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Itaú (ITUB4) lucra R$ 12,3 bi no 4T25, alta de 13,2%; no ano, lucro foi de R$ 46,8 bi

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O Itaú Unibanco (ITUB4) registrou lucro recorrente gerencial de R$ 12,3 bilhões no quarto trimestre de 2025 (4T25), alta de 13,2% em relação aos R$ 10,884 bilhões registrados em igual período de 2024. O banco divulgou seus dados do quatro trimestre de 2025 e os dados anuais fechados na noite desta quarta-feira (4).

O resultado foi em linha com a projeção. A expectativa, segundo mediana de compilação feita por analistas consultados pela Reuters, era de um lucro de R$ 12,3 bilhões.

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Em 2025, o resultado recorrente gerencial do banco ficou em R$ 46,8 bilhões, com alta de 14,1% em relação ao observado em 2024. O retorno sobre patrimônio (ROE, na sigla em inglês) gerencial ficou em 23,4% no apanhado de 2025, alta de 1,3 ponto percentual sobre 2024.

De acordo com o banco, a carteira de crédito teve crescimento de 6% em 2025, que suportou a expansão da margem financeira com clientes no período (+12,1%). Contribuíram também para a expansão da margem, o maior volume de passivos e a maior remuneração do capital de giro próprio, afirma o Itaú em comunicado sobre os resultados.



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Guarda Municipal de Várzea Grande prende suspeito e recupera motocicleta furtada em Cuiabá – Guarda Municipal de Várzea Grande prende suspeito e recupera motocicleta furtada em Cuiabá

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A Guarda Municipal de Várzea Grande prendeu um suspeito e recuperou uma motocicleta, nesta terça-feira (03.02), na Orla da Alameda. Conforme o registro da ocorrência, a motocicleta obtinha um registro de furto no bairro Pedra 90, em Cuiabá, no dia 24 de dezembro.

No boletim, informa que a guarnição abordou o homem de 23 anos que conduzia o veículo. Durante a abordagem, os guardas constataram que a placa não correspondia ao número de chassi, além de aparentar adulteração.

Após checagem nos sistemas de segurança, foi confirmado que a motocicleta era produto de furto, ocorrido no dia 24 de dezembro de 2025, em frente ao estacionamento do Mercado Bom Jesus, no bairro Pedra 90, em Cuiabá.

Diante dos fatos, foi dada voz de prisão ao suspeito que já possui antecedente criminal, o mesmo foi conduzido à Central de Flagrantes para as medidas cabíveis.

A Guarda Municipal reforça que as ações de patrulhamento preventivo seguem intensificadas, com o objetivo de coibir crimes e garantir mais segurança à população.



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Levantamento da Qive revela que somente 33% das empresas usam IA no dia a dia

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Estudo revela descompasso entre a ambição de um backoffice estratégico e a baixa maturidade em automação e investimento em Inteligência Artificial

Apesar da intensa discussão sobre transformação digital e Inteligência Artificial nas empresas brasileiras, o uso efetivo da tecnologia no backoffice financeiro e fiscal ainda é limitado. De acordo com o quarto capítulo do Panorama do Contas a Pagar 2026, levantamento inédito da Qive, apenas 33% das companhias dizem utilizar IA nas estratégias e ações do dia a dia, e só 16% investiram com orçamento dedicado em soluções de Inteligência Artificial nos últimos 12 meses, enquanto 40% não investem financeiramente nesse tipo de tecnologia.

O dado faz parte de uma pesquisa encomendada exclusivamente pela Qive para a Opinion Box, que ouviu 406 profissionais de diferentes setores e portes de organizações, entre 25 de agosto e 18 de setembro de 2025.

Os dados traçam um panorama da maturidade do backoffice brasileiro visando compreender melhor o funcionamento de áreas como financeiro, fiscal, contábil, compras, TI e controladoria. Em edições anteriores do estudo, a Qive já havia identificado sinais de baixa maturidade do backoffice no Brasil. Na pesquisa realizada em 2024, lançada em janeiro de 2025, apenas 3 em cada 10 entrevistados consideravam a área de backoffice desenvolvida em suas empresas, enquanto somente 27% concordavam totalmente que ele era estratégico e contribuía efetivamente para o negócio.

Embora os levantamentos tenham metodologias e questionários distintos, os resultados apontam para um padrão consistente: o reconhecimento da importância do backoffice para o crescimento das empresas avança mais rápido do que a maturidade operacional e tecnológica dessas áreas.

“O que vemos é um backoffice que já entendeu sua relevância estratégica, mas ainda não conseguiu se libertar do operacional. Os líderes estratégicos sabem que financeiro, fiscal e controladoria são áreas-chave para a tomada de decisão, mas seguem presos a atividades analógicas, dados fragmentados e baixa automação. Isso cria um descompasso perigoso entre a ambição de ser estratégico e a capacidade real de gerar inteligência para o negócio”, analisa Isis Abbud (foto em destaque), CO-CEO e cofundadora da Qive.

IA no radar das pessoas, não do orçamento
O levantamento mostrou que o interesse dos profissionais cresce rapidamente quando o assunto é Inteligência Artificial nas rotinas de trabalho. A pesquisa mostra que 51% dos respondentes apontam o conhecimento em IA como a principal competência em que pretendem investir nos próximos 12 meses, e 39% priorizam o desenvolvimento em planejamento e estratégia, reforçando a mudança de perfil do backoffice para um papel mais analítico.

Apesar disso, apenas um terço das companhias ouvidas já utiliza IA no dia a dia, e a maioria ainda opera em fase experimental. Somente 16% declararam ter investido em soluções de IA com orçamento dedicado nos últimos 12 meses, 23% fizeram testes sem orçamento formal e 25% não investiram, mas pretendem fazê-lo nos próximos 12 meses; e 55% não investem ou não têm previsão de investimento. Quando adotada, a tecnologia é usada principalmente para apoiar a produtividade: os principais ganhos relatados são maior produtividade do time (26%), menos tempo gasto na elaboração de relatórios (22%) e análises de dados mais apuradas (22%).

Porém, o que se enxerga no mercado é um movimento contrário: o setor de backoffice centrado em rotinas manuais e pouco voltado para soluções novas ou de preocupação mais estratégica. Mesmo com ERPs e sistemas disponíveis, planilhas continuam dominando o dia a dia do backoffice: mais de 50% dos profissionais ainda utilizam planilha, seja de forma exclusiva ou combinada com software.

Automação concentrada na rotina, não na inteligência
A pesquisa também revela que 83% das empresas já contam com alguma estrutura dedicada a dados, interna ou terceirizada, o que demonstra demanda crescente por informação e análise. Porém, a automação está concentrada em atividades de registro e controle, como lançamento de entradas no sistema (10%), controle de estoque (9%) e geração de relatórios de desempenho e custos (9%).

Etapas mais estratégicas praticamente não aparecem nas respostas: análise de dados não foi citada como etapa automatizada, enquanto monitoramento de fraudes e avaliação de desempenho de fornecedores surgem com apenas 4% cada. “O retrato é de áreas que utilizam tecnologia para registrar o que aconteceu, mas ainda com dificuldade em prever riscos, apoiar decisões e capturar ganhos de eficiência em escala”, analisa a Co-CEO da Qive.

Erros, retrabalho e impacto no caixa
A execução não automatizada expõe as instituições a erros e riscos altos, já que a maior parte delas lidam com volumes consideráveis de transações financeiras. Dados do levantamento destacam que 29% dos respondentes realizam entre 201 e 1.000 transações de recebimento por mês, e 21% afirmam lidar com mais de 1.000 recebimentos no mesmo período. Do lado dos pagamentos, 22% executam de 51 a 100 por mês, 19% de 101 a 500 e 17% mais de 1.000.

Nesse contexto, 25% das empresas já sofreram problemas referentes à data de vencimento; 24% registraram pagamentos em duplicidade e 17% fizeram operações incorretas por erro de informações. A maioria declara algum impacto no faturamento decorrente de pagamentos indevidos, em geral com perda de até 1% da receita – e 22% afirmam que esse impacto piorou em relação ao ano anterior.

Com isso, o estudo conclui que o futuro do setor financeiro e fiscal não é apenas digital, mas inteligente. A diferença está em conectar dados, automatizar fluxos de ponta a ponta e liberar as equipes das tarefas repetitivas para que atuem em análise, planejamento e tomada de decisão. “O próximo passo não é apenas digitalizar processos, mas transformar o backoffice em um centro de inteligência. Quem conseguir interligar informações, automatizar decisões e usar a tecnologia de forma estratégica vai ganhar eficiência, reduzir riscos e liberar as equipes para atuar onde realmente geram valor”, conclui Isis.

Para saber mais e baixar o report completo, acesse aqui.



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Ministro do STJ é suspeito de assediar jovem de 18 anos

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<br /> Ministro do STJ é suspeito de assediar jovem de 18 anos





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MP arquiva solicitação de investigação apresentada por Abilio Brunini

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Hesitação de Trump e apelo no MAGA tornam o Caso Epstein ainda mais explosivo – CartaCapital

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As milhões de páginas de documentos sobre o criminoso sexual Jeffrey Epstein continuam a pautar o noticiário político nos Estados Unidos, à medida que novos detalhes sobre o caso emergem em mais um lote de arquivos, divulgado pelo Departamento de Estado na última sexta-feira 30. Analistas políticos tentam entender o impacto imediato e de médio prazo sobre o presidente Donald Trump, que manteve uma amizade com Epstein por mais de uma década, pelo menos até o início dos anos 2000.

Os chamados Epstein Files — Arquivos de Epstein, em português — são o conjunto de informações reunidas desde o início da apuração sobre o abuso de menores de idade. Trata-se do resultado de duas investigações criminais conduzidas entre 2006 e 2009. Nesse mar de informações publicadas, contudo, há também mensagens pessoais, fotos e vídeos.

A rigor, a nova leva de arquivos não altera significativamente a percepção geral, mas mantém sob os holofotes as figuras que não abdicaram de conviver com um notório criminoso sexual, rótulo que acompanhava o financista desde 2008.

A proximidade entre Trump e Epstein há muito não é segredo — já se falava a respeito quando o republicano concorreu pela primeira vez à Casa Branca, em 2016. Idas e vindas do presidente, contudo, lançaram gasolina na fogueira: ele prometeu absoluta transparência na publicação dos arquivos, mas recuou e se viu pressionado pela franja mais radical de seus apoiadores a cumprir o compromisso inicial.

Segundo o New York Times, há no último lote mais de 5,3 mil arquivos contendo mais de 38 mil referências a Trump, à esposa dele, Melania, ao clube Mar-a-Lago, na Flórida, e a outros termos relacionados.

Para Fernanda Brandão, coordenadora do curso de Relações Internacionais do Mackenzie Rio, o assunto é extremamente delicado para Trump, apesar de ele reiterar nunca ter participado de atos criminosos.

“É um jogo de narrativas. Ele tenta se defender, mas pode criar um racha bastante importante na sua base eleitoral”, avalia. Brandão projeta que as eleições de meio de mandato, marcadas para 3 de novembro, serão um termômetro do impacto deste e de outros imbróglios sobre a popularidade do governo. Estarão em disputa as 435 cadeiras da Câmara e 35 dos 100 assentos do Senado. O presidente buscará manter maioria nas duas Casas, enquanto a oposição tentará explorar as fragilidades de sua administração.

Há uma grande insatisfação nos Estados Unidos com a inflação, que pressiona o custo de vida e inviabiliza uma das grandes promessas de campanha de Trump em 2024. Também pesa repercussão dos atos de violência praticados por agentes federais de imigração como foco de preocupação para o governo. O cenário atual, enfatiza a professora, indica a probabilidade de o presidente perder o comando de pelo menos uma das Casas.

Além dos problemas imediatos que afetam os eleitores no bolso, o fantasma de Epstein continua a pairar sobre a Casa Branca. “Ainda há bastante coisa a ser divulgada, e muito do que foi publicado tinha partes censuradas para proteção das vítimas — mas também não sabemos até que ponto vai essa censura e se ela esconde outras informações relevantes conectadas a figuras públicas, incluindo o próprio Trump”, acrescenta a professora.

O fato de ser uma pauta cara ao MAGA, portanto, torna o caso ainda mais perigoso para o presidente.

Trump é uma das seis figuras de destaque sobre as quais os arquivos do FBI incluem “informações escabrosas”, conforme um e-mail que um integrante da agência enviou a um colega em 2025. Muitas das acusações de agressão sexual vinculadas ao republicano resultam de ligações anônimas e informações ainda não verificadas.

Em um comunicado, o Departamento de Justiça afirmou que alguns documentos contêm alegações “falsas e sensacionalistas” apresentadas pouco antes da eleição de 2020, vencida pelo democrata Joe Biden.

É um modus operandi conhecido no trumpismo: transformar acusações — procedentes ou não — em um complô de adversários indeterminados. “Ele já se previne, tentando ligar isso a um tema sensível como a eleição de 2020, colocando seu envolvimento como se fosse parte de uma conspiração para enfraquecer a sua imagem, para que ele perdesse a disputa”, diz Brandão.

Além de tentar se afastar do furacão, Trump pediu aos norte-americanos nesta terça-feira 3 que virem a página. Tudo não passou, de acordo com ele, de “uma conspiração por parte de Epstein e outras pessoas”. E emendou: “Já está na hora de o país pensar em outra coisa, como a saúde ou algo que importe às pessoas”.

Popularidade em xeque

Os novos capítulos Caso Epstein também devem pressionar a já claudicante popularidade do presidente. Uma pesquisa do jornal The New York Times e da Universidade Siena publicada em 22 de janeiro apontou que apenas 40% dos norte-americanos aprovam o desempenho de Trump, ante 56% que o desaprovam.

De acordo com o levantamento, divulgado logo após a marca de um ano de mandato, 42% dos eleitores consideram que Trump caminha para ser um dos piores presidentes da história do país, enquanto 19% o veem na direção de se tornar um dos melhores.

Mais resultados da sondagem reforçam a fragilidade do governo na avaliação popular: para 49%, o país está em situação pior do que estava há um ano, quando Trump sucedeu a Biden. Outros 32% enxergam os Estados Unidos em uma condição melhor.

Embora não haja, ao menos por ora, novidades a incriminarem Donald Trump nos Epstein Files, a cautela do presidente e sua tentativa de esfriar o caso se justificam pelo potencial explosivo do tema, que já atingiu figuras como o ex-embaixador do Reino Unido em Washington Peter Mandelson — que teve de renunciar à Câmara dos Lordes no Reino Unido.

O ex-presidente dos EUA Bill Clinton e sua esposa, a ex-secretária de Estado Hillary Clinton, prestarão depoimento no fim de fevereiro ao Congresso sobre seus laços com o criminoso sexual. Já o empresário Bill Gates afirmou se arrepender do contato direto com Jeffrey Epstein.

A lista de mencionados nos arquivos ainda tem Andrew Mountbatten-Windsor, Elon Musk e Richard Branson, entre outros. Leia aqui mais detalhes.



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Investigador da Polícia Civil é preso em MT por fraude processual e corrupção passiva

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O investigador da Polícia Civil Cleber Figueiredo foi preso na manhã desta terça-feira (3) em um posto de combustíveis no município de Colíder. Após a detenção e ser ouvido, ele foi encaminhado para a delegacia de Chapada dos Guimarães.

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De acordo com as informações, o policial é investigado pelos crimes de fraude processual, concussão e corrupção passiva. Detalhes sobre os crimes ainda não foram divulgados.

A prisão ocorreu enquanto o investigador abastecia o próprio veículo, em decorrência de uma investigação conduzida pela Delegacia de Polícia Civil de Alta Floresta.

Além da prisão, foi cumprido contra ele um mandado de busca e apreensão, ocasião em que o telefone celular do policial foi apreendido para análise.

O caso segue sob investigação pela Polícia Civil.



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Bancada de MT fecha em peso a favor da CPMI do Master

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Reprodução/Agência Câmara

Coronel Fernanda, Rodrigo da Zaeli, José Medeiros, Nelson Barbudo, Gisela Simona e Coronel Assis: deputados fecharam com a CPI do Master

A bancada de Mato Grosso no Congresso Nacional teve participação expressiva no pedido de criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar fraudes bilionárias no Banco Master.

Dos parlamentares federais do Estado, a maioria aderiu ao requerimento protocolado nesta semana, que reuniu 280 assinaturas, entre deputados e senadores e agora aguarda os próximos trâmites para a instalação.

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Assinaram o pedido os deputados Coronel Assis (União), Coronel Fernanda (PL), Gisela Simona (União), José Medeiros (PL), Juarez Costa (MDB), Nelson Barbudo (PL) e Rodrigo da Zaeli (PL).

O único representante mato-grossense que ficou fora da lista foi Emanuelzinho (MDB), que criticou o viés político do requerimento e passou a defender uma proposta alternativa de investigação.

No Senado, Mato Grosso também aparece entre os signatários, com as assinaturas de Jayme Campos (União) e Wellington Fagundes (PL).

Já o suplente José Lacerda não teve a assinatura contabilizada, uma vez que está em processo de substituição pela suplente Margareth Buzetti (PP), que assume a vaga cujo titular é o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD).

O requerimento da CPMI é de autoria do deputado Carlos Jordy (Pl-RJ) e busca aprofundar apurações que já estão em curso na Polícia Federal e no Ministério Público Federal.

As investigações envolvem suspeitas de gestão fraudulenta, organização criminosa, manipulação de mercado, desvio e lavagem de dinheiro, além de uma operação de venda de carteiras de crédito ao Banco de Brasília, estimada em R$ 12,2 bilhões.

Além de identificar responsabilidades, os parlamentares pretendem analisar os impactos econômicos do caso e eventuais ligações entre agentes públicos e empresas envolvidas nas irregularidades.

Com o protocolo concluído, o pedido ainda precisa ser lido em sessão conjunta do Congresso Nacional, passo obrigatório para a instalação da comissão.

A decisão sobre o andamento caberá ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

Paralelamente, o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, Renan Calheiros (União-AL), criou um grupo de trabalho para acompanhar o caso.

Já no âmbito da CPMI do INSS, o banqueiro Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master, foi convocado para prestar esclarecimentos, ampliando o alcance das apurações sobre o escândalo.





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Mutirão leva manutenção urbana a quase 30 bairros de Várzea Grande – Mutirão leva manutenção urbana a quase 30 bairros de Várzea Grande

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As ações também contemplam avanços na mobilidade e na segurança viária, com manutenção e implantação de sinalização, instalação de quebra-molas e modernização da iluminação pública, incluindo troca de lâmpadas e instalação de novos braços de luz

 

A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana (SSPMU), realizou nesta segunda-feira (3), mais uma etapa do programa VG em Ação, ampliando os mutirões de zeladoria, limpeza e manutenção urbana em diversas regiões do Município.

A mobilização reúne uma série de serviços essenciais voltados à melhoria do espaço urbano, como limpeza pública, capinação, roçagem, retirada de resíduos, poda de árvores, revitalização de praças e pintura de meio-fio. As ações também contemplam avanços na mobilidade e na segurança viária, com manutenção e implantação de sinalização, instalação de quebra-molas e modernização da iluminação pública, incluindo troca de lâmpadas e instalação de novos braços de luz.

O programa integra o planejamento contínuo da gestão municipal e tem como objetivo promover mais organização urbana, melhorar a mobilidade, reforçar a segurança no trânsito e garantir mais qualidade de vida à população várzea-grandense.

1. Limpeza Urbana e Zeladoria

* Avenida Alzira Santana

* Avenida Arthur Bernardes

* Avenida Couto Magalhães

* Avenida Rio de Janeiro

* Avenida Universitária

* Bairro Alice Gonçalves

* Bairro Aurília Curvo

* Bairro Asa Bela

* Bairro Centro Sul

* Bairro Chapéu do Sol

* Bairro Cohab Cristo Rei

* Bairro Dom Orlando Chaves

* Bairro Flor do Ipê

* Bairro Jacarandá

* Bairro Jardim Alá

* Bairro Jardim dos Estados

* Bairro Jardim Esmeralda

* Bairro Jardim Imperial

* Bairro Mapim

* Bairro Milton Figueiredo

* Bairro Planalto Ipiranga

* Bairro Santa Isabel

* Bairro Vila Ipase

* Casa de Acolhimento dos Meninos

* Cemitério Jardim Primavera

* Parque Tanque do Fancho

2. Iluminação Pública

* Bairro Jardim dos Estados

* Bairro Mapim



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Empreendedor destaca tendências que vão dominar o setor

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Kassio Seefeld (foto em destaque), CEO da TruckPag destaca os caminhos que empresas devem seguir para integrar tecnologia, sustentabilidade e colaboração

O setor logístico brasileiro passa por uma evolução acelerada. Estimativas indicam que o mercado nacional deve movimentar cerca de US$ 111 bilhões em 2025, com projeção de alcançar US$ 140 bilhões até 2030, segundo levantamento da Mordor Intelligence, o que mostra um segmento cada vez mais estratégico para a economia e adepto às tecnologias. Esse cenário antecipa o que deve se consolidar em 2026: operações mais conectadas, inteligentes e sustentáveis, com empresas adotando tecnologias que aumentam eficiência e segurança.

“Nos últimos anos, vimos uma aceleração sem precedentes na digitalização das operações, desde a gestão de frotas, até o gerenciamento de armazéns e essa tendência tende a se aprofundar. Empresas que ainda operam processos manuais ou fragmentados correm o risco de perder competitividade”, afirma Kassio Seefeld, CEO da TruckPag,  startup de meios de pagamento com soluções completas para frota pesada.

Diante desse contexto, Seefeld aponta as 5 principais tendências que devem ganhar força na logística em 2026. Confira!

1. Gestão de frotas totalmente digital e integrada
As plataformas digitais para monitoramento e gestão de frotas devem se consolidar como padrão em 2026. Sistemas conectados permitem acompanhamento em tempo real de veículos, cargas e rotas, além de integrar dados financeiros, operacionais e de manutenção. Para empresas de transporte, essa adaptação significa redução de custos, otimização de rotas e mais previsibilidade de entregas.

2. IA e automação
O uso de inteligência artificial e automação se torna cada vez mais central na logística corporativa. Ferramentas de IA ajudam na previsão de demanda, otimização de rotas e manutenção preditiva, enquanto a automação agiliza processos repetitivos, reduz erros e aumenta a eficiência operacional. Empresas que adotarem essas soluções terão maior capacidade de decisão, produtividade e competitividade no mercado.

3. Sustentabilidade e logística verde
A pauta ESG passa a ocupar espaço central na operação de frotas e transporte de cargas. Soluções voltadas à redução de emissões de CO₂, otimização de consumo de combustível e monitoramento de impactos ambientais tornam-se diferenciais estratégicos. Além de atender à regulamentação e expectativas do mercado, a logística verde aumenta a competitividade de empresas que priorizam responsabilidade socioambiental.

4. Robótica aplicada à logística
A robótica ganha protagonismo em armazéns, centros de distribuição e processos de carregamento e descarregamento. Robôs colaborativos e automatizados ajudam a reduzir custos, acelerar operações e minimizar erros humanos. Essa tecnologia, combinada com sistemas de gestão inteligentes, permite que grandes empresas consigam escalar operações de forma mais ágil e segura.

5. Logística colaborativa e plataformas integradas
Modelos de logística colaborativa e o uso de plataformas que conectam transportadoras, fornecedores e clientes prometem otimizar recursos e reduzir custos operacionais. O compartilhamento de informações, rotas e capacidade de carga favorece o aproveitamento máximo da frota e diminui o desperdício, criando uma cadeia mais eficiente e resiliente.

“O futuro da logística no Brasil é de integração, inteligência e responsabilidade. As empresas que conseguirem unir tecnologia, processos otimizados e visão estratégica estarão prontas para se diferenciar no mercado e capturar valor de forma consistente”, finaliza o CEO da TruckPag.



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