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Conhece o RDC? “Primo” do CDB das cooperativas cresce como opção na renda fixa

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A busca por segurança e rentabilidade em um cenário de juros altos está levando os investidores brasileiros a migrar parte de seus recursos dos bancos tradicionais para as cooperativas de crédito. Dados divulgados nesta semana pelo Sicoob confirmam essa tendência: a carteira de renda fixa da instituição saltou 17% em apenas nove meses, passando de R$ 187,9 bilhões em dezembro de 2024 para R$ 219,9 bilhões em setembro de 2025.

O grande protagonista desse crescimento não é um produto bancário comum, mas sim o RDC (Recibo de Depósito Cooperativo), que hoje representa 81% de toda a carteira da instituição. Mas o que explica esse movimento de R$ 32 bilhões em novos aportes em pouco tempo?

Segundo especialistas ouvidos pelo InfoMoney, a combinação de segurança – que se torna item indispensável enquanto investidores enfrentam problemas com CDBs – e mecânica diferente de remuneração ajuda a explicar o crescimento desse ativo de renda fixa. 

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“Primo do CDB”

O RDC funciona de maneira similar ao conhecido CDB (Certificado de Depósito Bancário). O investidor empresta dinheiro à instituição e recebe juros por isso. Porém, há uma diferença estrutural fundamental. “O RDC é, na prática, o ‘primo’ do CDB. A principal diferença é que, ao investir em um RDC, você se torna um cooperado, ou seja, um dos ‘donos’ da instituição. No CDB, você é apenas um credor do banco”, explica Matheus Cabral, Private Banker da Guardian Capital.

Essa diferença de status muda o jogo na hora de calcular o lucro. Enquanto nos bancos o lucro fica com os acionistas, nas cooperativas o excedente financeiro – chamado de sobras – é devolvido aos cooperados proporcionalmente ao seu relacionamento.

Otávio Araújo, consultor sênior da Zero Markets Brasil, ilustra como isso impacta o bolso do investidor: “a rentabilidade contratada do RDC, de, por exemplo, 98% do CDI, somada às sobras, pode elevar o retorno efetivo para 135% do CDI em alguns casos, superando CDBs tradicionais que não distribuem esses lucros.”

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Alternativa pós-crise dos bancos médios

O crescimento da base de investidores do Sicoob — que passou de 1,54 milhão para 1,67 milhão de cooperados investidores — também reflete um movimento de cautela. Com as recentes liquidações extrajudiciais do Banco Master e do Will Bank, citados pelos especialistas como exemplos de alerta, o investidor passou a buscar solidez.

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A dúvida comum é: sair de um banco para uma cooperativa é seguro? Francisco Reposse Junior, diretor comercial e decanais do Sicoob, garante que a proteção é equivalente. “O RDC é protegido pelo FGCoop, que oferece as mesmas regras de cobertura do FGC dos bancos tradicionais (até R$ 250 mil por CPF). Embora sejam fundos distintos, na prática, o FGCoop cumpre o mesmo papel, garantindo solidez.”

Araújo destaca ainda uma vantagem técnica do FGCoop sobre o FGC: a inexistência do teto global de R$ 1 milhão a cada 4 anos. “Isso permite maior diversificação entre cooperativas, trazendo tranquilidade para investidores com patrimônio maior”, pontua.

Além do RDC, o Sicoob reportou um crescimento robusto em seus fundos de investimento, cujo patrimônio líquido saltou 346% desde 2023, atingindo R$ 1 bilhão. Para Mario Sergio Dornas, diretor de gestão de recursos de terceiros do Sicoob, isso mostra a democratização do acesso. “Quase 99% dos recursos dos fundos de varejo estão alocados no Fundo DI, reforçando a busca por liquidez e estabilidade”, afirma.

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Apesar das vantagens, os especialistas alertam que nem todas as cooperativas são iguais. A análise exige atenção indicadores específicos. “O investidor deve analisar o Índice de Basileia, que indica a solidez de capital, e o nível de inadimplência”, orienta Reposse.

Otávio Araújo complementa dizendo que a transparência é chave: “o investidor deve estar atento aos relatórios anuais. É possível verificar o rating de sistemas como Sicredi e Sicoob, que geralmente possuem classificações elevadas de agências de risco.”

Sérgio Samuel dos Santos, economista e especialista em fundos e previdência do Sistema Ailos, diz que “independentemente do tipo de investimento que se faça, é sempre muito importante realizar uma análise sobre a reputação, confiança e solidez financeira da instituição em que você está investindo”. 



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Ala do Senado aposta em investigação do Master via comissão

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Uma ala da cúpula do Senado Federal aposta em mirar o caso do Banco Master não por uma comissão parlamentar de inquérito, como tenta emplacar a oposição, mas por meio de um grupo de trabalho já criado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

Há ao menos três pedidos para a instalação de comissões parlamentares de inquérito: uma na Câmara; outra no Senado, encabeçada por Eduardo Girão (Novo-CE) e há ainda um pedido de comissão mista – uma CPMI – no Congresso. Essa última foi proposta pelo deputado Carlos Jordy (PL-RJ).

Na primeira quinzena do ano, paralelamente a esses pedidos, o presidente da CAE, Renan Calheiros (MDB-AL), baixou uma instrução normativa criando um grupo de trabalho composto por 8 senadores para acompanharem as investigações “relacionadas aos fatos e condutas atribuídas ao Banco Master”.


Quem participa do grupo de trabalho do Banco Master

  • Fernando Farias (MDB-PE);
  • Eduardo Braga (MDB-AM);
  • Espiridião Amin (PP-SC);
  • Randolfe Rodrigues (PT-AP);
  • Alessandro Vieira (MDB-SE);
  • Leila Barros (PDT-DF);
  • Damares Alves (Republicanos-DF);
  • Soraya Thronicke (Podemos-MS);
  • Omar Aziz (PSD-AM)

A iniciativa, que agrupa governistas em sua maioria, poderá realizar a apresentação de requerimentos de convocação de autoridades envolvidas, requerimentos de informação e apresentação de proposições legislativas – em termos semelhantes aos de uma CPI.

Ao Metrópoles, líderes partidários disseram que o ano legislativo deverá começar com o caso da fraude bancária no centro das discussões. Senadores avaliam que o colegiado terá a mesma força que uma CPI, mas, de certa maneira, sem a mesma espetacularização.

O presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) tem demonstrado incômodo ao longo do último ano a respeito da condução e resultados das comissões parlamentares de inquérito, especialmente depois da ida da influencer Virginia Fonseca à CPI das Bets.

Ante a pressão para a instalação de alguma CPI que mire o Master, o grupo de trabalho também é visto como uma forma de aliviar os ânimos e ter trabalhos mais sóbrios- embora aliados ainda avaliem haver a possibilidade de Alcolumbre instalar alguma das duas comissões de inquérito.



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Nikolas encerra ato em Brasília com recado ao STF e sem citar vítimas de raio

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O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e seus apoiadores fazem caminhada em direção a Brasilia

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) encerrou neste domingo (25) em Brasília a caminhada que iniciou na última segunda-feira (19) num protesto pela anistia de Jair Bolsonaro (PL). O ato que foi planejado para recepcionar o parlamentar, numa área central da capital federal, acabou ofuscado por um raio que atingiu o local e deixou pelo menos 89 feridos, sendo 47 encaminhados a hospitais.

A direita apostava no ato para mobilizar os apoiadores a pressionar o STF (Supremo Tribunal Federal) pela libertação do ex-presidente, preso após ser condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pela tentativa de golpe de Estado.

Apenas Nikolas discursou. O pastor Silas Malafaia, que era esperado, não compareceu. Em sua fala, o parlamentar mandou recados ao STF (Supremo Tribunal Federal) e à cúpula do Congresso, e ignorou as vítimas da descarga atmosférica no local.

“Uma pessoa que tem sido omissa neste país se chama Davi Alcolumbre. Nós queremos, Davi, a instalação da CPMI do INSS e da CPMI do Banco Master”, afirmou Nikolas.

Mais tarde, o parlamentar foi ao Hospital de Base do Distrito Federal, unidade de saúde que recebeu 27 dos feridos no incidente. Visitou pacientes e posou para fotos, cujas imagens foram divulgadas em suas redes sociais.

“Fiz questão de vir aqui pessoalmente, mesmo após 255 quilômetros rodados. Aconteceu um incidente natural. Não foi por irresponsabilidade nossa, não foi falta de organização, não foi tumulto. Foi literalmente algo que foge do nosso controle. Não poderia deixar de vir aqui prestar nossa solidariedade”, disse.

 

Levantamento do Monitor do Debate Político do Cebrap e a ONG More in Common calculou que a manifestação reuniu 18 mil pessoas. A contagem foi feita a partir de fotos aéreas realizadas em dois horários diferentes —às 10h45 e às 15h15— e do uso de um software de inteligência artificial. A margem de erro é calculada em 12%. Segundo o levantamento, no momento de pico, às 15h15, o público variou entre 15,8 mil e 20,1 mil participantes.

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal estimou que a caminhada do Plano Piloto até a Praça do Cruzeiro reuniu mais de 50 mil pessoas. Segundo o órgão, três fatores dificultaram a contagem: a chuva intensa, a alta circulação e a cobertura (guarda-chuvas).

Nikolas saiu de Paracatu na segunda-feira (19) rumo a Brasília com o objetivo de fazer um ato pela anistia de Bolsonaro e para pressionar para que ele ao menos seja transferido do regime fechado para o domiciliar.

“Alexandre de Moraes, o Brasil não tem medo de você. Lula, o Brasil não tem medo de você”, gritou do alto de um carro de som para que os apoiadores repetissem.

O deputado também mandou recado aos próprios apoiadores para que não descessem à Esplanada para evitar tumulto. “Ninguém, absolutamente ninguém, deve descer na Esplanada”, disse.

A primeira-dama Michelle Bolsonaro não compareceu ao ato. Ela encontrou Nikolas pela manhã em um local onde ele pernoitou. Fez uma oração com os apoiadores e disse que precisava sair para fazer almoço para o marido.

Flávio Bolsonaro também não foi, por estar em Jerusalém, mas declarou apoio ao ato nas redes sociais.

Quem esteve presente no ato foi o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, com um blusa amarela e capa de chuva.

 

O ato foi criticado pela esquerda. O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) afirmou que Nikolas foi irresponsável durante a caminhada e que vai pedir à PF que investigue se houve alguma culpa pelo incidente com o raio.

“[Nikolas] Saiu caminhando pela BR-040 sem comunicar Polícia Rodoviária Federal ou autoridades competentes. Fechou pista, ocupou a via, teve até helicóptero pousando na borda da estrada. Brincou com a vida das pessoas”, disse.

A caminhada reuniu pessoas de diferentes regiões, que iniciaram o trajeto em pontos distintos. A reportagem conversou com participantes que chegaram de bicicleta e também a pé, muitos deles carregando cartazes com frases como “Fora Lula!”, “Fora Moraes!”, “BolsoTrump” e “Acorda Brasil!”.

À medida que o ato avançava, outros manifestantes aguardavam nas proximidades da praça do Cruzeiro, vestindo camisetas amarelas e verdes e exibindo faixas contra o presidente Lula e o ministro do STF Alexandre de Moraes.

O público era diverso, com adultos, crianças, idosos e pessoas com deficiência, incluindo cadeirantes.

Com a chegada de Nikolas e de outros parlamentares, parte dos participantes subiu em árvores e cadeiras para tentar vê-los e acompanhar o discurso.

Durante o ato, os manifestantes fizeram orações, cantaram o Hino Nacional e entoaram palavras de ordem repetidas pelo deputado, como “Alexandre de Moraes, o Brasil não tem medo de você” e “Lula, o Brasil não tem medo de você, porque o Brasil acordou”.

O empresário André Ricardo Gomes Natário afirmou ter percorrido cerca de 50 quilômetros, de Luziânia (GO) até a praça do Cruzeiro, para participar do ato. Segundo ele, está há 20 anos envolvido em mobilizações ligadas ao conservadorismo.

“É uma questão de princípios de família e de religião. Desde que me casei, vejo a educação sendo manipulada, com pessoas sendo formadas de uma maneira diferente”, disse.

O evento terminou por volta das 15h30, após o discurso do deputado.





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MS: carro com família capota ao tentar desviar de buraco em rodovia

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MS: carro com família capota ao tentar desviar de buraco em rodovia



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BOMBEIROS

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) atendeu, no sábado (24.1), três ocorrências de acidentes de trânsito em diferentes municípios do Estado.

Os atendimentos envolveram uma colisão entre dois veículos de passeio, um carro que bateu contra uma árvore em via urbana e o tombamento de uma carreta com incêndio na carga. As situações exigiram a atuação de equipes de resgate, atendimento pré-hospitalar e combate a incêndio.

O primeiro atendimento ocorreu no início da tarde, em Sorriso (a 397 km de Cuiabá), quando equipes do 5º Batalhão de Bombeiros Militar (5º BBM) foram acionadas, via 193, para atender a uma colisão entre dois veículos de pequeno porte no cruzamento das avenidas Imigrantes com Noêmia Dal Molin, no bairro Vila Rica.


 

No local, foi constatada a presença de sete vítimas, sendo quatro adultos e três crianças. Todas foram avaliadas pelas equipes de atendimento pré-hospitalar, apresentando, em sua maioria, escoriações leves e estado de abalo emocional. Uma mulher encontrava-se presa no interior de um dos veículos e precisou ser retirada com o uso de técnicas específicas de resgate.

Após os atendimentos, as vítimas foram encaminhadas ao Hospital Regional e à Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Outro adulto e duas crianças também estavam envolvidos na ocorrência, porém foram conduzidos por terceiros diretamente ao hospital antes da chegada dos bombeiros.

Ainda durante a tarde, por volta das 16h20, o CBMMT foi novamente acionado para atender a uma ocorrência de trânsito, desta vez na MT-130, km 106, em Primavera do Leste (a 243 km de Cuiabá). A equipe da 6ª Companhia Independente de Bombeiros Militar (6ª CIBM) encontrou no local uma carreta bitrem tombada, com foco de incêndio em parte da carga, composta por fardos de algodão, sendo aproximadamente 15 fardões atingidos pelas chamas.


 

As equipes realizaram o combate ao incêndio com o uso de água, além do isolamento dos fardos atingidos, a fim de evitar a propagação do fogo para o restante da carga e para a vegetação adjacente.

Durante a atuação, parte da via precisou ser interditada e devidamente sinalizada, garantindo a segurança dos usuários da rodovia e das equipes em operação. O condutor do veículo não sofreu ferimentos e permaneceu no local, acompanhado por funcionários da empresa, aguardando a chegada da seguradora.

Já no período da noite, por volta das 20h58, o 2º Pelotão Independente de Bombeiros Militar (2º PIBM), em Água Boa (a 635 km de Cuiabá), foi acionado pela Polícia Militar para atender a uma ocorrência de acidente de trânsito no cruzamento das avenidas Araguaia com Roncador. No local, foi constatado que o condutor perdeu o controle do veículo, saiu da via e colidiu contra uma árvore no canteiro central.

O motorista foi encontrado fora do veículo, consciente e orientado, apresentando sangramento nasal, ferimento na cabeça e queixas de dor na região das costas.

Após a realização dos primeiros atendimentos e dos procedimentos de imobilização, conforme protocolo de atendimento pré-hospitalar, a vítima foi encaminhada ao Hospital Regional de Água Boa para avaliação médica.


 



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CMI promove ação lúdica com pintura facial e transforma espera das crianças em momento de acolhimento | Notícias

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), realizou no Centro Médico Infantil (CMI) uma ação lúdica de pintura facial voltada às crianças atendidas na unidade. A iniciativa foi desenvolvida pela equipe multiprofissional e pelo setor de Psicologia do CMI e tem como objetivo tornar o ambiente mais leve e acolhedor para os pequenos pacientes e seus acompanhantes.

A atividade aconteceu na sala multiprofissional e envolveu tanto crianças que aguardavam atendimento quanto pacientes que estavam em observação prolongada. A proposta é simples, mas com grande impacto: transformar a espera, que muitas vezes é marcada por ansiedade e medo, em um momento de distração, alegria e conforto.

“A pintura foi realizada na sala multiprofissional, com atividades em conjunto com a equipe. Participaram tanto crianças que estavam aguardando atendimento, quanto uma criança que já estava em observação prolongada. Isso muda completamente o clima do ambiente”, destacou a equipe responsável pela ação.

Além dessa atividade, a unidade desenvolve outras ações lúdicas e terapêuticas na sala multiprofissional, com propostas que envolvem brincadeiras, atividades educativas e dinâmicas voltadas ao bem-estar das crianças durante o período de permanência no CMI.

Para a secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, ações como essa reforçam a proposta do Centro Médico Infantil de oferecer um atendimento mais humanizado e atento às necessidades das crianças e das famílias.

“O Centro Médico Infantil foi pensado para oferecer não apenas estrutura e atendimento de qualidade, mas também um ambiente mais leve para as crianças. Essas ações ajudam a diminuir o medo, a ansiedade e tornam a passagem pelo hospital menos difícil para os pequenos e para os pais”, ressaltou a secretária.

A ação acontece em um momento de resultados expressivos do CMI. No primeiro mês de funcionamento, entre 19 de dezembro e 19 de janeiro, a unidade realizou 3.733 atendimentos médicos e 498 atendimentos odontológicos, número quase cinco vezes maior que a previsão inicial, que era de cerca de 800 atendimentos mensais.

A faixa etária com maior número de atendimentos foi a de crianças de 0 a 2 anos, o que reforça o papel estratégico do CMI no cuidado com a primeira infância.

Inaugurado oficialmente no dia 18 de dezembro e aberto ao público no dia seguinte, o Centro Médico Infantil passou a organizar os fluxos de atendimento pediátrico, contribuindo diretamente para desafogar as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e demais portas de urgência e emergência da capital.

Para garantir o funcionamento da unidade e da rede de apoio, foram mobilizados cerca de 450 profissionais, entre médicos pediatras, enfermeiros, técnicos de enfermagem, odontopediatras, psicólogos, assistentes sociais, farmacêuticos, recepcionistas, vigilantes e equipes de apoio.

O CMI conta com 28 leitos, seis consultórios médicos, duas salas de triagem, salas vermelha, amarela e verde, consultório odontológico 24 horas, além de farmácia, setor de regulação e diversos outros espaços de suporte.

O pronto atendimento foi projetado com ambientação lúdica e acolhedora, proporcionando mais conforto às crianças e mais tranquilidade aos acompanhantes.



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Janaina foca em articulação de chapas e nega conhecimento sobre saída de Juarez: “acredito que permaneça”

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A deputada estadual e pré-candidata ao Senado Janaina Riva (MDB), que também preside o partido no estado, afirmou em entrevista nesta quarta-feira (21) que seu foco principal até 4 de abril é a articulação das chapas que concorrerão nas eleições de 2026. Esse é o prazo final para filiação partidária e para a desincompatibilização (afastamento) de ocupantes de alguns cargos públicos que desejam concorrer ao pleito. 

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Questionada sobre o planejamento de sua própria campanha ao Senado e sobre aproveitar o recesso para percorrer o estado, Janaina Riva afirmou que a prioridade atual é a formação das chapas.

“Agora, primeiro, é cuidar das chapas, que já é um desafio. Nós temos até 4 de abril para cuidar das chapas. Obviamente que vai ter uma viagem ou outra, mas, neste momento, a prioridade é focar nas chapas. Isso exige muito diálogo, conversa com deputados, fazer muita conta e bastante conversa de bastidores.”

A delação acontece em meio a fortes rumores sobre uma possível saída dos deputados Juarez Costa e Emanuelzinho do partido. Ela, no entanto, negou ter recebido qualquer declaração sobre a saída dos parlamentares. 

Ela destacou especialmente Juarez, que considerou ser um dos maiores puxadores de votos do partido e que qualquer legenda gostaria de ter.

“Eu ainda acredito que o Juarez permaneça no partido. Ele não disse ainda, para mim, que vai sair. E eu não vi declaração dele na imprensa dizendo que vai sair. O que ele disse é que, se o partido não tiver chapa, ele sairia, mas que a vontade dele é permanecer. E o partido vai ter chapa”, comentou. 

“E aí vai depender dele, ficar ou não ficar no partido. Mas, sem dúvida nenhuma, ele é o grande puxador de votos em qual partido ele estiver. Na minha opinião, é um dos deputados mais votados do Estado”, finalizou. 



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Ato de Nikolas Ferreira em Brasília reúne 18 mil pessoas – CartaCapital

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A manifestação liderada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) neste domingo 25, em Brasília, reuniu cerca de 18 mil pessoas, segundo o Monitor do Debate Político, formado por pesquisadores da Universidade de São Paulo.

A direção-geral do Monitor é dos pesquisadores da USP Márcio Moretto e Pablo Ortellado.

Nikolas e outros bolsonaristas chegaram neste domingo à Praça do Cruzeiro, em Brasília, após percorrem um trajeto de cerca de 240 quilômetros desde Minas Gerais. Uma das pautas é o pedido de liberdade para Jair Bolsonaro (PL) e outros golpistas condenados pelo Supremo Tribunal Federal.

Considerando a margem de erro de 12% no monitoramento, havia no momento de pico da manifestação entre 15,8 mil e 20,1 mil participantes. Os pesquisadores realizaram a contagem a partir de fotos aéreas analisadas com software de inteligência artificial.

A estimativa se baseia em 24 fotos registradas em dois momentos (10h45 e 15h15). Os pesquisadores selecionaram sete imagens do segundo horário — o pico da aglomeração — que cobriam toda a extensão do ato, sem sobreposição.

Em seu discurso, além de mirar o governo Lula (PT) e o STF, Nikolas alegou que o Nordeste, onde o presidente tem muita força eleitoral, “vai ser livre e vai acordar”.

Por volta das 13h, a descarga de um raio atingiu a área da Praça do Cruzeiro. Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estavam reunidos perto do Memorial JK, no Eixo Monumental, sob forte chuva.

Segundo o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal informou à TV Globo, 72 pessoas receberam algum tipo de atendimento. Do total, 24 foram encaminhadas a hospitais, incluindo oito em estado grave. Treze pacientes foram para o Hospital de Base do DF e onze para o Hospital Regional da Asa Norte.



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Raio atinge apoiadores de Nikolas que aguardavam ato em Brasília

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<br /> Raio atinge apoiadores de Nikolas que aguardavam ato em Brasília





Raio atinge apoiadores de Nikolas que aguardavam ato em Brasília



































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‘Talvez não tenha sido o ideal, mas, como diz o ditado, o ótimo é inimigo do bom’, diz Max sobre revisão acima da inflação

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O presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB), avaliou como positiva a elevação de 1,14% conquistada pelos deputados da base junto ao governador Mauro Mendes (União), que elevou o percentual da Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores estaduais para 5,40%. Segundo ele, este foi o primeiro ano, em sete anos de gestão, em que o governo concedeu um reajuste acima da inflação.

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A RGA aprovada pelo parlamento superou o índice inflacionário de 4,26%, medido pelo IPCA, e também ficou acima do reajuste concedido pelo governo federal aos servidores da União, que foi de 5%. Para Russi, o resultado representa um avanço relevante dentro das limitações fiscais do Estado.

“Eu particularmente estou muito feliz, porque em sete anos do governo, é o primeiro ano que a gente consegue um índice acima da inflação, acima do que já era pactuado e estamos dando um aumento acima do governo federal, o governo federal foi 5%, nós estamos dando 5,4%”, afirmou.

O deputado reconheceu que o percentual ainda está distante do que os servidores reivindicam, especialmente diante do passivo acumulado de RGAs não concedidas em anos anteriores, mas ressaltou que houve avanço em relação à proposta inicial do Executivo.

“Talvez não o ideal, e muitas vezes tem um ditado que diz que o ótimo é inimigo do bom, mas nós avançamos”, disse.

Russi destacou ainda que a atuação unificada da Assembleia foi determinante para garantir o reajuste maior e evitar prejuízos aos servidores. Segundo ele, sem o acordo, a reposição poderia ser atrasada. 

“Saímos de 4,26% para 5,40% e a base do governo esteve unida para conseguir esse avanço, porque senão o servidor não receberia no meio de janeiro e só teria a reposição em março”, completou.

A nova proposta de RGA foi aprovada em sessão extraordinária e deve ser aplicada ainda na folha de pagamento, enquanto seguem as discussões sobre mecanismos para o reconhecimento e quitação das perdas salariais acumuladas ao longo dos últimos anos.



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