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Futuros de NY caem com tombo de ouro, prata e bitcoin e temor sobre Fed

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Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta segunda-feira (2), pressionados pela queda acentuada nos preços do ouro e da prata, que ampliou a fuga de ativos de maior risco. O movimento sinaliza uma crescente instabilidade após um longo ciclo de alta dos metais e sucessivas máximas históricas nas bolsas, impulsionadas por bilhões de dólares em investimentos em inteligência artificial.

Ao mesmo tempo, investidores reavaliam as avaliações dos mercados e recalibram as expectativas para a política monetária diante da possibilidade de um Federal Reserve (Fed) comandado por Kevin Warsh.

O ouro chegou a despencar 10%, sendo negociado brevemente em torno de US$ 4.400 por onça, após a forte valorização que o levou a quase US$ 5.600 em janeiro. A prata recuou até 16%, ampliando a queda recorde de 26% registrada na sexta-feira.

Oportunidade com segurança!

As ações de tecnologia caíram devido a preocupações com avaliações inflacionadas e grandes investimentos em inteligência artificial. Com a piora do apetite por risco, o Bitcoin chegou a cair brevemente abaixo de US$ 75.000.

Estados Unidos

Na temporada de balanços, as gigantes da tecnologia Alphabet e Amazon divulgarão seus resultados trimestrais na quarta e quinta-feira, respectivamente, dando aos investidores alguma esperança de que balanços positivos possam reverter o sentimento de aversão ao risco nos mercados.

Os investidores também acompanharão de perto o relatório de empregos (payroll) de janeiro, previsto para sexta-feira. Economistas esperam a criação de 65.000 vagas no mês passado , com a taxa de desemprego mantendo-se em 4,4%.

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Veja o desempenho dos mercados futuros:

  • Dow Jones Futuro: -0,53%
  • S&P 500 Futuro: -0,75%
  • Nasdaq Futuro: -1,03% 

Ásia-Pacífico

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em baixa, com os índices sul-coreanos liderando as perdas, enquanto os investidores avaliavam dados privados da atividade industrial da China em janeiro, e o ouro estendeu as perdas de sexta-feira.

O índice Kospi, Coreia do Sul, caiu mais de 5%, para 4.949,67 pontos, enquanto os futuros do Kospi 200 recuaram até 5%, levando as autoridades a suspenderem temporariamente as negociações.

  • Shanghai SE (China), +2,48%
  • Nikkei (Japão): -1,25%
  • Hang Seng Index (Hong Kong): -2,23%
  • Nifty 50 (Índia): +0,53%
  • ASX 200 (Austrália): -1,02%

Europa

Os mercados europeus operam em baixa, com as temores sobre inteligência artificial e a volatilidade dos metais preciosos afetando os mercados globais.

  • STOXX 600: -0,46%
  • DAX (Alemanha): -0,40%
  • FTSE 100 (Reino Unido): -0,41%
  • CAC 40 (França): -0,35%
  • FTSE MIB (Itália): -0,31% 

Commodities

Os preços do petróleo operam com forte baixa, após a OPEP+ concordar em manter sua produção de petróleo inalterada para março, mesmo depois que os preços do petróleo bruto atingiram as maiores cotações em seis meses devido à preocupação de que os EUA pudessem lançar um ataque militar contra o Irã, membro da OPEP.

As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, com o aumento dos estoques chineses e a conclusão do reabastecimento das siderúrgicas, enquanto a demanda e as transações de matéria-prima devem permanecer lentas antes do Ano Novo Lunar.

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O ouro e a prata à vista, considerados ativos de refúgio usados para proteção contra a volatilidade nos Estados Unidos, despencaram quase 9% e 31,4%, respectivamente, na sexta-feira. A prata registrou seu pior desempenho diário desde março de 1980, após o presidente dos EUA, Donald Trump, nomear Kevin Warsh para comandar o Federal Reserve, movimento que levou investidores a reagirem com alívio.

As perdas continuaram nesta segunda-feira. O ouro recuava cerca de 8%, enquanto a prata acumulava queda aproximada de 10,5%.

  • Petróleo WTI, -4,37%, a US$ 62,36 o barril
  • Petróleo Brent, -4,21%, a US$ 66,40 o barril
  • Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -1,26%, a 783 iuanes (US$ 112,63)

Bitcoin

  • Bitcoin (BTC), -0,37%, a US$ 76.842,16 (em relação à cotação de 24 horas atrás)

(Com Reuters e Bloomberg)

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Entidades lançam manifesto por código de conduta no STF em meio a resistências internas na Corte – CartaCapital

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Na véspera da abertura do ano judiciário, um amplo conjunto de entidades da sociedade civil lançou, neste domingo 1º, um manifesto em defesa da adoção de um código de conduta para os ministros do Supremo Tribunal Federal e dos demais tribunais superiores. O documento foi divulgado em um momento de forte desgaste institucional da Corte, marcado por críticas públicas e investigações sensíveis em curso no tribunal.

A iniciativa foi encabeçada por organizações como Transparência Brasil, Instituto Ethos, Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, República.org e Movimento Pessoas à Frente, entre outras. O manifesto é subscrito por cerca de 200 personalidades, entre acadêmicos, juristas, empresários e lideranças cívicas, e foi acompanhado por uma petição online que já soma mais de 43 mil assinaturas.

O texto pede que o STF e os demais tribunais superiores adotem diretrizes objetivas, públicas e verificáveis de conduta, com o objetivo de fortalecer a confiança social no Judiciário e proteger a independência institucional das Cortes.

Sete eixos

O manifesto propõe a criação de um código estruturado em sete eixos principais:

  • Imparcialidade, com declaração prévia de conflitos de interesse e possibilidade de revisão por instância ética independente;
  • Benefícios e hospitalidades, com regras claras sobre viagens, eventos, vantagens e atividades externas remuneradas;
  • Relações privadas e familiares, incluindo parâmetros para evitar conflitos envolvendo parentes próximos, especialmente no exercício da advocacia;
  • Comunicação pública, com autocontenção em entrevistas, redes sociais e manifestações que possam sugerir antecipação de julgamentos ou alinhamento político;
  • Atividades de ensino e empreendedorismo, com limites à participação de ministros em instituições educacionais e empresas com interesses no Judiciário;
  • Transparência, com divulgação padronizada de agendas, vínculos profissionais, patrimônio, palestras e recusas de convites;
  • Orientação e fiscalização, por meio da criação de uma instância ética autônoma, com participação plural e poderes preventivos e investigativos.

Segundo os signatários, a adoção dessas diretrizes não enfraquece a independência judicial, mas, ao contrário, reforça a legitimidade das decisões e protege os próprios ministros de questionamentos recorrentes.

Tensão no STF

O lançamento do manifesto ocorre em meio a um cenário de resistência interna no Supremo. O presidente da Corte, Edson Fachin, vem defendendo a discussão de um código de conduta, mas enfrenta divisões entre os colegas. Parte dos ministros reconhece a importância do tema, porém considera o debate inoportuno, sobretudo por ocorrer em um momento politicamente sensível e às vésperas de disputas eleitorais. Outra ala avalia que o código não é necessário.

Entre os ministros que manifestaram reservas estão Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Nos bastidores, integrantes do tribunal avaliam que a adoção de um código neste momento poderia ser interpretada como um recado direto a ministros envolvidos em controvérsias recentes, especialmente no contexto das investigações relacionadas ao Banco Master, atualmente sob relatoria de Toffoli.

Aliados de Fachin, por sua vez, sustentam que a proposta não tem caráter pessoal, mas busca criar um instrumento institucional de transparência e previsibilidade, alinhado a práticas adotadas por cortes constitucionais em outros países.



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Indígena morre afogado após naufrágio de canoa no Rio Vermelho

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O corpo de um homem indígena foi localizado na manhã deste domingo (1º) no Rio Vermelho, em Rondonópolis (a 212 km de Cuiabá), após um acidente com uma canoa que transportava cinco pessoas da mesma etnia. As outras quatro pessoas se salvaram.

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De acordo com informações colhidas pela polícia junto a familiares, o naufrágio ocorreu por volta das 16h30 da última sexta-feira (30), durante a travessia do rio na região conhecida como Paulista. A embarcação virou, e um dos ocupantes desapareceu no local.

O Corpo de Bombeiros informou que foi acionado somente no sábado (31), por volta das 17h20 – mais de 24 horas após o acidente. As buscas aquáticas foram iniciadas na manhã deste domingo (1º), por volta das 7h.

O corpo foi encontrado por volta das 11h30, próximo à ponte da Avenida W11, nos fundos da região da Sagrada Família. Após a localização, foram acionados a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e a Polícia Civil para os procedimentos de remoção e investigação.

A identidade da vítima e a etnia a que pertencia não foram divulgadas. 



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Parceria entre Seciteci e Seduc deve beneficiar mais de 10 mil estudantes com cursos técnicos no ensino médio

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Com as aulas iniciando na próxima semana, a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci-MT) e a Secretaria de Educação (Seduc-MT) esperam receber 10.580 alunos matriculados na modalidade concomitante intercomplementar com o Ensino Médio. O ano letivo de 2026 começa na próxima segunda-feira (2)

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Em 2025, foram 3.475 estudantes na modalidade de ensino. A previsão para 2026 é um aumento percentual de 204.46% a mais de matriculados na parceria entre Seciteci e Seduc. 

Iniciada em 2024, a parceria entre as secretarias oferece cursos técnicos da Seciteci para jovens com faixa etária de 15 a 17 anos que estejam matriculados no Ensino Médio em escolas estaduais parceiras. A iniciativa é uma estratégia do Governo de Mato Grosso para alinhar cada vez mais o Estado a tendência nacional de crescimento do Ensino Técnico.

O superintendente de Educação Profissional e Tecnológica da Seciteci, Éderson Andrade, ressalta a  importância dessa expansão. 

“Está se criando mais mão de obra qualificada atuando em todos os espaços e nichos mercadológicos que a gente tem. Além de proporcionar condições melhores de trabalho e renda que garantem uma estrutura melhor para que as famílias tenham uma qualidade de vida mais digna e possam ascender”, afirmou. 

Ensino Profissionalizante

Para receber os alunos, a Seciteci promoveu a Semana Pedagógica, visando a integração institucional e o alinhamento pedagógico entre as ETECs.  De acordo com o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec, a rede de ensino técnico está preparada para os desafios e avanço de 2026. 

“A rede de ensino técnico de Mato Grosso está fortalecida, estruturada e preparada para os desafios e avanços de 2026, ampliando o acesso à qualificação profissional, impulsionando a inovação e garantindo mais oportunidades para que jovens e trabalhadores construam um futuro com mais emprego, renda e desenvolvimento para todo o estado”, destacou o secretário.

A Seciteci também oferta cursos técnicos na modalidade concomitante para jovens de 17 anos ou mais, que estejam cursando a partir do 2º ano do Ensino Médio em qualquer instituição de ensino, e cursos técnicos na modalidade subsequente para jovens e adultos que já tenham concluído o Ensino Médio, mas que desejam obter uma certificação técnica. Além de cursos livres e de Formação Inicial e Continuada (FIC).

As capacitações são ofertadas através das 17 Escolas Técnicas Estaduais (ETECs) da Seciteci e contemplam variados eixos tecnológicos, tendo como foco as demandas dos arranjos produtivos de cada região mato-grossense. Para 2026, a pasta prevê levar cursos de qualificação gratuitos a 62 municípios mato-grossenses.Para mais informações sobre os cursos e vocações de cada ETEC, clique aqui.



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Prefeitura de Cuiabá manifesta pesar pelo falecimento da mãe do vereador Kássio Coelho | Notícias

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O prefeito Abilio Brunini, a vice-prefeita coronel Vânia Rosa e a primeira-dama Samantha Iris prestam condolências ao vereador Kássio Coelho pelo falecimento de sua mãe, Maria Aparecida Corrêa da Silva, aos 68 anos, em decorrência de complicações de saúde.

Neste momento de dor, toda a gestão municipal se solidariza com os familiares e amigos, expressando sentimentos de conforto e força. A trajetória de vida de Maria Aparecida, marcada pela dedicação, fé e contribuições à sociedade cuiabana, será sempre lembrada com respeito e admiração.

O falecimento foi comunicado pelo vereador Kássio Coelho por meio de suas redes sociais, nas quais citou o versículo bíblico 2 Timóteo 4:7 — “Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé”, em referência à conclusão da missão cristã de sua mãe.

O velório ocorre neste domingo (1º), na Capela Jardins, Sala das Orquídeas, das 12h às 16h. O cortejo está marcado para as 16h, e o sepultamento será realizado às 17h, no Cemitério Parque Bom Jesus.



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Meio Ambiente e SENAR lançam capacitações estratégicas para a Agricultura Familiar – Meio Ambiente e SENAR lançam capacitações estratégicas para a Agricultura Familiar

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O agronegócio familiar de Várzea Grande inicia a primeira semana de fevereiro com o pé no acelerador. Por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável (Semmadrs), em uma parceria estratégica com o SENAR-MT, levará cursos de alta relevância técnica e gerencial para as comunidades rurais. O objetivo é claro, profissionalizar o produtor, otimizar a infraestrutura das propriedades e fortalecer a união do setor para ampliar o acesso a mercados competitivos.

As formações foram distribuídas de forma estratégica para atender às vocações de cada região.  Associativismo e Cooperativismo será ealizado na comunidade Ninho das Águias, focado na organização coletiva para escala de produção e venda. Operação e regulagem de tratores agrícolas será ministrado na comunidade Dorcelina Folador, visando a mecanização eficiente e a manutenção preventiva de maquinário. Já a capacitação de Pedreiro Rural (Básico) será na comunidade Sadia 1, focado em infraestrutura produtiva e melhoria das instalações rurais.

Para o secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Ricardo Amorim, o investimento em conhecimento é o que separa a subsistência do empreendedorismo rural de sucesso. “Não estamos entregando apenas cursos, estamos entregando independência ao produtor de Várzea Grande. O agro forte se faz com gestão e técnica. Ao levarmos o SENAR para dentro das comunidades, garantimos que o homem e a mulher do campo tenham ferramentas para gerir seu negócio com eficiência, seja operando um trator com precisão ou liderando uma cooperativa”, afirmou Amorim.

A coordenação de campo destaca que a escolha dos temas atende a uma demanda real de quem vive e trabalha na terra. Leandro Luiz da Silva, coordenador de Desenvolvimento Rural, enfatiza a praticidade das formações. “A parceria com o SENAR é fundamental porque une a teoria à prática que o campo exige. No Sadia 1, por exemplo, o produtor aprende a construir sua própria estrutura; no Dorcelina, aprende a cuidar do seu maior patrimônio que é o maquinário. Nossa missão é dar suporte logístico e técnico para que ninguém fique para trás nesse processo de modernização da nossa agricultura familiar”, pontuou Leandro.



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Registro de armas cai e volta ao patamar do governo Lula 1

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<br /> Registro de armas cai e volta ao patamar do governo Lula 1





Registro de armas cai e volta ao patamar do governo Lula 1


































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Partidos na disputa majoritária concentram 66% dos filiados em MT; União lidera e Republicanos cresce no cadastro

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Os partidos que abrigam os principais pré-candidatos ao Governo e ao Senado em Mato Grosso somavam 243,8 mil filiados (66,3%) no recorte mais recente disponível do cadastro partidário do TSE, com carga de 04/10/2024 e total estadual de 367.567 filiações. No bolo entram PL, MDB, União-Progressistas, PSB, PSD com apoio da federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB), além do REPUBLICANOS.

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O recorte numérico mostra parte do músculo eleitoral que foi a campo em 2024 e já está sendo modificado pelas lideranças para 2026. Os números ajudam a entender a capilaridade, a capacidade de mobilização e a estrutura local para sustentar candidatura e palanque.

No conjunto, UNIÃO (53.664) e PP (20.982) formavam 74.646 filiações (20,3%) do estado no recorte de 2024. Foi o maior bloco do tabuleiro de 2024 e, se o presidente da sigla, Mauro Mendes, mantiver o grupo para 2026, tende a ter a maior musculatura para campanha.

Em tamanho absoluto, o Republicanos (13.509) está fora do top 10, mas o partido se destaca em filiações recentes: 3.856 novos filiados em menos de um ano entre 2023 e 2024, o que equivale a 28,5% da base do partido, o maior índice de crescimento entre os grandes do tabuleiro e que mostra que a sigla já se preparava para 2026. Esse número deve crescer ainda mais devido à pré-candidatura de Otaviano Pivetta, fenômeno comum para partidos com nomes majoritários entre os mais competitivos.

Já o PL (32.077) entra com base relevante e empurra a dupla de pré-candidaturas ao Senado citada por você, com Wellington Fagundes e o deputado federal José Medeiros, o que tende a puxar a engrenagem partidária para o centro do debate majoritário. O partido deve chegar ainda mais fortalecido para 2026, após a vitória de Abilio Brunini, Flávia Moretti e Cláudio Ferreira nos maiores colégios eleitorais de MT.

O MDB (38.795) aparece como uma das máquinas mais pesadas do estado e dá lastro para o projeto de Senado de Janaína Riva.

Sozinho, o PSD (13.181) não é um gigante em filiação. Mas, somado ao apoio da federação PT, PV e PCdoB (33.226), o bloco chega a 46.407 filiações (12,6%) no cadastro de 2024, servindo de sustentação para o projeto de Senado de Carlos Fávaro e ao Governo de Natasha Slhessarenko.

O PSB (20.317) aparece numericamente acima de vários concorrentes diretos, mas entra no radar por um fator político: o movimento anunciado do grupo do presidente da Assembleia, Max Russi, na direção do Podemos. O PODE tinha 18.088 filiados no recorte e deve crescer de forma expressiva com a migração dos principais líderes do PSB para a sigla.

Top 15 partidos por filiação em MT (4/10/2024, TSE)

UNIÃO: 53.664
MDB: 38.795
PL: 32.077
PSDB: 29.754
CIDADANIA: 23.498
PT: 23.475
PRD: 21.884
PP: 20.982
PSB: 20.317
PODE: 18.088
PDT: 18.048
REPUBLICANOS: 13.509
SOLIDARIEDADE: 13.392
PSD: 13.181
PV: 7.303



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Prefeito, vereadoras e equipes se unem para revitalização de quadra | Notícias

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, participou ativamente, no dia do seu aniversário, de um mutirão ao lado de vereadores e equipes da Prefeitura para a revitalização da quadra esportiva que atende a comunidade dos bairros Duque de Caxias e Goiabeiras, conhecida como Quadra do Moitará. A ação contou com a presença de parlamentares e servidores municipais, reforçando o trabalho conjunto em benefício da população.

A melhoria incluiu serviços de pintura completa da quadra, recuperação das traves, instalação de tabelas de basquete, consertos no alambrado e modernização da iluminação.

O mutirão de revitalização foi promovido pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer, da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb) e do gabinete da vereadora Michelly Alencar.

A ação também marcou um momento simbólico de celebração pelo aniversário do prefeito Abilio Brunini, comemorado neste sábado (31). O gestor esteve presente no local ao lado da primeira-dama e vereadora, Samantha Iris, acompanhando de perto os trabalhos realizados.

De acordo com o secretário municipal de Esportes e Lazer, Jefferson Neves, em pouco mais de um ano da gestão do prefeito Abilio Brunini, a administração municipal já revitalizou 25 quadras esportivas, reforçando o compromisso com a recuperação dos espaços públicos e a valorização do esporte.

“Algumas dessas quadras ficaram muitos anos sem manutenção. Aqui, a última placa é de 2013, ou seja, foram mais de 13 anos sem intervenções. Estava sem tabela, sem pintura e com o alambrado totalmente danificado. É uma área nobre da cidade que também merece cuidado”, destacou Jefferson.

O secretário exaltou a união entre o Executivo e a Câmara Municipal para viabilizar as melhorias, que garantem mais segurança e melhores condições para a prática esportiva, inclusive no período noturno. “Esse trabalho conjunto, com o apoio do prefeito, dos vereadores e das equipes técnicas, é fundamental para levar a revitalização dos espaços esportivos a todas as regiões da cidade”, afirmou.

De acordo com a vereadora Michelly Alencar, a revitalização da quadra era alvo de constantes cobranças e motivo de insatisfação das comunidades dos bairros Goiabeiras e Duque de Caxias. “Essa quadra fica no coração de Cuiabá e estava abandonada há muito tempo. Hoje, com essa parceria com a Prefeitura, conseguimos realizar o sonho da comunidade. Esta já é a quarta quadra que revitalizamos junto com o Executivo. Nossa última entrega foi a quadra do São João dos Lázaros”, afirmou.

O presidente do bairro, Odenir Nilo da Silva, conhecido como Nica, que estava acompanhado da esposa, Izanil Santos, destacou que a revitalização é fruto de reivindicações antigas da comunidade. “Foram muitos anos com a quadra fechada e abandonada. A comunidade cobrou bastante e hoje vemos esse espaço sendo devolvido aos moradores. Agradecemos à vereadora e à Prefeitura por atenderem essa demanda tão importante”, declarou.



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Bitcoin tem pior sequência desde 2019 e fica atrás do ouro até na correção; e agora?

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Depois de um janeiro marcado por forte liquidação, o Bitcoin (BTC) entra em fevereiro pressionado, ainda buscando um ponto de estabilização após cair abaixo dos US$ 80 mil. O ativo encerrou o mês em US$ 78.500, com queda superior a 10%, acumulando a quarta baixa mensal consecutiva, a pior sequência desde o bear market de 2018–2019, quando o Bitcoin recuou por seis meses seguidos.

A queda mais acentuada ocorreu na reta final de janeiro, após a nomeação de Kevin Warsh para a presidência do Federal Reserve, movimento que levou o mercado a revisar expectativas sobre juros e liquidez. Segundo a leitura da Coinbase, a reação negativa de ativos tradicionalmente associados à proteção, como o ouro, indicou que o anúncio foi interpretado como um sinal de política monetária potencialmente mais restritiva.

Ouro sobe, depois cai — e o Bitcoin não acompanha como proteção

Parte da frustração dos investidores veio da comparação com o ouro. O metal havia subido por várias sessões seguidas, impulsionado pela busca por proteção, mas também virou bruscamente no fim do mês, com uma forte realização de lucros. Mesmo assim, o Bitcoin não conseguiu se firmar como ativo defensivo no curto prazo: não acompanhou a subida, e passou a cair mais enquanto o ouro corrigia 11% na sexta-feira (30).

Oportunidade com segurança!

Para Karim Nabil, analista da gestora suíça 21Shares, o comportamento reflete uma diferença de função entre os dois ativos aos olhos do investidor.

“A chamada ‘desdolarização’ está aparecendo primeiro no ouro, não no Bitcoin, porque o choque dominante agora é geopolítico e fiscal, e não apenas monetário”, afirmou ao InfoMoney. “Em momentos de crise, o capital historicamente corre primeiro para o ouro.”

Segundo ele, o ouro ainda se beneficia de uma percepção de segurança construída ao longo de séculos, enquanto o Bitcoin segue reagindo mais como um ativo de risco quando a incerteza aumenta.

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“Na prática, investidores vendem o que é mais líquido quando o estresse cresce. O Bitcoin entra nesse grupo e acaba sendo negociado junto com ações, não como proteção”, disse.

Bitcoin ainda é visto como ativo de risco

Essa leitura é compartilhada por outros analistas. Para Yoandris Rives Rodríguez, gerente regional da B2BINPAY para a América Latina, o problema central não é o preço atual, mas a forma como o Bitcoin ainda é percebido.

“O Bitcoin continua subvalorizado do ponto de vista da percepção”, explica. “Ouro e prata são vistos como ativos seguros. O Bitcoin ainda é tratado como um ativo de risco”.

Segundo ele, apesar de avanços regulatórios e institucionais, o mercado ainda não enxerga o Bitcoin como um instrumento de proteção em momentos de estresse.

“Enquanto isso não mudar, o Bitcoin tende a subir junto com o mercado cripto quando o apetite por risco volta, e não antes disso”, disse.

Na avaliação de Rodríguez, essa virada depende de condições macroeconômicas mais favoráveis, como juros mais baixos e maior liquidez global, algo que pode acontecer ainda ao longo deste ano.

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Bitcoin e ouro estamos mesmo ligados?

Após a forte alta do ouro no início do ano, ganhou força a tese de que o movimento poderia “puxar” o Bitcoin mais à frente. A Coinbase, no entanto, questiona essa ideia.

Para David Duong, chefe global de research da corretora, não há evidência estatística consistente de que o ouro antecipe movimentos do Bitcoin de forma confiável.

“A ideia de uma rotação automática do ouro para o Bitcoin é fraca. Quando testamos diferentes janelas de tempo, o relacionamento não se sustenta de forma consistente”, afirmou, em publicação nas redes sociais.

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Segundo ele, em alguns períodos os ativos até se movem na mesma direção, mas isso não é estável o suficiente para virar uma estratégia previsível.

A relação entre ouro e bitcoin também foi abordada pela investidora Cathie Wood. “Desde o início de 2020, a correlação entre o preço do bitcoin e o do ouro tem sido muito baixa, em torno de 0,14”, escreveu em publicação no X.

Segundo Wood, o fato de o ouro ter liderado ciclos anteriores não significa que exista uma ligação automática ou previsível entre os movimentos dos dois mercados.

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O que pode destravar uma recuperação

Apesar do momento difícil, analistas evitam traçar um cenário estruturalmente negativo para o Bitcoin. Relatórios institucionais apontam que os fundamentos de longo prazo permanecem intactos, mas o desempenho no curto prazo segue condicionado ao ambiente macro.

Segundo os especialistas, entre os fatores que podem ajudar o ativo a se recuperar estão:

  • melhora das condições de liquidez global,
  • redução do custo de oportunidade com queda dos juros,
  • avanço de marcos regulatórios nos Estados Unidos,
  • retomada do apetite por risco dos investidores.

Em relatório, a gestora chinesa ChinaAMC, que tem mais de US$ 275 billhões sob gestão, destacou que o Bitcoin continua sensível a choques de liquidez, mas tende a se beneficiar quando políticas monetárias mais acomodatícias voltarem ao centro do debate. A dúvida agora é se Warsh seguirá contra essas medidas, ou se mudará de postura uma vez à frente do Fed.

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Nas primeiras horas de fevereiro, o Bitcoin seguia pressionado, ampliando as perdas após a liquidação de janeiro. Na manhã deste domingo (1º), a criptomoeda era negociada a US$ 76.980, com queda de 5,3% em 24 horas e de 13,2% em sete dias, aprofundando a correção recente.



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