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o que é o Conselho da Paz?

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, propôs a criação de um novo Conselho da Paz com atuação internacional e estrutura própria, fora do sistema das Nações Unidas. Um rascunho do estatuto do órgão, obtido pelas agências Bloomberg e Reuters, detalha regras de adesão, mandatos e um modelo de governança que concentra poderes no próprio Trump, indicado como presidente inaugural do colegiado.

O documento estabelece que países interessados em garantir uma vaga permanente no conselho deverão contribuir com pelo menos US$ 1 bilhão em recursos financeiros. A proposta gerou reações cautelosas entre governos aliados dos Estados Unidos, que veem o plano como uma possível alternativa ou rival à ONU, além de levantar dúvidas sobre o financiamento, a legitimidade e o alcance real da iniciativa, que começaria com foco no conflito em Gaza.

A seguir, entenda o que já se sabe sobre o Conselho da Paz, quais são os principais pontos do estatuto e quais questões ainda estão em aberto.

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O que é o Conselho da Paz proposto por Trump?
Segundo o rascunho do estatuto, trata se de uma organização internacional criada com o objetivo de promover estabilidade, restaurar uma governança considerada confiável e assegurar uma paz duradoura em regiões afetadas ou ameaçadas por conflitos. O órgão se tornaria oficial assim que ao menos três Estados concordassem com o texto do estatuto.

Quem comandaria o conselho?
O documento prevê que Donald Trump seja o presidente inaugural do Conselho da Paz. As decisões seriam tomadas por maioria simples entre os Estados membros presentes, mas todas ficariam sujeitas à aprovação final do presidente do órgão.

Como funcionariam os mandatos dos países membros?
Os Estados membros teriam mandatos de até três anos a partir da entrada em vigor do estatuto, com possibilidade de renovação. Esse limite não se aplicaria aos países que contribuíssem com mais de US$ 1 bilhão em recursos financeiros no primeiro ano, que poderiam obter a condição de membros permanentes.

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O que representa a cobrança de US$ 1 bilhão?
De acordo com o projeto, a contribuição financeira garantiria ao país a permanência no conselho sem restrição de mandato. A Casa Branca afirmou, em publicação na rede social X, que o modelo oferece filiação permanente a países parceiros que demonstrem compromisso com paz, segurança e prosperidade.

Quem decide sobre novos membros e a agenda do órgão?
O presidente do Conselho da Paz teria o poder de convidar novos Estados membros, aprovar a pauta das reuniões e definir datas e locais dos encontros. O estatuto estabelece ao menos uma reunião anual com direito a voto, além de encontros adicionais a critério do presidente.

Trump pode retirar países do conselho?
Sim. O texto prevê que o presidente possa remover um membro do colegiado, desde que a decisão não seja vetada por uma maioria de dois terços dos Estados integrantes.

Qual é a ligação do conselho com o conflito em Gaza?
O Conselho da Paz para Gaza seria criado sob o guarda chuva mais amplo do novo Conselho da Paz. A iniciativa integra a segunda fase do plano apoiado por Washington para encerrar a guerra no território palestino, prevendo um governo de transição e ações voltadas à reconstrução da região.

Quais líderes e países foram convidados?
Segundo as informações divulgadas, convites foram enviados a cerca de 60 países. Entre os nomes citados estão o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente da Argentina, Javier Milei, e o primeiro ministro do Canadá, Mark Carney. Lula ainda não respondeu oficialmente ao convite.

Quais são as principais críticas ao plano?
Diplomatas e autoridades estrangeiras demonstraram preocupação, em grande parte de forma reservada, com o impacto da iniciativa sobre o trabalho da ONU. Há resistência ao modelo financeiro proposto e à concentração de poder no presidente do conselho, além de críticas à falta de coordenação prévia com alguns países diretamente envolvidos nos conflitos.

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O que ainda falta saber sobre o Conselho da Paz?
O estatuto ainda está em fase de rascunho e negociação. Diversos países se opõem ao texto atual e articulam respostas conjuntas às propostas. Também permanecem indefinidos os critérios finais de adesão, a destinação dos recursos financeiros e a composição completa do conselho geral.

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Prefeitura de Cuiabá fortalece cuidado com a saúde mental por meio de práticas integrativas | Notícias

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e da Secretaria Adjunta de Atenção Especializada, reforça neste mês de Janeiro Branco a importância do cuidado com a saúde mental, emocional e social da população, por meio dos atendimentos realizados na Unidade de Referência em Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (URPICS).

Localizada em meio à natureza do Horto Florestal Toti Garcia, no bairro Coxipó da Ponte, a URPICS oferece gratuitamente um cuidado humanizado, acolhedor e centrado no bem-estar integral do cidadão, unindo conhecimentos científicos e práticas reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Referência em Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS), a unidade realiza, em média, 1,5 mil atendimentos por mês, entre consultas, terapias individuais e atividades coletivas. O espaço conta com uma equipe multiprofissional formada por terapeutas holísticos, psicólogo, assistente social, enfermeira, farmacêutica, arteterapeuta e médico homeopata, e funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 16h.

Entre os serviços oferecidos estão auriculoterapia, aromaterapia, terapia comunitária integrativa, constelação familiar, cromoterapia, florais de Bach e de Minas, bioenergética, reiki, ventosaterapia, arteterapia, além de consultas de acolhimento, enfermagem, farmácia e psicologia.

De acordo com a coordenação da unidade, o atendimento é voltado a pessoas maiores de 18 anos, inclusive aquelas que não fazem uso de medicação. A porta de entrada é o acolhimento individual, no qual o terapeuta avalia o perfil do paciente e define as práticas mais adequadas. O acesso também pode ocorrer por encaminhamento das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) ou dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS).

Os agendamentos são feitos exclusivamente pelo WhatsApp da unidade, pelo número (65) 99221-8155. Já as terapias em grupo, como a Terapia Comunitária Integrativa (TCI) e a Arteterapia, acontecem às terças-feiras, nos períodos da manhã e da tarde, e às sextas-feiras pela manhã, sem necessidade de agendamento prévio, basta comparecer à unidade nos horários estabelecidos. Nessas atividades, os participantes se reúnem em rodas de conversa e partilhas, acompanhadas de um café da manhã terapêutico, com alimentos saudáveis e livres de industrializados.

As Práticas Integrativas e Complementares em Saúde têm como objetivo promover a racionalização das ações de saúde, estimulando alternativas inovadoras e socialmente contributivas para o desenvolvimento sustentável da comunidade. Elas atuam na promoção, prevenção e tratamento de diversos agravos, com foco na humanização do atendimento e na abordagem do indivíduo de forma integral, no eixo bio-psico-social.

Nas últimas décadas, a implementação das PICS vem sendo incentivada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e, no Brasil, foi consolidada por meio da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS, aprovada pelo Ministério da Saúde, diante dos resultados positivos e da contribuição para a promoção e defesa da vida.

Neste Janeiro Branco, a Prefeitura de Cuiabá reforça o compromisso com uma saúde pública mais humana, acessível e integral, convidando a população a cuidar não apenas do corpo, mas também da mente e das emoções.

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Postura do Governo Federal aumenta desafios para o agronegócio em 2026, avalia presidente da Aprosoja

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O presidente da Aprosoja Mato Grosso, Lucas Costa Beber, disse que o ano de 2026, o último dele na presidência da associação, deve ser de desafios para o agronegócio, não apenas por causa das instabilidades que o período eleitoral causa, mas principalmente por causa de posturas do Governo Federal que ele considera que trazem insegurança ao setor. Para Beber, preocupa o aumento da taxa de juros por causa da “competição por crédito” por parte do Governo Federal, mas também a postura da União em reconhecer novas terras indígenas.

Leia mais:
Presidente da Aprosoja teme ‘nova moratória’ e alerta que acordo Mercosul-UE pode prejudicar indústrias pecuária e leiteira

“A gente inicia um ano desafiador, o maior problema é o preço das commodities. Temos ainda alguns assuntos que impactam, como essa questão de ampliação de áreas indígenas, que no fim do ano nós tivemos após a COP 30 esse anúncio que nos preocupou muito, trazendo insegurança jurídica”, comentou o presidente da Aprosoja.

Durante a COP 30, em novembro de 2025, o Governo Federal anunciou a homologação de quatro Terras Indígenas, assinou portarias declaratórias referentes a 10 novos territórios indígenas e aprovou seis Relatórios Circunstanciados de Identificação e Delimitação (RCID) da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI). 

Beber defende que deve ser respeitado o marco temporal para a demarcação de terras indígenas, que está contido na Lei 14.701 de 2023, que estabelece que os povos indígenas têm direito apenas às terras que ocupavam ou já disputavam em 5 de outubro de 1988.

Para Lucas Costa Beber, outra situação que gera preocupação para este ano, para o setor do agronegócio, é a “competição por crédito”.

“O atual governo tem trazido bastante insegurança jurídica para o setor. Um exemplo é essas ampliações, a questão da competição por crédito, hoje o governo, devido ao desequilíbrio fiscal, tem acessado muito crédito concorrendo com o privado, o que tem elevado as taxas de juros e travado muito investimento no setor, como o próprio financiamento e custeio da lavoura”.

2026 é ano de eleições presidenciais, o que de acordo com Beber, costumeiramente também traz algumas instabilidades para o setor.

“Eleições é normal, é um ano que tem mais oscilação também, taxa de câmbio, tem a questão dos juros altos que estamos vivendo ainda, tudo isso acaba sendo impactado por esse período eleitoral. E é claro, provavelmente promete ser uma eleição muito turbulenta esse ano, com muita oscilação, mas é algo que foge do nosso controle, temos que aguardar, acho que, como cidadão, cada um tem que fazer a sua parte”, pontuou.

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Saiba quem é a influencer argentina acusada de injúria racial no RJ

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A advogada Agostina Páez, de 29 anos, é a argentina acusada de cometer injúria racial contra o funcionário de um bar em Ipanema, Zona do Sul do Rio de Janeiro, na última quarta-feira (14/1). Além de atuar na área jurídica, Páez é influencer nas redes sociais e filha de um empresário do ramo de transportes na Argentina.

Agostina Páez aparece em vídeo (veja abaixo) fazendo os gestos e sendo repreendida pelas amigas. Nesse sábado (17/1), a Justiça determinou que o passaporte da suspeita fosse apreendido, mas a turista fez a viagem ao Brasil somente com a identidade. Ela passou a usar tornozeleira eletrônica.

No TikTok, Páez conta com mais de 80 mil seguidores, mas seu perfil está desativado no momento. No Instagram, sua conta está suspensa. A advogada é natural de Santiago del Estero, no norte da Argentina.

A argentina é filha de Mariano Páez, empresário do setor de transportes que responde por violência de gênero no país. De acordo com a mídia local, Mariano foi preso em novembro, acusado de agredir e ameaçar a ex-companheira, a advogada Estefanía Budan.

Em dezembro, a Justiça argentina concedeu liberdade provisória ao empresário, impondo medidas cautelares como uso de tornozeleira eletrônica, proibição de contato com a vítima e monitoramento constante. O caso segue sob investigação.

Agostina Páez tem conflito com a ex-companheira de seu pai. Segundo o La Nación, Páez apresentou uma queixa contra Estefanía Budan, acusando ela de assédio, difamação e violência digital.

Relembre

A turista argentina se envolveu em uma discussão com o gerente de um bar, motivada por um suposto erro no pagamento da conta.

De acordo com a Polícia Civil (PCERJ), por causa disso, o gerente foi verificar as imagens de câmeras de segurança e pediu que a mulher permanecesse no estabelecimento até a resolução da situação.

Ainda segundo a PCERJ, nesse momento, a mulher iniciou xingamentos discriminatórios. Foi quando a vítima passou a gravar as atitudes criminosas da argentina.

O gerente foi até a 11ª DP (Rocinha) e relatou que a turista argentina teria lhe apontado o dedo e proferido ofensas de cunho racial.

Gestos

Pelas imagens, a mulher imitou gestos de macaco e reproduziu sons do animal. Ao tomarem ciência do fato, agentes da PCERJ iniciaram diligências para localizar a turista.

No decorrer das investigações, a unidade representou pela retenção do passaporte e pelo monitoramento eletrônico da mesma, medidas que foram deferidas pela Justiça.

Na manhã desse sábado (17/1), a turista argentina foi à delegacia prestar depoimento e as medidas foram cumpridas. A investigação segue em andamento para apurar todos os fatos.



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Na mira dos EUA, Irã é destino de exportações agrícolas do Brasil

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<br /> Na mira dos EUA, Irã é destino de exportações agrícolas do Brasil





Na mira dos EUA, Irã é destino de exportações agrícolas do Brasil
































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‘Este hemisfério pertence a todos nós’ – CartaCapital

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O presidente Lula (PT) alfinetou o presidente norte-americano Donald Trump, em um artigo publicado neste domingo 18, no jornal The New York Times.

No texto, intitulado, ‘Este Hemisfério pertence a todos nós’, Lula rebateu diretamente uma mensagem publicada por Trump nas redes sociais, utilizada para justificar o ataque à Venezuela e a captura do presidente Nicolás Maduro. “Este é o NOSSO hemisfério, e o presidente Trump não permitirá que nossa segurança seja ameaçada”, dizia uma mensagem publicada pelo Departamento de Estado norte-americano, dias após o ataque do 3 de janeiro.

O presidente Lula afirmou que o episódio é ‘mais um capítulo lamentável na contínua erosão do direito internacional e da ordem multilateral estabelecida após a Segunda Guerra Mundial’.

O líder brasileiro avaliou que, ano a ano, tem crescido os ataques das grandes potências à autoridade das Nações Unidas e ao seu Conselho de Segurança, e que a conduta enfraquece todo o sistema internacional.

“Quando o uso da força para resolver disputas deixa de ser a exceção e se torna a regra, a paz, a segurança e a estabilidade globais ficam em risco. Se as normas forem seguidas apenas seletivamente, instala-se a anomia
e enfraquece não só os Estados individualmente, mas também o sistema internacional como um todo. Sem regras acordadas coletivamente, é impossível construir sociedades livres, inclusivas e democráticas”, escreveu Lula.

O presidente ainda ponderou que chefes de Estado ou de governo — de qualquer país — podem ser responsabilizados por ações que minam a democracia e os direitos fundamentais. “Nenhum líder detém o monopólio do sofrimento de seu povo. Mas não é legítimo que outro Estado se arrogue o direito de fazer justiça”, completou, ao afirmar que ações unilaterais ameaçam a estabilidade mundial, interrompem o comércio e o investimento, aumentam o fluxo de refugiados e enfraquecem ainda mais a capacidade dos Estados de enfrentar o crime organizado e outros desafios transnacionais.

Lula ainda mostrou preocupação com o avanço das práticas na América Latina e no Caribe, destacando a luta pela paz nesses territórios através da soberania e da rejeição do uso da força e da defesa da autodeterminação dos povos. “Em mais de 200 anos de história independente, esta é a primeira vez que a América do Sul sofre um ataque militar direto dos Estados Unidos, embora forças americanas já tenham intervido na região anteriormente”, destacou.

O presidente ainda destacou a necessidade de as lideranças sul americanas atuarem em prol de uma agenda regional positiva ‘que seja capaz de superar as diferenças ideológicas em prol de resultados pragmáticos’.

“Queremos atrair investimentos em infraestrutura física e digital, promover empregos de qualidade, gerar renda e expandir o comércio dentro da região e com nações fora dela. A cooperação é fundamental para mobilizar os recursos de que tanto precisamos para combater a fome, a pobreza, o tráfico de drogas e as mudanças climáticas”.

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Secretário de Educação promete climatizar todas as escolas de Cuiabá até 2026

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O secretário municipal de Educação, Amauri Monge, disse ter uma meta para 2026: climatizar todas as escolas da rede municipal de Cuiabá. Além disso, em entrevista ao Olhar Direto, ele prometeu que, até o fim de fevereiro, todos os alunos da rede municipal estarão com o uniforme escolar completo.

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A meta de climatização, segundo Amauri, não será cumprida logo no início do ano letivo por limitações de tempo, mas deverá ser alcançada de forma gradual ao longo de 2026. “A grande meta desse ano é climatizar todas as escolas. Não no início das aulas, porque é impossível por conta de tempo, mas ao longo do ano nós vamos climatizar todas as escolas”, afirmou.

O secretário reconheceu que hoje praticamente nenhuma unidade escolar da capital é climatizada de forma adequada.

“Climatizadas de verdade como deveria ser feito, dentro das normas técnicas, praticamente nenhuma. Mas a gente vai melhorar algumas que já têm algum tipo de ar-condicionado e vamos climatizar, de forma tecnicamente coerente, até o final do ano, todas as 174 escolas”, explicou.

No prazo

Amauri já afirmou que não há qualquer possibilidade de adiamento das aulas, marcadas para começar no dia 2 de fevereiro. Segundo ele, a pasta realizou manutenções emergenciais em diversas unidades, incluindo troca de telhados e adequações estruturais.

No início de 2025, a gestão municipal chegou a adiar o começo do ano letivo por uma semana, após diagnóstico que apontou problemas graves em parte das escolas da capital. À época, 15 unidades foram classificadas em situação crítica, enquanto as demais passaram por processos de readequação. Entre os problemas identificados estavam falta de ar-condicionado, móveis enferrujados, deficiência de utensílios nas cozinhas, ausência de produtos de higiene e até desabastecimento de água.

Além da climatização e da distribuição dos uniformes, Amauri confirmou a realização da Semana Pedagógica, que não ocorreu em 2025. O evento está programado para começar no dia 26 de janeiro, no Hotel Fazenda Mato Grosso, com expectativa de reunir cerca de sete mil professores da rede municipal.

“Nossa semana está programada. Começa no dia 26 de janeiro e vai até os dias 28 e 29. Tudo planejado para atender os professores antes do início das aulas, no dia 2 de fevereiro”, disse o secretário. A programação inclui atividades teóricas e práticas voltadas ao planejamento pedagógico e à definição de metas para o ano letivo de 2026.

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Construção de hotel desaba após colapso estrutural em Mato Grosso

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Construção de hotel desaba após colapso estrutural em Mato Grosso

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Prefeitura de Cuiabá apoia acadêmicos indígenas em ação emergencial | Notícias

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A Prefeitura de Cuiabá realizou, neste fim de semana, uma ação humanitária pontual e imediata em apoio a quase 100 acadêmicos indígenas de Mato Grosso que estavam na capital para atividades presenciais intensivas de cursos técnicos e de graduação. A iniciativa garantiu um jantar no sábado (17) e um almoço no domingo (18), assegurando condições adequadas para que os estudantes retornassem com tranquilidade e segurança às suas aldeias de origem.

A mobilização foi conduzida por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, após o poder público tomar conhecimento de uma necessidade emergencial enfrentada pelo grupo, formado por estudantes de 27 etnias diferentes. Os acadêmicos permanecem em Cuiabá por períodos específicos, geralmente de 15 dias, para cumprir etapas presenciais obrigatórias de sua formação, retornando posteriormente às aldeias, onde vivem e atuam junto às suas comunidades.

Diferentemente de informações equivocadas que circularam nas redes sociais, os estudantes não se encontravam em situação de rua nem de abandono. Trata-se de acadêmicos regularmente matriculados, que custeiam sua formação com recursos próprios e com apoio de associações indígenas, mas que, de forma pontual, ficaram sem recursos financeiros para alimentação nos dias que antecederam o retorno às aldeias.

A secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela, destacou que a atuação da Prefeitura ocorreu de forma responsável, técnica e humanitária. “Ao tomarmos conhecimento da situação, nossa equipe foi até o local para compreender a realidade e identificou estudantes indígenas em plena atividade acadêmica, comprometidos com sua formação e com o retorno às suas comunidades. Diante de uma necessidade pontual, a Prefeitura de Cuiabá agiu prontamente para garantir alimentação e preservar a dignidade dessas pessoas, sempre com respeito às culturas, às etnias e ao contexto em que estão inseridas”, afirmou a secretária.

Formação acadêmica com compromisso social

Os cursos são oferecidos pela Faculdade do Centro Educacional Interdisciplinar do Brasil (Faceib), instituição reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC) e integrante do Grupo Educacional Uniceib. O projeto educacional voltado aos povos originários atende atualmente 92 estudantes, com foco nas áreas de Saúde, Direito, Pedagogia e Administração, em um ciclo de formação de quatro anos.

Segundo o coordenador do projeto e diretor da Faceib, professor doutor José Olímpio dos Santos, os acadêmicos que participaram da ação já estão na fase final do curso. “Os indígenas que participaram deste jantar e do almoço já estão retornando para suas respectivas aldeias. Eles permaneceram em Cuiabá por quinze dias para concluir a penúltima etapa do programa, cuja fase final ocorrerá em julho, com os preparativos para a formatura. Ao todo, serão quatro anos de formação”, destacou.

O professor, que possui mais de 33 anos de experiência na educação básica e superior, ressaltou ainda o caráter inédito do apoio institucional. “Esta é a primeira vez que o poder público municipal oferece um suporte desse porte ao projeto. É um reconhecimento à disciplina, ao comprometimento e à seriedade desses estudantes ao longo da formação”, afirmou.

Educação que respeita cultura, identidade e território

O modelo educacional adotado respeita integralmente a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), ao mesmo tempo em que preserva as particularidades culturais, religiosas e linguísticas de cada etnia. As aulas são ministradas em língua portuguesa, com respeito às línguas maternas e aos dialetos tradicionais, utilizados como apoio pedagógico sempre que necessário.

Os estudantes vêm de regiões como Juína, Gaúcha do Norte, Parque Nacional do Xingu e território Panará. Durante a permanência em Cuiabá, ficam alojados em um espaço cedido pela Associação de Moradores local, próximo à faculdade, com estrutura pensada para proporcionar acolhimento e respeito cultural.

Vozes dos acadêmicos indígenas

Representantes dos estudantes destacaram a importância do apoio recebido. Akalo Kalapalo, acadêmico de Pedagogia da etnia Kalapalo, ressaltou o significado da iniciativa. “Gostaria de agradecer à Prefeitura de Cuiabá pelo apoio com as refeições que estão sendo oferecidas. É uma ajuda muito importante para nós. Meu plano é retornar à minha aldeia e trabalhar lá, levando o conhecimento que estou adquirindo”, afirmou.

Marco Wandala Palã, líder da turma de Pedagogia, também registrou agradecimento. “Em nome de todos os acadêmicos, agradecemos à Prefeitura de Cuiabá pelo apoio prestado”, disse.

Já o professor e liderança indígena Mato Lakalapalo destacou o caráter coletivo da ação. “Essa doação de alimento é uma iniciativa muito importante e demonstra respeito com nosso povo”, pontuou.

Para Abacatu Kayabi, conhecido como Cristiano, acadêmico da licenciatura em Pedagogia, a parceria simboliza inclusão. “Ingressar no ensino superior é uma conquista muito grande para nós. Somos todos povo brasileiro, e esse apoio da gestão municipal fortalece nossa caminhada”, afirmou.

Ação humanitária e responsabilidade institucional

O coordenador técnico de políticas sociais da secretaria, Joelton de Souza, explicou que a equipe foi ao local após questionamentos da comunidade sobre a presença do grupo. “No local, identificamos estudantes indígenas de cursos como Direito, Administração e Enfermagem, que relataram uma dificuldade financeira pontual. Sensibilizada, a secretaria providenciou imediatamente as refeições para este sábado e domingo”, explicou.

A atuação reforça o compromisso da Prefeitura de Cuiabá com a dignidade humana, o diálogo intercultural e a responsabilidade social, adotando uma postura ética e humanitária diante de uma necessidade emergencial, sem estigmatização ou exposição indevida dos envolvidos.

Ao garantir apoio pontual aos acadêmicos indígenas, o Município contribui para que esses estudantes retornem às suas aldeias fortalecidos, levando conhecimento, formação e esperança, valores que reafirmam o papel do poder público como agente de inclusão, respeito e transformação social.

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Prefeitura de Várzea Grande participa de entrega de óculos a idosos da zona rural – Prefeitura de Várzea Grande participa de entrega de óculos a idosos da zona rural

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A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, acompanhou nesta semana a entrega de óculos a idosos da comunidade Nossa Senhora Aparecida – Sadia 1, localizada na zona rural do município. A ação é resultado do Mutirão de Serviços realizado no último trimestre de 2025, em parceria com o Sistema Famato/Senar.

Durante o mutirão, foram ofertadas consultas oftalmológicas gratuitas à população rural. Após os atendimentos, os pacientes já eram encaminhados diretamente para a ótica, garantindo agilidade no processo de confecção dos óculos. Ao todo, 79 óculos foram produzidos e agora entregues aos moradores da comunidade.

A presença da equipe da Secretaria Municipal de Assistência Social na entrega reforça o compromisso da gestão municipal em garantir acesso a serviços essenciais, especialmente para a população idosa que enfrenta dificuldades de deslocamento até a área urbana.

A iniciativa integra um conjunto de ações que buscam promover mais dignidade, autonomia e qualidade de vida aos moradores da zona rural. A parceria entre a Prefeitura de Várzea Grande e o Sistema Famato/Senar deve continuar ao longo deste novo ano, com a ampliação de mutirões e serviços itinerantes voltados às comunidades rurais do município.

Para a secretária municipal de Assistência Social, Cristina Saito, a continuidade das ações é fundamental.

“Essa ação representa mais dignidade e cuidado com os nossos idosos da zona rural. Muitas vezes, a dificuldade de acesso impede que eles realizem consultas e adquiram óculos, que são essenciais para a qualidade de vida. A Prefeitura de Várzea Grande seguirá fortalecendo parcerias para que, ao longo deste ano, mais comunidades sejam atendidas com serviços que fazem a diferença na vida das pessoas”, destacou.

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