Início GERAL Pivetta minimiza crítica de Mauro e diz que aliança segue ‘intacta’

Pivetta minimiza crítica de Mauro e diz que aliança segue ‘intacta’


Secom-MT

Pivetta diz que a relação política com Mauro permanece “preservada e forte”

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) minimizou a divergência com o ex-governador Mauro Mendes (União) sobre a composição da chapa para as eleições de 2026.

Também afirmou que a relação política entre os dois permanece “preservada e forte”.

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A declaração ocorreu na quinta-feira (20), um dia depois o ex-governador classificar como “equívoco” a substituição do deputado federal Fábio Garcia pela suplenter Gisela Simona, ambos do União, na candidatura de vice-governador.

Pivetta destacou a relação construída com Mauro ao longo dos últimos anos. Afirmou que a discordância não compromete a parceria entre os dois.

Segundo ele, a confiança permanece de ambos os lados.

“Mauro é um companheiro há 16 anos. Nós estamos caminhando juntos e vamos seguir juntos. Ele tem minha confiança e eu acredito que a recíproca é verdadeira, É isso que vale”, afirmou.

O governador também afastou a possibilidade de que o episódio provoque uma ruptura no grupo político que sustenta sua candidatura ao Governo de Mato Grosso.

Pivetta declarou confiança na continuidade da aliança durante a campanha, e disse estar convicto de que o grupo seguirá unido na disputa.

“Nós vamos seguir em frente e vamos ganhar as eleições”, completou.

MAURO ADMITE DIVERGÊNCIA – A declaração de Otaviano Pivetta ocorre após Mauro Mendes admitir, publicamente, que discordou da decisão de retirar Fábio Garcia da composição e colocar Gisela Simona como candidata a vice.

O ex-governador classificou a mudança como um “equívoco”, mas ressaltou que a escolha do vice é uma prerrogativa de quem disputa o comando do Estado.

Mauro também afirmou que a divergência não representa rompimento político.

Ao justificar sua posição, o ex-governador citou as próprias campanhas de 2018 e 2022, quando tomou decisões sobre a composição de suas chapas, para defender que o candidato ao Governo deve ter autonomia na escolha do vice.





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