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Homem é executado a tiros por desafeto em bar no interior de Mato Grosso

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Homem de 34 anos identificado como Adriano Queiroz de Oliveira foi assassinado na tarde deste domingo (18), em um bar no município de Novo Mundo (741 km de Cuiabá). A vítima foi surpreendida pelo suspeito, que já estava no local, e foi morta a tiros.

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Conforme relatos da Polícia Civil, a ocorrência foi registrada por volta das 15h40 de ontem (18), em um bar na zona rural de Novo Mundo. Conforme apurado, o suspeito de 40 chegou ao bar acompanhado de um amigo, de 34, em um Fiat Uno cinza. A vítima chegou ao local um pouco depois.

Adriano foi surpreendido pelo suspeito de 40 anos, que atirou contra ele antes que pudesse ter alguma reação. Ele morreu ainda no local. Após o crime, o autor dos disparos saiu caminhando pela entrada do bar, em direção à estrada da zona rural.

O homem de 34 anos teria fugido, em estado de desespero, pelos fundos do estacionamento e teria entrado em uma área de mata. O caso ainda é investigado pela Polícia Civil.

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Helicóptero dos bombeiros leva recém-nascida em incubadora pela 1ª vez

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Helicóptero dos bombeiros leva recém-nascida em incubadora pela 1ª vez

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Vacina contra a dengue é liberada para adolescentes de 10 a 15 anos em Várzea Grande – Vacina contra a dengue é liberada para adolescentes de 10 a 15 anos em Várzea Grande

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A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande disponibilizou a vacinação contra a dengue para adolescentes e jovens de 10 a 15 anos. As doses estão disponíveis em todas as unidades de saúde do município.

As salas de vacina funcionam de segunda a sexta-feira, das 7h40 às 16h40. Para receber o imunizante, é necessário apresentar cartão do SUS ou documento pessoal, além da caderneta de vacinação. A Secretaria orienta ainda que pais ou responsáveis aproveitem a ida à unidade para atualizar as demais vacinas, conforme a faixa etária.

A ampliação da vacinação ocorre após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitir parecer favorável sobre a segurança e a eficácia da vacina contra a dengue, produzida pelo Instituto Butantan. Com isso, o Ministério da Saúde dará início ao processo de inclusão do imunizante no Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS).

Este é o primeiro imunizante contra a dengue desenvolvido 100% no Brasil, produzido com vírus vivo atenuado, método já utilizado em diversas vacinas aplicadas no país. A vacina é de dose única e apresentou eficácia global de 74,4% na população de 12 a 59 anos, o que significa que aproximadamente 74% dos casos da doença foram evitados entre as pessoas vacinadas durante os estudos clínicos.

De acordo com o superintendente de Vigilância em Saúde, Carlos Valadares, a imunização é ainda mais importante neste período do ano.
“Estamos vivendo um período chuvoso, o que favorece a proliferação do mosquito transmissor da dengue. Por isso, reforçamos a importância da vacinação, especialmente para este grupo prioritário de adolescentes e jovens, como forma de prevenção e proteção da saúde”, destacou.

Conforme dados da Vigilância Epidemiológica, neste início de janeiro já foram registrados 22 casos de dengue, nove casos de chikungunya e, até o momento, nenhum caso de zika vírus no município.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que, além da vacinação, a população deve manter as medidas preventivas, como eliminar recipientes com água parada, principal foco de proliferação do mosquito Aedes aegypti.

A orientação é que pais e responsáveis procurem a unidade de saúde mais próxima para garantir a imunização dos adolescentes e manter o cartão vacinal em dia.

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o caminho inevitável do setor de consórcios

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Por Fernando Wolff, CEO da Tech for Humans*

O mercado de consórcios no Brasil vive um momento de transformação sem precedentes. Em 2024, o setor registrou seu maior volume de vendas em duas décadas, segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), refletindo não apenas a demanda crescente, mas também uma evolução silenciosa impulsionada pela tecnologia. Entre todas as inovações, a Inteligência Artificial (IA) surge como protagonista, redefinindo a forma como as administradoras operam, reduzem custos e aprimoram a experiência do cliente.

A aplicação de IA no setor de consórcios deixou de ser uma promessa distante e se tornou uma realidade concreta. Agentes de IA e agentes de tarefas já permitem a automação de jornadas complexas que antes dependiam de processos manuais e de terceiros, como cartórios. A hiperautomação deixou de ser conceito e tornou-se prática, com ganhos significativos em tempo, eficiência e qualidade na experiência do cliente.

Algumas tendências mostram com clareza para onde o setor está caminhando:

1. Automação da jornada de contemplação e uso do crédito
A etapa pós-contemplação sempre foi um gargalo, com análise documental, formalização contratual e registro de garantias sujeitos a erros e atrasos. Hoje, a automação consegue reduzir quase totalmente essas falhas. Em segmentos como automóveis, a jornada já pode ser totalmente automatizada, enquanto em imóveis a automação alcança cerca de 70%. Tecnologias como leitura e validação documental por IA, biometria e assinatura digital não apenas agilizam processos, mas também aumentam a confiabilidade das transações e reduzem custos operacionais.

2. Agentes conversacionais e hiperpersonalização
O atendimento ao cliente também passou por uma evolução radical. Chatbots simples deram lugar a agentes conversacionais capazes de realizar tarefas complexas, como transferência de cotas ou renegociação de contratos. Esses sistemas permitem antecipar necessidades, oferecer soluções personalizadas em tempo real e reduzir cancelamentos. A hiperpersonalização, tendência global, deixa de ser uma opção para se tornar um diferencial competitivo capaz de aumentar significativamente o retorno sobre investimento.

3. Digitalização de cartórios e processos de alienação
Por fim, o setor precisa avançar na digitalização de trâmites legais, como registros de alienação e baixa de bens. Embora muitos desses processos ainda dependam de RPA e integrações pontuais, há espaço para soluções mais robustas que garantam integridade documental e validade jurídica, com destaque para tecnologias como blockchain. A digitalização completa desses processos não apenas reduz prazos que hoje podem se estender por semanas, mas também aumenta a confiança em cada transação.

A conclusão é clara: a Inteligência Artificial não é mais uma tendência opcional, mas uma necessidade estratégica para o setor de consórcios. A adoção de agentes inteligentes e automação avançada deixa de ser um diferencial e se torna condição para competir em um mercado que exige rapidez, precisão e personalização. Mais do que reduzir custos, a IA redefine a experiência do cliente e prepara o setor para um futuro totalmente digital.

Estamos diante de uma revolução silenciosa, mas inexorável. No mercado de consórcioso futuro já começou, e aqueles que resistirem a essa transformação correm o risco de ficar para trás.

*Fernando Wolff é cofundador da Tech for Humans, consultoria especializada em transformar tecnologia em soluções práticas por meio de Jornadas Digitais e Agentes de IA. Desde 2020, atua unindo estratégia, execução e soluções próprias para ajudar empresas a automatizar processos e transformar a experiência do cliente.

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Boletim Focus aponta queda da inflação em 2026 e mostra alta da Selic em 2028

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As projeções do mercado para a inflação em 2026 recuaram pela segunda semana consecutiva, segundo o Relatório Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (19). A estimativa para o IPCA no ano passou de 4,05% para 4,02%, enquanto a mediana da taxa Selic subiu de 9,88% para 10,00%.

Inflação

Para 2027, a expectativa segue estável em 3,80% há 11 semanas. Em 2028, o mercado mantém a estimativa de inflação em 3,50% também há 11 semanas, enquanto para 2029 a projeção permanece em 3,50%, estável há 20 semanas.

No caso do IGP-M, a estimativa para 2026 ficou em 3,92%, estável pela segunda semana consecutiva após leve ajuste recente. Para 2027, a projeção segue em 4,00% há 53 semanas. Em 2028, o índice continua estimado em 3,85%, sem mudanças há sete semanas, e em 2029 a expectativa é de 3,70%.

Os preços administrados mostram inflação projetada de 3,75% em 2026. Para 2027, a mediana está em 3,71%, estável há duas semanas. Em 2028, a projeção permanece em 3,50% há oito semanas, enquanto para 2029 o mercado segue estimando alta de 3,50%, sem alterações há 27 semanas.

PIB

A expectativa para o crescimento do PIB em 2026 segue em 1,80%, estável há seis semanas. Para 2027, a projeção também ficou em 1,80%, sem mudanças há três semanas. Em 2028, o mercado mantém a estimativa de expansão de 2,00% há 97 semanas. Para 2029, a projeção segue igualmente em 2,00%, estável há 44 semanas.

Câmbio

No câmbio, a projeção para o dólar em 2026 permanece em R$ 5,50, sem alterações há 14 semanas. Para 2027, a expectativa também segue em R$ 5,50, estável há 12 semanas. Em 2028, a estimativa subiu para R$ 5,52 e acumula três semanas consecutivas nesse nível. Já para 2029, o dólar está projetado em R$ 5,57.

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Selic

A taxa Selic projetada para 2026 segue em 12,25% ao ano, estável há quatro semanas. Para 2027, a expectativa continua em 10,50%, sem mudanças há 49 semanas. Em 2028, houve nova revisão para cima, com a mediana subindo de 9,88% para 10,00%, acumulando duas semanas consecutivas de alta. Para 2029, a projeção permanece em 9,50%, estável há 12 semanas, indicando a percepção de juros ainda elevados no horizonte mais longo.

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Max afasta rumores, nega candidatura ao governo e foca em reeleição com o Podemos: ‘existe vontade de alguns’

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O presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB), voltou a descartar qualquer possibilidade de disputar o governo nas eleições deste ano. Mesmo confirmando que o Podemos, partido que passará a comandar a partir de março, poderá integrar ou até indicar nomes para uma chapa majoritária, o deputado foi categórico ao afirmar que não será candidato ao Palácio Paiaguás.

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A declaração foi feita ao ser questionado sobre rumores de que sua filiação ao Podemos poderia vir acompanhada do lançamento de uma candidatura ao governo.

“Existe vontade de alguns, eu respeito isso, fico feliz com isso, mas não é esse o projeto, não”, afirmou.

Segundo o deputado, o foco da nova etapa partidária está concentrado na organização interna da sigla e no fortalecimento do grupo político em Mato Grosso, especialmente com vistas às eleições proporcionais.

“É um momento de construção, mas o momento é de construção pensando na chapa de deputado estadual e na chapa de deputado federal e o fortalecimento do partido em todo o estado de Mato Grosso”, disse.

Max ressaltou que o Podemos terá liberdade para discutir e ocupar espaços na majoritária, caso entenda que há nomes viáveis dentro do partido.

“Todos os nomes que filiarem ao partido terão liberdade de colocar o seu nome e nós vamos brigar pelo espaço, como é válido de qualquer partido que tem lideranças importantes e está preparado”, declarou, reforçando, no entanto, que não se trata de uma decisão pessoal.

O presidente também destacou que o ato de filiação ao Podemos, previsto para março, será marcado pela presença da direção nacional da sigla e pela adesão de prefeitos, vice-prefeitos e lideranças políticas de várias regiões do estado. De acordo com ele, o objetivo central é estruturar o partido nos 142 municípios mato-grossenses.

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Página não Encontrada | Metrópoles

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Governo Lula dá preferência ao Grupo Globo ao falar com a imprensa

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<br /> Governo Lula dá preferência ao Grupo Globo ao falar com a imprensa





Governo Lula dá preferência ao Grupo Globo ao falar com a imprensa
































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Interesse de EUA na Venezuela é mais por influência do que petróleo, diz Zylbersztajn

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Os Estados Unidos não precisam do petróleo venezuelano porque hoje é um país autossuficiente e o interesse americano na região está mais relacionado a potências disputando influência do que a justificativa declarada de facilitar o retorno da grandes companhias petrolíferas estrangeiras na Venezuela. A opinião é do especialista em energia David Zylbersztajn, pesquisador e professor da PUC-RJ.

Zylbersztajn, que foi o primeiro presidente da Agência Nacional do Petróleo, foi convidado do InfoMoney Entrevista. Na conversa, ele relativizou o impacto de um (ainda incerto) retorno da Venezuela ao jogo global do petróleo e lembrou que o mercado hoje está sobreofertado, com a oferta crescendo mais que a evolução da demanda, o que reflete em preços amenos.

Ele também analisou possíveis impactos nos preços internacionais e nos negócios da Petrobras, não só por conta da crise na Venezuela, mas também pela repressão no Irã contra manifestantes – que tem gerado ameaças de Trump sobre algum tipo de intervenção militar.

Aproveite a alta da Bolsa!

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E comentou ainda sobre como essas novas disputas por combustíveis fósseis podem atrasar o processo de transição energética.

Veja abaixo alguns destaques do InfoMoney Entrevista com David Zylbersztajn:

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É o petróleo mesmo?

Ao avaliar a  operação militar dos EUA na Venezuela e a constante ameaça de algum tipo de intervenção americana no Irã, o professor observou que o setor de petróleo é uma questão agregada a um interesse maior, que é a disputa por zonas de influência pelas grandes potências.

“Primeiro, era a questão do narcotráfico, e depois da captura do presidente da Venezuela, foi explicitada a questão do petróleo. Eu entendo que nesse movimento dos Estados Unidos de retirada do Maduro, ele formalmente focou no petróleo, mas na prática teve um impacto em termos de dominância e de influência”, destacou Zylbersztajn.

Um dos motivos é os EUA são autossuficientes e não precisam hoje ir buscar petróleo fora do seu território, uma situação que ele considerou até atípica em relação à história.

Nesse ponto, o ex-diretor da ANP também destacou o mundo hoje está sobreofertado em petróleo. “Nós temos hoje um crescimento de oferta maior que o crescimento da demanda, o que se reflete, por exemplo, na queda dos preços petróleo — que no ano passado chegou a quase 20%”, explicou.

“Hoje, se você pegar nos últimos 15 anos e atualizar pela inflação em dólar, tem um petróleo que é quase praticamente a metade do preço em termos reais. É uma situação em relação a um mercado muito confortável”, comparou.

Assim, um retorno ainda que lento da produção tanto na Venezuela como no Irã, caso as sanções econômicas sejam retiradas ou suavizadas, pode não trazer tanto impacto no curto prazo, exatamente pela demanda global. “O mercado não está sedento, não tem sede de petróleo. Pelo contrário, os preços da commodity estão demonstrando isso. Então, o Irã entrando, vai entrar numa situação que não é das melhores do mercado”, reforçou.

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Leia também: Trump publica montagem em que aparece como ‘presidente interino’ da Venezuela

Reservas gigantes, mas custo alto

Sobre o fato de a Venezuela ter as maiores reservas de petróleo do planeta, o que em tese explicaria o maior interesse externo, Zylbersztajn fez algumas ponderações. “A gente fala que as reservas da Venezuela são as maiores do mundo. Provavelmente sim, mas primeiro a gente tem um problema de qualidade, que faz com que o preço do petróleo da Venezuela seja mais caro do que a média mundial. E dentro do conceito econômico de reservas, a gente tem que reavaliar o volume efetivo dessas reservas, ao preço do petróleo atual”, disse.

O professor da PUC-RJ explicou ainda que reserva de petróleo é conceito mais econômico mais do que físico. “Se a gente encontrar petróleo na praia de Ipanema e se for um petróleo a 500 dólares o barril, a gente não tem petróleo na praia de Ipanema”, explicou.

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Outros interesses

Por esses motivos, o especialista reforçou na entrevista ver um movimento dos EUA para tentar espalhar seus concorrentes para fora da região. Ele disse ver, por exemplo a China com um interesse muito mais estratégico do que econômico na Venezuela. “As empresas chinesas não necessariamente transacionam petróleo, elas buscam petróleo para a economia chinesa.”

“Tem o lado estratégico também de ter uma reserva por muito tempo, mesmo a um petróleo mais caro. Os chineses fazem conta diferente do que a gente: eles usam petróleo mais como insumo do que como uma commodity. Se você pensar nas reservas [da Venezuela] como uma commodity, boa parte delas talvez sejam inviáveis. Se você pensar como insumo estratégico, elas ganham outros valores”, explicou.

No geral, ele também destacou que a China tem uma estratégia de dominância econômica e não militar na América Latina, o que pode ser claramente observado em países como Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Peru, por exemplo.

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Já russos, cubanos e iranianos exploram outros tipos de influência, conforme lembrou Zylbersztajn, que citou o fornecimento de armas produzida na Rússia para a Venezuela, a grande presença militar de Cuba desde a época de Hugo Chávez no país – explicitada agora, com as mortes de vários militares cubanos no ataque americano. Sobre o Irã, o professor citou as denúncias sobre o país sul-americano ter se tornado praticamente uma base de proteção a grupos terroristas do Oriente Médio, como o Hezbollah.

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buscas por crianças entram na 3ª semana sem respostas

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As buscas por Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, entram na terceira semana sem qualquer confirmação sobre o paradeiro das crianças. Desaparecidas desde o dia 4 de janeiro, no Quilombo São Sebastião dos Pretos, em Bacabal (MA), o caso chega, nesta segunda-feira (19/1), ao 16º dia sem novas pistas.

A força-tarefa, responsável pela procura dos irmãos, foi ampliada ao longo do fim de semana com a entrada da Marinha do Brasil, que passou a atuar no Rio Mearim com o uso do side scan sonar. O equipamento permite o mapeamento do fundo do rio e da coluna d’água mesmo em ambientes de baixa visibilidade.

Em paralelo, as buscas na mata continuam, assim como as  investigações policiais. De acordo com o secretário de Segurança Pública do Maranhão, Maurício Martins, todas as hipóteses são apuradas pela Polícia Civil. Segundo ele, já há um inquérito policial instaurado, conduzido por uma comissão formada por delegados, agentes e investigadores da Polícia Civil.

Caso Bacabal: buscas por crianças entram na 3ª semana sem respostas - destaque galeria

Força-tarefa

Dados divulgados pelo governo do Maranhão indicam que mais de 500 pessoas participam da operação, que reúne forças federais, estaduais, apoio interestadual e voluntários.

As equipes já realizaram varreduras em uma área de mata superior a 3.200 km², o equivalente a cerca de 450 mil campos de futebol. A região foi dividida em quadrantes e contou com ações aéreas, uso de helicóptero, drones e cães farejadores.

A composição da força-tarefa inclui:

  • Marinha do Brasil: 11 militares, uma voadeira, uma motoaquática e equipamento side scan sonar
  • Corpo de Bombeiros do Maranhão: equipes terrestres, mergulhadores e coordenação das buscas
  • Bombeiros de outros estados: Pará enviou ao menos 7 militares e 2 cães farejadores e o Ceará ao menos 5 militares e 4 cães farejadores
  • Exército Brasileiro: ao menos 26 militares do Batalhão de Infantaria de Selva
  • Polícia Militar Ambiental: ao menos 15 agentes
  • Polícias Civil e Militar do Maranhão
  • PRF, Força Estadual de Segurança, Defesa Civil e Guarda Municipal
  • Apoio aéreo com helicóptero do Centro Tático Aéreo do Maranhão, além de drones e voluntários da comunidade

Últimas pistas

A área central das buscas foi definida com base no relato de Anderson Kauan, de 8 anos. Primo das crianças, ele também desapareceu no dia 4 de janeiro, mas foi encontrado com vida três dias depois.

Segundo o menino, o último local onde esteve com os primos é conhecido como “Casa Caída”, uma cabana abandonada próximo ao rio Mearim. No local, cães farejadores indicaram a passagem das crianças, o que levou à ampliação das frentes de trabalho na região.

Desde então, as equipes intensificaram as buscas terrestres, fluviais e subaquáticas, incluindo o uso de embarcações e tecnologia de varredura no rio.

Apesar do reforço, entretanto, nenhuma nova pista foi confirmada.

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