Renan Santos (Missão) – 0,9%
  • Aldo Rebelo (DC) – 0,5%
  • Ninguém/branco/nulo – 5,8%
  • Não sabe – 10,5%

Cenário 6

  • Lula (PT) — 39,5%
  • Michelle Bolsonaro (PL) – 32%
  • Romeu Zema (Novo) – 6,5%
  • Ronaldo Caiado (PSD) – 6,1%
  • Renan Santos (Missão) – 0,7%
  • Aldo Rebelo (DC) – 0,5%
  • Ninguém/branco/nulo – 5,4%
  • Não sabe – 9,4%

Cenário 7

  • Lula (PT) — 40%
  • Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 35%
  • Romeu Zema (Novo) – 6,5%
  • Renan Santos (Missão) – 1%
  • Aldo Rebelo (DC) – 0,5%
  • Ninguém/branco/nulo – 6%
  • Não sabe – 11%

Cenários sem Lula

Embora o presidente Lula já tenha dito e reafirmado que vai concorrer à reeleição, a pesquisa apresentou aos entrevistados cenários sem o nome do atual presidente. No caso, ele foi substituído pelo ministro da Fazenda, o também petista Fernando Haddad, que aparece na liderança numérica dos cenários testados.

Cenário 8

  • Fernando Haddad (PT) — 36,2%
  • Michelle Bolsonaro (PL) – 34,5%
  • Ratinho Júnior (PSD) – 7,9%
  • Romeu Zema (Novo) – 5,5%
  • Renan Santos (Missão) – 1,2%
  • Aldo Rebelo (DC) – 0,5%
  • Ninguém/branco/nulo – 4,9%
  • Não sabe – 9,5%

Cenário 9

  • Fernando Haddad (PT) — 36,2%
  • Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 36%
  • Romeu Zema (Novo) – 6%
  • Renan Santos (Missão) – 1,7%
  • Aldo Rebelo (DC) – 0,7%
  • Ninguém/branco/nulo – 6,9%
  • Não sabe – 12,3%

Foram ouvidas 1.500 pessoas entre os dias 30 de janeiro e 2 de fevereiro. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR08425/2026.

O instituto também testou cenários de segundo turno, em que Lula aparece na liderança numérica. Clique aqui e veja os resultados.



FONTE

O futuro da IA

0


Da política e do setor jurídico à governança e gestão de projetos, 8 especialistas apontam que a inteligência artificial terá aplicações cada vez mais específicas

A Inteligência Artificial vem transformando o consumo de informações e os processos no cotidiano e nas empresas. Segundo a Fundação Itaú, 93% dos brasileiros usam ferramentas de IA no cotidiano. No entanto,, somente 54% entendem com certeza o significado do termo. Já para as empresas, apesar da euforia em relação ao uso de novas funcionalidades, no ano passado, dados do McKinsey Global Survey, mostram que, apesar de 78% das companhias declarar o uso dessas ferramentas, em termos de mensuração, somente 1% dos projetos gera resultados consolidados.
Nesse cenário, a expectativa de especialistas é que, em 2026, o uso da IA deve se tornar cada vez mais estratégico e voltado para aplicações práticas da tecnologia. Enquanto isso, cada vez mais, é esperado que a IA se embrenha cada vez mais no cotidiano.
Pensando nisso, 8 especialistas trazem o que esperar da IA para 2026 em diferentes setores. Confira,

1) Assistentes de IA nas eleições: a disputa pelo voto começa nas respostas

Segundo Marcelo Bissuh, fundador da Nomos, startup de dados políticos e monitoramento de risco, a IA deve se tornar essencial nas eleições de 2026, em parte, pelo potencial como ferramenta de pesquisa e produção de conteúdo.

“A tecnologia está fazendo pela produção de conteúdo o que a internet fez pela distribuição: quebrou o monopólio dos grandes atores e deu um canal direto e poderoso a todos”.

 

Cada vez mais, o público recorre a assistentes de IA como ChatGPT, Claude ou Perplexity para obter desde recomendações até a checagem de fatos. Isso inaugura uma nova fronteira para a comunicação política: o que chamo de “SEO para Inteligência Artificial”. Se antes a presença digital era sobre ser encontrado no Google e nas redes sociais, hoje é crucial aprender a ser uma resposta relevante e confiável dentro desses novos ecossistemas de informação”, explica.

2) Da execução à decisão: a advocacia em transformação

Para Rafael Grimaldi, cofundador da Inspira, legaltech pioneira em tecnologia e IA jurídica, a transformação do Direito passa menos pela substituição de profissionais e mais pela redefinição de onde está o valor do trabalho jurídico. Segundo o relatório Legal Trends 2026, da Bloomberg Law, estamos entrando na era da IA agêntica no jurídico, uma tecnologia capaz de atuar de forma autônoma, conduzindo tarefas e decisões conforme o contexto.
A diferença não é apenas tecnológica, mas estrutural, especialmente quando falamos dos modelos baseados em horas faturáveis. Com isso, a IA desloca o foco do trabalho jurídico da execução para a tomada de decisão. Em 2026, a combinação entre pressão de clientes, exigência de competência tecnológica e amadurecimento da IA marca um ponto de inflexão. Escritórios que tratarem a IA como estratégia estarão mais preparados para liderar a próxima fase da advocacia.

3) Maior eficiência administrativa para as empresas

Josiani Silveira, CEO da SoftExpert, multinacional especializada em soluções de software para conformidade, governança e gestão empresarial, conclui que a IA é essencial para a gestão ao facilitar a análise de documentos e as análises de risco.

“A verdadeira revolução do uso dessa tecnologia não está nos chatbots que ganham manchetes, mas nas operações que não são visíveis, ou seja, nos processos manuais que consomem horas, geram retrabalho e afastam o time do que realmente importa para o sucesso do negócio. O uso da IA aplicada ao backoffice está mudando esse jogo com o
processamento inteligente de documentos digitais, análise automática da OKRs e identificação antecipada de riscos. Tudo isso otimiza e libera pessoas para uma atuação verdadeiramente estratégica”.

4) Impacto dos agentes especializados nos processos

Já para Marcelo Clara, CTO da Quod, datatech que transforma dados em inteligência para a tomada de decisões, a resposta está nos agentes especializados.

“Durante muito tempo, falar de Inteligência Artificial no ambiente corporativo significava apenas a abordagem relacionada à automação pontual ou modelos estatísticos aplicados a problemas muito específicos. Com a chegada da IA generativa, entramos em uma nova fase de orquestração inteligente do trabalho.
O grande avanço não está em “um modelo que responde perguntas”, mas na evolução de agentes altamente especializados que executam tarefas complexas, com controle, rastreabilidade e governança de nível corporativo. Mais do que eficiência, o principal ganho é a confiança operacional: a certeza de que a tecnologia está a serviço do negócio e não o contrário”.

5) IA e Recrutamento: competências no centro da seleção

Para Matheus Fonseca, cofundador da Leapy, a inteligência artificial pode tornar o recrutamento mais justo e inclusivo – desde que seja aplicada com base em critérios objetivos.

“A IA não elimina vieses sozinha — ela os amplifica, se não mudarmos os critérios de decisão. Mas quando bem desenhada, a IA avalia pessoas pelo que têm potencial de fazer, e não apenas pelo que já fizeram. Isso reduz arbitrariedades e torna mais claros os critérios de decisão”.

Ele defende a adoção do modelo de skill-based hiring como um dos caminhos mais eficazes para ampliar oportunidades, especialmente entre jovens e profissionais de origens sub-representadas. Segundo o World Economic Forum, mais de 50% das habilidades críticas para o trabalho em 2026 não são bem capturadas por currículos tradicionais, e estudos da Harvard Business School e da OCDE apontam que a abordagem skill-based  contribui para maior diversidade, mobilidade social e acesso ao trabalho. Para 2026, a expectativa é que a IA seja usada de forma mais estratégica e transparente, apoiando decisões com dados e promovendo processos seletivos mais justos e auditáveis.

6) De ferramenta de apoio ao motor central dos negóciosbox

Para Gustavo Bassan, VP de Engenharia da Bossa, consultoria referência em squads-as-a-service no Brasil, a Inteligência Artificial entra em 2026 em um novo estágio de maturidade, deixando para trás o uso pontual e a lógica de experimentação para se consolidar como parte da infraestrutura das empresas.

“Mais do que automatizar tarefas, a IA passa a sustentar decisões, identificar necessidades, tomar ações em tempo real e orquestrar fluxos inteiros de produção, da lógica de negócio à operação. Esse momento transforma a forma como se pensa o papel humano nesse contexto: saindo da atuação focada na execução e passando a operar como arquitetos, curadores e orquestradores de sistemas de IA. Para que isso funcione, torna-se indispensável um domínio profundo de contexto (da empresa, do produto, do ciclo de desenvolvimento e das restrições do negócio) já que, sem esse entendimento, a IA dificilmente consegue gerar valor real.”

Para Bassan, o diferencial em 2026 estará menos na adoção acelerada da tecnologia e mais na capacidade de integrá-la de forma consistente, responsável e alinhada à estratégia e às complexidades reais da operação, tratando a IA não como um recurso acessório, mas como parte estrutural do negócio.

7) Inteligência relacional é diferencial para líderes na era da IA Para Lais Macedo, presidente do Future Is Now, um hub de networking voltado para líderes que protagonizam a nova economia, a automação de processos só deixou mais evidente a necessidade das competências humanas – especialmente aquelas ligadas à criação de vínculos, leitura de contexto e liderança empática – que se tornaram ainda mais estratégicas para garantir sustentabilidade e competitividade das empresas no longo prazo.

“Mais do que saber se comunicar, trata-se da capacidade de construir relações genuínas, lidar com subjetividades, adaptar-se a diferentes realidades e sustentar conexões significativas, habilidades que trabalham junto com a IA e se tornaram pilares para o sucesso e a inovação nos negócios do futuro”.

8) IA impõe modelos de comunicação mais adaptáveis

Para Helena Prado, presidente executiva da Pine, agência de  comunicação que une PR, conteúdo e tecnologia para posicionar marcas que lideram a inovação, a ascensão da Inteligência Artificial impõe uma mudança estrutural na forma como as marcas planejam, constroem e sustentam sua relevância. Segundo ela, em um cenário de dados em tempo real, com análises cada vez mais profundas e interações personalizadas em escala, estratégias rígidas perdem espaço para modelos de comunicação baseados em adaptabilidade radical.

“Em tempos de IA, esses planos precisam ser vistos cada vez mais como estruturas vivas, prontas para serem atualizadas diante de novos dados, tendências ou mudanças de comportamento do público. Ao mesmo tempo, o branding passa a ser diretamente impactado pela IA, e o uso dessas tecnologias deixa de ser opcional e se torna um fator crítico de competitividade,  especialmente diante das buscas assistidas por inteligência artificial, que redefinem as regras da visibilidade digital”.



FONTE

Despesa com funcionários públicos atinge maior valor em 4 anos

0





<br /> Despesa com funcionários públicos atinge maior valor em 4 anos





Despesa com funcionários públicos atinge maior valor em 4 anos


































FONTE

- Advertisement -
Google search engine