Ele não sabe o que aconteceu. Pode ser que tenha tomado uma pancada no jogo do Rosario, que teve muito choque. Ontem, ele estava com uma dor muito pequena. Teve um lance hoje que ele disse que sentiu incomodar e resolveu sair. Mas, a princípio, não é algo muito preocupante.
A pouca criatividade do ataque, que vem preocupando a torcida nos últimos jogos, também não abala Diniz. O comadante acredita que a alta quantidade de bolas cruzadas na área acontece devido à superioridade do Timão. Para o duelo de quinta-feira, no entanto, o cenário pode mudar se o Rosario Central atuar de maneira mais ofensiva e abrir espaços.
“Quando tem um time que joga predominantemente com posse no ataque, os gols majoritariamente saem de cruzamento. E tem a questão de ter o Pedro Raul, mas em outros jogos sem ele já cruzamos muitas bolas. Não é que seja o específico do Corinthians pelo Pedro Raul, mas quando temos um jogador que tem condição de ganhar bola no alto, isso fica mais intensificado em alguns momentos”, disse o técnico.

O Rosario não joga necessariamente num bloco tão baixo, até pelos jogadores que eles têm. Pode ser que joguem baixo, pode ser que a gente empurre eles, pode ser que joguem adiantados. Não tem como saber, temos que preparar para mais de uma situação.
Fernando Diniz
“A gente chega super bem para quinta-feira. [Poupar] É uma questão de estratégia. O Campeonato Brasileiro também é importante para nós. Se o jogo fosse na quarta-feira, provavelmente teria poupado mais. Com quatro dias de recuperação, os jogadores vão chegar inteiros fisicamente, ainda mais não tendo que viajar. Fisicamente, não tem nenhuma desculpa para quinta-feira. Vamos ter tempo hábil para recuperar totalmente”.





