O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato do Novo à Presidência, Romeu Zema (foto), afirmou neste sábado, 18, que pretende privatizar a Petrobras e o Banco do Brasil caso vença a eleição de 2026. A declaração foi feita durante o Encontro Nacional do partido, em São Paulo.
Segundo Zema, os recursos obtidos com as vendas seriam usados em obras de infraestrutura, como estradas, ferrovias, hidrovias e portos.
“Vamos começar privatizando a Petrobras e o Banco do Brasil. E não será para pagar as contas de Brasília, mas para construir o futuro do Brasil. Esse dinheiro vai virar estradas, ferrovias, hidrovias e portos pelo País inteiro”, afirmou.
O pré-candidato também defendeu corte de gastos públicos, redução da dívida e queda dos juros.
“Hoje o Brasil produz como um gigante, mas ainda transporta sua riqueza como um país atrasado. Nenhuma nação chegou ao Primeiro Mundo sem caminhos à altura do próprio tamanho”, disse.
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Críticas a Lula e impeachment de Moraes
Durante o discurso, Romeu Zema voltou a atacar o governo do presidente Lula (PT).
“O Brasil não aguenta mais quatro anos de Lula”, afirmou, ao criticar áreas como segurança pública, gastos federais e políticas educacionais.
O ex-governador também defendeu a aprovação do impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
“Nessa eleição nós vamos construir uma maioria no Senado e vamos aprovar o impeachment de Alexandre de Moraes”, disse.
Zema ainda fez críticas a outros integrantes do Judiciário e prometeu mudanças como o fim das decisões monocráticas no STF, do foro privilegiado e dos supersalários.
“Vamos passar uma faca nas mordomias, nos supersalários e nos privilégios. Vamos acabar com as decisões monocráticas. Vamos proibir parentes de ministros de advogar nos mesmos tribunais. Vamos acabar com o foro privilegiado”, afirmou.





