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Copom sinaliza início de corte de juros na próxima reunião

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Copom sinaliza início de corte de juros na próxima reunião


































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Toffoli devolve denúncia do MPF contra Tanure para a 1ª Instância

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O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), devolveu, nesta terça-feira (28/1), a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra o empresário Nelson Tanure, investigado em um esquema envolvendo o Banco Master, à Justiça Federal de São Paulo.

Assim que retornou à 1ª Instância, a juíza Maria Isabel do Prado, da 5ª Vara Criminal de São Paulo, aceitou a denúncia e tornou réu o empresário. Tanure é acusado de manipular o mercado e negociar com informações privilegiadas enquanto esteve à frente da administração da Gafisa.

Toffoli devolve denúncia do MPF contra Tanure para a 1ª Instância - destaque galeria

Em nota, a defesa do empresário reafirmou inocência. “O empresário Nelson Tanure lastima mais uma vez a açodada denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal e tem certeza de que os fatos serão esclarecidos no bojo do processo”, disse.

O Ministério Público Federal de São Paulo denunciou Tanure, no fim do ano passado, por suspeita de uso de informações privilegiadas em negociações com ações da construtora Gafisa, da qual é acionista.



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Cadastro fraudulento: Irmãs que tentaram entrar no CRM com diplomas falsos são identificadas

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As duas irmãs denunciadas por tentar registrar diplomas falsos no Conselho Regional de Medicina (CRM) foram identificadas como Stefany Benicio França e Dayane Benicio França, naturais de Tangará da Serra (245 km de Cuiabá). Elas foram detidas na manhã desta quarta-feira (28) dentro da sede do Conselho, em Cuiabá, onde haviam comparecido para finalizar o cadastro fraudulento.

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Conforme informações do boletim de ocorrência, as irmãs, no dia 20 deste mês, tentaram dar entrada no pré-cadastro. No diploma de ambas constava que haviam concluído o curso em julho do ano passado, mas a data da emissão do diploma divergia pois estava marcada como sendo do dia 20 de junho, algumas semanas antes.

Além disso, os próprios diplomas estavam diferentes dos originais emitidos pela Estácio e na consulta ao banco nacional de estudantes de medicina que concluíram o curso, não foram encontrados os nomes de ambas. 

A equipe de análise do CRM então entrou em contato com as suspeitas e informou que suas inscrições haviam sido aprovadas e solicitaram que elas comparecessem na sede do Conselho para gerar os números de registro e confecção do carimbo profissional.

Lá, ambas foram surpreendidas pela Polícia Militar e após serem comunicadas do que estava acontecendo, foram, em meios próprios até a Central de Flagrantes.

O caso é investigado pela Polícia Civil.

Em nota, o presidente do CRM-MT, Diogo Sampaio destacou que, logo no início do processo, constatou a falsificação e cumpriu com o dever de entregar as suspeitas às autoridades competentes. 

“Nossa defesa de uma medicina de qualidade e de levar segurança à população passa por impedir que pessoas que não se formaram em Medicina exerçam a profissão e coloquem em risco a vida dos pacientes. Este caso passa um claro recado a todos aqueles que insistem em burlar a lei. Aqui, no CRM, vocês não vão conseguir”, diz trecho da nota.



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Banco Central mantém Selic em 15%, o maior nível desde 2006

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Banco Central mantém Selic em 15%, o maior nível desde 2006


































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Vereador e empresário escapam da prisão, mas o risco ainda existe

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Secom-Câmara e Reprodução/Instagram

Ex-presidente da Câmara, Chico 2000 e o empresário João Nery Chirolli (destaque) correram o risco de ir para a cadeia, durante a operação que descobriu esquema de desvio de emendas parlamentares na Casa

A decisão que embasou a deflagração da Operação Gorjeta revela que a Polícia Civil de Mato Grosso chegou a requerer a prisão preventiva do vereador afastado Chico 2000 e do empresário João Nery Chiroli, apontado como principal beneficiário dos repasses investigados.

O pedido, no entanto, foi negado pelo Judiciário, que entendeu que a medida extrema ainda não se mostrava necessária, neste estágio das investigações.

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A representação foi apresentada pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), no bojo do inquérito que apura um suposto esquema de desvio de recursos públicos por meio de emendas parlamentares destinadas a eventos esportivos em Cuiabá.

Segundo a autoridade policial, havia indícios suficientes da prática, em tese, dos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e associação criminosa, o que justificaria a decretação das prisões, para garantia da ordem pública e da instrução criminal.

Ao analisar o pedido, o juiz do Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias, Cássio Leite de Barros Netto, reconheceu a robustez dos indícios reunidos até o momento, especialmente a partir de mensagens extraídas do celular do vereador, apreendido na Operação Perfídia, e do rastreamento do fluxo financeiro envolvendo o Instituto Brasil Central (IBRACE) e a empresa Sem Limite Esporte e Eventos Ltda (Chiroli Esportes).

Ainda assim, o magistrado entendeu que a prisão preventiva seria, por ora, desproporcional.

Na avaliação do juízo, embora haja fortes elementos que indiquem a existência de um esquema estruturado de drenagem do erário, não ficou demonstrado, neste momento processual, que os investigados estariam interferindo diretamente na produção de provas ou colocando em risco a ordem pública de forma imediata.

Por esse motivo, a Justiça optou pela adoção de medidas cautelares menos gravosas, conforme previsto no artigo 319, do Código de Processo Penal.

Entre as medidas impostas, estão o afastamento de Chico 2000 do cargo de vereador, a proibição de acesso a órgãos públicos e a restrição de contato entre os investigados.

Para o magistrado, tais providências são suficientes, neste momento, para impedir a reiteração das supostas práticas ilícitas e preservar a lisura da investigação.

A decisão também levou em consideração o posicionamento do Ministério Público Estadual, que se manifestou contra a decretação das prisões preventivas, defendendo a aplicação de medidas alternativas.

O entendimento do MP foi de que o aprofundamento das investigações, com análise detalhada dos dados telemáticos e financeiros já apreendidos, poderia avançar sem a necessidade de encarceramento imediato.

Apesar da negativa da prisão, a Justiça foi enfática ao destacar que os indícios reunidos são graves e apontam para um possível esquema de retorno indevido de dinheiro público, inclusive, com pagamentos a terceiros ligados a interesses privados do parlamentar afastado.

O magistrado ressaltou que a situação poderá ser reavaliada, caso surjam novos elementos que indiquem tentativa de obstrução da Justiça ou continuidade delitiva.

As investigações seguem em andamento sob sigilo, com a Polícia Civil aprofundando a análise das movimentações financeiras, contratos e mensagens trocadas entre os envolvidos.

Novas medidas cautelares ou até mesmo a decretação de prisões não estão descartadas, a depender da evolução do inquérito.





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Cachorra que teve pata quebrada por tutor morre durante cirurgia em SC

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Faísca, a cachorra que teve a pata quebrada pelo tutor em Rio Negrinho, no Planalto Norte de Santa Catarina, morreu durante uma cirurgia para tratar as lesões nesta quarta-feira (28). Ela havia sido resgatada de uma situação de violência familiar e maus-tratos na última segunda-feira (26). O tutor pode ter a pena agravada.

Desde que foi resgatada, Faísca ficou aos cuidados da Grupra, uma Organização não governamental (ONG) da cidade, e passou por diversos cuidados veterinários. A associação chegou a iniciar uma campanha online para custear os exames, procedimento cirúrgico no fêmur (que foi quebrado em diversas partes) e diárias na clínica.

A morte de Faísca foi confirmada pela ONG nas redes sociais. “Foi feito a cirurgia no fêmur, porém recebemos a informação que ela não resistiu. Nosso coração está em pedaços”, afirmou a Grupra.

A ONG ainda descreveu Faísca como uma cadela super fofa, que veio de uma família em situação precária. “Triste realidade que acontece a todo momento”, disse.

A cachorra foi encontrada pela Polícia Civil em uma área de mata em Rio Negrinho na segunda-feira (26). O caso foi denunciado por uma mulher após um episódio de violência doméstica.

De acordo com a vítima, o homem e companheiro agrediu violentamente a Faísca e a escondeu. O crime teria sido praticado porque o suspeito não aceitava que o animal saísse para a rua.

Leia a reportagem completa no NSC Total, parceiro do Metrópoles.



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Prefeito anuncia projeto de lei que isenta IPTU para moradores de ruas sem asfalto | Notícias

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, anunciou na tarde desta quarta-feira (29), que enviará à Câmara Municipal um projeto de lei que propõe isentar do pagamento do IPTU os moradores que residem em ruas sem pavimentação asfáltica. O anúncio foi feito no gabinete do chefe do Executivo, ao lado do secretário municipal de Economia, Marcelo Bussiki, e integra um pacote de medidas voltadas à reorganização das prioridades de investimento em infraestrutura urbana. Além dele estavam o vereador Dilemario Alencar, e Thiago Semensato – membro da equipe econômica do Municipio. 

De acordo com o prefeito, a iniciativa busca corrigir uma distorção histórica enfrentada por milhares de famílias que, mesmo pagando regularmente o imposto, convivem há décadas com vias de terra, poeira no período seco e lama durante as chuvas. “Não é justo o cidadão pagar IPTU e continuar sem asfalto na porta de casa. Precisamos inverter a lógica: primeiro levar a infraestrutura, depois cobrar o imposto”, afirmou.

O gestor explicou que a proposta prevê a cobrança do IPTU apenas em ruas que já possuam pavimentação, reforçando que a medida tem caráter temporário e está vinculada a um plano robusto de investimentos em obras. Segundo ele, o município já garantiu cerca de R$ 120 milhões para a ampliação da malha asfáltica ainda neste ano, com projetos em elaboração para atender diversos bairros da capital.

O prefeito também informou que a matéria será articulada junto aos vereadores, com apoio da presidência da Câmara, da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e da liderança do governo, para que o projeto seja apreciado e votado nas primeiras sessões do Legislativo. A expectativa é que, uma vez aprovado, o benefício já possa ser aplicado no IPTU deste ano para os moradores de ruas não asfaltadas.

Apesar do anúncio, o prefeito destacou que o objetivo não é manter a isenção de forma permanente, mas acelerar a entrega de obras de pavimentação. “A ideia é levar o asfalto o mais rápido possível e, no próximo ano, retomar a cobrança normalmente. O cidadão merece infraestrutura e qualidade de vida, e a prefeitura está colocando as máquinas para trabalhar”, ressaltou.

A proposta reforça o compromisso da gestão com justiça fiscal, melhoria da mobilidade urbana e valorização dos bairros, priorizando investimentos que impactem diretamente o cotidiano da população cuiabana.

Cuiabá tem a segunda menor alíquota fixa de IPTU entre as capitais e figura entre as mais competitivas do país

Cuiabá se consolida como uma das capitais mais competitivas do país em política tributária, ao ocupar a segunda menor alíquota fixa de IPTU entre todas as capitais brasileiras, com percentual de apenas 0,40%, ficando atrás somente de Rio Branco. O modelo garante previsibilidade ao contribuinte, evita aumentos automáticos e mantém a capital mato-grossense também no Top 10 nacional entre as menores alíquotas iniciais, mesmo quando comparada a cidades que adotam sistemas progressivos, onde o imposto pode multiplicar várias vezes conforme o valor do imóvel.

Além disso, o município adota teto de reajuste de até 20% para 2026, programas de descontos que podem reduzir significativamente o valor final do imposto e mecanismos de proteção ao contribuinte, reforçando um ambiente de equilíbrio fiscal, justiça tributária e competitividade econômica.

Teto de reajuste amplia a proteção ao contribuinte

O Decreto nº 11.665/2025 estabelece que nenhum imóvel terá aumento superior a 20% no IPTU de 2026, em relação ao valor pago em 2025. Quando o cálculo técnico indicar reajuste maior, o sistema aplica automaticamente desconto para adequar o valor ao teto.

Parte dos imóveis terá reajustes inferiores ao limite, outros permanecerão estáveis e alguns poderão registrar redução, conforme características e localização.

Para manter o desconto do teto, o imposto deve ser quitado integralmente até 31 de dezembro de 2026. Em caso de inadimplência, o benefício é perdido. Os boletos serão emitidos exclusivamente em formato digital, com liberação prevista a partir de março.

Além do teto, o contribuinte pode acumular outros benefícios.

No programa de incentivo à emissão de Nota Fiscal de Serviços (Nota Cuiabana), os créditos são calculados sobre o ISS efetivamente recolhido.

Os créditos podem abater até 30% do valor do IPTU, inclusive em imóvel que não esteja no nome do titular do CPF.

Já o IPTU Sustentável concede desconto direto no imposto para imóveis que adotam práticas ambientais. Cada medida comprovada garante redução de 2,5%, podendo chegar a até 25% de abatimento.



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Copom abre 2026 mantendo a Selic em 15%, a 2ª maior taxa real do mundo – CartaCapital

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O Comitê de Política Monetária do Banco Central decidiu nesta quarta-feira 28, por unanimidade e pela quinta vez seguida, manter a taxa básica de juros em 15% ao ano. É o nível mais alto da Selic desde julho de 2006 e a segunda maior taxa real de juros no mundo, de acordo com um monitoramento das consultorias MoneYou e Lev Intelligence.

Os diretores sinalizaram, porém, que podem reduzir a taxa básica de juros na sua próxima reunião, em 17 e 18 de março.

Para calcular o índice real, leva-se em conta a taxa de juros “a mercado” — um referencial do que seriam juros tomados em uma operação real — e a inflação projetada para os 12 meses seguintes.

O Brasil tem uma taxa real de 9,23%, atrás apenas da Rússia, com 9,88%. Completam o top cinco Argentina, com 7,63%; Turquia, com 6,45%; e México, com 5,39%. O menor índice é o do Japão, de -1,18%.

Ao anunciar a decisão desta quarta-feira, o BC afirmou haver “elevada incerteza” no atual cenário, o que exigiria cautela na condução da política monetária. Disse também que a estratégia em curso é adequada para levar a inflação de volta à meta.

“O Comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, iniciar a flexibilização da política monetária em sua próxima reunião, porém reforça que manterá a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta”, diz o comunicado divulgado.

Segundo o Copom, o compromisso com a meta de inflação “impõe serenidade quanto ao ritmo e à magnitude do ciclo, que dependerão da evolução de fatores que permitam maior confiança no atingimento da meta para a inflação no horizonte relevante para a condução da política monetária”.

No cenário externo, diz a nota, a incerteza resulta da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, o que demanda cautela por parte de países emergentes. Já no front doméstico, de acordo com o Comitê, há uma moderação no crescimento da atividade econômica, mas o mercado de trabalho “ainda mostra sinais de resiliência”.

Boletim Focus da última segunda-feira 26, publicado pelo BC após ouvir instituições financeiras, aponta que a estimativa de inflação para 2025 recuou de 4,02% para 4%. A meta é de 3%, com um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima (4,5%) ou para baixo (1,5%).

Horas antes de o Copom anunciar o resultado da reunião, a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), havia defendido o início de um ciclo de corte nos juros. “Acho um absurdo o juro continuar nesse patamar”, afirmou, em café da manhã com jornalistas. “Isso tem um efeito direto: o aumento da dívida pública brasileira. E, ao mesmo tempo, há gente defendendo corte de pessoal para reduzir a relação dívida/PIB.”

Quando o Copom decide aumentar a Selic ou mantê-la em níveis elevados, o objetivo é desaquecer a demanda para, em tese, conter a inflação: os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança, razão pela qual também dificultam a expansão da economia.

Ao reduzir a taxa, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

A primeira reunião de 2026 ocorreu com o Comitê desfalcado de dois diretores, uma vez que se encerraram em 31 de dezembro os mandatos de Renato Dias de Brito Gomes, da Organização do Sistema Financeiro, e Diogo Abry Guillen, da Política Econômica.

Cabe ao presidente Lula (PT) indicar e ao Senado aprovar os dois substitutos — o petista, porém, ainda não encaminhou ao Legislativo suas escolhas.

Os sete atuais integrantes do Copom foram nomeados por Lula — Gomes e Guillen eram os últimos remanescentes do governo de Jair Bolsonaro (PL). Veja a atual composição:

  • Nilton David
  • Ailton Aquino
  • Paulo Picchetti
  • Rodrigo Teixeira
  • Izabela Correa
  • Gilneu Vivan
  • Gabriel Galípolo

Saiba quando serão as próximas reuniões do Copom:

  • 17 e 18 de março
  • 28 e 29 de abril
  • 16 e 17 junho
  • 4 e 5 de agosto
  • 15 e 16 de setembro
  • 3 e 4 de novembro
  • 8 e 9 de dezembro

Confira os resultados de todos os encontros do Comitê desde o início do ano passado:

  • janeiro: de 12,25% para 13,25%;
  • março: de 13,25% para 14,25%;
  • maio: de 14,25% para 14,75%;
  • junho: de 14,75% para 15%;
  • julho: manutenção em 15%;
  • setembro: manutenção em 15%;
  • novembro: manutenção em 15%; e
  • dezembro: manutenção em 15%.



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Decisão do TJ-RJ sobre golpes com boletos acende alerta para consumidores e empresas

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Pensando no risco cotidiano que consumidores e clientes ficam expostos, o Jota desenvolveu funcionalidade que aumenta o controle sobre cobranças via DDA

Boletos falsos e cobranças indevidas deixaram de ser exceção e viraram parte do risco cotidiano de quem paga contas no Brasil. Em meio a esse cenário, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) decidiu recentemente rejeitar uma ação que tentava responsabilizar os bancos por fraudes com boletos adulterados, entendendo que se trata de um “fortuito externo”, fora dos sistemas das instituições. Embora, por ora, essa decisão esteja restrita a um processo julgado no Rio de Janeiro, acende um alerta nacional: consumidores e empresas precisam redobrar a atenção, já que  a conta do golpe tende a ficar cada vez mais com o pagador.

“Mesmo com o avanço do Pix, o boleto bancário continua sendo um dos meios de pagamento mais utilizados no Brasil, principalmente para o empreendedor.  Nesse volume e no ritmo acelerado do dia a dia, o golpe do boleto falso encontra espaço para se espalhar: golpistas enviam cobranças indevidas que imitam boletos legítimos, e um simples descuido na conferência das informações já é suficiente para que pessoas físicas e empresas paguem cobranças que não correspondem a uma relação real de consumo. Esse contexto torna ainda mais importante a existência de soluções que ajudem a identificar cobranças suspeitas e a reduzir os riscos”, comenta Davi Holanda, fundador e CEO do Jota, assistente financeiro e pessoal com inteligência artificial conversacional que funciona diretamente no WhatsApp.

Aliado cada vez mais com as necessidades do usuário Jota desenvolveu uma funcionalidade integrada ao DDA (Débito Direto Autorizado) que permite identificar e ocultar automaticamente boletos emitidos por CNPJs não reconhecidos ou com histórico de baixa confiabilidade. “Nosso propósito é economizar tempo e dinheiro dos clientes, e isso inclui nos antecipar quando identificamos um furo como este onde nosso público fica exposto a tentativas de golpes e pagamentos indevidos”, completa Davi. A solução cria uma camada adicional de organização e prevenção, reduzindo a exposição a cobranças indevidas sem impedir que o cliente visualize ou pague boletos legítimos, caso deseje.

“Mais do que discutir de quem é a responsabilidade, o Jota parte do princípio de agir. Se há uma brecha que expõe o cliente a risco, a gente se antecipa e cria uma solução para reduzir o impacto. Criamos um mecanismo que ajuda o usuário a tomar decisões melhores, com menos ruído e mais segurança no dia a dia financeiro”, finaliza o CEO do Jota.



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Acusado de liderar desvio de R$ 21 mi no TJ, empresário insiste em trancar ação citando ex-vereador de Cuiabá

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O empresário João Gustavo Ricci Volpato, principal alvo da Operação Sepulcro Caiado, deflagrada contra desvio de R$ 21 milhões da conta única da Corte, ajuizou recurso ordinário contra ordem do Tribunal de Justiça (TJMT) que negou trancar a ação penal em face dele sob alegação de fracionamento do processo, uma vez que o ex-vereador Luís Cláudio, acusado do mesmo esquema, não foi incluído na mesma denúncia. Recurso foi assinado pelo advogado Pedro Henrique Ferreira Marques nesta segunda-feira (26).

Leia mais: Após receber R$ 1,2 milhão em emendas de Chico, empresário cuiabano sacou e ‘pulverizou’ R$ 635 mil em dinheiro vivo; confira

A defesa de João, acusado de liderar as fraudes por meio das empresas Labor Fomento Mercantil Ltda. e RV Empresa de Cobrança Ltda, buscava suspender ou trancar a ação proveniente da operação, com a cassação do despacho que recebeu a denúncia, argumentando que ocorrera um fracionamento indevido na persecução penal, pois o ex-vereador e então servidor do TJMT, Luís Cláudio, já era investigado pelos mesmos fatos há pelo menos dois meses antes, mas não foi incluído na acusação.

Acusação foi acolhida pela 7ª Vara Criminal de Cuiabá no dia 13 de novembro, determinando citação dos alvos para apresentação de resposta no prazo de 10 dias.

Segundo o advogado, a imputação contra João Ricci foi oferecida precocemente, uma vez que Luis Claudio já era investigado desde setembro, conforme documentos oficiais, mas não foi incluído na denúncia contra Volpato e os demais.

O fato de Luis responder processo sigiloso separado prejudicaria o exercício da ampla defesa de João Gustavo, sobretudo porque este fora apontado como líder da organização criminosa. Desta forma, o fracionamento prejudicaria a individualização das condutas, essencial em crimes de organização criminosa. Por isso pediu a suspensão imediata da tramitação da ação em relação à João e, no mérito, a concessão definitiva da ordem para determinar o trancamento.

“A denúncia imputa ao recorrente a condição de líder da organização criminosa. Entretanto, questiona-se à raia retórica: como pode a defesa técnica refutar esta imputação se desconhece qual foi a efetiva participação de Luis Claudio, servidor público do TJMT, que poderia, em tese, ocupar posição hierárquica superior na suposta estrutura criminosa? A resposta é simples: não pode”, questionou o advogado.

Em dezembro do ano passado, o Tribunal, sob relatoria da desembargadora Juanita Cruz Clait Duarte, da Terceira Câmara Criminal, negou seguimento a habeas corpus, sustentando que o princípio da indivisibilidade não se aplica neste caso, uma vez que o Ministério Público tem a legitimidade para oferecer acusações em momentos distintos. Além disso, a decisão observou que o crime de peculato não sofre prejuízo, pois outro servidor público já integra o polo passivo da ação penal em questão.

“No mesmo sentido, o Superior Tribunal de Justiça reafirma que o princípio da indivisibilidade não se estende à ação penal pública, reconhecendo ao Ministério Público — na condição de dominus litis — a prerrogativa de aditar a denúncia até a sentença final ou, se entender pertinente, oferecer nova peça acusatória em momento posterior, sem que disso resulte qualquer nulidade”, anotou a desembargadora, que foi seguida pela unanimidade da câmara.

Agora, com o recurso ordinário, o Tribunal deverá examinar as novas manifestações defensivas para decidir se tranca ou não o inquérito da operação.

Ainda em novembro, Luis Cláudio foi exonerado do Tribunal e teve acusação acolhida. A decisão integra as investigações da Sepulcro Caiado. Deflagrada pela Polícia Civil em 30 de julho de 2025, a ofensiva busca desarticular um sofisticado esquema de fraudes contra o Poder Judiciário estadual.

O prejuízo confirmado ao TJMT já soma R$ 11 milhões, mas pode chegar a pelo menos R$ 21 milhões, considerando que apenas 17 processos foram analisados até agora em um esquema com potencial para atingir centenas de ações fraudulentas.

As investigações apontam a existência de uma associação criminosa estruturada, com divisão de tarefas e utilização sistemática do Judiciário para obtenção de vantagens ilícitas. O grupo operava com elevado grau de sofisticação e aparente confiança na impunidade, o que teria favorecido a repetição e ampliação das fraudes.

No último dia 22 de outubro, o promotor Adriano Alves, chefe do Gaeco, denunciou o empresário e líder do grupo João Gustavo Ricci Volpato, os advogados Wagner Vasconcelos e Melissa Vasconcelos, a mãe de João, Luíza Rios Volpato, os advogados Themis Lessa, Régis Poderoso de Souza, Rodrigo Marinho e João da Costa Neto, Denise Alonso e o servidor do TJMT Mauro Ferreira Filho e o empresário Augusto Ricci Volpato.

Se livraram da acusação Flávia de Oliveira Santos Volpato, Julia Maria Assis Asckar Volpato, Guilherme Porto Corral, Keyyly Gonçalves Martinez, Eva da Guia Magalhães e Cláudia Regina Dias de Amorim Del Barco Correa.
 



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