A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) permanece internada em um hospital de Brasília após passar por um procedimento médico para tratar um quadro de cefaleia.
Segundo a assessoria, ela foi submetida a um “bloqueio anestésico dos nervos cranianos e pericranianos” devido à persistência das dores de cabeça.
No sábado, Michelle publicou uma foto na cama do hospital e afirmou que estava recebendo atendimento médico.
A internação ocorreu às vésperas da convenção do PL no Distrito Federal, que deve confirmar sua candidatura ao Senado.
A presença de Michelle no evento do partido permanece indefinida. A ex-primeira-dama ainda não havia confirmado publicamente a candidatura e afirmou, na sexta-feira, 31, que conversava com Jair Bolsonaro sobre a decisão e que sua prioridade era cuidar do ex-presidente, que cumpre prisão domiciliar em Brasília.
Como mostramos, a deputada federal Bia Kicis anunciou que Michelle disputaria uma vaga ao Senado pelo Distrito Federal.
A parlamentar afirmou que a ausência da ex-primeira-dama no evento ocorreu porque ela acompanhava Bolsonaro e precisou realizar exames médicos.
A convenção também ocorre em meio às tensões entre Michelle e o senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência. Os dois protagonizaram uma crise pública no fim de junho.
Auxílio a Bolsonaro
Durante a internação de Michelle, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a entrada e permanência de Geovanna Lima, irmã da ex-primeira-dama, na casa onde Bolsonaro cumpre prisão domiciliar.
Segundo a defesa, Geovanna ficará no local para auxiliar a sobrinha Laura e o ex-presidente enquanto Michelle estiver no hospital.
Moraes determinou que a entrada seja comunicada ao STF e estabeleceu regras de segurança para a permanência dela na residência.





