A Procuradoria-Geral da República (PGR) arquivou nesta quarta-feira, 5, um pedido de investigação contra o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), anunciado como vice na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL), por supostas irregularidades em emendas parlamentares.
O Tribunal de Contas da União (TCU) apontou “problemas” relacionados às emendas Pix sobre suspeitas envolvendo montantes destinados ao município de São José da Laje, em Alagoas.
Com base no relatório, o deputado federal Lindbergh Farias (PT) usou o relatório do TCU para acionar a PGR. O petista pediu a apuração dos fatos sob as perspectivas penal e de improbidade administrativa, além da “reconstrução completa do percurso do dinheiro”.
Em maio, a PGR informou a Lindbergh que não havia providências a serem adotadas pelo órgão diante da “ausência de indícios concretos da participação do representado [Gaspar] nas possíveis irregularidades”.
“Não há, no caso, providências a serem adotadas pela Procuradoria-Geral da República, ante a ausência de indícios concretos da participação do representado nas possíveis irregularidades”, diz o órgão.
Gaspar vice
Gaspar foi anunciado nesta quarta-feira, 5, vice na chapa de Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
O nome do deputado ganhou força nos últimos dias, mas apenas internamente, porque Flávio sustentou até a véspera do anúncio que preferia uma mulher para ocupar esse posto.
Não por acaso, o anúncio de Gaspar foi feito com Flávio e o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha, rodeados de mulheres, entre eles a senadora Tereza Cristina (PP-MS) e a ex-presidente da Caixa Daniella Marques, duas das mulheres cogitadas para ocupar a vice.
O senador chegou a afirmar ontem mesmo, durante a Sabatina O Antagonista e G4, que Daniella era um dos nomes que o agradavam para o posto.
Agora, ela deve se dedicar a aconselhá-lo economicamente na campanha.




