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Ibovespa sobe mais de 1%, em linha com o exterior; dólar cai a R$ 5,06


Depois da ventania que passou ontem e assustou moradores das cidades do Sul e do Sudeste, e do furacão causado pela declaração nada transparente do Federal Reserve nesta quarta-feira, derrubando Bolsas, o Ibovespa viu um pedaço de céu azul se abrindo e subiu amplos 1,88%, aos 177.158,86 pontos, na máxima do dia, um ganho de 3.273,52 pontos.

O clima voltou a ser bom também para o real, como na véspera, e o dólar comercial caiu 0,92%, a R$ 5,061. Os DIs (juros futuros) fecharam em baixa por toda a curva.

inflação e PIB nos EUA

O bom tempo do Ibovespa nesta quinta-feira foi com ventos trazidos de Nova York, principalmente. Por lá, o mar também serenou, quando os dados econômicos pisaram na areia. Não foram poucos, foi uma enxurrada de números para o investidor ser soterrado de alívio.

O principal foi a inflação de consumo pessoal, o famoso PCE, tido pelo próprio Federal Reserve, quando presidido por Jerome Powell, como a principal medida de inflação levada em conta na orientação da política monetária. O PCE veio abaixo do esperado em junho.

Teve mais notícia, como os pedidos semanais de auxílio-desemprego, que cresceram menos que o esperado, e outra que não aqueceu tanto os corações norte-americanos: prévia do PIB dos EUA no 2T26 mostrou crescimento ano a ano de 1,5%, abaixo do esperado e menor do que o PIB da Zona do Euro, que cresceu 1,8%, apesar de toda incerteza com a guerra no Oriente Médio, em constante expansão, e da guerra no quintal de casa, na Ucrânia.

Os índices europeus terminaram, assim, no positivo. O mesmo ocorreu em Nova York, com altas bastante robustas, também ajudadas por ações potentes, como as da Microsoft, após balanço trimestral.

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Petróleo em baixa

Os bons ventos do Hemisfério Norte foram tão reconfortantes que fizeram o investidor esquecer por um instante que o tempo não anda tão bom no Oriente Médio.

EUA e Irã seguem se atacando por lá; a Arábia Saudita entrou no clima de guerra para atacar o Iraque; o Egito sentiu a baforada quente da guerra, quando um drone não identificado atingiu embarcações no Porto de Damietta, e elevou os riscos à navegação perto do Canal de Suez; Israel continuou a tomar terras palestinas; e assim segue o clima fechado em um conflito que só cresce, após cinco meses do seu início.

O petróleo, ao menos, terminou negativo, com discussões sobre Ormuz, o que ajuda a limpar um pouco das nuvens pesadas da inflação.

Cenário doméstico

No Brasil, apesar do bom tempo para o Ibovespa, a ameaça do El Niño vigoroso que os meteorologistas alertaram vai se concretizando. A chuva caiu no Sul, até tornado surgiu, as inundações voltaram a assombrar os gaúchos, o vento destruiu e assustou no litoral do Sudeste e pode afetar a economia como um todo.

Infelizmente, em ano de eleição, o tema das mudanças climáticas não deve ser nem uma marolinha a preocupar os eleitores e muito menos os candidatos.

Mas o tema das contas públicas certamente vai desaguar como um temporal nos debates. Hoje, o Tesouro Nacional informou que as contas do governo central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) tiveram déficit primário de R$ 48,178 bilhões em junho, após um resultado negativo de R$ 53,257 bilhões em maio. A dívida pública federal do Brasil subiu 2,61% em junho, a R$ 9,268 trilhões. Por outro lado, a arrecadação federal subiu 7,7% em junho, com impulso do petróleo, somando R$ 264,437 bilhões — maior nível já observado para o mês.

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E tem o desemprego, que reduziu a 5,4%, amortecendo efeito dos juros e travando Selic. Apesar disso, os analistas entendem que está em curso um processo de esfriamento do mercado de trabalho. Não é uma queda brusca da temperatura, mas bastante gradual.

Temporada de balanços no Brasil

A todo esse tsunami de acontecimentos soma-se a temporada de balanços do 2T26, que pode até ser uma chuva passageira, mas tem potencial para chuvas e trovoadas.

Veja o caso da Ambev (ABEV3), que teve tem alta de 24,5% no lucro no 2T26 e anunciou R$ 1,1 bilhão em proventos. A ação ficou em queda a sessão quase toda porque o resultado frustrou projeções. Mas no final virou e fechou com mais 0,38%. A empresa, inclusive, já se prepara para o El Niño mais intenso desde 1950.

Usiminas (USIM5), que também divulgou balanço e viu lucro triplicar, derreteu 9,25%, com sinais negativos pela frente.

Vivo (VIVT3) e TIM (TIMS3) soltaram seus balanços na véspera, as ações desmoronaram, e hoje voltaram a enfrentar tempo ruim, com alta de 0,28% e queda de 0,92%, respectivamente.

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Motiva (MOTV3), ao menos, foi no caminho contrário. Subiu 5,16%, após 2T26, com surpresa positiva com capex.

Petrobras (PETR4) também subiu, com 2,00%, apesar do petróleo fraco, e contribuiu para um Ibovespa mais robusto, assim como Vale (VALE3), que ganhou 1,39%, na última sessão antes de soltar o balanço do 2T26, que ganha a luz do dia após o fechamento.

Os grandes bancos terminaram mistos: BB (BBAS3) subiu 1,97% e Itaú Unibanco (ITUB4), outros 2,20%, enquanto Bradesco (BBDC4) virou no final e avançou 0,22%, com notícia de elevação de capital, e Santander (SANB11) desceu 1,48%, ainda penando após o balanço do 2T26.

A sexta-feira chega com o final da semana e com o final de julho. Lá se vão sete meses de 2026, que pareceram sete séculos. O último dia do mês chega com a inflação ao produtor no Brasil, como o dado mais importante. O cenário global ainda está sujeito a chuvas e trovoadas, mas o investidor espera mesmo é que o sol e o céu azul continuem a brilhar no Ibovespa. (Fernando Augusto Lopes)

Confira as últimas dos mercados

update 17h36

Ibovespa: PETR4 é novamente a ação mais negociada do dia; confira a lista

Negócios Dia (%)
PETR4 51.496 2,00
ABEV3 47.147 0,38
VALE3 34.173 1,39
BBDC4 33.796 0,22
BBAS3 29.254 1,97
update 17h34

Ibovespa: MBRF3 é a maior alta do dia; veja a lista

Dia (%) Valor (R$)
MBRF3 7,80 17,96
TOTS3 5,74 31,13
COGN3 5,48 2,31
MGLU3 5,46 5,02
CURY3 5,37 30,40
update 17h32

Ibovespa: USIM5 é a maior baixa do dia; veja as demais

Dia (%) Valor (R$)
USIM5 -9,25 7,55
CSNA3 -4,81 4,95
CMIN3 -4,35 5,72
BRAV3 -2,07 20,39
AZZA3 -1,80 15,86
update 17h15

  • Máxima: 177.158,86
  • Mínima: 173.884,55
  • Diferença para a abertura: +3.273,52 pontos
  • Volume: R$ 16,10 bilhões

Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:

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  • Segunda-feira (27): +0,74%
  • Terça-feira (28): +0,70%
  • Quarta-feira (29): -1,52%
  • Quinta-feira (30): +1,88%
  • Semana: +1,79%
  • Julho: +2,98%
  • 3T26: +2,98%
  • 2026: +9,95%
update 17h05

O dólar comercial tem a segunda queda seguida frente ao real. O movimento vai na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com menos 0,93%, aos 99,95 pontos.

  • Venda: R$ 5,061
  • Compra: R$ 5,060
  • Mínima: R$ 5,060
  • Máxima: R$ 5,106
update 17h00

Investidores em Wall Street conseguiram um novo ânimo com os dados positivos da inflação de consumo pessoal, o PCE, em junho, que se mostrou bastante comportada, assim como a prévia do PIB do 2T26 mostrou uma expansão robusta de 1,5%. “O Fed permanece paciente e em modo de espera, e continuará monitorando a evolução da economia nos próximos meses”, disse à CNBC Sameer Samana, chefe de ações globais e ativos reais do Wells Fargo Investment Institute. “Isso torna a reunião de setembro uma oportunidade crucial para o Fed agir, caso os dados econômicos indiquem segurança, a fim de amenizar as crescentes pressões inflacionárias”. Ontem, o Fed decepcionou os investidores, apontando uma rota de possível alta das taxas. Além disso, os balanços trimestrais da Microsoft e da Meta deram sinais mistos sobre o setor de tecnologia e IA, mas foram suficientes para devolver as altas aos principais índices.

Dia (%) Pontos (pts)
Dow Jones +1,19 52.209,57
S&P 500 +1,67 7.437,98
Nasdaq +2,78 25.122,18
update 16h54

Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) agora tem mais 0,17%, aos 3.803,92 pontos, em nova máxima do dia

update 16h51

Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) avança agora 0,15%, aos 3.802,86 pontos, nova máxima do dia

update 16h50

Bitcoin Futuro (BITFUT) tem baixa mínima de 0,01%, aos 328.040,00

update 16h46

Anip: venda de pneus importados dispara 81% no 1º semestre

A comercialização de pneus novos importados no Brasil saltou 81,2% no primeiro semestre sobre o mesmo período do ano passado, para 27,2 milhões de unidades, o equivalente a uma participação no mercado interno total de 60%, segundo dados divulgados da Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip). Os dados incluem pneus para automóveis, veículos comerciais leves e de carga dos segmentos de reposição e de montadoras, afirmou a entidade. Os números não incluem pneus de motocicletas. Com isso, a participação dos fabricantes nacionais no mercado brasileiro recuou de 56% no primeiro semestre do ano passado, para 40% na primeira metade deste ano, menor nível desde pelo menos 2019. A entidade afirmou que as vendas dos fabricantes nacionais de pneus somaram 17,86 milhões de unidades de janeiro ao final de junho, queda de 6,8% sobre a primeira metade de 2025. “O mundo está intensificando as barreiras tarifárias contra pneus da Ásia para proteger suas indústrias, enquanto o Brasil segue vulnerável”, afirmou o presidente da Anip, Rodrigo Navarro, em comunicado à imprensa. “Há um claro desequilíbrio no mercado brasileiro de pneus”. O setor, que reúne fabricantes de pneus instalados no Brasil, tem cobrado do governo federal a adoção de novas medidas de defesa comercial contra produtos importados citando concorrência desleal. O segmento defende aumento da tarifa de importação de pneus de passeio de 25% para 35%.Enquanto isso, os importadores por meio da Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Pneus (Abidip) querem que o imposto de importação, que de isento passou a 16% em 2024 e para 25% em 2025, volte para o nível de 2024. (Reuters)

update 16h04

B3 (B3SA3) tem alta de 1,44%

update 15h55

Petrobras mantém alta acima do 1%: PETR3, +1,62%; PETR4, +1,33%

update 15h22

Embraer (EMBJ3) recua 0,72%

update 15h15

Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia até aqui; veja a lista

Negócios Dia (%)
PETR4 31.006 1,14
ABEV3 28.662 -0,44
BBDC4 26.086 -0,60
VALE3 23.258 0,65
SBSP3 19.103 2,71
update 14h47

Construtoras ampliam alta: CURY3, +4,51%; MRVE3, +3,70%; DIRR3, +3,25%; TEND3, +3,06%; EZTC3, +2,89%

update 14h30

Axia Energia (AXIA3) tem alta de 1,98%

update 14h18

Frigoríficos em alta robusta: MBRF3, +6,0%; BEEF3, +3,75%

update 14h10

Vale (VALE3) volta a ganhar e tem +0,64%

update 13h53

Ambev (ABEV3, -1,57%) tem a ação mais negociada hoje

update 13h47

Petrobras sustenta alta: PETR3, +1,37%; PETR4, +1,10%

update 13h12

COMPRA VENDA
Ontem 5,1211 5,1217
1ª parcial 5,0931 5,0937
2ª parcial 5,0661 5,0667
3ª parcial 5,0675 5,0681
4ª parcial 5,0665 5,0671
update 13h05

Varejistas no azul: AMER3, +4,94%; MGLU3, +3,78%; BHIA3, +2,63%

update 12h53

Embraer (EMBJ3) recua 0,67%, a R$ 85,51

update 12h22

Brasil inicia consultas no âmbito da OMC sobre tarifas dos EUA

O Brasil contestou formalmente as tarifas adicionais impostas pelo governo dos EUA, solicitando consultas de controvérsia à Organização Mundial do Comércio (OMC). O Brasil afirmou que as tarifas adicionais são incompatíveis com várias disposições do Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio da OMC, disse a organização. (Reuters)

update 12h18

Futuros de petróleo operam mistos: WTI sobe 0,17%, a US$ 84,60; e Brent desce 0,53%, a US$ 90,30

update 12h17

Ibovespa: MBRF3 é a maior alta do dia até aqui; veja as demais

Dia (%) Valor (R$)
MBRF3 4,86 17,47
MOTV3 4,45 14,79
COGN3 4,11 2,28
MGLU3 3,78 4,94
CYRE3 3,47 21,49
update 12h15

Ibovespa: USIM5 é a maior baixa do dia até aqui; veja a lista

Dia (%) Valor (R$)
USIM5 -5,65 7,85
ABEV3 -2,39 15,52
BBDC3 -1,75 15,76
EMBJ3 -1,20 85,06
BBDC4 -1,09 18,15
update 11h53

VXBR: índice de volatilidade na Bolsa brasileira agora cai 2,00%, aos 19,11 pontos, nova mínima do dia

update 11h53

Russell 2000: índice de small caps nos EUA avança 0,79%, acompanhando os demais índices amplos

update 11h52

  • Dow Jones: +0,43%
  • S&P 500: +1,05%
  • Nasdaq: +2,35%
update 11h49

BMW promete ‘rever o intocável’ após lucro despencar, diz agência

Montadora alemã promete reestruturação ampla após trimestre fraco, com corte de 8 mil empregos e revisão de processos antes considerados sagrados.

update 11h42

Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) recua 0,04%, aos 3.795,82 pontos, em nova mínima do dia

update 11h31

Shell lucra mais que o esperado no 2º trimestre e destaca produção recorde no Brasil

Gigante britânica supera expectativas no 2º trimestre com trading aquecido, produção recorde no Brasil e margens de refino em máximas históricas.

update 11h28

Vale (VALE3) diminui ritmo de perdas, mas segue no negativo: menos 0,03%, a R$ 75,03

update 11h19

China nega notícia de que enviaria mísseis de defesa aérea para o Irã

A China negou uma reportagem da Reuters de que o Irã estaria prestes a receber 400 lançadores de mísseis antiaéreos portáteis de fabricação chinesa em poucas semanas, classificando a informação como “falsa e totalmente inverídica”. A Reuters citou fontes oficiais não identificadas que afirmavam que o Irã receberia sistemas de defesa aérea da China. De acordo com a reportagem, as entregas iniciais seriam enviadas de avião de Urumqi, no oeste da China, e transitariam pelo Paquistão antes de chegar ao Irã. A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Mao Ning, disse em uma coletiva de imprensa regular em Pequim que a China já havia deixado “sua posição clara sobre as questões relevantes em diversas ocasiões”. “As reportagens são falsas e totalmente inverídicas”, disse ela, acrescentando que Pequim “sempre trabalha pela paz e pelo fim do conflito”. O Paquistão, citado na reportagem como rota de trânsito para o carregamento, havia emitido sua própria negação um dia antes. O seu braço de comunicação social militar, o Inter-Services Public Relations, disse que “todas essas especulações são infundadas e desprovidas de verdade” e foram “categoricamente rejeitadas”. (informações da Al Jazeera)

update 11h11

Rússia anuncia ampliação da proibição para exportar diesel e gasolina

update 11h08

NOVA MÁXIMA DO DIA! Ibovespa agora sobe 0,72%, aos 175.140,76 pontos

update 11h07

Ibovespa retoma os 175 mil pontos, ao subir 0,70%, aos 175.105,90 pontos, nova máxima do dia

update 10h58

PCE de junho: mercado segue atribuindo probabilidade relevante a uma alta de juros em setembro, ressalta economista

Vitor Kayo, economista-sênior da Nomad, diz que o recuo do índice cheio “refletiu principalmente a queda de gasolina e outros combustíveis, enquanto o núcleo surpreendeu para baixo puxado por moderação em serviços financeiros e de seguros. A combinação de bens em queda por conta da energia com serviços ainda em desaceleração moderada explica a divergência entre o índice cheio, mais sensível a choques de oferta, e o núcleo, que segue rodando bem acima da meta de 2% do Fed”. Ele segue: “o resultado reforça a leitura de uma inflação que perde fôlego na margem sem, no entanto, convergir para a meta, cenário que ainda não altera de forma definitiva o cálculo do FOMC. Mesmo com o núcleo surpreendendo para baixo, o mercado segue atribuindo probabilidade relevante a uma alta de juros em setembro, refletindo a postura de Kevin Warsh de evitar qualquer sinalização de ‘missão cumprida’ enquanto a inflação permanecer bem acima do objetivo do banco central americano”.

update 10h54

Taxa de desemprego em junho: mercado de trabalho mostra sinais de arrefecimento, nota banco

“O mercado de trabalho mostra sinais de arrefecimento, compatível com nossa expectativa de moderação da atividade a partir do segundo trimestre”, diz o Bradesco. Em junho, a população ocupada ficou estável em 103 milhões de pessoas. “Esperamos alta de 0,5% do PIB no segundo trimestre, com isso, a economia deve avançar 2,0% no ano”.

update 10h47

Usiminas (USIM5) recua 4,09%, a R$ 7,98, após balanço do 2T26 divulgado hoje

update 10h40

Preços dos combustíveis no Brasil aumentam a ampla diferença abaixo da paridade internacional, diz Abicom

Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 63 dias reajuste dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 60 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta, exceto em feriados.

  • Diesel A S10 (média nacional): -79%, ou -R$ 2,58 (ontem: -69%, ou -R$ 2,26)
  • Gasolina A (média nacional): -58%, ou -R$ 1,48 (ontem: -54%, ou -R$ 1,37)
update 10h38

Futuros do petróleo recuam: WTI perde 1,05%, a US$ 83,57; e Brent cai 1,39%, a US$ 89,48

update 10h36

Apple: após alta de mais de 24% em 2026, balanço pode impactar rali?

As ações da Apple vivem um forte rali, acumulando alta de 17% em julho e caminhando para registrar seu melhor mês em quatro anos.

update 10h30

Investidores em Wall Street conseguiram um novo ânimo com os dados positivos da inflação de consumo pessoal, o PCE, em junho, que se mostrou bastante comportada, assim como a prévia do PIB do 2T26 mostrou uma expansão robusta de 1,5%. “O Fed permanece paciente e em modo de espera, e continuará monitorando a evolução da economia nos próximos meses”, disse à CNBC Sameer Samana, chefe de ações globais e ativos reais do Wells Fargo Investment Institute. “Isso torna a reunião de setembro uma oportunidade crucial para o Fed agir, caso os dados econômicos indiquem segurança, a fim de amenizar as crescentes pressões inflacionárias”. Ontem, o Fed decepcionou os investidores, apontando uma rota de possível alta das taxas. Além disso, os balanços trimestrais da Microsoft e da Meta deram sinais mistos sobre o setor de tecnologia e IA, mas foram suficientes para devolver as altas aos principais índices.

  • Dow Jones: +0,64%
  • S&P 500: +0,92%
  • Nasdaq: +1,54%
update 10h19

Siderúrgicas mistas nesta manhã: CSNA3, -0,96%; GGBR4, +0,36%; GOUA4, +0,19%

update 10h14

Varejistas nesta manhã: AMER3, +2,02%; AZZA3, +0,56%; AUAU3, +0,30%; BHIA3, -1,32%; CEAB3, +2,52%; LREN3, +1,05%; MGLU3, +1,26%; RIAA3, +1,31%; VIVA3, +0,63%

update 10h12

Grandes bancos abrem mistos: BBAS3 e ITUB4 sobem 0,67% e 0,69%, enquanto BBDC4 e SANB11 caem 2,89% e 0,35%

update 10h09

Petro juniores caem: PRIO3, -0,62%; RECV3, -0,20%; BRAV3, -0,58%

update 10h08

B3 (B3SA3) inicia pregão no zero, valendo R$ 15,32

update 10h08

Supermercadistas em alta: ASAI3, +1,45%; GMAT3, +0,26%; PCAR3, +0,36%

update 9h57

Taxa de desemprego em junho: mercado de trabalho brasileiro continua aquecido, apesar de alguma moderação no crescimento da renda, diz economista

Claudia Moreno, economista do C6 Bank, diz que a mensagem que os dados da Pnad trazem segue a mesma dos últimos meses: o mercado de trabalho brasileiro continua aquecido, apesar de alguma moderação no crescimento da renda. Mesmo que a desaceleração da atividade econômica possa reduzir o ritmo de criação de vagas ao longo de 2026, ela projeta que a taxa de desemprego permaneça em níveis historicamente baixos. O ano deve encerrar em torno de 5,5%. “As últimas comunicações indicam que o Copom vê mais riscos de sua projeção para a inflação subir do que cair nos próximos meses, o que sugere uma pausa no ciclo de cortes dos juros em breve”, diz.

update 9h45

EUA: preliminar do núcleo de preços do PCE no 2T26 sobe 3,40%, abaixo do 4,40% do trimestre anterior

update 9h43

EUA: índice de preços do PIB, preliminar para o 2T26, sobe 6,3% em relação ao trimestre anterior, acima do 3,6% apurado no 1T26

update 9h40

Em maio, na comparação com abril, houve alta de 0,9% (revisada de mais 0,7%).

update 9h39

EUA: pedidos iniciais de seguro-desemprego esta semana ficaram em 197 mil, abaixo da expectativa de 201 mil

A leitura da semana anterior apontou 188 mil (revisada de 187 mil). A média das últimas quatro semanas ficou em 202,75 mil, abaixo da média das quatro encerradas na semana passada, que ficou em 207,75 mil (revisada de 207,50 mil). Os pedidos contínuos estão em 1,782 milhão, abaixo do 1,789 milhão da semana anterior (revisados de 1,796 milhão).

update 9h37

EUA: preliminar do PIB do 2T26 mostra expansão de 1,5% em relação ao 1T26

No 1T26, na comparação com o trimestre anterior, houve alta de 2,1%.

update 9h35

Em maio, na relação com maio de 2025, a alta foi de 3,4%.

update 9h34

EUA: núcleo do PCE em junho sobe 0,1% em relação a maio, abaixo do 0,2% esperado

Em maio, na relação com abril, a alta foi de 0,3%.

update 9h33

EUA: índice de preços de consumo pessoal (PCE) em junho tem deflação de 0,1% em relação a maio, como esperado

Em maio, na relação com abril, a alta foi de 0,5% (revisada de mais 0,4%).

update 9h31

EUA: PCE em junho sobe 3,7% em relação a junho de 2025, como esperado

Em maio, na relação com maio de 2025, a alta foi de 4,1%.

update 9h27

André Valério, economista-sênior do Inter, diz que “a queda na taxa de desocupação dá sequência à normalização pós-período sazonal, com queda na população desocupada (-10,9%) e aumento na população ocupada (1,1%). Entretanto, ao ajustar pela sazonalidade, vemos a taxa de desocupação estável pelo segundo mês consecutivo. Além disso, vemos os ganhos de emprego concentrados fora do mercado de trabalho privado com carteira assinada, que apresentou estabilidade no trimestre. Metade do aumento observado na população ocupada foi concentrada nos empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada e nos empregados no setor público”. Outro ponto que chama a atenção para o economista é a estabilidade na renda: pela terceira leitura consecutiva, a renda real não é capaz de repor as perdas da inflação mais elevada do 2º trimestre. “De modo geral, vemos um mercado de trabalho ainda muito robusto, mas com sinais de moderação, apresentando menor dinamismo, reflexo, na nossa visão, do estoque de aperto monetário dos últimos anos. Esperamos a continuidade dessa tendência de moderação, com a taxa de desocupação encerrando 2026 em 5,7%”.

update 9h21

DXY: índice dólar apresenta queda de 0,20%, aos 100,68 pontos

update 9h21

Taxa (%) Variação (pp)
DI1F27 13,830 -0,020
DI1F28 13,900 -0,075
DI1F29 14,145 -0,105
DI1F31 14,395 -0,120
DI1F32 14,500 -0,100
DI1F33 14,555 -0,100
DI1F35 14,605 -0,100
update 9h12

México: prévia do PIB do 2T26 mostra expansão de 2,2% em relação ao 2T25, acima da previsão de 1,5%

No 1T26, na relação anual, houve alta de 0,2%.

update 9h11

México: prévia do PIB do 2T26 mostra expansão de 1,5% em relação ao trimestre anterior, acima da previsão de 1,3%

No 1T26, na relação trimestral, houve contração de 0,6%.

update 9h09

Em junho, na comparação com junho de 2025, houve alta de 2,3%.

update 9h08

Em junho, na comparação com maio, houve deflação de 0,3%.

update 9h07

Taxa de desemprego no Brasil fica em 5,4% em junho, dentro do esperado, abaixo dos 5,6% de maio

update 9h02

Dólar futuro (DOLFUT) abre em queda de 0,35%, cotado aos 5.103,00 pontos

update 9h02

Ibovespa futuro (INDFUT) abre em alta de 0,80%, cotado aos 175.340 pontos

update 8h55

update 8h48

Os contratos futuros de minério de ferro negociados na bolsa chinesa de Dalian caíram nesta quinta-feira para a mínima de um ano, pressionados pelo aprofundamento das perdas nas siderúrgicas da China e pelas expectativas de novas quedas na produção de ferro-gusa. O contrato de minério de ferro mais negociado para setembro, o DCIOcv1 caiu 3,31%, para 715 iuanes (US$ 5,80) por tonelada métrica, atingindo sua mínima desde 2 de julho de 2025. O minério de ferro, o SZZFU6, na Bolsa de Cingapura operava em queda de 2,3% por volta das 8h30 (Horário de Brasília), a US$ 95,85 por tonelada, atingindo sua mínima desde 23 de fevereiro. As siderúrgicas na China continuarão enfrentando pressões fundamentais no próximo mês e os preços provavelmente continuarão caindo, e somente cortes significativos na produção serão capazes de estabilizar o mercado, afirmou Wang Jianhua, analista-chefe de aço da consultoria Mysteel, em uma nota. As perdas médias das siderúrgicas em Tangshan ultrapassaram 100 iuanes por tonelada e continuam se aprofundando, segundo dados da Mysteel. O consumo diário de minério de ferro nas siderúrgicas continua diminuindo e, com os estoques ainda elevados, o complexo de custos entrou em um ciclo negativo que continua pesando sobre os preços, afirmou Zhang Kunfei, analista da Datong Securities, em uma nota. (Reuters)

update 8h38

Petróleo caro dificulta combate à inflação nos EUA, ressalta economista

Bruno Corano é economista da Corano Capital, diz que a inflação pode ser motivada por diferentes causas: falhas nas cadeias de suprimento, expansão monetária, mas hoje ela está sendo pressionada majoritariamente pela apreciação do petróleo, que é a matéria-prima mais inflacionária do mundo. “Isso se tornou um dilema para o Fed. Porque, por mais que tenha se especulado que os juros poderiam subir, e isso ainda não aconteceu, mesmo que os juros subam, eles não vão conseguir combater esse tipo de problema, dada a origem dele”, diz. “O tempo desse repique inflacionário está totalmente correlacionado ao tempo em que o petróleo permanecer apreciado. Se ele ficar apreciado de forma definitiva, teremos um processo inflacionário que vai se restabelecer em outro patamar. Mas, considerando que é um desejo do Trump que esse conflito acabe, mesmo um eventual aumento de juros nos próximos meses teria efeito apenas depois de seis, oito ou dez meses. E não diretamente sobre esse problema, e sim sobre a economia como um todo”.

update 8h35

BC: estoque de crédito no Brasil sobe 0,7% em junho, ante maio

update 8h17

As ações da China caíram nesta quinta-feira, enquanto as de Hong Kong registraram ligeira alta, já que uma forte onda de vendas nos setores de chips e transceptores ópticos pesou sobre o mercado como um todo. Ações relacionadas à IA tiveram forte queda em todo o mundo, com o índice Kospi despencando na Coreia do Sul, o que abalou os mercados e levou os investidores a reavaliar a valorização das ações de chips da China, segundo participantes do mercado. “Vejo esse movimento como uma redução do risco global no setor de chips, e não como uma queda específica da China”, disse Jeff Ko, analista-chefe da CoinEx. (Reuters)

  • Shanghai SE (China), -0,62%
  • Nikkei (Japão): +0,70%
  • Hang Seng Index (Hong Kong): +0,20%
  • Nifty 50 (Índia): +0,28%
  • ASX 200 (Austrália): -0,78%
update 8h13

FGV: confiança do setor de serviços fica em 87,8 pontos em julho, de 90,8 em junho

update 8h08

Em junho, na relação com maio, já havia tido deflação de 0,50%.

update 8h07

Lucro ajustado da Profarma (PFRM3) sobe para R$ 31,7 mi no 2º tri

A ​companhia apurou lucro antes de juros, impostos, ‌depreciação e ​amortização (Ebitda) ajustado de R$ 126,6 milhões.

update 8h05

Bank of England mantém as taxas de juros em 3,75% ao ano, como esperado

Último movimento aconteceu em dezembro de 2025, quando tirou 0,25 ponto percentual das taxas, caindo de 4,00% para os atuais 3,75%. Próxima reunião é em 17 de setembro de 2026.

update 8h02

PIB e PCE nos EUA, desemprego no Brasil e balanço da Vale agitam os mercados nesta 5ª

InfoMoney reúne as principais informações que devem movimentar os mercados nesta quinta-feira (30).

update 8h01

Os índices futuros de Nova York tentam se apoiar nos balanços trimestrais das gigantes Microsoft e Meta para recuperar parte das fortes perdas vistas na véspera, após o decepcionantes decisão e comunicado de taxa de juros pelo Federal Reserve. “Em última análise, esta é uma história de duas estratégias de investimento em IA. Uma empresa está aumentando os lucros enquanto gasta muito, enquanto a outra permite que esses custos corroam seus resultados”, disse à CNBC Stephen Evans, diretor de investimentos da Pave Finance. “Os resultados da Microsoft sugerem que as preocupações com a desaceleração do crescimento podem ter sido exageradas, principalmente após a pressão que suas ações sofreram. O negócio de publicidade da Meta continua forte, mas agora precisa demonstrar maior controle de custos e retornos mais consistentes sobre seus investimentos para que a confiança seja totalmente restaurada”.

  • Dow Jones Futuro: +0,31%
  • S&P 500 Futuro: +0,55%
  • Nasdaq Futuro: +1,10%
update 8h00

Abertura dos mercados

Balanços corporativos seguem no radar, com os dados da Vale (VALE3) esperados após o fechamento do mercado, em dia carregado de dados macroeconômicos e com investidores ainda repercutindo a decisão do Federal Reserve na véspera de manter a taxa de juros. A Ambev (ABEV3) informou logo cedo que teve lucro líquido de R$ 3,47 bilhões no segundo trimestre, um avanço de 24,5% sobre o desempenho do mesmo período de 2025, e fala com analistas às 12h30. São esperados também os dados de Usiminas (USIM5) e Multiplan (MULT3). A agenda nacional ainda tem os dados de julho do IGP-M e da confiança de serviços, além dos números de crédito, taxa de desemprego, arrecadação e governo central, todos de junho. Enquanto isso o ministro da Fazenda, Dario Durigan, cumpre agenda no Mato Grosso do Sul. O presidente Lula participa às 18h30 do podcats Inteligência LTDA. No exterior, o rendimento do Treasury de 30 anos atingiu a máxima de 19 anos após o chair do Fed, Kevin Warsh, ter transmitido sinais mistos sobre as perspectivas para a política monetária e a inflação. Por outro lado, os resultados da Microsoft e da Meta reforçaram a percepção de que os investidores buscavam sinais de que os elevados investimentos em inteligência artificial estão começando a gerar retorno. As ações da Microsoft sobem nas negociações de pré-abertura após a empresa afirmar que espera continuar gerando caixa até o ano fiscal de 2027. Já a Meta recua depois que seus resultados refletiram o peso de suas apostas em IA. (Reuters)

update 7h54

Investidores em Wall Street receberam a decisão do Federal Reserve com certa decepção por conta das três dissidências que apontaram para uma alta de 0,25 ponto percentual, enxergando que essa é uma tendência da política monetária. O presidente da instituição não deu pistas de nada em sua entrevista coletiva, aumentando a incerteza. “Se você realmente quer chegar a 2%, acho que precisa aumentar as taxas de juros”, resumiu à CNBC Jeffrey Gundlach, da DoubleLine, observando que o aumento nos rendimentos após a decisão do Fed estava enviando uma mensagem a Warsh.

Dia (%) Pontos (pts)
Dow Jones -2,18 51.594,86
S&P 500 -1,51 7.316,38
Nasdaq -1,74 24.442,94
update 7h52

DIs: juros futuros fecharam ontem de forma mista

Taxa (%) Variação (pp)
DI1F27 13,850 -0,015
DI1F28 13,975 -0,020
DI1F29 14,250 0,000
DI1F31 14,515 0,050
DI1F32 14,600 0,050
DI1F33 14,655 0,060
DI1F34 14,660 0,050
DI1F35 14,705 0,080
update 7h50

O dólar comercial voltou a cair frente ao real, após duas altas seguidas. O movimento foi na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com menos 0,48%, aos 100,94 pontos.

  • Venda: R$ 5,108
  • Compra: R$ 5,107
  • Mínima: R$ 5,089
  • Máxima: R$ 5,141
update 7h48

Maiores baixa, maiores altas e as mais negociadas de ontem

Maiores baixas

Dia (%) Valor (R$)
USIM5 -9,25 7,55
CSNA3 -4,81 4,95
CMIN3 -4,35 5,72
BRAV3 -2,07 20,39
AZZA3 -1,80 15,86

Maiores altas

Dia (%) Valor (R$)
MBRF3 7,80 17,96
TOTS3 5,74 31,13
COGN3 5,48 2,31
MGLU3 5,46 5,02
CURY3 5,37 30,40

Mais negociadas

Negócios Dia (%)
PETR4 51.496 2,00
ABEV3 47.147 0,38
VALE3 34.173 1,39
BBDC4 33.796 0,22
BBAS3 29.254 1,97
update 7h48

Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem

Maiores baixas

Dia (%) Valor (R$)
CSNA3 -7,80 5,20
SANB11 -7,37 25,63
SBSP3 -5,87 26,61
AZZA3 -5,83 16,15
DIRR3 -4,73 11,09

Maiores altas

Dia (%) Valor (R$)
PRIO3 2,89 58,41
PETR3 2,35 47,51
MBRF3 2,21 16,66
PETR4 1,92 42,00
BEEF3 1,76 3,47

Mais negociadas

Negócios Dia (%)
PETR4 53.296 1,92
SBSP3 48.047 -5,87
ITUB4 32.969 -2,43
AXIA3 31..257 -2,16
BBDC4 30.927 -2,24
update 7h45

  • Máxima: 176.563,85
  • Mínima: 173.885,34
  • Diferença para a abertura: -2.679,41 pontos
  • Volume: R$ 22,30 bilhões

Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:

  • Segunda-feira (27): +0,74%
  • Terça-feira (28): +0,70%
  • Quarta-feira (29): -1,52%
  • Semana: -0,09%
  • Julho: +1,08%
  • 3T26: +1,08%
  • 2026: +7,92%

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