A senadora Tereza Cristina (PP-MS) disse a aliados, nesta quinta-feira, 30, que aceitou o convite para ser candidata a vice-presidente na chapa encabeçada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Tereza Cristina foi ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Antes de aceitar o convite, ela havia dito ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto, que seu projeto político era disputar a Presidência do Senado Federal em 2027. Mas agora mudou de ideia.
Entretanto, a candidatura dela a vice precisa ser aprovada pelo PP em convenção nacional, que ainda será realizada. A tendência era que o PP e o União Brasil, com quem o Progressistas faz federação, ficassem neutros na corrida presidencial deste ano.
Tereza Cristina é a atual líder do PP no Senado. Engenheira agrônoma e empresária, é um dos principais nomes da bancada do agronegócio no Congresso.
Ela é senadora pelo Mato Grosso do Sul desde 2023, tendo recebido 829.149 votos em 2022. Ela foi deputada federal pelo estado de 2015 a 2023, ministra da Agricultura, Pecuário e Abastecimento de 2019 a 2022, e secretária de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo de Mato Grosso do Sul de 2007 a 2014.
Lula já tem vice definido
Em relação ao principal adversário de Flávio nas urnas neste ano, o presidente Lula (PT), o vice já está definido.
O Partido Socialista Brasileiro (PSB) aprovou na quarta-feira, 29, em convenção nacional, a candidatura de Geraldo Alckmin na chapa do petista.
Será repetida a dobradinha de 2022, quando Lula e Alckmin derrotaram Jair Bolsonaro e o ex-ministro da Defesa Braga Netto.
Em seu discurso na convenção nacional, Alckmin criticou o bolsonarismo e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), relembrando, entre outros temas, as mortes na pandemia de covid-19, a tentativa de golpe de Estado ocorrida no país entre 2022 e 2023, pela qual Bolsonaro foi condenado, e a atuação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.





