Porém, mesmo após o recuo, a Uefa, que rege o futebol europeu, voltou a expressar sua reprovação e indicou ter perdido a confiança na Fifa de Infantino.
“Não podemos continuar assim com planos secretos em prazos acelerados, elaborados por indivíduos sem rosto e de benefício duvidoso para o jogo. Devemos identificar os responsáveis e responsabilizá-los”, escreveu a Uefa. “Esta é uma vitória para todo o futebol. Mas não deve ser o fim da história. A proposta foi retirada. A tarefa de reconstruir a confiança na Fifa está apenas começando”, completou a nota.
Embora a Uefa falasse pelas suas 55 associações nacionais, a federação inglesa também fez questão de publicar sua posição. “É hora de uma revisão completa e robusta da liderança e governança da Fifa para garantir que o esporte global seja gerido de forma transparente, em benefício de todas as 211 nações membros e com a administração de longo prazo do futebol em seu cerne”, afirmou a FA (sigla em inglês para Associação de Futebol da Inglaterra).
Prováveis concorrentes
As articulações contra a permanência de Infantino se intensificaram, sobretudo após a rejeição à FFE, revelando uma divisão entre a cúpula da Fifa e alguns dos principais atores do futebol pelo mundo.
Diante do desgaste da atual gestão, a imprensa britânica aponta que a oposição já trabalha na consolidação de uma alternativa concreta para o pleito de 2027. O presidente da Concacaf, Victor Montagliani, surge com nome fortalecido para presidir a Fifa a partir de março de 2027, segundo a rádio talkSPORT.





