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Marcando novo momento da Pier Seguradora, Camila Kataguiri assume como CEO

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Executiva (na foto em destaque) sucede o fundador Igor Mascarenhas no comando da companhia e passa a liderar uma nova fase de ampliação e maturidade da insurtech

Pierseguradora com a missão de mudar a relação dos brasileiros com os seguros, anuncia que Camila Kataguiri, até então co-CEO da companhia, assume oficialmente o cargo de CEO da insurtech, posição antes ocupada pelo fundador Igor Mascarenhas. A mudança marca um novo momento da empresa, de maior maturidade, estruturação e foco em um ciclo de crescimento sustentável, com fortalecimento da posição no mercado. Trabalhando dessa forma, a empresa pretende encerrar 2026 com mais de 50% de crescimento.

“Nosso objetivo é fortalecer ainda mais a Pier como referência em tecnologia no setor de seguros. Somos pioneiros no uso de inteligência artificial e vamos seguir aprofundando a aplicação em toda a jornada do seguro, ao mesmo tempo em que avançamos de forma estruturada no canal corretor e mantemos disciplina técnica na gestão de riscos e na precificação”, afirma Camila Kataguiri. “Esse movimento inclui a ampliação de parcerias estratégicas, o investimento contínuo em nossos agentes de IAs proprietários e em um time de alta performance, sempre com um foco claro: oferecer produtos cada vez mais eficientes”, completa a executiva.

Camila ingressou na Pier no início de 2022 como Chief Operating Officer (COO), quando a empresa havia encerrado 2021 com R$ 30 milhões de faturamento e dava seus primeiros passos no seguro automotivo. Desde então, foi responsável por estruturar a operação, profissionalizar a gestão e liderar a entrada no canal corretor, preparando a companhia para a escalada que levou o faturamento a R$ 250 milhões em 2025. Ao longo desse período, ampliou progressivamente sua atuação, o que resultou em sua nomeação como co-CEO em 2023, dividindo a presidência com Igor Mascarenhas e, assumindo também a liderança das áreas de tecnologia, dados, produto e marketing.

A partir dessa posição, passou a criar vantagens competitivas estruturais para a Pier, mantendo a tecnologia no centro da estratégia da companhia, aprofundando o uso de inteligência artificial, a sofisticação dos modelos de precificação e subscrição e o desenvolvimento de sistemas proprietários. Agora, com a mudança para o novo cargo, Camila passa a responder por toda a gestão do negócio, incluindo as áreas financeira, jurídica e de pessoas, além das frentes que já liderava. Mascarenhas permanece na Pier como acionista e chairman do Conselho de Administração.

“A sucessão na Pier foi cuidadosamente planejada pelo Igor, que sempre teve como objetivo construir um legado que fosse além da sua própria gestão. Desde que cheguei à companhia, há quatro anos, vivemos esse processo de transição de forma muito estruturada, garantindo alinhamento de valores e de visão de futuro. Isso foi essencial para que ele tivesse segurança em me passar esse legado”, comenta a CEO da seguradora.

Camila é a primeira CEO mulher da Pier e acredita também que essa nomeação será extremamente importante para a representatividade do setor. De acordo com a 5ª edição do estudo A Mulher no Setor de Seguros, lançado no ano passado pela Escola de Negócios e Seguros (ENS) com apoio da Sou Segura, as mulheres representam 55% da força de trabalho do setor. No entanto, nos cargos de direção, os homens ainda são maioria: atualmente, há dois diretores para cada diretora.

“Atuamos em um setor cuja liderança ainda é majoritariamente masculina e ocupar esse cargo tem um impacto que vai além da Pier, contribuindo também para a evolução do mercado segurador como um todo”, destaca a CEO da insurtech.

Pier encerrou 2025 com um recorde histórico de resultados, registrando crescimento de 60% em relação a 2024, com mais de 180 mil clientes e mais de 5 mil corretores cadastrados em sua plataforma. No último trimestre do ano, a companhia também lançou duas soluções de destaque no mercado: o Pier Scan e o Seguro Celular no canal corretor.



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DNA encontrado na urina do algoz de Raquel Cattani foi crucial para condenar irmãos Xavier pelo assassinato

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Material genético contido na urina de Rodrigo Xavier foi determinante para condenar ele e o irmão, Romero Xavier, pelo assassinato da produtora Raquel Cattani, executada a facadas na própria residência, na zona rural de Nova Mutum, no dia 18 de julho de 2024. Rodrigo foi o executar o crime, enquanto Romero, ex-marido da vítima, o autor intelectual. Eles foram condenados pelo Tribunal do Júri a 63 anos em regime fechado.
 
Leia mais: Órgão Especial confirma afastamento de juíza acusada no CNJ de acobertar feminicídio cometido pelo marido

Rodrigo foi condenado à pena de 33 anos sendo 30 anos o limite máximo de pena previsto na legislação penal brasileira, pelos crimes de homicídio e furto. Já Romero deve cumprir 30 anos e 3 meses de prisão em regime fechado, pena que corresponde, também, ao máximo legal. Na sentença, os jurados reconheceram que os irmãos cometeram o homicídio qualificado por motivo torpe, emprego de meio cruel, mediante emboscada e no contexto de feminicídio.

Dentre as provas colhidas pelo Ministério Público e pela autoridade policial, a acusação destacou no julgamento a evidência genética de Rodrigo, coletada na tampa do vaso sanitário no banheiro da casa de Raquel.

O material analisado revelou um perfil genético masculino compatível exclusivamente com o réu Rodrigo Mengarde, não havendo possibilidade técnica de pertencer a outra pessoa.

Ainda sobre as provas, os jurados examinaram as análises médico-legais que constataram que Raquel passou por momentos prolongados de extrema dor, angústia e falta de ar, enquanto sangrava intensamente. Mesmo diante desse quadro, o agressor prosseguiu com os golpes, o que, segundo o Ministério Público, evidencia a crueldade da ação.

De acordo com a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o crime ocorreu em 18 de julho de 2024, na residência da vítima na zona rural de Nova Mutum. A acusação sustentou que o homicídio foi um feminicídio, premeditado e executado com extrema crueldade.

Os promotores de Justiça João Marcos de Paula Alves e Andreia Monte Alegre Bezerra de Menezes atuaram no Tribunal do Júri. Eles destacaram a crueldade do crime e a consistência das provas reunidas ao longo da investigação.

O laudo pericial apontou que Raquel Cattani sofreu 40 facadas, em um ataque prolongado e violento. A promotora Andreia Monte Alegre Bezerra de Menezes descreveu em plenário o sofrimento da vítima, que, em um ato de desespero, “tentou se defender até arrancar os próprios cabelos”.

Para ela, o sucesso pessoal e profissional de Raquel, uma jovem de 26 anos, teria sido o motivo que incomodou o ex-marido, Romero, levando ao crime encomendado. 

“Raquel era uma jovem de 26 anos que sonhava que tinha um futuro promissor e esse sucesso incomodou. Como incomodou Romero o sucesso da Raquel”.

A sentença dos jurados foi validada pela juíza Ana Helena Alves Porcel Ronkoski, que presidiu o júri na 3ª Vara da Comarca de Nova Mutum. 



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BC divulga ranking de reclamações; saiba qual banco está em 1º lugar

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O mais novo ranking de reclamações sobre os serviços de bancos, financeiras e instituições de pagamentos foi divulgado pelo Banco Central. Quem encabeça a lista é o banco digital PicPay, com um índice de 55,52 pontos.

Segundo o BC, a medição é referente ao quarto trimestre de 2025 e leva em conta a quantidade de queixas e o número de clientes de cada instituição nesse período.

Dessa maneira, o PicPay teve 3.718 reclamações consideradas procedentes, de um total de 66,9 milhões de clientes.

Em segundo lugar ficou o Banco C6, com índice de 51,92 pontos, o que corresponde a 1.738 queixas procedentes e 33,4 milhões de correntistas. Em terceiro, o Bradesco teve índice de 43,89 pontos, que apesar de liderar em número absoluto de reclamações procedentes, com mais de 4,8 mil queixas, a instituição conta com 110 milhões de clientes, quantidade inferior aos dois primeiros colocados.

Do que os clientes reclamam mais

Operações com cartão de crédito lideram as reclamações mais frequentes. Os clientes reclamam, por exemplo, de cobranças indevidas em fatura ou que deveriam ter sido estornadas, além de compras não reconhecidas ou em duplicidade e inconsistências de dados na fatura.

A lista completa do rankig de reclamações das instituições financeiras pode ser conferida aqui. A reportagem entrou em contato com as instituições financeiras mencionadas e aguarda retorno.



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Prefeitura de Cuiabá valoriza potencial do turismo e aprimora formação no Curso de Condução de Pesca Esportiva

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Prefeitura de Cuiabá valoriza potencial do turismo e aprimora formação no Curso de Condução de Pesca Esportiva



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COMUNICADO – SECRETARIA DE EDUCAÇÃO – COMUNICADO – SECRETARIA DE EDUCAÇÃO

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A Secretaria Municipal de Educação, Esporte e Lazer, informa que, nesta sexta-feira (23.01), em razão de um problema em um transformador de energia não haverá atendimento presencial na secretaria.

No entanto a entrega de documentos do processo seletivo da educação seguem no modo on line. 

 

Os atendimentos presenciais serão retomados até a conclusão da manutenção.

 

Portanto o prazo estabelecido em edital, segue mantido e se encerra nesta sexta-feira (23.01).



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SESP

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Operação Lei Seca voltada exclusivamente para motocicletas, realizada na noite desta quinta-feira (22.1), em Cuiabá, terminou com quatro prisões, sendo duas por embriaguez ao volante e duas por adulteração de veículo. As abordagens ocorreram na Avenida Dante Martins de Oliveira (Avenida dos Trabalhadores), no bairro Residencial Santa Inês.

De acordo com o relatório final do Gabinete de Gestão Integrada (GGI) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), 243 veículos foram fiscalizados durante a ação e 244 condutores passaram pelo teste de alcoolemia (bafômetro). Além das prisões, foram aplicadas 60 multas, 46 motocicletas foram removidas ao pátio e uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) foi recolhida.

Ao todo, a operação expediu 77 Autos de Infração de Trânsito (AIT). Desses, 25 foram por falta de licenciamento ou registro do veículo, 19 por ausência da Carteira Nacional de Habilitação, três por consumo de álcool ao volante e dois por recusa em realizar o teste do bafômetro. As demais infrações envolveram irregularidades diversas previstas no Código de Trânsito Brasileiro.

A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública, sob a coordenação do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), e contou com a participação de equipes do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), Corpo de Bombeiros Militar (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) e Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

*Sob supervisão de Alecy Alves



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Diretor do BC nega ter sugerido ao BRB a compra de carteiras fraudadas do Master – CartaCapital

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O Banco Central saiu nesta sexta-feira 23 em defesa de seu diretor de Fiscalização, Ailton de Aquino, e negou que ele tenha sugerido ao então presidente do Banco de Brasília, Paulo Henrique Costa, a compra de carteiras fraudadas do Banco Master para ajudar a instituição de Daniel Vorcaro a resolver seus problemas de liquidez. A informação sobre a suposta recomendação foi publicada pela coluna de Malu Gaspar no jornal O Globo.

Em nota, o BC afirmou que Aquino foi o responsável por identificar inconsistências nas operações entre os bancos e por promover “de imediato” investigações que resultaram na liquidação do Master. “O diretor Ailton de Aquino afirma que, obviamente, jamais recomendou a aquisição de carteiras fraudadas”, diz o comunicado.

A Polícia Federal investiga suspeitas de que o Master criou carteiras de crédito falsas, posteriormente vendidas ao BRB por 12,2 bilhões de reais.

Além de negar ter expedido qualquer sugestão ao BRB sobre a compra de carteiras do Master, Aquino disse colocar à disposição da PF e do Ministério Público Federal suas informações bancárias, fiscais e de registros das conversas com Paulo Henrique Costa.



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Setor financeiro expande investimento em IA, mas desafios de confiança ainda limitam o uso da tecnologia

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Segundo Ken Diamond (foto em destaque), CEO e cofundador da Escale, falta de segurança do setor em pontos como alucinação da IA, criam barreiras para utilização mais ampla

Segundo a pesquisa Rise of Agentic AI – How trust is the key to human-AI collaboration, realizada pela Capgemini, apenas 2% das empresas já implementaram agentes de IA em escala. Além disso, a confiança em sistemas totalmente autônomos caiu de 43% para 27% no último ano. A razão para esse recuo é clara: as maiores preocupações hoje são respostas equivocadas ou alucinações.

No setor bancário, uma resposta errada não representa apenas uma falha técnica, ela coloca em risco a reputação da marca e pode gerar perdas financeiras significativas. É esse temor que impede muitos líderes de avançarem na adoção de agentes mais autônomos.

Mesmo com investimentos crescentes, persiste uma barreira de confiança, especialmente quando se trata de aplicar IA em etapas críticas, que exigem precisão, rastreabilidade e controle rígido. Esse cuidado limita o uso da tecnologia em situações de mais complexidade, e reforça a necessidade de soluções que combinem inteligência artificial com governança robusta, curadoria humana contínua e processos padronizados, garantindo que cada tomada de decisão seja segura, transparente e auditável.

Para Ken Diamond, CEO e cofundador da Escale, AI Partner especializada em vendas digitais, esse contexto redefine o papel dos agentes inteligentes no setor financeiro. “A IA deixou de ser um experimento e se tornou um amortecedor de riscos. Ela padroniza decisões, identifica anomalias e garante consistência operacional mesmo em cenários complexos – mas isso só funciona quando você constrói múltiplas camadas de proteção que impedem a IA de alucinar e asseguram que cada saída seja confiável e segura”, afirma.

Como garantir confiança e mitigar riscos em escala

A construção da confiabilidade começa antes mesmo da IA entrar em operação. No caso da Escale, isso envolve uma arquitetura que combina preparação técnica rigorosa e mecanismos contínuos de prevenção. Na fase de pré-produção, são definidos os recursos de RAG que ancoram respostas em bases confiáveis, guardrails específicos conforme políticas e fluxos de cada instituição e avaliações que simulam cenários realistas para medir precisão e consistência.

Esses elementos passam por uma bateria de testes extensivos, que permitem identificar vulnerabilidades e ajustar o comportamento do agente antes de chegar ao ambiente real. Uma vez em operação, a proteção continua em duas camadas complementares: a primeira intercepta solicitações potencialmente maliciosas ou fora do escopo antes que cheguem ao modelo; a segunda verifica a saída gerada, removendo dados sensíveis, bloqueando menções indevidas e detectando possíveis alucinações.

Mas, em escala, prevenir não basta – é preciso garantir qualidade contínua. Para isso, a companhia opera com um sistema de observabilidade em tempo real que avalia intenção, emoção e tom de cada interação, atribuindo uma pontuação automática que sinaliza possíveis pontos críticos.

Quando esse score cai abaixo do esperado, a conversa é direcionada a especialistas que realizam curadoria manual, identificam lacunas na base de conhecimento e aplicam correções diretamente nos mecanismos de recuperação de informação. Em casos de padrões recorrentes, o time de otimização ajusta instruções, reforça guardrails e redefine parâmetros operacionais. Esse ciclo constante de prevenção, monitoramento e ajuste é o que sustenta a confiabilidade em ambientes altamente regulados, como o financeiro, onde uma resposta errada representa risco direto ao negócio.

“Hoje, garantir que cada interação seja precisa e segura é tão importante quanto a capacidade da IA de processar dados em tempo real. A confiança é construída com arquitetura robusta, observabilidade contínua e intervenções rápidas quando necessário. É isso que permite que agentes sustentem operações sensíveis sem oferecer riscos à reputação ou ao negócio”, finaliza o executivo.



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PF deflagra operação sobre investimento do Rioprevidência no Master

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<br /> PF deflagra operação sobre investimento do Rioprevidência no Master





PF deflagra operação sobre investimento do Rioprevidência no Master



































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Roda de samba, especial MTV e Karola Nunes movimentam o fim de semana em Cuiabá

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A agenda cultural do fim de semana em Cuiabá traz opções que vão do forró e samba ao rock, pagode e música eletrônica, entre os dias 23, 24 e 25, com destaque para a tradicional roda de samba no Chorinho, o especial MTV no Malcom Pub e o show de Karola Nunes no Rebu Bar, além de festas e apresentações em diferentes espaços da cidade.

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Na sexta-feira (23), o Chorinho abre a programação com mais uma edição do Forró do Chorinho. À noite, o Malcom Pub aposta em um repertório dedicado aos clássicos do rock nacional e internacional, com Carol Brand interpretando nomes consagrados que marcaram gerações, enquanto a banda Phase leva ao palco um especial voltado ao nu metal.
 
No Rebu Bar, a DJ Pri Pires assume a pista com um set que mistura beats brasileiros, house, pop e funk. No mesmo horário, o Nuun Garden recebe a festa Na Gaiola, com dois ambientes e uma sequência de DJs com muito funk.
 
No sábado (24), o Chorinho volta a ser palco da Roda de Samba. À noite, Malcom Pub entra no clima de nostalgia com a festa “Top 10 MTV – Adeus MTV”, e show do UNDERLINE SIXX, com o especial dedicado aos hits e videoclipes que marcaram a história da emissora e influenciaram a cultura pop brasileira
 
No Nuun Garden, a DSTNO reúne DJs conhecidos da cena eletrônica, com apresentações distribuídas entre dois espaços da casa. Já no Rebu Bar, Lorenaly comanda a noite com um repertório focado em brasilidades.
 
No domingo, o Chorinho apresenta “A gente gosta é de pagode”. No Nuun Garden, o Nuun Pagodinho aposta no pagode como trilha sonora do fim de tarde.Encerrando o fim de semana, o Rebu Bar recebe Karola Nunes, que leva ao palco um repertório eclético, com influências de ritmos brasileiros e uma performance marcada pela versatilidade musical.
 
Confira a programação:
 
Sexta-feira (23)
 
Forró do Chorinho
Local: Chorinho
Horário: 17h
Entrada: a partir de R$ 20
 
CAROL BRAND toca Pitty, Cássia Eller, Cranberris, Guns, AC/DC, Nirvana, Creed, Aerosmith, Eric Clapton, Janis Joplin e Dire Straits!
Local: Malcom Pub
Horário: 21h
Entrada: R$ 30
 
DJ Pri Pires
Local: Rebu Bar
Horário: 22h
Entrada: R$ 10
 
Na Gaiola
Local: Nuun Garden
Horário: 22h
Entrada: a partir de R$ 70
 
Sábado (24)
 
Roda de Samba do Chorinho
Local: Chorinho
Horário: 17h
Entrada: a partir de R$ 20
 
Top 10 MTV (Adeus MTV)
Local: Malcom Pub
Horário: 21h
Entrada: R$ 35
 
DSTNO @ 30+ SARAH STENZEL E VICTOR ALC
Local: Nuun Garden
Horário: 22h
Entrada: a partir de R$ 80
 
Lorenaly
Local: Rebu Bar
Horário: 22h
Entrada: R$ 13
 
Domingo (25)
 
A gente gosta é de pagode
Local: Chorinho
Horário: 17h
Entrada: a partir de R$ 30
 
Nuun Pagodinho
Local: Nuun Garden
Horário: 17h
Entrada: a partir de R$ 60
 
Karola Nunes
Local: Rebu Bar
Horário: 21h
Entrada: R$ 13



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